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Evandro Valadares saiu satisfeito de agenda com Ministros

Por Nill Júnior

6b98d50f-0b3a-490e-acae-6aa1cde132baO Prefeito de São José do Egito Evandro Valadares diz ter saído com balanço positivo de Brasília, onde teve encontro com três ministros. Com o das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, solicitou apoio na implantação de projeto de eficientização energética para iluminação pública da cidade. O ministro prometeu dar resposta positiva o quanto antes.

Depois, foi recebido pelo Ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, que garantiu a retomada imediata do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com investimento de quase R$ 250 mil. Ele também solicitou ampliação do programa e visita de um técnico para orientação do Programa de Inclusão Social Produtiva.

Evandro foi até a sede do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) e garantiu recursos para retomada da construção da Escola São José, paralisada a mais de um ano, segundo nota. Ainda um ônibus escolar no valor de R$ 180 mil. O prefeito, também solicitou a construção de mais duas escolas de 12 salas de aula, investimento que vai melhorar a qualidade da educação ofertada pelo município.

Na conversar entre Evandro e Mendonça Filho, ficou definido que dois assessores do Ministério da Educação já começam a cuidar da possibilidade de uma faculdade que vai atender o Alto Pajeú.

Outras Notícias

Vice-governador da BA visita PE para conhecer cooperativa criada pela AFCP

Além da evolução das cooperativas brasileiras de crédito originárias do setor rural, as cooperativas de canavieiros, responsáveis pela reativação de usinas fechadas em Pernambuco, a exemplo da Coaf, criada pela Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), têm se destacado no Nordeste. Já chama atenção até do vice-governador baiano, João Leão.  Em Pernambuco, assim […]

Além da evolução das cooperativas brasileiras de crédito originárias do setor rural, as cooperativas de canavieiros, responsáveis pela reativação de usinas fechadas em Pernambuco, a exemplo da Coaf, criada pela Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), têm se destacado no Nordeste. Já chama atenção até do vice-governador baiano, João Leão. 

Em Pernambuco, assim como em todo o país, as cooperativas de crédito originárias no setor agrícola têm se destacado. No ano passado, ampliaram sua presença no Sistema Financeiro Nacional. 

A Sicoob, a mesma que abriu há alguns anos uma agência na Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), em Recife, já é a segunda instituição em número de agências no Brasil, ficando atrás só do Banco do Brasil. 

Ela tem sido uma forte parceira financeira para cooperativas de outros ramos, como para os agricultores da Cooperativa dos Fornecedores de Cana de PE (Coaf), está já com duas unidades, uma para comercialização de insumos agro na capital recifense e outra para produção de etanol, açúcar e cachaça em Timbaúba. 

O avanço da Coaf chamou a atenção até do vice-governador baiano, João Leão. O gestor está em Pernambuco e visitará as duas unidades da cooperativa nesta quarta-feira (17).

João Leão, que está apostando no desenvolvimento de um polo sucroenergético e agroindustrial no oeste baiano, reúne-se com empresários pernambucanos a partir das 9h, na AFCP. 

Na ocasião, o presidente da Coaf e da associação anfitriã, Alexandre Andrade Lima, demonstrará o desempenho das duas unidades da cooperativa canavieira. O vice-governador conhecerá ambas in loco, iniciando pela de insumos agro durante a manhã, seguindo depois para a usina em Timbaúba, no período da tarde. A Coaf faturou R$ 244,6 milhões somente na última safra.

João Leão, durante a reunião na AFCP, aproveitará para apresentar aos empresários pernambucanos os benefícios oferecidos pelo Governo da Bahia para quem for investir no polo agroindustrial no oeste do seu estado. 

O novo secretário de Agricultura de Pernambuco está na lista de convidados, o presidente da Associação Avícola (Avipe), Juliano Malta, o presidente do Sindaçúcar/PE, Renato Cunha, o presidente do grupo sucroenergético EQM, Eduardo Monteiro, e outros empresários e políticos, a exemplo do deputado estadual, Eriberto Medeiros, presidente da Assembleia Legislativa, que confirmou a sua participação na atividade na usina cooperativada. Também garantiu presença o consultor da União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida), Gregório Maranhão.

