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Jovem afogadense morre em grave acidente em Serra Talhada

Por André Luis
Fotos: Farol de Notícias e Instagram.

Na manhã desta quinta-feira (5) Serra Talhada registrou mais um grave acidente de trânsito na BR-232, na região dos desvios da rodovia que dá acesso ao bairro Tancredo Neves e Cohab, envolvendo uma motocicleta e um veículo de passeio que vitimou uma servidora pública municipal de apenas 18 anos.

Sarah Vitória Souto de Oliveira, era filha da Cris Souto, da loja Cris Decor, sobrinha de Mônica Souto, presidente do PT de Afogados da Ingazeira. Ela havia acabado de assumir o concurso para atuar como Técnica em Saneamento na Secretaria de Serviços Públicos.

A jovem estava a caminho do trabalho na garupa da moto quando foi atingida pelo carro, de modelo não identificado.

Segundo informações, os populares que presenciaram o ocorrido realizaram os primeiros socorros e levaram a jovem para o Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães (Hospam).

Após o primeiro socorro, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Rodoviária Federal chegaram ao local do acidente e realizaram os atendimento do condutor da moto e do outro motorista que estava atônito com o fato, ambos foram levados ao hospital. Por volta das 13h50 a direção do Hospam confirmou o óbito de Sarah Vitória. As informações são do Farol de Notícias. Edição de André Luis.

Outras Notícias

Professores protestam contra prefeito de Belmonte

Categoria acusa Romonilson Mariano de não efetuar o pagamento das sobras do FUNDEB 70.  O prefeito de São José do Belmonte, no Sertão Central, Romonilson Mariano (PSB), vem enfrentando uma série de manifestações e cobranças por parte dos professores da cidade, que acusam o gestor de não efetuar o pagamento dos precatórios e e nem […]

Categoria acusa Romonilson Mariano de não efetuar o pagamento das sobras do FUNDEB 70. 

O prefeito de São José do Belmonte, no Sertão Central, Romonilson Mariano (PSB), vem enfrentando uma série de manifestações e cobranças por parte dos professores da cidade, que acusam o gestor de não efetuar o pagamento dos precatórios e e nem o abono do FUNDEB 70.

Diversas faixas contra o prefeito foram espalhadas pela cidade. Segundo informações que circulam nas redes sociais, Romonilson teria mandado retirar as faixas após tomar conhecimento das mesmas.

Diferentemente de outras cidades da região que vêm anunciando a aprovação e efetuação do pagamento do rateio, não há nas redes sociais da Prefeitura de São José do Belmonte nenhuma informação recente nesse sentido.

Publicada  no Diário Oficial da União do último dia 28 de dezembro, a Lei 14.276, de 2021 modifica regulamentações do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

A nova norma é originária do Projeto de Lei (PL) 3.418/2021, de autoria da deputada federal Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO). No Senado, a proposta foi aprovada no dia 15 de dezembro e, por ter sido alterada, retornou para nova análise dos deputados.

O texto passa a data de atualização da Lei do Fundeb Permanente (Lei 14.113, de 2020) de outubro de 2021 para outubro de 2023 e adia para 2024 a definição de novos índices para rateio dos recursos do fundo quanto ao valor anual por aluno entre etapas, modalidades, duração da jornada e tipos de estabelecimento de ensino.

Djalma Alves nega rompimento com a ex-prefeita Cida Oliveira em Solidão

O anunciado apoio da ex-prefeita Cida Oliveira (PSB) ao candidato da oposição Armando Monteiro (PTB) ao Governo de Pernambuco, gerou especulação de um possível rompimento com o Prefeito de Solidão Djalma Alves (PSB) que votará pela reeleição do Governador Paulo Câmara. Ontem o Prefeito Djalma declarou em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM […]

O anunciado apoio da ex-prefeita Cida Oliveira (PSB) ao candidato da oposição Armando Monteiro (PTB) ao Governo de Pernambuco, gerou especulação de um possível rompimento com o Prefeito de Solidão Djalma Alves (PSB) que votará pela reeleição do Governador Paulo Câmara.

Ontem o Prefeito Djalma declarou em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que não existe rompimento e que respeita o posicionamento da ex-prefeita. O prefeito disse que a eleição estadual mistura tudo, pois existem adversários de seu palanque que também votarão com o Governador.

Detalhe: resta saber como a direção regional do PSB vai encarar o partido estar sendo comandado em Solidão por um Presidente que vota em Armando.  Jesus, marido da ex-prefeita Cida comanda o partido.

Chamado a falar sobre o Garantia Safra 2017 que não foi pago em Solidão, Djalma Alves afirmou seguir lutando pela liberação do recurso. Admitiu voltar a Brasília nos próximos dias para tratar do assunto junto a Coordenação Nacional.

