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La Niña promete fortes chuvas no Nordeste em 2025

Por André Luis

O início de 2025 deve ser marcado por impactos climáticos distintos no Brasil, influenciados pelo fenômeno La Niña. No Nordeste, a expectativa é de intensas chuvas, trazendo alívio para agricultores e comunidades que enfrentaram longos períodos de seca.

Especialistas indicam que as precipitações poderão contribuir para a recuperação de reservatórios e o fortalecimento da agricultura local, setores severamente afetados por anos de dificuldades climáticas.

Apesar do otimismo, os especialistas também fazem um alerta: as chuvas intensas podem trazer desafios, como alagamentos em áreas urbanas, aumento do risco de deslizamentos e erosão do solo em zonas rurais.

O cenário exige atenção redobrada das autoridades para evitar prejuízos às comunidades e garantir que o volume de água seja aproveitado de forma estratégica.

Outras Notícias

PMDB adiou para março reunião que discutiria saída do governo, diz Raupp

O vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), afirmou nesta terça-feira (20) ao G1 que o partido decidiu adiar para março de 2016 o congresso nacional extraordinário que faria em novembro deste ano para, entre outros assuntos, discutir o eventual rompimento com o governo Dilma Rousseff. A direção peemedebista aproveitará a convenção nacional da […]

O vice-presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (Foto: Moreira Mariz/Ag.Senado)
O vice-presidente do PMDB, senador Valdir Raupp
(Foto: Moreira Mariz/Ag.Senado)

O vice-presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), afirmou nesta terça-feira (20) ao G1 que o partido decidiu adiar para março de 2016 o congresso nacional extraordinário que faria em novembro deste ano para, entre outros assuntos, discutir o eventual rompimento com o governo Dilma Rousseff. A direção peemedebista aproveitará a convenção nacional da legenda, agendada para março, para tratar do fim da aliança com o PT.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem defendido o fim da aliança com o PT desde querompeu oficialmente com o Palácio do Planalto, em julho deste ano. Desde então, ele passou a defender abertamente que o PMDB desembarque da gestão petista, entregando os ministérios que comanda atualmente.

Inicialmente, o encontro para tratar da eventual saída do governo estava marcado para agosto, porém, foi transferido para novembro. Na época em que a direção confirmou o primeiro adiamento da reunião, Cunha já havia criticado a cúpula peemedebista, afirmando que o PMDB “empurra com a barriga” a decisão sobre romper com PT.

Segundo Raupp, em vez do congresso extraordinário, o partido vai realizar em novembro apenas um seminário promovido pela Fundação Ulysses Guimarães, ligada ao PMDB. O vice-presidente da legenda justificou o adiamento do encontro a dificuldades logísticas para organizar o evento que deve reunir até 5 mil peemebedebistas.

“Não vai ter mais o encontro deste ano, apenas um seminário da Fundação Ulysses Guimarães. A informação que tive é que não está fácil organizar o encontro [extraordinário do PMDB], até porque tem de juntar de 4 mil a 5 mil pessoas. Eu já fui presidente do PMDB e, realmente, não é fácil organizar encontro assim, tem de ter dedicação”, alegou Raupp.

“Até preocupado com a questão do quórum, o partido preferiu transformar o encontro de novembro em um seminário da fundação e deixar para março do ano que vem o encontro nacional, no qual nós comemoraremos os 50 anos de fundação do PMDB”, acrescentou o vice-presidente do partido.

Desde o início do ano, a bancada do PMDB na Câmara – que integra oficialmente a base aliada a Dilma – tem votado de forma independente das orientações do Palácio do Planalto, comandando algumas das principais derrotas da presidente da República no Congresso Nacional.

Michelle Bolsonaro tem teste positivo para covid-19

A primeira-dama Michelle Bolsonaro foi contaminada pelo novo coronavírus, informou hoje a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência). O teste realizado por ela apresentou resultado positivo menos de uma semana depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciar que estava curado da doença. “Michelle Bolsonaro testou positivo para covid-19 nesta quinta-feira, 30. […]

A primeira-dama Michelle Bolsonaro foi contaminada pelo novo coronavírus, informou hoje a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência). O teste realizado por ela apresentou resultado positivo menos de uma semana depois de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciar que estava curado da doença.

