O início de 2025 deve ser marcado por impactos climáticos distintos no Brasil, influenciados pelo fenômeno La Niña. No Nordeste, a expectativa é de intensas chuvas, trazendo alívio para agricultores e comunidades que enfrentaram longos períodos de seca.
Especialistas indicam que as precipitações poderão contribuir para a recuperação de reservatórios e o fortalecimento da agricultura local, setores severamente afetados por anos de dificuldades climáticas.
Apesar do otimismo, os especialistas também fazem um alerta: as chuvas intensas podem trazer desafios, como alagamentos em áreas urbanas, aumento do risco de deslizamentos e erosão do solo em zonas rurais.
O cenário exige atenção redobrada das autoridades para evitar prejuízos às comunidades e garantir que o volume de água seja aproveitado de forma estratégica.
O vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), afirmou nesta terça-feira (20) ao G1 que o partido decidiu adiar para março de 2016 o congresso nacional extraordinário que faria em novembro deste ano para, entre outros assuntos, discutir o eventual rompimento com o governo Dilma Rousseff. A direção peemedebista aproveitará a convenção nacional da […]
O vice-presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (Foto: Moreira Mariz/Ag.Senado)
O vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), afirmou nesta terça-feira (20) ao G1 que o partido decidiu adiar para março de 2016 o congresso nacional extraordinário que faria em novembro deste ano para, entre outros assuntos, discutir o eventual rompimento com o governo Dilma Rousseff. A direção peemedebista aproveitará a convenção nacional da legenda, agendada para março, para tratar do fim da aliança com o PT.
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem defendido o fim da aliança com o PT desde querompeu oficialmente com o Palácio do Planalto, em julho deste ano. Desde então, ele passou a defender abertamente que o PMDB desembarque da gestão petista, entregando os ministérios que comanda atualmente.
Inicialmente, o encontro para tratar da eventual saída do governo estava marcado para agosto, porém, foi transferido para novembro. Na época em que a direção confirmou o primeiro adiamento da reunião, Cunha já havia criticado a cúpula peemedebista, afirmando que o PMDB “empurra com a barriga” a decisão sobre romper com PT.
Segundo Raupp, em vez do congresso extraordinário, o partido vai realizar em novembro apenas um seminário promovido pela Fundação Ulysses Guimarães, ligada ao PMDB. O vice-presidente da legenda justificou o adiamento do encontro a dificuldades logísticas para organizar o evento que deve reunir até 5 mil peemebedebistas.
“Não vai ter mais o encontro deste ano, apenas um seminário da Fundação Ulysses Guimarães. A informação que tive é que não está fácil organizar o encontro [extraordinário do PMDB], até porque tem de juntar de 4 mil a 5 mil pessoas. Eu já fui presidente do PMDB e, realmente, não é fácil organizar encontro assim, tem de ter dedicação”, alegou Raupp.
“Até preocupado com a questão do quórum, o partido preferiu transformar o encontro de novembro em um seminário da fundação e deixar para março do ano que vem o encontro nacional, no qual nós comemoraremos os 50 anos de fundação do PMDB”, acrescentou o vice-presidente do partido.
Desde o início do ano, a bancada do PMDB na Câmara – que integra oficialmente a base aliada a Dilma – tem votado de forma independente das orientações do Palácio do Planalto, comandando algumas das principais derrotas da presidente da República no Congresso Nacional.
A primeira-dama Michelle Bolsonaro foi contaminada pelo novo coronavírus, informou hoje a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência). O teste realizado por ela apresentou resultado positivo menos de uma semana depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciar que estava curado da doença. “Michelle Bolsonaro testou positivo para covid-19 nesta quinta-feira, 30. […]
A primeira-dama Michelle Bolsonaro foi contaminada pelo novo coronavírus, informou hoje a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência). O teste realizado por ela apresentou resultado positivo menos de uma semana depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciar que estava curado da doença.