Em 2020, Alexandre visitou a região baiana a convite do vice-governador. Lá, ele observou não só os benefícios fiscais oferecidos, mas também a excelente qualidade do solo e relevo, além da oferta hídrica abundante da região do São Francisco.

O pesadelo da conta de luz

Por Heitor Scalambrini* Um dos legados mais perversos da privatização do setor elétrico foi o aumento desproporcional, em relação à situação econômica do país, das tarifas pagas pelos consumidores de baixa tensão. Com a liberalização econômica, a partir de 1995 pelo governo FHC, foi adotada para o reajuste das tarifas a metodologia do “Preço Teto […]

Por Heitor Scalambrini*

Um dos legados mais perversos da privatização do setor elétrico foi o aumento desproporcional, em relação à situação econômica do país, das tarifas pagas pelos consumidores de baixa tensão. Com a liberalização econômica, a partir de 1995 pelo governo FHC, foi adotada para o reajuste das tarifas a metodologia do “Preço Teto Incentivado” (price cap), que fixou valores considerados “adequados (?)” para remunerar e amortizar os investimentos, e cobrir os custos operacionais, além das empresas receberem o benefício de reajustes e revisões.

As cláusulas contratuais e as regras que interferem no aumento tarifário pós privatização provocaram impactos significativos no bolso dos consumidores, e na qualidade dos serviços prestados pelas concessionárias, além de contribuírem para o aumento do índice inflacionário. Fatores como: os mecanismos de reajuste e revisão tarifária, a cobertura de custos de geração, e o equilíbrio econômico-financeiro; criaram um ecossistema favorável às empresas privadas, o “capitalismo sem risco”.

Os reajuste e revisão tarifária previstas nos chamados “contratos de privatização” preveem reajustes anuais na data de aniversário da privatização, e revisões periódicas, geralmente a cada quatro ou cinco anos, com a justificativa de garantir o denominado “equilíbrio econômico-financeiro” das empresas, com o custo repassado para o consumidor. Além do reajuste extraordinário, que é o aumento de tarifa pontual e excepcional, autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), fora do cronograma regular de reajustes. Outra aberração cometida contra o consumidor foi aplicar nos reajustes o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), que historicamente tende a subir mais que o índice aplicado para a inflação, para o reajuste salarial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE.

Utilizado para justificar as altas tarifas são os encargos setoriais e subsídios que financiam políticas públicas, e que são repassados aos consumidores. As bandeiras tarifárias criadas em 2015, foi outro mecanismo que contribuiu para aumentar o caixa das concessionárias e penalizar o consumidor. A justificativa foi de ressarcir as empresas desde que ocorresse qualquer interferência que afetasse os preços da energia por elas adquiridas. É, ou não é um capitalismo sem risco?

A partir de 2025 começou a findar a vigência, estipulada de 30 anos, dos contratos de privatização dos serviços públicos de distribuição de energia elétrica. Duas situações se apresentaram para o poder público, decidir se prorroga o contrato ou faz uma relicitação. A prerrogativa desta decisão é do poder concedente, o Ministério de Minas e Energia. Outra alternativa seria a estatização das concessionárias sem custos, que lamentavelmente não estavam nos planos governamentais. A opção do Ministério de Minas e Energia, foi a da renovação dos contratos.

Ao longo dos 30 anos depois da primeira privatização, o setor elétrico acumulou poucos êxitos, muitas frustrações e decepções com promessas não cumpridas. De uma maneira geral, as empresas não cumpriram os regramentos, os requisitos e indicadores de qualidade dos serviços prestados, além da prometida modicidade tarifária. O que poderia caracterizar como “quebra de contrato”. Todavia a “força” do lobby garantiu a renovação dos contratos com modificações pontuais, sendo uma delas a de utilizar como índice para reajuste das tarifas, o IPCA. Alivio que será sentido, mas que não afetará significativamente o valor final da conta de luz.

