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Juiz de Princesa Isabel suspende pagamento de cachês de festa até prefeito pagar servidores

Por Nill Júnior

O juiz Mathews Francisco Rodrigues determinou, no final da manhã desta sexta-feira (10), que a Prefeitura de Princesa Isabel, no Sertão do Estado, suspenda o pagamento da festa de São João, agendada para acontecer nos dias 14 e 15 de julho, até que comprove a regularização dos salários de todos servidores público, sejam eles efetivos, contratados ou cooperados. A informação é do Blog Hélio Leite.

A determinação atende a uma ação movida pelo Ministério Público da Paraíba, que apontou irregularidades nos pagamentos de funcionários públicos e a não implantação do Piso Nacional da Enfermagem.

“A natureza alimentar dos salários impõe urgência na intervenção judicial. A retenção de metade dos vencimentos dos cooperados e o atraso no pagamento dos servidores efetivos comprometem diretamente o sustento básico de dezenas de famílias no Município de Princesa Isabel, gerando endividamento e violação ao mínimo existencial”, assinalou o juiz.

O prefeito da cidade é conhecido como Garrancho (PSB).

A programação do São João de Princesa Isabel 2026, o “São João Tradição” acontece entre 14 e 15 de julho, para fugir do São João tradicional.

Na programação,  Kelli Silva, Fernandinha e Gleydson Gavião, Banda Cascavel, Rey Vaqueiro e Caninana.

Outras Notícias

Antonio Andrade nega destruição total de ponte e credita danos às chuvas fora da média

Em nota ao blog o vereador Antonio Andrade se posicionou sobre o estado da ponte que ele fez com recursos próprios em Olho D’água da Conceição. Imagens mostraram a ponte danificada com as últimas chuvas. “As imagens da ponte que estão sendo compartilhadas mostram que o que foi danificado não foi a estrutura de cimento […]

Em nota ao blog o vereador Antonio Andrade se posicionou sobre o estado da ponte que ele fez com recursos próprios em Olho D’água da Conceição.

Imagens mostraram a ponte danificada com as últimas chuvas. “As imagens da ponte que estão sendo compartilhadas mostram que o que foi danificado não foi a estrutura de cimento e ferro e sim a parte de barro, nas encostas da ponte”, disse Antonio.

Ele alega que na região de Olho D’água da Conceição choveu cerca  da metade do que deveria chover para o ano todo. Em oito dias foram 320 milímetros. “Nas chuvas na última quinta foram 130 milímetros. Na sexta foram 110 milímetros. O Riacho da Conceição correu muita água”, justifica.

Antonio afirmou que o que precisar ser feito vai andar imediatamente. “Vamos começar um calçamento nas duas cabeceiras da ponte e reforçar as partes iniciais da ponte. Não houve dano à estrutura. A ponte foi bem construída”, garante.

Ele rebateu as críticas de governistas. “Para aqueles que não fazem quase nada por São José, que ao invés de criticar comecem a trabalhar. Já estamos com quase 15 meses de governo e as obras não aparecem. Tá na hora de arregaçar as mangas e trabalhar pelo povo pobre e não por famílias ricas que não precisam”, criticou.

O que podemos esperar de 2024?

Por César Acioly* Esta pergunta é sempre feita em todas as mudanças de ano, foi assim em 1900, 2020, 2021, 2022 e agora em 2023. De alguma forma, foi sempre assim desde que construímos referenciais para pensar as mudanças da natureza, no momento em que foi possível, enquanto, espécie olhar para o ambiente e perceber […]

Por César Acioly*

Esta pergunta é sempre feita em todas as mudanças de ano, foi assim em 1900, 2020, 2021, 2022 e agora em 2023.

De alguma forma, foi sempre assim desde que construímos referenciais para pensar as mudanças da natureza, no momento em que foi possível, enquanto, espécie olhar para o ambiente e perceber as mudanças.

Os calendários para todos povos desde a sua criação a mais de 6000 antes do presente, possui esta função que é orientar a nossa experiência, como seres humanos, no tempo, seja conduzido por fenômenos naturais como: cheias e secas de rios, posição da lua, do sol ou das estrelas.

Todas as vezes que expressamos, de maneira racional ou não, este conjunto de expectativas com relação ao que irá acontecer, é uma prova concreta que nós, enquanto, espécie somos feitos de desejos e expectativas, e de que elas se manifestam no tempo sentido por cada um de nós.

Somos “animais simbólicos”, isto nos diferencia dos demais, por tais motivos, todo fechamento de ciclo colocamos questões, produzimos esperanças diferentes.

Desejamos que o ano vindouro seja melhor do que o que passou, projetamos diversas realidades, para os que acreditam em Deus: “o futuro a Deus pertence”, como assevera um conhecido ditado popular, já para os que não acreditam, o tempo que virá, é sempre um campo aberto de possibilidades.

