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Juiz pernambucano, DNA sertanejo

Por Nill Júnior

O sertanejo de Afogados da Ingazeira, André Arruda Véras, foi empossado essa manhã como novo juiz a atuar em Pernambuco.

Em 2016, André assumiu como juiz no Estado no Ceará. Começou na Comarca de Quiterianópolis, na fronteira com o Piauí.

Mas sua vontade era atuar em seu estado natal. Agora, nove anos depois, ele assume essa missão. Ainda não sabe para qual comarca irá.

A mãe,  Maria Valério Arruda Veras e o irmão, o advogado Paulo Arruda Veras, estiveram  na posse.

Além de ser amigo da família, conheço André desde muito novo. Faz um bom tempo, cheguei a ser professor substituto de André em um curto período na Escola Padre Carlos Cottart. Daí quando perguntam sobre minha capacidade como professor nessa meteórica passagem, digo: “oxi, já ajudei a formar até um juiz!” A foto foi enviada pelo primo orgulhoso, Miguel Góes Neto.

Como o blog já fez, desejamos uma bela carreira na nova fase da magistratura, sempre na defesa de justiça para os injustiçados desse pedaço do Brasil. Parabéns!!

Outras Notícias

MP Eleitoral quer a reprovação das contas do PTB-PE de 2015

Valor a ser restituído pelo partido é de aproximadamente R$ 300 mil O Ministério Público Eleitoral encaminhou manifestação ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) em que pede a desaprovação das contas do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) Regional do exercício de 2015.  O parecer levou em consideração laudo técnico da Secretaria de Controle Interno (SCI) […]

Valor a ser restituído pelo partido é de aproximadamente R$ 300 mil

O Ministério Público Eleitoral encaminhou manifestação ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE/PE) em que pede a desaprovação das contas do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) Regional do exercício de 2015. 

O parecer levou em consideração laudo técnico da Secretaria de Controle Interno (SCI) do TRE/PE, que identificou a soma de aproximadamente R$ 300 mil, entre recursos do fundo partidário não comprovados, de fontes vedadas pela legislação e de origem não identificada.

Em relação à movimentação de contas do fundo partidário, apesar de o PTB ter apresentado documentos que comprovam as despesas efetuadas em 2015, sobraram cerca de R$ 9,5 mil cujos comprovantes estão incompletos. Essa ilicitude, por se tratar de recursos públicos, afronta gravemente o artigo 18, caput, da Resolução 23.432/2014 (vigente na época) do Tribunal Superior Eleitoral.

A SCI constatou, também, o recebimento de doações provenientes de pessoas físicas que exercem cargo de chefia na Administração Pública Direta no estado de Pernambuco. Tais autoridades são impedidas de contribuírem para partidos políticos e suas fundações, de acordo com o artigo 12, XII, §2º, da Resolução TSE 23.432/2014. Apesar de o valor recebido pelo partido ter sido apenas R$ 536,58, a ocorrência também é considerada grave.

Outras contribuições foram verificadas. Mesmo com a apresentação de vários boletos e comprovantes de cobranças bancárias, doações que somam pouco mais de R$ 70 mil não estão identificadas com o CPF do doador. A falta de dados do contribuinte (nome e CPF) configura recebimento de “recursos de origem não identificada”, conhecidos como Roni, tipo de vedação relacionada no artigo 8º, § 2º, da Resolução TSE 23.432/2014.

Por fim, duas doações nos montantes de R$ 90 mil e R$ 130 mil foram apresentadas pelo partido com finalidade de quitar dívidas de campanha, mas não há CNPJ ou CPF do doador no extrato bancário. Trata-se, mais uma vez, de caso vedado pelo artigo 8º, § 2º, da Resolução TSE 23.432/2014. Mesmo com os comprovantes de depósito juntados aos autos, a falta de dados da origem caracteriza, mais uma vez, Roni.

Assim, acatando as conclusões do parecer técnico da SCI, e considerando a gravidade das ilicitudes relatadas, o MP Eleitoral se manifestou pela desaprovação das contas do PTB Regional referentes ao exercício financeiro de 2015, requerendo a devolução da soma dos valores não comprovados ao Tesouro Nacional com acréscimo de multa de 15%, nos termos do artigo 37, da Lei 9.096 de 19 de setembro de 1995 (Lei dos Partidos Políticos).

Vamos aprender com Garanhuns ou ficar na gambiarra de novo?

Esta semana,  foi iniciado oficialmente o Encantos do Natal de Garanhuns. A solenidade de abertura, que contou com a presença de autoridades da cidade, também teve um momento de puro encanto com o acendimento das luzes e um show de pirotecnia. A noite também foi marcada pela abertura das praças, que entregam toda a beleza […]

Esta semana,  foi iniciado oficialmente o Encantos do Natal de Garanhuns.

A solenidade de abertura, que contou com a presença de autoridades da cidade, também teve um momento de puro encanto com o acendimento das luzes e um show de pirotecnia.

A noite também foi marcada pela abertura das praças, que entregam toda a beleza do Parque Encantado do Noel, tema do Natal da Cidade das Flores em 2024.

No Sertão,  algumas cidades,  como Arcoverde e Serra Talhada seguiram o bom exemplo e investiram no Natal iluminado,  atraindo turistas,  emprego e renda.