Nicinha visita secretarias em Recife

A prefeita de Tabira, Nicinha Melo, cumpriu agenda na capital pernambucana esta semana. Ele se reuniu com o assessor especial da Casa Civil,  Rubens Júnior. “Foi um encontro muito produtivo, onde discutimos assuntos de extrema importância para o nosso município”, disse. Ela informou que visitou ainda as secretarias de Saúde, Agricultura e Desenvolvimento Econômico. “Foi […]

A prefeita de Tabira, Nicinha Melo, cumpriu agenda na capital pernambucana esta semana. Ele se reuniu com o assessor especial da Casa Civil,  Rubens Júnior.

“Foi um encontro muito produtivo, onde discutimos assuntos de extrema importância para o nosso município”, disse.

Ela informou que visitou ainda as secretarias de Saúde, Agricultura e Desenvolvimento Econômico. “Foi gratificante trocar ideias e buscar parcerias para fortalecer ainda mais a nossa cidade”.

A gestora ainda esteve com representantes de Empertur e Fundarpe, para tratar do Festival do Frio da Borborema e a tradicional Festa de Agosto. “Esses eventos são muito importantes para o turismo e a cultura local. Tenho certeza que podemos torná-los ainda mais especiais”.

Festa Literária de Serra Talhada movimenta o Sertão do Pajeú

O Sertão do Pajeú recebe de 07 a 10 de maio, na Estação do Forró e no Museu do Cangaço,a Festa Literária de Serra Talhada- Flist. O encontro vai reunir escritores e poetas nacionais e da região como: Bráulio Tavares, Vera Ferreira, Chico Pedrosa , Feliciano Felix e Isabelly Moreira, que abordarão os temas: “A […]

O Sertão do Pajeú recebe de 07 a 10 de maio, na Estação do Forró e no Museu do Cangaço,a Festa Literária de Serra Talhada- Flist.

O encontro vai reunir escritores e poetas nacionais e da região como: Bráulio Tavares, Vera Ferreira, Chico Pedrosa , Feliciano Felix e Isabelly Moreira, que abordarão os temas:A Literatura Oral e a Cultura Popular”,Perspectiva da Economia da Cultura em Pernambuco” e O Silêncio da Literatura Feminina”. Também participam do encontro nomes como Dedé Monteiro e Alessandro Palmeira.

O evento conta com diversas atividades, entre elas, palestras, mesas de diálogos, conferências, oficinas, contação de histórias, lançamentos de livros e outros eventos literários, além de apresentações com artistas de reconhecimento local e nacional.

A Flist ainda abre espaço para o circo, que será armado na Estação do Forró, onde as pessoas vão poder conferir os shows de Cascabulho, Fim de Feira, Valdir Santos, César Amaral, Coco de Umbigada e diversos grupos de dança e teatro.

De acordo com a presidente da Fundação de Cultura Cabras de Lampião, Cleonice Maria, além de ser um espaço para fruição artística, a Festa Literária de Serra Talhada-  Flist,será um espaço de construção de políticas do livro, leitura, literatura e bibliotecas, criando momentos para ouvir a opinião da sociedade e entidades envolvidas. “O acesso ao livro e à leitura também é um pilar da política municipal, expresso na Flist , por meio da mobilização da Secretaria de Educação municipal, Faculdade, Universidade e de escolas particulares, para que estudantes de todo município e região participem do evento”, concluiu Cleonice.

A Festa Literária de Serra Talhada – Flist – é uma produção da Fundação Cultural Cabras de Lampião, em parceria com a Secretaria de Cultura/Prefeitura Municipal de Serra Talhada e  realizada pelo Ministério da Cidadania/Governo Federal.

OIT estima que 700 mil brasileiros perderão emprego em 2016

Do JC Online O Brasil registrará o maior salto na taxa de desemprego entre as grandes economias do mundo em 2016 e, durante o ano, 700 mil brasileiros devem perder seus trabalhos. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta para o aumento do desemprego no País […]

Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará
Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará

Do JC Online

O Brasil registrará o maior salto na taxa de desemprego entre as grandes economias do mundo em 2016 e, durante o ano, 700 mil brasileiros devem perder seus trabalhos. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta para o aumento do desemprego no País para 7,7% e alerta que a crise econômica levará a uma “queda severa” no mercado de trabalho.

O Brasil será responsável por um a cada três novos desempregados em 2016 no mundo. No total, 2,3 milhões de postos de trabalho serão destruídos no mundo. Desses, 700 mil no Brasil. O mercado brasileiro ainda responderá por mais de um terço de todo o desemprego latino-americano.

Em comparação a 2014, serão 1,2 milhão de novos desempregados no Brasil. “Essa é a maior elevação do desemprego entre as grandes economias”, alertou ao jornal “O Estado de S. Paulo” o diretor do Departamento de Pesquisas da OIT, Raymond Torres. Segundo a OIT, o Brasil “entra numa recessão severa” e nem mesmo as políticas sociais e de promoção de empregos implementadas nos últimos anos serão suficientes para frear o desemprego.