O ministro Alexandre Silveira (sempre ele, o das “boas ideias”) defendeu a renovação dos contratos alegando que, se assim não acontecesse, poderia “ter um declínio na qualidade” e até risco de “colapsar o setor de distribuição”. Foram declarações realizadas no programa ”Roda Viva” da TV Cultura (24/11), para justificar a decisão de não abrir novas licitações. Infelizmente são alegações superficiais, com déficit de transparência, sem os devidos esclarecimentos e explicações que a escolha tomada exige.

Segundo estudo de junho de 2025 da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia Elétrica (ABRACEEL) intitulado “Evolução dos preços e tarifas de energia”, a tarifa de energia elétrica em 15 anos (2010-2024) subiu 55% acima da inflação. No mesmo período as tarifas acumularam aumento de 177%, passando de R$ 112,00/MWh, para 310,00/MWh. No mesmo período, o índice oficial da inflação, o IPCA, cresceu 122%. Considerando tais números os resultados para as distribuidoras foram excelentes. Fica claro que enquanto as tarifas sobem de elevador, o salário do trabalhador(a), quando corrigido pela inflação, sobe pela escada.

É verificado que se a tarifa média de energia cresce mais que a inflação, significa que a eletricidade está ficando mais cara em termos reais em relação ao conjunto dos demais preços da economia. A consequência para os consumidores é uma redução do seu poder de compra, em especial para as famílias de baixa renda, que destinam maior parte do orçamento para pagar a conta de luz.

Levantamento do Instituto Pólis (https://polis.org.br/) e do Instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica, ao entrevistar duas mil pessoas em julho de 2023, mostrou que 36% das famílias gastam mais da metade do orçamento para pagar a conta de luz e gás. E que a conta de luz e a alimentação, constituem o maior impacto no orçamento de quase metade (49%) das famílias brasileiras. Tais despesas são ainda mais importantes para quem recebe até um salário mínimo, e entre pessoas negras e moradoras das regiões Norte e Nordeste

O peso da conta de luz é considerado um dos principais gastos para os brasileiros, e seu custo elevado pode levar muitas famílias, especialmente as mais pobres, a dificuldades financeiras, como deixar de comprar alimentos para pagar as contas básicas.

A tentativa governamental de rever minimamente normas que penalizam os consumidores com tarifas abusivas, e combater a desastrosa prestação de serviços por parte das concessionárias foi uma decepção, através do que foi chamado de modernização do marco regulatório com a PEC 1304/2025.

Os lobbies que atuam no setor elétrico desvirtuaram o projeto original. O agora Projeto de Lei de Conversão no 10 (PLV), com as modificações aprovadas pelo Congresso Nacional terão o efeito contrário, pois irá aumentar os custos pressionando a tarifa dos consumidores, além de distorcer o planejamento do setor.

Com 20 vetos a trechos do PLV foi sancionado em 25/11 pelo presidente da República em exercício, e transformado na Lei 15.269. Como esperado, os vetos atingiram os pontos mais polêmicos que comprometem o objetivo inicial do governo federal. Todavia ficou explicitado mais uma vez a contradição entre o discurso e a prática do governo federal. Mesmo o Ministério de Meio Ambiente e Mudança do Clima se posicionar contrariamente, o Ministério de Minas e Energia foi atendido e, mantido o dispositivo que prorroga a compra de energia das termelétricas a carvão mineral, o mais poluente e mais caro dos combustíveis fósseis.

Assim fica comprometido efetivamente que as contas de energia diminuam para o consumidor, o que parece longe de ocorrer, e nem atender os acordos internacionais para diminuição das emissões de gases de efeito estufa. Quem viver, verá.

