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Jovem morre afogado em açude na zona rural de São José do Egito

Por André Luis

Um jovem conhecido por Wesley Santos, 24 anos, faleceu na manhã deste sábado (22), vítima de um afogamento na zona rural de São José do Egito. Wesley atuava como cantor e era ex-aluno da EREM Oliveira Lima.

Nas redes sociais, familiares e amigos lamentaram o ocorrido. A escola EREM Oliveira Lima emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de seu ex-aluno.

“Neste momento de perda irreparável, a EREM Oliveira Lima externa suas condolências aos familiares e amigos do nosso ex-aluno Wesley Santos. Rogamos a Deus que conforte o coração de todos.”

Segundo relatos de amigos, Wesley foi tomar banho no açude do sítio da família e se afogou. O corpo foi levado para a UPA Alexandre Soares Machado / Hospital Maria de Siqueira. O corpo será enviado para o IML de Caruaru-PE. As informações são do blog do Marcello Patriota.

Outras Notícias

CECOR implementa cisternas e sistemas de irrigação em São José do Belmonte

Fortalecendo de ações de convivência com o Semiárido, o Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR) iniciou a implementação de 56 cisternas de placas no município de São José do Belmonte, no Sertão Central. A ação faz parte do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) e tem financiamento da Fundação Banco do Brasil/BNDES. Ao todo, […]

Fortalecendo de ações de convivência com o Semiárido, o Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR) iniciou a implementação de 56 cisternas de placas no município de São José do Belmonte, no Sertão Central.

A ação faz parte do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) e tem financiamento da Fundação Banco do Brasil/BNDES.

Ao todo, são 19 cisternas calçadão e 37 cisternas de enxurrada nas comunidades Campos e Campinas, além de comunidades localizadas na região da Serra do Catolé. Nesse primeiro momento a instituição está promovendo oficinas de capacitação envolvendo todas as famílias alcançadas pelo projeto e que tem a oportunidade de aprender como cuidar da cisterna e otimizar o uso da água no Semiárido.

“A melhor estratégia para às famílias que vivem no Semiárido enfrentarem os períodos de estiagem é armazenar água, assim conseguem produzir alimentos e ainda gerar renda. Um processo que envolve diversos atores e vem dando respostas às necessidades da região através de programas sociais, que além de estrutura hídrica descontroem a ideia de que a falta de chuvas é o grande problema do Semiárido brasileiro”, explica o Coordenador do Cecor, Expedito Brito.

Além das cisternas, o projeto ainda oferece às famílias formação em Gestão de Água para Produção de Alimentos (GAPA), Manejo de Sistema Simplificado de Água para Produção (SISMA), implantação de caráter produtivo nas áreas de avicultura, horticultura e caprinovinocultura, e implantação de sistemas de irrigação com gotejamento ou microaspersão.

“Além da cisterna com capacidade para 52 mil litros de água destinada à produção de alimentos e o caráter produtivo que incentiva a produção de hortas e criação de pequenos animais, cada família terá um sistema de irrigação para usar racionalmente a água da cisterna, sem nenhum desperdício”, destaca Luciano Cândido, assessor técnico do CECOR.

Tecnologias: a Cisterna Calçadão capta a água de chuva por meio de um calçadão de cimento de 200 m², construído sobre o solo. Com essa área do calçadão, 300 mm de chuva são suficientes para encher a cisterna, que tem capacidade para 52 mil litros.

A Cisterna Enxurrada tem capacidade para acumular 52 mil litros e é construída dentro da terra, ficando somente a cobertura de forma cônica acima da superfície. O terreno é utilizado como área de captação. Quando chove, a água escorre pela terra e antes de cair para a cisterna passa por decantadores que filtram a areia e outros detritos que possam seguir junto com a água, impedindo o acúmulo no fundo do reservatório.

Problemas em adutora da ETA suspendem abastecimento em Afogados e Tabira

Em comunicado enviado ao blog, a COMPESA informou na tarde desta segunda-feira (3), que devido a problemas hidráulicos na Adutora de Água Preta da ETA de Afogados da Ingazeira, o abastecimento em Afogados da Ingazeira e Tabira ficarão temporariamente suspensos a parti das 15h30min, de hoje. Ainda segundo o comunicado, a COMPESA avisa que a […]

Em comunicado enviado ao blog, a COMPESA informou na tarde desta segunda-feira (3), que devido a problemas hidráulicos na Adutora de Água Preta da ETA de Afogados da Ingazeira, o abastecimento em Afogados da Ingazeira e Tabira ficarão temporariamente suspensos a parti das 15h30min, de hoje.

