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Justiça Eleitoral rejeita pedido contra prefeita de Floresta em ação do MP

Por Nill Júnior

Por Júnior Campos 

A Justiça Eleitoral de Floresta, sob a decisão do juiz Murilo Henrique de Prado, rejeitou o pedido de urgência feito pelo Ministério Público em uma ação que acusa a prefeita de Floresta Rorró Maniçoba e outros oito réus de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024.

Segundo a denúncia do MP, as irregularidades incluiriam contratações temporárias em período proibido pela legislação eleitoral, perseguição política a servidores e uso de benefícios assistenciais para obter votos. Contudo, o juiz considerou que as provas apresentadas não foram suficientes para justificar a medida de urgência.

Ele destacou que a devolução de servidores cedidos, uma das acusações, é prevista por lei e não configura irregularidade por si só. Além disso, as alegações de perseguição política se baseiam em declarações unilaterais, sem evidências robustas que as sustentem.

Os réus foram citados para apresentar defesa no prazo legal. O processo foi arquivado provisoriamente, mas pode ser retomado caso novos elementos sejam apresentados. A decisão reforça que o caso ainda está em análise e requer mais investigações antes de qualquer julgamento definitivo.

Outras Notícias

Sertão do Pajeú já tem 159 candidatos a vereador registrados para as eleições 2024

Até o momento, Afogados da Ingazeira é a cidade com o maior número de candidaturas registradas Até esta quinta-feira (8), 159 candidatos que concorrerão a vagas nas Câmaras de Vereadores das cidades do Sertão do Pajeú já registraram oficialmente suas candidaturas no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As eleições municipais prometem ser acirradas, com […]

Até o momento, Afogados da Ingazeira é a cidade com o maior número de candidaturas registradas

Até esta quinta-feira (8), 159 candidatos que concorrerão a vagas nas Câmaras de Vereadores das cidades do Sertão do Pajeú já registraram oficialmente suas candidaturas no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As eleições municipais prometem ser acirradas, com grande número de postulantes em várias cidades da região.

Em Afogados da Ingazeira, 49 candidatos registraram suas candidaturas, destacando-se como a cidade com o maior número de concorrentes na disputa legislativa até o momento. Em Iguaracy e Serra Talhada, 33 candidatos em cada município também formalizaram suas intenções de buscar uma vaga no legislativo municipal.

Outras cidades também apresentam um cenário competitivo: Flores contabiliza 22 candidatos registrados, Ingazeira com 21, Santa Cruz da Baixa Verde com 20, Tuparetama com 9, e Calumbi, que registrou 5 candidaturas até o momento.

Com o registro dessas candidaturas, o Sertão do Pajeú se prepara para uma intensa campanha eleitoral, onde os candidatos buscarão conquistar o voto dos eleitores e garantir sua representatividade nas câmaras municipais. Até o fim do prazo, que se encerra no dia 15 de agosto, o número de nomes vai aumentar.

Dom Limacêdo inaugura Casa dos Padres da Diocese de Afogados da Ingazeira

A Diocese de Afogados da Ingazeira inaugurou, na noite desta terça-feira (18), a Casa dos Padres, novo espaço destinado ao acolhimento, convivência e descanso do clero diocesano. A inauguração foi conduzida pelo bispo diocesano, Dom Limacêdo Antônio da Silva. A cerimônia teve início com a bênção do espaço, seguida pela visitação conduzida pelo bispo e […]

A Diocese de Afogados da Ingazeira inaugurou, na noite desta terça-feira (18), a Casa dos Padres, novo espaço destinado ao acolhimento, convivência e descanso do clero diocesano. A inauguração foi conduzida pelo bispo diocesano, Dom Limacêdo Antônio da Silva.

A cerimônia teve início com a bênção do espaço, seguida pela visitação conduzida pelo bispo e pelos padres presentes. O novo ambiente, segundo Dom Limacêdo, reflete o cuidado da Igreja com seus ministros e o compromisso com uma vida pastoral mais equilibrada.

Em sua homilia, durante a Celebração em Ação de Graças, o bispo destacou o significado do momento:

“Louvado seja Deus por este dia. Jesus é o centro. Ao lado do seminário, essa casa é fruto de muito trabalho. É um espaço de folga, de reencontro com o início da caminhada, ao lado dessa casa formativa. Que ela seja um ponto de encontro.”

Participaram da celebração os padres Josenildo Nunes (vigário geral), Luís Marques, Rogério Marinho, Alison Maciel, Claudivan Siqueira, Elton Wilson, Rogério Veríssimo, André Cruz, Ademar Lucena, Osmar Freitas, Severino, Edilberto Aparecido, Jorge Adjan e Otaviano Bezerra.

A construção da Casa dos Padres contou com coordenação e referência direta dos padres Rogério Marinho, Luisinho Marques e Alison Maciel, que acompanharam todo o processo.

Estrutura do novo espaço

O imóvel foi planejado para acolher os sacerdotes da diocese com conforto e funcionalidade.

A casa dispõe de: Parte do dormitório já estruturada, seis quartos (suítes), dois banheiros sociais, capela, cozinha, refeitório, sala de convivência, área de lazer.

