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Jovem advogado é encontrado morto em Santa Terezinha

Por André Luis

Bastante conhecido na região, Henrique era bacharel em direito e advogado com OAB-PE

Um fato deixou os moradores da cidade de Santa Terezinha, Pernambuco perplexos: a morte do jovem advogado, Henrique Ferreira idade não revelada.

Segundo informações, o jovem foi encontrado sem vida na manhã desta segunda-feira, 05 de julho, dentro da residência, localizada próximo à Vila Maria Lica, naquele município.

Segundo informações divulgadas pelo Blog do Pereira, Henrique teria tirado a própria vida.

Bastante conhecido na região, Henrique era bacharel em direito e advogado com OAB-PE, atuante em Santa Terezinha e na região, além de ser funcionário concursado do município.

Não foram divulgados os motivos que podem ter levado o jovem a tomar uma atitude tão extrema.

Outras Notícias

Paralisações constantes na Adutora do Pajeú preocupam sertanejos

Com aumento do calor, aumenta consumo e drama sertanejo com sequência de panes. A Compesa informou em nota que o vazamento na Adutora do Pajeú, na Estação Elevatória 3, próxima à captação, foi resolvido e aos poucos a distribuição está sendo retomada.A nova pane afetou as cidades de Serra Talhada, Carnaíba, Quixaba, Tabira, Afogados da […]

Com aumento do calor, aumenta consumo e drama sertanejo com sequência de panes.

A Compesa informou em nota que o vazamento na Adutora do Pajeú, na Estação Elevatória 3, próxima à captação, foi resolvido e aos poucos a distribuição está sendo retomada.A nova pane afetou as cidades de Serra Talhada, Carnaíba, Quixaba, Tabira, Afogados da Ingazeira, Flores, São José do Egito, Tuparetama, Ingazeira, Iguaracy e os distritos de Jabitacá, Canaã e Carqueja.

Mesmo com a religação do sistema, são necessárias horas para que a água chegue a todos os bairros de todas as cidades abastecidas pela Adutora. Quando mais próxima da área de captação, mais rápida será a retomada da distribuição. O contrário ocorre para cidades na outra ponta do sistema.

O problema que contatam moradores da região tem relação com a quantidade de problemas apontados desde que a obra foi entregue, em setembro de 2013. De lá para cá, vários foram os problemas que determinaram as paralisações no fornecimento.

Os problemas mais comuns verificados são as panes elétricas, motivadas por vários fatores no curso da emissora, a partir da simples interrupção no fornecimento e os vazamentos, fruto da forma como a tubulação foi montada. Como nem toda a tubulação fica dentro da terra, em alguns trechos a movimentação no terreno pode causar problemas.

Essa última interrupção foi causada por vazamento próximo à Estação elevatória 3, em Carqueja, próximo à captação. No dia 18, uma semana antes, houve uma queda de energia entre as estações de bombeamento 3 e 4, e nova interrupção. No fim de outubro, dia 31, foram registrados problemas elétricos nos conjuntos motor bomba da Estação Elevatória 02, no ramal de Floresta.

Nesse período já foram mais de 40 interrupções. Problema é que nunca a região foi tão dependente da Adutora. Em Serra Talhada, com o colapso em Cachoeira 2, a dependência da água da Adutora é cada vez maior. A cidade sofre com um rodízio rigoroso. Isso ainda soma-se ao gritante aumento do consumo, normal nessa época quente do ano, com altíssimas temperaturas e baixa umidade.

Em 2016, a COMPESA concluiu as obras de abastecimento a partir da Adutora das cidades de Ingazeira e Iguaraci, além do distrito de Jabitacá. A barragem do Rosário entrou em colapso em novembro de 2015. Ou seja, a Adutora hoje distribui água para uma população muito maior que a inicialmente projetada nessa primeira etapa. As interrupções causam um impacto muito maior.