Ainda segundo o comunicado, a COMPESA avisa que a previsão para a retomada do abastecimento está previsto para as 17h deste dia.

Relâmpagos e trovões assustam sertanejos do Pajeú

A tarde e a noite desta quarta-feira foi marcada por chuva forte, relâmpagos e trovões em várias cidades do Sertão do Pajeú. Em alguns momentos os relâmpagos provocaram a falta de energia, enquanto os trovões abalavam tudo. Segundo o radialista Anchieta Santos no Rádio Vivo de hoje, a chuva caiu com intensidade em Afogados da Ingazeira, […]

Fenômeno é registrado em muitas cidades do Pajeú
Fenômeno foi registrado em muitas cidades do Pajeú

A tarde e a noite desta quarta-feira foi marcada por chuva forte, relâmpagos e trovões em várias cidades do Sertão do Pajeú.

Em alguns momentos os relâmpagos provocaram a falta de energia, enquanto os trovões abalavam tudo.

Segundo o radialista Anchieta Santos no Rádio Vivo de hoje, a chuva caiu com intensidade em Afogados da Ingazeira, Tabira, Tuparetama, Carnaíba, Quixaba e Ingazeira.

Em Afogados da Ingazeira há registro de pelo menos um raio que caiu sobre a área urbana: o episódio causou prejuízos e alguns estabelecimentos comerciais e imóveis na cidade. Houve prejuízo também para emissoras de rádio: a Pajeú AM teve equipamentos danificados e a Afogados FM chegou a sair do ar. Houve também pane em alguns provedores de internet.

Detalhe: a meteorologia não indicava chuva para ontem na região. Em Afogados da Ingazeira a chuva atingiu 55m registrado pelo pluviômetro da Rádio Pajeú.

Duque participa de encontro em Sobral

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, acompanhado da Secretária Municipal de Educação, Marta Cristina e sua equipe, participam nesta quinta-feira (07) e sexta-feira (08), na cidade de Sobral, Ceará, participam do II Seminário ‘Educar pra Valer’, realizado pela Associação Bem Comum em parceria com a Fundação Lemann, com o apoio da Prefeitura do município […]

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, acompanhado da Secretária Municipal de Educação, Marta Cristina e sua equipe, participam nesta quinta-feira (07) e sexta-feira (08), na cidade de Sobral, Ceará, participam do II Seminário ‘Educar pra Valer’, realizado pela Associação Bem Comum em parceria com a Fundação Lemann, com o apoio da Prefeitura do município cearense.

O Seminário tem por objetivo detalhar aspectos importantes do Programa Educar pra Valer, fortalecer e consolidar a parceria com os municípios participantes, e integrar os novos municípios.

A cidade de Serra Talhada, foi selecionada juntamente com mais quatro cidades de Pernambuco, Igarassu, Olinda, Paulista e Garanhuns.

Em contato com o blogueiro Júnior Finfa, o prefeito Luciano Duque, afirmou que Sobral é um município de cerca de 200 mil habitantes que desde 2001 iniciou uma reforma educacional no ensino público. A reforma consistiu em dar foco e atenção especial ao ensino e a aprendizagem dos estudantes, com ênfase inicial no processo de aprendizagem da leitura e escrita e medidas para a gestão das escolas. O esforço continuado do município o levou a conseguir IDEB 9,1 nos anos iniciais, e 7,2 nos anos finais do ensino fundamental.