*Físico, graduado pela Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP, com mestrado em Ciências e Tecnologia Nuclear na UFPE, e doutorado em Energética na Universidade de Marselha/Centro de Estudos de Cadarache-Comissariado de Energia Atômica-França.
Arcoverde registrou óbito 79 por Covid-19

A Secretaria de Saúde de Arcoverde comunicou em nota que  até às 18 horas desta sexta, mais 12 casos, além de 2 curados foram registrados. A má notícia,  mais um óbito por Covid-19 foi confirmado. O boletim diário fica com trezentos e doze (312) suspeitos, sete mil quinhentos e cinquenta e nove (7.559) descartados, três […]

A Secretaria de Saúde de Arcoverde comunicou em nota que  até às 18 horas desta sexta, mais 12 casos, além de 2 curados foram registrados. A má notícia,  mais um óbito por Covid-19 foi confirmado.

O boletim diário fica com trezentos e doze (312) suspeitos, sete mil quinhentos e cinquenta e nove (7.559) descartados, três mil quinhentos e vinte e um (3.521) confirmados, setenta e nove (79) óbitos, e dois mil setecentos e quarenta e quatro (2.744) recuperados.

No total, a cidade tem cinco (05) pacientes em UTI e seis (06) internados em enfermaria. No Hospital Regional Ruy de Barros Correia, há quatro (04) pacientes na UTI e dois (02) na enfermaria.

No Hospital de Campanha há quatro (04) internados. No Hospital Memorial Arcoverde há um (01) paciente na UTI.    Nas barreiras sanitárias das entradas da cidade, foram contabilizados 1.058 carros de fora.

Oposições confirmam convenções em Itapetim

Divididas em duas candidaturas as oposições de Itapetim vão promover suas convenções em datas diferentes. Enquanto o pré-candidato a Prefeito Anderson Lopes (PTB) agendou sua convenção para o dia 23 de julho, o outro grupo liderado por Mário José (PMDB) fará a festa política no dia 30 de julho. A Coligação “Tá na Hora de […]

os 3 candidatosDivididas em duas candidaturas as oposições de Itapetim vão promover suas convenções em datas diferentes.

Enquanto o pré-candidato a Prefeito Anderson Lopes (PTB) agendou sua convenção para o dia 23 de julho, o outro grupo liderado por Mário José (PMDB) fará a festa política no dia 30 de julho. A Coligação “Tá na Hora de Mudar” terá oito partidos.

Os governistas com Arquimedes Machado ou Adelmo Moura farão a convenção no dia 05 de agosto. A informação é de Anchieta Santos ao blog.

O detalhe da pesquisa Quaest sobre uma virada do presidente Lula

Por Matheus Leitão / Veja on-line A pesquisa Genial/Quaest de setembro traz um detalhe importante na recuperação da aprovação de Luiz Inácio Lula da Silva: a virada de opinião sobre as ações do presidente para reverter o tarifaço imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Esse é um recorte inédito enviado pela Quaest à coluna. […]

Por Matheus Leitão / Veja on-line

A pesquisa Genial/Quaest de setembro traz um detalhe importante na recuperação da aprovação de Luiz Inácio Lula da Silva: a virada de opinião sobre as ações do presidente para reverter o tarifaço imposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Esse é um recorte inédito enviado pela Quaest à coluna.

Em agosto, 48% dos entrevistados avaliavam que Lula não estava se esforçando para reduzir as tarifas cobradas nas exportações de produtos brasileiros para os EUA, e 41% acreditavam que sim. Um mês depois, a maioria (51%) diz que o presidente está se esforçando, e 45% dizem que não.

No Centro-Oeste, onde a atividade exportadora é forte, principalmente no agronegócio, o jogo virou e atualmente 49% aprovam o trabalho de Lula, contra 44% que desaprovam.

Na região Sul, o índice dos que acham que o governo não se esforça recuou 13 pontos percentuais, de 62% para 49%, e a opinião contrária avançou 11 pontos percentuais, de 32% para 43%.