“Michelle Bolsonaro testou positivo para covid-19 nesta quinta-feira, 30. Ela apresenta bom estado de saúde e seguirá todos os protocolos estabelecidos. A primeira-dama está sendo acompanhada pela equipe médica da Presidência da República”, informou a Secom, em nota.
Este não é o primeiro teste realizado por Michelle. Em 11 de julho, ela havia feito o exame, e o resultado foi negativo. As duas filhas (Laura e Letícia) também estavam livres da doença, na ocasião.
Além do marido, cujo diagnóstico positivo para covid ocorreu em 7 de julho, Michelle teve outra pessoa da família infectada: a avó, Maria Aparecida Firmo Ferreira, está internada desde 1º de julho em estado grave no HRSM (Hospital Regional de Santa Maria), no Distrito Federal.
O senador Armando Monteiro (PTB-PE) defendeu, nesta quarta-feira (21), em discurso no plenário, medidas de emergência para estancar a tendência de extinção da indústria naval, com o risco do fechamento de estaleiros como o Atlântico Sul (EAS) e o Vard Pomar, em Pernambuco. “Não podemos sair da crise na indústria naval simplesmente deixando que ocorra […]
O senador Armando Monteiro (PTB-PE) defendeu, nesta quarta-feira (21), em discurso no plenário, medidas de emergência para estancar a tendência de extinção da indústria naval, com o risco do fechamento de estaleiros como o Atlântico Sul (EAS) e o Vard Pomar, em Pernambuco.
“Não podemos sair da crise na indústria naval simplesmente deixando que ocorra a desativação dos estaleiros, perdendo milhares de empregos e densidade produtiva. É preciso buscar uma solução equilibrada e justa. É necessária uma mobilização de trabalhadores, produtores, parlamentares e governadores na construção de um caminho para a indústria naval”, assinalou.
O senador pernambucano propôs, entre as medidas, a manutenção temporária da política de conteúdo local, com fixação de metas de produtividade, e associações com empresas estrangeiras, de modo a abrir mercados à exportação. Armando alinhou também, como urgentes, renegociação das dívidas dos estaleiros e formação de uma carteira mínima de encomendas.
O petebista lembrou que, caso não consiga fechar parceria com a Satco, empresa brasileira de navegação, cujas encomendas dependem do novo plano de negócios da Petrobras, ainda não divulgado, o EAS corre o risco de fechar em 2019, quando conclui a entrega dos últimos cinco navios à Transpetro.
Tal possibilidade, segundo Armando, pode acontecer ainda este ano com o Vard Pomar, que não tem mais encomendas além dos quatro navios em carteira, dois dos quais em fase de conclusão. “Estão ameaçados 26 mil empregos diretos e indiretos em Pernambuco”, advertiu.
Armando atribuiu a grave crise da indústria naval, que investiu R$ 45 bilhões nos últimos dez anos e experimentava ganhos de produtividade, à queda dos preços do petróleo e aos efeitos da operação Lava Jato na Petrobras, que resultaram numa sequência de cancelamento das encomendas de navios. Ressaltou que até 2014 a indústria naval empregava mais de 80 mil pessoas, ora reduzidas a 30 mil, e operava uma extensa cadeia produtiva.
Da Itapuama FM No comentário das 12h desta sexta-feira (02/10), o jornalista Nill Júnior analisa o cenário das pesquisas eleitorais na reta final da disputa pelo Governo de Pernambuco. A publicação dos levantamentos do Datafolha e do Quaest acirrou o debate entre as candidaturas de Raquel Lyra e João Campos, mostrando um cenário de extremo […]
No comentário das 12h desta sexta-feira (02/10), o jornalista Nill Júnior analisa o cenário das pesquisas eleitorais na reta final da disputa pelo Governo de Pernambuco.
A publicação dos levantamentos do Datafolha e do Quaest acirrou o debate entre as candidaturas de Raquel Lyra e João Campos, mostrando um cenário de extremo equilíbrio.