Solidão: prefeitura paga maio

Os servidores ativos (efetivos) e inativos do município de Solidão receberam nesta sexta-feira, dia 31, o salário referente ao mês de maio. “O pagamento dos funcionários na data correta é uma demonstração do equilíbrio econômico e administrativo do nosso governo e mostra o quanto me preocupo com o bem estar dos servidores da nossa cidade”, […]

Os servidores ativos (efetivos) e inativos do município de Solidão receberam nesta sexta-feira, dia 31, o salário referente ao mês de maio.

“O pagamento dos funcionários na data correta é uma demonstração do equilíbrio econômico e administrativo do nosso governo e mostra o quanto me preocupo com o bem estar dos servidores da nossa cidade”, diz o Prefeito Djalma Alves (PSB).

Com o pagamento em dia o comércio local fica aquecido segundo nota, pois, daqui a alguns dias a região estará vivenciando o São João, o festejo mais aguardado no povo nordestino.

Gestão Sandrinho enfrenta desafio de retomar diálogo com comunidades em Afogados da Ingazeira

A gestão do prefeito Sandro Palmeira, em Afogados da Ingazeira, enfrenta um novo desafio político e administrativo: retomar a interlocução com as comunidades do município. O tema ganhou destaque após o Debate das Dez, da Rádio Pajeú, que recebeu representantes comunitários para discutir a relação entre os bairros e o governo municipal. Durante o programa, […]

A gestão do prefeito Sandro Palmeira, em Afogados da Ingazeira, enfrenta um novo desafio político e administrativo: retomar a interlocução com as comunidades do município. O tema ganhou destaque após o Debate das Dez, da Rádio Pajeú, que recebeu representantes comunitários para discutir a relação entre os bairros e o governo municipal.

Durante o programa, lideranças comunitárias relataram dificuldades de diálogo com a gestão e cobraram maior escuta por parte da prefeitura. Segundo os participantes do debate, a sensação em vários bairros é de que as demandas da população não estariam sendo devidamente consideradas.

A repercussão também se estendeu às redes sociais e aplicativos de mensagens. De acordo com manifestações registradas no WhatsApp durante e após o programa, diversos moradores relataram insatisfação semelhante, reforçando a percepção de que a administração municipal precisa ampliar os canais de escuta com a população.

A cobrança ganha peso porque, durante a campanha eleitoral, Sandrinho havia assumido o compromisso de fortalecer a interlocução com as comunidades e ampliar o diálogo com lideranças locais.

Outro ponto que gerou repercussão foi a reação de integrantes do governo municipal. Em vez de acolher as críticas apresentadas no debate, alguns membros da gestão teriam levado a discussão para o campo político, classificando as reclamações como “intrigas da oposição” em grupos de WhatsApp. A postura acabou gerando ainda mais desgaste, segundo relatos de participantes do debate e de moradores que acompanharam a discussão.

Para analistas locais, o episódio expõe a necessidade de a gestão municipal reforçar mecanismos de participação e diálogo com as comunidades, evitando que críticas e demandas da população sejam interpretadas apenas como disputa política.

Presidente da Câmara se compromete em discutir cessão onerosa nesta quarta

Rodrigo Maia também se comprometeu em manter o percentual de 15% para os estados e municípios Em reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e vários líderes partidários, nesta terça-feira (08), o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos), discutiu os recursos da cessão onerosa para os estados e municípios. Maia se […]

Rodrigo Maia também se comprometeu em manter o percentual de 15% para os estados e municípios

Em reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e vários líderes partidários, nesta terça-feira (08), o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos), discutiu os recursos da cessão onerosa para os estados e municípios. Maia se comprometeu em manter o percentual de 15% destinados aos municípios e colocar o projeto em discussão ainda nesta quarta-feira (09).

Segundo Silvio, que preside a Frente Parlamentar em Defesa do Novo Pacto Federativo, o esforço dos parlamentares é para avançar na proposta e garantir os recursos ainda este ano. Está sendo construído também que os 15% destinados aos estados sejam distribuídos para os entes federativos via Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Lei Kandir.

“O sentimento majoritário no Congresso Nacional é de apoio à cessão onerosa. Estamos confiantes que esses recursos vão sair do papel, o que vai estimular a economia, para que os prefeitos possam prover melhor os programas sociais e fazer mais investimentos em infraestrutura, pensando na geração de emprego e renda para a população”, destacou o parlamentar.

Ao todo, serão arrecadados R$ 106 bilhões com leilões de blocos do pré-sal. Desse total, R$ 36 bilhões serão usados para pagar uma dívida com a Petrobras. Dos R$ 70 bilhões restantes, 30%  devem ser divididos entre estados e municípios. A expectativa é que o Estado de Pernambuco receba cerca de R$ 700 milhões e os municípios pernambucanos vão receber 520 milhões. A soma dos dois valores representará R$ 1,2 bilhão em recursos para o Estado.

“O Governo Federal poderia pegar os recursos e deixar nos cofres da União, mas o ministro Paulo Guedes é um defensor do Novo Pacto Federativo e entende que a concentração dos recursos é equivocada. Os problemas de saúde, segurança, educação, saneamento não estão nas mãos da União, mas nas cidades. Então, os prefeitos precisam ter recursos para investir nas políticas públicas. É isso que temos defendido, e isso faz parte do novo pacto federativo, que está sendo construído em conjunto pela Frente do Novo Pacto Federativo, Confederação Nacional de Municípios, CNM, e pela equipe econômica do Governo Federal”, pontuou.