A taxa de desemprego passou de 6,8% em 2014 para 7,2% em 2015 e deve atingir 7,7% ao final de 2016. Para a OIT, essa é uma “alta significativa”. Em números absolutos, a alta é de 7,7 milhões de desempregados no ano passado para 8,4 milhões de pessoas em 2016 Em 2017, a taxa vai cair de forma marginal, para 7,6%.

Mas, ainda assim, os dois próximos anos terão taxas acima da média registrada entre 2008 e 2013. “Será um ano muito difícil economicamente para o Brasil, com uma recessão e, apesar de tudo o que foi feito no passado para a criação de empregos e dos mecanismos institucionais e políticas sociais, nada será suficiente para conter o aumento do desemprego”, declarou Torres.

Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará. Com a pior taxa de crescimento em 25 anos em Pequim, as vendas nacionais devem sofrer e, uma vez mais, o impacto na criação de emprego será sentido e o que mais preocupa a entidade é que a consequência será um freio no combate à pobreza.

Em 2015, 24% dos trabalhadores ocupava postos vulneráveis, sem garantias sociais e salários baixos. Essa taxa, porém, vai continuar pelos próximos dois anos. O número de pessoas ganhando apenas US$ 3,00 por dia também vai aumentar, depois de mais de uma década em queda. Em 2015, 5,1% dos trabalhadores recebiam salários miseráveis e, para 2016, a taxa passa a 5,2%.

Fiscal

Para Torres, o Brasil precisa voltar a usar a política fiscal para tirar a economia da recessão. “A política fiscal precisa recuperar o protagonismo que teve nos anos passados, mesmo que o mix seja diferente”, disse. Em sua avaliação, o Brasil deveria “usar melhor o espaço fiscal para investimentos públicos, para o desenvolvimento empresarial e para a mobilização de recursos produtivos, além da ajuda aos trabalhadores”. “Isso precisa ser feito para recuperar a competitividade e evitar que a recessão continue”, defendeu.

O resultado, por enquanto, é que o desemprego no Brasil atingirá um nível bem superior à média mundial, que é de 5,8%. Ao final de 2015, 197,1 milhões de pessoas estavam sem trabalho no planeta e a previsão é de que, em 2016, esse número chegue a 199,4 milhões.

Em comparação a 2007, quando a crise internacional deu seus primeiros sinais, 27 milhões a mais de desempregados existem hoje no mundo. Em 2017, a situação continuará a piorar, com outros 1,1 milhão de desempregados se somando ao número total.

Emergentes

Se nos últimos anos a alta no desemprego foi gerada pelos países ricos e especialmente pela Europa, afetadas pela crise financeira em 2008, desta vez é o mundo emergente o grande responsável pela elevação na taxa mundial. “As perspectivas de emprego se deterioraram nas economias emergentes, em especial no Brasil, China e nos produtores de petróleo”, indicou a OIT.

Em dois anos, os emergentes verão a perda de 4,8 milhões de postos de trabalho. Além dos 700 mil no Brasil, outros 800 mil desaparecerão na China. Oficialmente, porém, a taxa de desemprego de Pequim passará apenas de 4,6% para 4,7% entre 2015 e 2016.

A queda nos preços das commodities ainda custará 2 milhões de postos de trabalho nos mercados emergentes até 2017. Para a OIT, a América Latina deve ser fortemente afetada por essa nova realidade nos preços de matérias-primas e estará contaminada pela recessão no Brasil.

A taxa de desemprego regional passará de 6,4% em 2014 para 6,7% em 2016. A produtividade vai se estagnar e 90 milhões de pessoas estarão em empregos vulneráveis. Os salários também deixaram de subir e o combate contra a pobreza pode sofrer.

Segundo a OIT, a redução da desigualdade social foi estagnada desde 2010 e, dos 15 países avaliados, cinco deles registraram uma alta na disparidade de renda. Para a OIT, portanto, o risco de uma revolta social aumentará em 2016 nos países emergentes, justamente por conta da falta de oportunidades de trabalho.

Emprego informal também deve crescer nos mercados nos emergentes Segundo a OIT, ele atinge já 50% na metade dos países em desenvolvimento e, em um terço deles, a taxa supera a marca de 65%. “A falta de empregos decentes faz as pessoas recorrerem ao emprego informal, com baixa produtividade, baixos salários e sem proteção social”, alertou Guy Ryder, diretor da OIT.

Ricos

Já nos países ricos, a taxa de desemprego caiu de 7,1% para 6,7% entre 2014 e 2015 e, para 2016, ela deve chegar a 6,5%. Na Alemanha, ela será de 4,6%, contra 5,4% no Reino Unido. Mesmo na Itália, com uma das piores taxas da Europa, o desemprego vai cair de 12,7% para 12%.

Nos EUA, a taxa também cai de 5,3% para 4,9% e, pela primeira vez desde 2007, os americanos têm um número absoluto de desempregados abaixo do brasileiro, com 7,9 milhões de pessoas afetadas.