Independente, da crença ou descrença, por sermos seres históricos aprendemos a avaliar a nossa experiência no tempo, naquele que passou e nas expectativas e esperanças do que virá. Por isto, que a pergunta o que esperar de 2024? É tão significativa, mobiliza a nossa vida, projeta cenários, constroem projetos de mudanças, cria expectativas, nutre nas pessoas crenças de “mais dinheiro”, “saúde”, “novos amores” e quem sabe até reconquista de amores.

Pensar o que nos aguarda, daquilo que não temos certeza, é uma qualidade humana fundamental porque ajuda a construir esperança. Pois, esperançar como afirmava Paulo Freire, é ao mesmo tempo desejo e ação, e nisto se a História nos ensina alguma coisa, é que a esperança, é uma condição importante para que possamos suportar a vida e seguir acreditando.

Por isto, independente de tudo, espero um 2024 de realizações para cada um de nós e para o Brasil mais democrático, inclusivo e justo!

*Augusto César Acioly Paz Silva (Doutor em História, professor da AESA-CESA, do Profhistória e PGH UFRPE)

 

Senado aprova intervenção; militares têm aval para agir

Do Congresso em Foco Com 55 votos a favor e 13 contra, com uma abstenção, senadores confirmaram na noite desta terça-feira (20), em plenário a decisão tomada na madrugada de ontem (terça, 19) pela Câmara em autorizar a consecução da intervenção federal que, formalizada em decreto assinado na última sexta-feira (16) pelo presidente Michel Temer, […]

Plenário registrou 75 presenças para a votação do decreto. Entre os seis senadores ausentes estava Cristovam, internado para tratamento de pneumonia. Foto: Fábio Góis/Congresso em Foco

Do Congresso em Foco

Com 55 votos a favor e 13 contra, com uma abstenção, senadores confirmaram na noite desta terça-feira (20), em plenário a decisão tomada na madrugada de ontem (terça, 19) pela Câmara em autorizar a consecução da intervenção federal que, formalizada em decreto assinado na última sexta-feira (16) pelo presidente Michel Temer, dará às Forças Armadas a tutela da segurança pública do Rio de Janeiro. Aprovado o decreto, caberá ao presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), promover a devida publicação nos canais oficiais e comunicar o resultado da deliberação à Presidência da República.

Nos termos da lei, só com a autorização do Congresso as tropas militares já instaladas no Rio de Janeiro podem entrar em ação, apesar de operações já estarem em curso no estado. A explicação das Forças Armadas é que estavam pendentes atividades concebidas durante a vigência da Garantia da Lei e da Ordem decretada, entre julho e dezembro do ano passado, em comunidades carentes do Rio.

A intervenção foi aprovada por deputados e senadores mesmo sem ainda ter sido detalhada – sequer há plano de incursão em áreas dominadas pelo tráfico, como lembraram alguns oposicionistas. Temer, primeiro chefe de Estado brasileiro investigado no exercício do mandato e a decretar intervenção federal após a redemocratização, tem aproveitado os casos de descontrole na segurança pública Brasil afora para anunciar providências complementares como a criação do que chamou, no último sábado (17), de “Ministério Extraordinário da Segurança Pública”. Além da determinação de tropas militares nas ruas do Rio de Janeiro, a ideia do emedebista é colocar logo em funcionamento a nova pasta para, segundo suas próprias palavras, evitar que os problemas do Rio transbordem para o resto do país.

Para elaborar parecer favorável ao decreto, Eunício designou o senador governista Eduardo Lopes (PRB-RJ) – suplente que herdou o cargo de Marcelo Crivella, eleito prefeito do Rio de Janeiro em 2016. Aliado fiel de Temer, o parlamentar repetiu a tese da inevitabilidade da intervenção em seu voto a favor da intervenção. “Claro que sabemos que a situação não é exclusiva do Rio de Janeiro. Sabemos que existe altos índices de violência em outros estados. Mas, sem dúvida, o Rio de Janeiro repercute muito mais, tanto internamente como internacionalmente”, discursou o senador, na tribuna.

“No momento em que nós vemos ladrões assaltando carrinho de cachorro-quente com fuzil, isso mostra que a situação realmente é grave. Arrastões por toda a cidade, o medo imperando, pessoas com medo de sair, cancelando compromissos, não participando de eventos sociais com medo da violência”, acrescentou.

A medida virou o tabuleiro político de cabeça para baixo no período pós-carnaval, quando o Congresso de fato voltou a trabalhar. Para a maioria dos governistas, trata-se de “medida extrema negociada” – como definiu no sábado (17) o próprio Temer – que se fez inevitável diante do caos fluminense. Nesse sentido, o discurso da base centra esforços na desconstrução da tese, patrocinadas por adversários de Temer, de que está em curso uma intervenção militar no Rio, já que o interventor é o general Walter Braga Netto, chefe do Comando Militar do Leste.