Atos contra Bolsonaro ocorrem em 60 cidades

Manifestantes se reúnem em ao menos 60 cidades do país neste sábado em atos contra o governo Jair Bolsonaro. Convocados por partidos de esquerda, centrais sindicais e grupos da sociedade civil, os protestos visam não só a defesa do impeachment do presidente, mas também criticar o desemprego e o avanço da inflação, além de problemas […]

Manifestantes se reúnem em ao menos 60 cidades do país neste sábado em atos contra o governo Jair Bolsonaro. Convocados por partidos de esquerda, centrais sindicais e grupos da sociedade civil, os protestos visam não só a defesa do impeachment do presidente, mas também criticar o desemprego e o avanço da inflação, além de problemas em áreas como meio ambiente e saúde.

O dia de protestos começou pelo Rio, onde manifestantes se reuniram nos arredores da Candelária, no Centro. A maioria usava máscaras de proeção contra o coronavírus. Houve também atos em cidades como Salvador, João Pessoa, Fortaleza, Goiânia, Teresina, São Luís, outras oito capitais, e em municípios do interior do país.

Em São Paulo, o protesto foi marcado para o início da tarde, na Avenida Paulista. Os ex-candidatos à presidência da República Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos (PSOL) participaram do evento. Houve um início de briga entre petistas e apoiadores do pedetista, após o carro de Ciro ser atacado quando ele deixava a Paulista, depois de um discurso em que foram ouvidas vaias.

Em Brasília, também na tarde deste sábado, a manifestação reúne partidos de esquerda e centrais sindicais na Esplanada dos Ministérios.

Visualmente, há a sensação de maior presença de pessoas nas manifestações deste sábado do que nos atos convocados pelo MBL e outros movimentos políticos, no último dia 12 de setembro, sem adesão maciça de partidos de esquerda. Já nos atos antidemocráticos convocados pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 7 de setembro, houve maior concentração de apoiadores do governo na Avenida Paulista.

Enquanto os protestos anteriores com o mote “Fora Bolsonaro”, organizados por partidos de esquerda e movimentos sociais desde maio, centravam as críticas principalmente no descontrole e no negacionismo no combate à pandemia da Covid-19, os atos deste sábado trouxeram mais referências à inflação, especialmente de alimentos e de combustíveis. Leia matéria completa no O Globo.

Lucas Ramos discute nova estrutura do Centro de Abastecimento de Petrolina

O vice-líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Lucas Ramos (PSB), se reuniu nesta quinta-feira (14), com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Thiago Norões. O objetivo da audiência foi tratar do processo de cessão de terreno para a construção do novo Centro de Abastecimento de Petrolina (Ceape). O terreno que deve ser […]

Lucas Ramos e Thiago Norões

O vice-líder do governo na Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Lucas Ramos (PSB), se reuniu nesta quinta-feira (14), com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Thiago Norões. O objetivo da audiência foi tratar do processo de cessão de terreno para a construção do novo Centro de Abastecimento de Petrolina (Ceape). O terreno que deve ser disponibilizado pelo Governo do Estado está localizado no Distrito Industrial da cidade.

De acordo com o deputado, todas as informações legais da Associação dos Permissionários do Ceape já foram apresentadas ao secretário Thiago Norões, para a elaboração do Termo de Cessão de Uso. “Essa demanda foi apresentada ao governador Paulo Câmara durante o Seminário Todos por Pernambuco e tratada como prioridade pelo Executivo estadual”, afirmou Lucas Ramos.

No último encontro que o deputado teve com os permissionários, ouviu todas as reivindicações e se comprometeu em buscar alternativas para solucionar a situação de desgaste em que eles se encontram. No último dia 2, inclusive, máquinas da Prefeitura demoliram estruturas onde funciona atualmente o Ceape, à revelia dos permissionários.

“Falamos de um segmento forte da economia de Petrolina, responsável por gerar emprego e renda na região. Estamos acompanhando todo o processo para garantir o direito daquelas famílias continuarem a exercer suas atividades com melhor estrutura. As novas instalações no Distrito Industrial serão uma excelente solução”, ressaltou o parlamentar.