Rompimento de barragem deixa mais de 1,2 mil desalojados no Agreste

Cerca de 400 famílias precisaram deixar suas casas em Barra de Guabiraba, após o rompimento de uma barragem no município vizinho de Sairé JC Online Velhos fantasmas voltaram a assombrar moradores do município de Barra de Guabiraba, no Agreste pernambucano, nesta segunda-feira (15). Mais de 1,2 mil pessoas precisaram deixar suas casas às pressas após […]

Cerca de 400 famílias precisaram deixar suas casas em Barra de Guabiraba, após o rompimento de uma barragem no município vizinho de Sairé

JC Online

Velhos fantasmas voltaram a assombrar moradores do município de Barra de Guabiraba, no Agreste pernambucano, nesta segunda-feira (15). Mais de 1,2 mil pessoas precisaram deixar suas casas às pressas após o rompimento de uma barragem na área rural do município vizinho, Sairé. A estrutura que cedeu é a barragem Guilherme Pontes, que é privada e está localizada nas proximidades do Sítio Estivas. Os impactos foram sentidos em cidades do Agreste e também da Zona da Mata do Estado, por onde passa o Rio Sirinhaém.

A barragem, que não é cadastrada, é de terra e tem cerca de 8 metros de altura, 120 metros de comprimento e capacidade para acumular 350 mil metros cúbicos de água, de acordo com o Governo de Pernambuco, que monitora o caso. Ela teria enchido após as chuvas que caíram na região nos últimos dias.

Coordenador da Defesa Civil de Barra de Guabiraba, Nazareno Maranhão, afirmou que o nível do rio chegou a subir cerca de cinco metros. O volume abaixou durante a tarde, mas, por volta das 20h30, voltou a subir mais dois metros.

“Conseguimos evacuar toda a população ribeirinha, em um trabalho que iniciou às 9h. A estimativa é de que 400 famílias, mais de 1,2 mil pessoas, saíram de suas casas para se abrigar em residências de familiares”, explicou. Segundo Maranhão, a expectativa era de que mais água chegasse ao município na noite de ontem. “O prefeito de Sairé (Fernando Pergentino) esteve aqui e disse que a água da barragem ainda não havia chegado de fato aqui. Está chegando. É muita água mesmo.”

Morador do município, o comerciante Diogo Lima lembrou que a última vez que a cidade passou por drama semelhante foi em 2017, quando enchentes castigaram Barra da Guabiraba nesta época do ano. “Aconteceu em 2010, depois novamente em 2017. É um problema que o nosso município enfrenta sempre com os níveis altos de chuva, mas que não é resolvido. Foi prometida uma barragem, que não foi concluída pelo Governo do Estado por falta de recursos.” Segundo ele, por volta das 21h o nível de água nas residências já havia alcançado um metro.

O prefeito de Sairé, Fernando Pergentino (PSB), confirmou que os problemas na barragem do município ocorreram em decorrência das chuvas. Em 48h, município de Sairé registrou um volume acumulado de chuvas de 112mm, 100% volume total esperado para o mês de junho, de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

”Essa barragem já tem 20 anos que foi construída. Infelizmente, por conta das chuvas, ela não aguentou e acabou sangrando. Quando ela sangrou por cima do paredão, houve o rompimento e trouxe essa água com volume muito grande. Nunca foi visto esse volume de água em Sairé”, disse Pergentino.

O gestor informou que os municípios de Barra de Guabiraba e Cortês, na Zona da Mata, que são cortados pelo Rio Sirinhaém, foram alertados. Além dessas cidades, outras como Ribeirão, Gameleira e Sirinhaém podem sofrer os impactos.

Morador de Sairé, o assessor parlamentar Idelbrando Pontes contou que a água trouxe transtornos para a população. “Afetou lavouras e as casas ribeirinhas. As pontes também ficaram alagadas e as pessoas acabaram ilhadas, sem a possibilidade de sair.”

Em nota, o Governo de Pernambuco informou que a Apac está acompanhando a situação, com o apoio da Secretaria Executiva de Defesa Civil de Pernambuco.

A pasta informou que na Central de Atendimento houve o registro de alagamentos em diversas cidades do Agreste e Zona da Mata devido às chuvas, que provocaram deslizamentos de barreiras e deixaram famílias desalojadas. Nesta terça-feira (16) pela manhã visitas técnicas serão realizadas nos municípios atingidos. A Defesa Civil pode ser contactada através dos telefones 199 e 3181-2490 (atendimento 24h).

De acordo com a Apac, a previsão do tempo para o Agreste nesta terça-feira (16) é de tempo parcialmente nublado com pancadas de chuva de forma isolada no período da tarde e noite com intensidade fraca a moderada.