“Michelle Bolsonaro testou positivo para covid-19 nesta quinta-feira, 30. Ela apresenta bom estado de saúde e seguirá todos os protocolos estabelecidos. A primeira-dama está sendo acompanhada pela equipe médica da Presidência da República”, informou a Secom, em nota.

Este não é o primeiro teste realizado por Michelle. Em 11 de julho, ela havia feito o exame, e o resultado foi negativo. As duas filhas (Laura e Letícia) também estavam livres da doença, na ocasião.

Além do marido, cujo diagnóstico positivo para covid ocorreu em 7 de julho, Michelle teve outra pessoa da família infectada: a avó, Maria Aparecida Firmo Ferreira, está internada desde 1º de julho em estado grave no HRSM (Hospital Regional de Santa Maria), no Distrito Federal.

Armando propõe ações contra fechamento de estaleiros em Pernambuco

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) defendeu, nesta quarta-feira (21), em discurso no plenário, medidas de emergência para estancar a tendência de extinção da indústria naval, com o risco do fechamento de estaleiros como o Atlântico Sul (EAS) e o Vard Pomar, em Pernambuco. “Não podemos sair da crise na indústria naval simplesmente deixando que ocorra […]

Foto: Ana Luisa Souza/Divulgação

O senador Armando Monteiro (PTB-PE) defendeu, nesta quarta-feira (21), em discurso no plenário, medidas de emergência para estancar a tendência de extinção da indústria naval, com o risco do fechamento de estaleiros como o Atlântico Sul (EAS) e o Vard Pomar, em Pernambuco.

“Não podemos sair da crise na indústria naval simplesmente deixando que ocorra a desativação dos estaleiros, perdendo milhares de empregos e densidade produtiva. É preciso buscar uma solução equilibrada e justa. É necessária uma mobilização de trabalhadores, produtores, parlamentares e governadores na construção de um caminho para a indústria naval”, assinalou.

O senador pernambucano propôs, entre as medidas, a manutenção temporária da política de conteúdo local, com fixação de metas de produtividade, e associações com empresas estrangeiras, de modo a abrir mercados à exportação. Armando alinhou também, como urgentes, renegociação das dívidas dos estaleiros e formação de uma carteira mínima de encomendas.

O petebista lembrou que, caso não consiga fechar parceria com a Satco, empresa brasileira de navegação, cujas encomendas dependem do novo plano de negócios da Petrobras, ainda não divulgado, o EAS corre o risco de fechar em 2019, quando conclui a entrega dos últimos cinco navios à Transpetro.

Tal possibilidade, segundo Armando, pode acontecer ainda este ano com o Vard Pomar, que não tem mais encomendas além dos quatro navios em carteira, dois dos quais em fase de conclusão. “Estão ameaçados 26 mil empregos diretos e indiretos em Pernambuco”, advertiu.

Armando atribuiu a grave crise da indústria naval, que investiu R$ 45 bilhões nos últimos dez anos e experimentava ganhos de produtividade, à queda dos preços do petróleo e aos efeitos da operação Lava Jato na Petrobras, que resultaram numa sequência de cancelamento das encomendas de navios. Ressaltou que até 2014 a indústria naval empregava mais de 80 mil pessoas, ora reduzidas a 30 mil, e operava uma extensa cadeia produtiva.

Quem ganha as eleições em Pernambuco?

Da Itapuama FM No comentário das 12h desta sexta-feira (02/10), o jornalista Nill Júnior analisa o cenário das pesquisas eleitorais na reta final da disputa pelo Governo de Pernambuco. A publicação dos levantamentos do Datafolha e do Quaest acirrou o debate entre as candidaturas de Raquel Lyra e João Campos, mostrando um cenário de extremo […]

Da Itapuama FM

No comentário das 12h desta sexta-feira (02/10), o jornalista Nill Júnior analisa o cenário das pesquisas eleitorais na reta final da disputa pelo Governo de Pernambuco.

A publicação dos levantamentos do Datafolha e do Quaest acirrou o debate entre as candidaturas de Raquel Lyra e João Campos, mostrando um cenário de extremo equilíbrio.