CNS aponta para dificuldades no financiamento da Atenção Básica em Saúde

Portaria de 2019 atrela repasses de recursos a procedimento de cadastramento que não pode ser feito durante a pandemia Preocupado com os impactos no financiamento da Atenção Básica de Saúde no Brasil neste momento da pandemia, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) emitiu parecer técnico que aponta as dificuldades que os municípios estão passando no […]

Brasília – Crianças e adolescentes são vacinados no Centro de Saúde nº 8, da Asa Sul, durante o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, que ocorre neste sábado em todo o Brasil (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Portaria de 2019 atrela repasses de recursos a procedimento de cadastramento que não pode ser feito durante a pandemia

Preocupado com os impactos no financiamento da Atenção Básica de Saúde no Brasil neste momento da pandemia, o Conselho Nacional de Saúde (CNS) emitiu parecer técnico que aponta as dificuldades que os municípios estão passando no que diz respeito ao custeio do atendimento.

A maior complicação está na Portaria nº 2.979, de novembro de 2019, que determinou alterações que não podem ser cumpridas diante da emergência de saúde pública. A normativa modificou por completo os critérios para repasse de recursos federais aos municípios brasileiros, condicionando a necessidade a quantidade de recursos ao cadastro da população e metas de atendimento. 

A preocupação do CNS é que com a pandemia, prefeituras não consigam cumprir as regras e deixem de ter os recursos necessários para a Atenção Básica, tão necessária no combate ao novo coronavírus.

Duas principais questões do novo modelo de financiamento podem complicar a vida dos municípios em plena pandemia. O primeiro diz respeito ao repasse de recursos por pessoa cadastrada. Ao invés de ser per capta, parte do financiamento para cada município é feita de acordo com o número de pessoas do atendimento básico que foi cadastrado, algo que não pôde ser feito em sua plenitude durante a emergência por qual a saúde pública passa. 

O outro aspecto é a remuneração por metas, ou seja, o município ganha mais se conseguir ter um certo número de atendimentos cumpridos, como cobertura de pré-natal e pessoas com hipertensão, ou seja, indicadores que vão influenciar nos recursos que o município vai receber quadrimestralmente. 

Segundo Bruno Pedralva, médico de família e comunidade do SUS de Belo Horizonte, os municípios vão ter muitas dificuldades já a partir de setembro, quando deveriam ter cumprido metas, mas não conseguiram porque em muitos lugares os centros de saúde estão quase que integralmente voltados para o atendimento das pessoas com Covid-19. Ou seja, as metas da portaria viraram outras, proteger a vida das pessoas e evitar a transmissão do novo coronavírus.

“Os municípios não vão conseguir fazer essa mudança e, a partir de maio, junho, julho e agosto eles já teriam que cumprir as metas, para garantir a remuneração. Os municípios vão ficar mal e vão perder dinheiro se o Ministério da Saúde mantiver esse novo modelo de financiamento”.

Segundo a portaria do ano passado, os municípios teriam até abril de 2020 para que as Equipes de Saúde da Família realizassem o cadastro das pessoas. Diante da emergência e reconhecendo o pouco tempo hábil, o Ministério da Saúde ampliou o prazo até junho. O problema, segundo Moysés Toniolo, um dos coordenadores da Câmara Técnica de Atenção Básica (Ctab) do CNS, é que não há meios de cumprir o devido neste período, por isso a necessidade de se revogar a portaria.

“Estamos sinalizando para o Ministério da Saúde que, pelo menos, 10% dos recursos que serão repassados, parte desse pagamento por desempenho, estão atrelados a cumprimento de metas clínicas e assistenciais que a gente não sabe como os municípios darão conta em tempos de epidemia.”

Importância do setor na pandemia

Moysés ressalta que a estratégia da Saúde de Família vem sendo gradualmente empurrada dentro de aspectos da mudança da própria estrutura do Ministério da Saúde, apesar de serem essenciais neste momento.