Para o jornalista, as pesquisas refletem uma fotografia do momento e mostram que a disputa se afunilou.
Com o crescimento de Raquel, fruto da posse da máquina administrativa e sua avaliação positiva na casa dos 65%, mais a reação de João Campos, a eleição segue completamente aberta e será decidida voto a voto até o domingo.
Independente do resultado, Nill reforça o alto nível dos candidatos, sem aventureiros na disputa e destaca que o voto de todos tem o mesmo valor na democracia, convidando a população a exercer sua cidadania no domingo.
Do Congresso em Foco Preso em Curitiba desde abril, o ex-presidente Lula cresceu e tem 37,5% das intenções de voto na corrida presidencial, segundo pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Em maio, Lula aparecia com 32,4%. Atrás dele vêm Jair Bolsonaro (PSL), com 18,8% das intenções, e Marina Silva (Rede), […]
Lula: Ricardo Stuckert – Instituto Lula / Bolsonaro: Giselle Santos – Congresso em Foco
Do Congresso em Foco
Preso em Curitiba desde abril, o ex-presidente Lula cresceu e tem 37,5% das intenções de voto na corrida presidencial, segundo pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Em maio, Lula aparecia com 32,4%.
Atrás dele vêm Jair Bolsonaro (PSL), com 18,8% das intenções, e Marina Silva (Rede), com 5,6%. Em maio o deputado tinha 16,7% e a ex-senadora, 7,6%. Agora, em empate técnico com Marina, estão Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,9% e Ciro Gomes (PDT), com 4,1%. Alvaro Dias (Podemos), com 2,7%, e Guilherme Boulos (Psol), com 0,9%, aparecem na sequência.
Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo) têm 0,8%. Cabo Daciolo (Patriota), com 0,4%, Vera Lúcia (PSTU), com 0,3%, João Goulart Filho (PPL), com 1%, e José Maria Eymael (DC), com 0%, completam a lista.
De acordo com a pesquisa, a primeira divulgada desde o registro dos candidatos, 14,3% dos entrevistados demonstram intenção de votar branco ou nulo. Os indecisos somam 8,8%.
Transferência de votos
O levantamento, que não testou um cenário sem a presença de Lula, aferiu o potencial de transferência de votos do ex-presidente. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), seu vice, herdaria 17,3% dos votos do petista. Marina, segundo a CNT/MDA, ficaria com 11,9%. Ciro, com 9,6%; Bolsonaro, com 6,2%; e Alckmin, com 3,7%. Um em cada três eleitores de Lula disse que anulará o voto caso ele não participe da eleição. Já 16,6% informaram não saber em quem votar.
Lula também lidera na pesquisa espontânea, na qual não são apresentados os nomes dos entrevistados. Nessa simulação, ele desponta com 20,7% das intenções de voto. Bolsonaro tem 15,1% e Alckmin, 1,7%. Alvaro Dias tem 1,3%, e Marina, 1,1%. Brancos e nulos têm 18,1% e indecisos alcançam 39%.
Pontos de indefinição
“Em relação às eleições para presidente neste ano, a maioria se mostra com pouco ou nenhum interesse, assim como também conhece pouco ou nada sobre as opções de candidatos. Esses resultados, aliados ao elevado percentual de votos brancos, nulos e de indecisos para os cenários sem o nome do ex-presidente Lula, apontam para uma disputa com grande indefinição e possibilidade de mudanças importantes ao longo do período eleitoral”, diz a conclusão da pesquisa.
“Sem a participação do ex-presidente Lula a eleição está aberta e é importante que a definição dos tribunais sobre a possibilidade de sua candidatura seja feita rapidamente, para que a eleição transcorra com legalidade e normalidade”, ressalta o instituto.
A pesquisa da CNT/MDA está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09086/2018. Foram feitas 2.002 entrevistas em 137 municípios de 25 unidades da federação entre os dias de 15 e 18 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, considerando o nível de confiança de 95%.
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