Para o jornalista, as pesquisas refletem uma fotografia do momento e mostram que a disputa se afunilou.

Com o crescimento de Raquel,  fruto da posse da máquina administrativa e sua avaliação positiva na casa dos 65%, mais a reação de João Campos, a eleição segue completamente aberta e será decidida voto a voto até o domingo.

Independente do resultado, Nill reforça o alto nível dos candidatos, sem aventureiros na disputa e destaca que o voto de todos tem o mesmo valor na democracia, convidando a população a exercer sua cidadania no domingo.

Acompanhe o comentário completo no vídeo do post:

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Lula tem 37,3% e Bolsonaro, 18,8%, diz pesquisa CNT/MDA

Do Congresso em Foco Preso em Curitiba desde abril, o ex-presidente Lula cresceu e tem 37,5% das intenções de voto na corrida presidencial, segundo pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Em maio, Lula aparecia com 32,4%. Atrás dele vêm Jair Bolsonaro (PSL), com 18,8% das intenções, e Marina Silva (Rede), […]

Lula: Ricardo Stuckert – Instituto Lula / Bolsonaro: Giselle Santos – Congresso em Foco

Do Congresso em Foco

Preso em Curitiba desde abril, o ex-presidente Lula cresceu e tem 37,5% das intenções de voto na corrida presidencial, segundo pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT). Em maio, Lula aparecia com 32,4%.

Atrás dele vêm Jair Bolsonaro (PSL), com 18,8% das intenções, e Marina Silva (Rede), com 5,6%. Em maio o deputado tinha 16,7% e a ex-senadora, 7,6%. Agora, em empate técnico com Marina, estão Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,9% e Ciro Gomes (PDT), com 4,1%. Alvaro Dias (Podemos), com 2,7%, e Guilherme Boulos (Psol), com 0,9%, aparecem na sequência.

Henrique Meirelles (MDB) e João Amoêdo (Novo) têm 0,8%. Cabo Daciolo (Patriota), com 0,4%, Vera Lúcia (PSTU), com 0,3%, João Goulart Filho (PPL), com 1%, e José Maria Eymael (DC), com 0%, completam a lista.

De acordo com a pesquisa, a primeira divulgada desde o registro dos candidatos, 14,3% dos entrevistados demonstram intenção de votar branco ou nulo. Os indecisos somam 8,8%.

Transferência de votos

O levantamento, que não testou um cenário sem a presença de Lula, aferiu o potencial de transferência de votos do ex-presidente. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), seu vice, herdaria 17,3% dos votos do petista. Marina, segundo a CNT/MDA, ficaria com 11,9%. Ciro, com 9,6%; Bolsonaro, com 6,2%; e Alckmin, com 3,7%. Um em cada três eleitores de Lula disse que anulará o voto caso ele não participe da eleição. Já 16,6% informaram não saber em quem votar.

Lula também lidera na pesquisa espontânea, na qual não são apresentados os nomes dos entrevistados. Nessa simulação, ele desponta com 20,7% das intenções de voto. Bolsonaro tem 15,1% e Alckmin, 1,7%. Alvaro Dias tem 1,3%, e Marina, 1,1%. Brancos e nulos têm 18,1% e indecisos alcançam 39%.

Pontos de indefinição

“Em relação às eleições para presidente neste ano, a maioria se mostra com pouco ou nenhum interesse, assim como também conhece pouco ou nada sobre as opções de candidatos. Esses resultados, aliados ao elevado percentual de votos brancos, nulos e de indecisos para os cenários sem o nome do ex-presidente Lula, apontam para uma disputa com grande indefinição e possibilidade de mudanças importantes ao longo do período eleitoral”, diz a conclusão da pesquisa.

“Sem a participação do ex-presidente Lula a eleição está aberta e é importante que a definição dos tribunais sobre a possibilidade de sua candidatura seja feita rapidamente, para que a eleição transcorra com legalidade e normalidade”, ressalta o instituto. ​

A pesquisa da CNT/MDA está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09086/2018. Foram feitas 2.002 entrevistas em 137 municípios de 25 unidades da federação entre os dias de 15 e 18 de agosto. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, considerando o nível de confiança de 95%.