Segundo levantamento realizado pela câmara técnica, a Atenção Primária em Saúde no Brasil é composta por quase 48 mil Equipes de Saúde da Família (ESF), distribuídas em mais de 42 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS), em todo o território nacional. A importância da capilaridade desse tipo de atendimento leva em conta que cerca de 85% dos casos suspeitos da Covid-19 apresentam manifestações clínicas leves e, portanto, com condições de serem assistidas em uma UBS. 

O financiamento do setor também é importante para os mais de 286 mil agentes Comunitários de Saúde, que visitam domicílios para dialogar com a população e fortalecer as medidas preventivas, como orientações gerais para o distanciamento social, lavagem de mãos, uso de máscaras protetoras, etiqueta respiratória e cuidados para evitar as aglomerações.

“É preciso entender o quão importante é a Atenção Primária, e todas as suas estratégias, nesse momento de pandemia. Ela precisa ser muito valorizada e apoiada, principalmente no financiamento dentro do SUS. O próprio nome já diz, é uma atenção primária, básica em saúde. A priorização dessa pasta e do próprio financiamento tem ficado aquém daquilo que a gente necessita.”

Os recursos são definidos a cada quatro meses e repassados pelo Ministério da Saúde aos municípios, que são os responsáveis por executar a atenção primária de saúde em seu território. O parecer do CNS destaca que o financiamento adequado às equipes está entre as principais estratégias de combate à Covid-19, uma vez que a política está focada no território, no trabalho de equipe multidisciplinar, na orientação comunitária e na clínica ampliada. Segundo Moysés, no entanto, algumas cidades estão, inclusive, perdendo esse tipo de atendimento.

“A maior parte dos esforços da saúde neste momento estão no atendimento à questão emergencial de saúde para à Covid-19. Existem municípios pequenos em que várias unidades de atenção básica de saúde foram fechadas pelos gestores e os colaboradores designados para outras unidades de maior complexidade”, explica.

Nova conversa

Em dezembro, o plenário do CNS já havia recomendado ao Ministério da Saúde a revogação da portaria, o que se agrava diante da iminente possibilidade de colapso do Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência da pandemia da Covid-19.

Segundo a Câmara Técnica de Atenção Básica, a portaria mais coloca obstáculos para a gestão municipal do que ajuda, mesmo porque muitos deles já encontram dificuldades de executar 100% de cobertura de atenção primária em saúde.

“Dessa forma, o que vai ocorrer com os municípios é uma perda de verba para a Atenção Primária em Saúde nessas localidades, o que pode colocar em risco a manutenção dos serviços que já são executados, quanto mais os serviços que precisam ser ampliados.”

A solução, segundo a Câmara Técnica, é revogar a portaria 2.979 e rever esse novo modelo de recebimento de recursos ligados ao desempenho, que não vem ocorrendo como deveria por conta da pandemia. Assim, o assunto precisa de novo diálogo entre o Ministério da Saúde e os gestores municipais e estaduais. 

*A reportagem é do Brasil 61.

Prefeitura de Ouro Velho anuncia início das obras do Mirante Nossa Senhora das Graças

O prefeito de Ouro Velho, Doutor Júnior, anunciou por meio de vídeo nas redes sociais que a cidade vai ganhar o Mirante Nossa Senhora das Graças. O espaço foi apresentado ao lado do padre Gustavo e, segundo a gestão, deverá se tornar um ponto de referência para o turismo religioso no município. De acordo com […]

O prefeito de Ouro Velho, Doutor Júnior, anunciou por meio de vídeo nas redes sociais que a cidade vai ganhar o Mirante Nossa Senhora das Graças. O espaço foi apresentado ao lado do padre Gustavo e, segundo a gestão, deverá se tornar um ponto de referência para o turismo religioso no município.

De acordo com o prefeito, a ordem de serviço para o início da obra será assinada nos próximos dias. O projeto conta com recursos viabilizados por emendas do deputado federal Wilson Tiago e do deputado estadual Wilson Tiago Filho.

A iniciativa também tem participação da vereadora Estela Nunes, autora da indicação que deu origem ao projeto. Estiveram presentes no anúncio o secretário de Cultura, Jackson Monteiro, e o secretário de Administração, Wendell Sidclei.