Mas outras cidades com vocação,  como Afogados da Ingazeira,  patinam. À exceção da iluminação da Catedral,  fruto da Festa do Padroeiro Senhor Bom Jesus dos Remédios,  que já ocorre em dezembro,  a cidade improvisa com uma iluminação geralmente reaproveitada de anos anteriores,  sem profissionalismo,  na base da gambiarra.

E a discussão nada tem a ver com o empenho dos artistas e profissionais envolvidos. Há pelo menos três anos, a sugestão à Prefeitura de Afogados e Secretaria de Cultura, é trazer profissionais envolvidos no projeto de Garanhuns ou outras praças para capacitar os responsáveis pelo trabalho em Afogados.

Não é só pelo caráter estético: é pela atração de turistas,  geração de emprego e renda e valorização do potencial da cidade,  que tem o conjunto arquitetônico,  viário e de áreas como a Praça Arruda Câmara mais propícios para desenvolver um projeto como esse.

A bola está com a prefeitura de Afogados e Secretaria de Cultura e Esportes: se vão aprender com Garanhuns ou se vão recorrer novamente às gambiarras de anos anteriores…

Kaio Maniçoba reforça pleito por base aérea da PM em Serra

O deputado Kaio Maniçoba (PMDB) solicitou ao governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que uma base de grupamento de apoio aéreo da Polícia Militar (PM) fosse instalada em Serra Talhada com intuito de combater os atos criminosos que vêm assolando várias cidades do sertão. “Infelizmente, casos como explosões a agência bancárias e a carros-fortes, e assaltos […]

thumbnail_img-20161101-wa0019O deputado Kaio Maniçoba (PMDB) solicitou ao governador de Pernambuco, Paulo Câmara, que uma base de grupamento de apoio aéreo da Polícia Militar (PM) fosse instalada em Serra Talhada com intuito de combater os atos criminosos que vêm assolando várias cidades do sertão.

“Infelizmente, casos como explosões a agência bancárias e a carros-fortes, e assaltos a caminhões tornaram-se uma constante”, afirmou o parlamentar.

Com esse apoio aéreo, sobrevoos para mapear possíveis rotas de fuga dos bandidos e planejar futuras ações de apoio a equipes da PM, que estão em terra, poderão ser realizados. Maniçoba também pediu que o efetivo de policiais fosse ampliando para proporcionar mais segurança à população.

Divisão na oposição de São José do Egito

Por Anchieta Santos Quando se pergunta às lideranças de São José do Egito como vai a política da cidade, a resposta é quase sempre a mesma: Três candidatos em 2020. Até lá muito pode acontecer, mas hoje, muitos enxergam dificuldades numa provável aliança dos ex-prefeitos José Marcos de Lima e Romério Guimaraes (PT). Os dois […]

Por Anchieta Santos

Quando se pergunta às lideranças de São José do Egito como vai a política da cidade, a resposta é quase sempre a mesma: Três candidatos em 2020.

Até lá muito pode acontecer, mas hoje, muitos enxergam dificuldades numa provável aliança dos ex-prefeitos José Marcos de Lima e Romério Guimaraes (PT). Os dois querem liderar a chapa e o coração duro do petista pode dificultar o entendimento.

Ex-presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, José Marcos de Lima será candidato a prefeito de São José do Egito em 2020 numa aliança entre Avante e PP, ou seja, o PT fica fora.

Divisão na oposição, ponto para o Prefeito Evandro Valadares (PSB) que anuncia boa quantidade de obras para os próximos meses e que pode recuperar a gestão do desgaste acumulado nos primeiros anos.

Valor médio de auxílio emergencial será de R$ 250, diz Guedes

Expectativa é que benefício comece a ser pago ainda neste mês O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (8) que o valor médio do novo auxílio emergencial deve ser de R$ 250 por pessoa. A declaração foi dada em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro para […]

Expectativa é que benefício comece a ser pago ainda neste mês

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (8) que o valor médio do novo auxílio emergencial deve ser de R$ 250 por pessoa. A declaração foi dada em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto, após reunião com o presidente Jair Bolsonaro para tratar da compra da vacinas contra covid-19. 

“É vacina, e justamente manter a economia em movimento, esta é a prioridade do governo”, disse.

A expectativa é que o valor comece a ser pago ainda neste mês, com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 186/2019, a chamada PEC Emergencial. O texto possibilita o pagamento do auxílio com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos.

De acordo com Guedes, a decisão sobre a amplitude do auxílio emergencial é do Ministério da Cidadania. “Nós [Ministério da Economia] só fornecemos os parâmetros básicos”, disse o ministro. Segundo ele, o valor para mulher chefe de família monoparental deve ser de R$ 375 e, no caso de homem, de R$ 175. “Se for casal, já são R$ 250”, informou.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Tiveram direito aos repasses, obedecendo a uma série de critérios econômicos e sociais, integrantes do Bolsa Família, cidadãos incluídos no Cadastro Único (CadÚnico), além de trabalhadores informais, contribuintes individuais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e microempreendedores individuais que solicitaram o benefício por meio de plataformas digitais ou aplicativo da Caixa Econômica Federal.