Para a oposição, foi a maneira que o governo encontrou para camuflar a insuficiência de votos para a reforma da Previdência, que já saiu de cena, bem como um jeito de “sair das cordas” na reta final de um mandato marcado por denúncias de corrupção e uma impopularidade que tem superado, renitentemente, 90% em todas as mais recentes pesquisas. Além do viés “eleitoreiro” e “midiático” da decisão, que pode agradar àquele eleitorado simpático ao recrudescimento do combate à criminalidade, acrescentam os oposicionistas – o que deputados como Paulo Teixeira (PT-SP) chamaram, na votação desta madrugada, de “bolsonarização” da gestão Temer.

Sertão do Pajeú totaliza 312 óbitos por Covid-19

Tuparetama confirmou o décimo sétimo óbito pela doença. Por André Luis Nesta quarta-feira (24), dezesseis, dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú, atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (10), Afogados da Ingazeira (16), Tabira (2), São José do Egito (0), Carnaíba (2), Santa Terezinha (3), Triunfo (0), […]

Tuparetama confirmou o décimo sétimo óbito pela doença.

Por André Luis

Nesta quarta-feira (24), dezesseis, dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú, atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (10), Afogados da Ingazeira (16), Tabira (2), São José do Egito (0), Carnaíba (2), Santa Terezinha (3), Triunfo (0), Itapetim (0), Iguaracy (1), Brejinho (0), Calumbi (17), Solidão (0) e Ingazeira (0). Foram ao todo, 53 novos casos, totalizando 19.084.

Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 6.906; Afogados da Ingazeira, 2.803; Tabira 1.862, São José do Egito, 1.416; Carnaíba,  1.012; Flores, 704; Santa Terezinha, 656 casos; Triunfo, 640; Itapetim, 565; Iguaracy, 439; Calumbi, 354; Brejinho, 349; Solidão, 333; Quixaba, 306; Tuparetama, 295; Santa Cruz da Baixa Verde, 283 e Ingazeira, 161 casos confirmados.

Óbitos – Com mais um óbito confirmado em Tuparetama, a região conta agora com 312 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (96); Afogados da Ingazeira (30); Flores (25); Carnaíba (21); Triunfo (21); São José do Egito (20); Tabira (19); Santa Terezinha (19); Tuparetama (17); Iguaracy (12); Itapetim (11); Brejinho (5); Quixaba (6); Santa Cruz da Baixa Verde (4); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).

Detalhes do óbito

A Secretaria de Saúde de Tuparetama não divulgou os detalhes referentes ao 17º óbito do município por covid-19.

Recuperados –  A região tem agora no total 18.369 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 96,25% dos casos confirmados. Nesta quarta-feira, a região somou 58 novas curas clínicas.

“A universidade é lugar de todas e todos”, diz Teresa Leitão sobre a atualização da Lei de Cotas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje o texto que atualiza a Lei de Cotas, proposta pelas deputadas Benedita da Silva, Maria do Rosário, e outros. Entre as mudanças, destaca-se a inclusão de estudantes quilombolas como beneficiários e a redução da renda familiar para reserva de vagas.  O novo texto também altera o […]

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje o texto que atualiza a Lei de Cotas, proposta pelas deputadas Benedita da Silva, Maria do Rosário, e outros. Entre as mudanças, destaca-se a inclusão de estudantes quilombolas como beneficiários e a redução da renda familiar para reserva de vagas. 

O novo texto também altera o mecanismo de ingresso de cotistas ao ensino superior federal. Para a senadora Teresa Leitão, “a universidade é lugar de todos e de todas, e essa lei contribui para isso”.

“A sanção da atualização da lei de cotas é mais um passo importante para a afirmação do direito à educação. Nós acompanhamos todo o processo, toda a tramitação que veio da Câmara para o Senado. Quero saudar os dois relatores, deputada Dandara e Senador Paulo Paim, e dizer que isso vai avançar mais ainda o que já está comprovado em relação à realidade de vida das pessoas pretas, pardas, das pessoas indígenas e quilombolas”, acrescentou a senadora pernambucana.

A nova legislação já vale para o próximo Sisu, em janeiro de 2024.

O público que pode aderir às cotas agora abrange também os quilombolas – além de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência (PcDs). A renda familiar máxima passou a ser de um salário mínimo (antes era 1,5 salário mínimo). Candidatos cotistas terão as notas analisadas primeiro dentro da ampla concorrência; depois é que serão analisadas dentro da reserva de vagas para cotas.

As políticas afirmativas foram estendidas para a pós-graduação. E estudantes cotistas passaram a ter prioridade no recebimento do auxílio estudantil.