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Josete Amaral: “ação do Hospital Regional salvou o pequeno Rafael”

Por Nill Júnior

O médico Josete Amaral,  ex-prefeito de Tabira, fez questão de, em contato com o blog,  reconhecer que a vida do pequeno Rafael se deve em muito à atuação da equipe do Hospital Regional Emília Câmara.

Ontem, o blog noticiou o acidente envolvendo a criança de dois anos.  A criança de dois anos, filho do casal Mergulhão e Aline, caiu em uma piscina por acidente em uma confraternização de fim de ano.

Pelo relato do médico sertanejo,  ela deu entrada a uma da manhã no Regional em Afogados da Ingazeira.  O risco de morte ou sequelas era iminente.  “Foram quatro horas para estabilizar a criança,  intubá-la e transferir para o Hospital da Restauração”.

Ele enobrece o trabalho da equipe de enfermagem e dos médicos Fernando Luz, Jorge Luiz, Roberto Calumbi e Denilson Itamar, que estiveram diretamente envolvidos no atendimento e transporte da criança. “Não resistiria não fosse a estrutura e o trabalho da equipe”, diz com a experiência de décadas dedicadas à medicina.

A criança  não corre risco de morte. Na unidade, ele teve o apoio do vice-prefeito de Iguaracy, Pedro Alves e do ex-prefeito de Tabira, que atuam na capital. “Mas não faríamos nada se não fosse o primeiro trabalho executado aí.  Disse isso aos pais”.

A criança foi extubada. A primeira reação ao acordar foi perguntar pelo irmão mais velho, João,  e pela chupeta.

A família agradece e trata o caso como um milagre graças às orações. “Todas as correntes de orações foram feitas, a fé. Só tenho a agradecer por tudo e por todos. Minha esposa está com ele. Ele está acordado e evoluindo. Está muito bem. Gratidão a todos”, concluiu o pai. “Realmente é um milagre”, disse o médico Pedro Alves por telefone.

Outras Notícias

A história por trás dos 30

Nesta terça, dia 25 de maio, completo meus 30 anos de comunicação, a partir do primeiro programa, o Conversando com a Juventude, da Pastoral da Juventude do Meio Popular. Sou privilegiado até por ter o script desse programa guardadinho. Tinha apenas 16 anos. A vida tem caminhos escritos por Deus. Prova disso é que não escolhi […]

Nesta terça, dia 25 de maio, completo meus 30 anos de comunicação, a partir do primeiro programa, o Conversando com a Juventude, da Pastoral da Juventude do Meio Popular.

Sou privilegiado até por ter o script desse programa guardadinho. Tinha apenas 16 anos. A vida tem caminhos escritos por Deus. Prova disso é que não escolhi o rádio. Foi o rádio e a comunicação que me acharam, a partir do convite do Padre Luiz Marques Ferreira, depois de me ouvir falando pelos ouvidos em um grupo de jovens no bairro onde resido até hoje, me convidar para apresentar um programa para esse público na Rádio Pajeú.

Sempre digo que a grande oportunidade da vida não passa duas vezes no mesmo lugar. Assim, essa e as que se apresentaram, agarrei com unhas e dentes desde aquela chance de falar na Pioneira do Sertão Pernambucano.

Vale o registro de que o jornalismo quando feito com amor salva vidas do lado de dentro e do lado de fora. Minha vida foi transformada graças às pessoas que confiaram naquele garoto de 16 anos.

Essa confiança, busco pagar tentando ajudar a fazer uma sociedade melhor, mais justa, mais inclusiva, salvando vidas como agora na pandemia, abrindo oportunidades a pessoas que como eu tentam uma chance, formando e moldando futuros talentos. Jornalismo na essência nunca foi tão fundamental no mundo em que vivemos.

E não há jornalismo sem ética, sem caráter. Pois o talento encontra o molde em um ser humano. Por isso há muito talento contaminado por mau caratismo também na profissão. Mas por sorte, os bons prevalecem. Viva o jornalismo e sua capacidade de transformar o mundo.

Pra contar a história dos 30 anos de comunicação completados hoje, é preciso voltar um pouquinho no tempo. Nasci em 20 de dezembro de 1974 no Gama, Distrito Federal, filho de Nivaldo Alves Galindo Filho e Cleonice Ramos Galindo.

Nivaldo, o mais velho dos oito filhos do Mestre de Obras Élio Fernandez Galindo, uma de minhas referências, e Natércia Alves Barbosa, ainda viva, graças a Deus.

Papai trabalhou muitos anos em Brasília, seja na construção civil, seja como Chefe de Almoxarifado em Furnas Centrais Elétricas. Tendo cursado apenas o ginasial, era uma mente privilegiada. Também era um baixinho invocado, conhecido por não ter medo de mostrar suas posições.

Era na concepção alguém que lutava contra injustiças. Tenho uma memória dele denunciando em plena reta final do regime um episódio em que um policial agredia uma pessoa sem motivação em um ponto de ônibus.

Ligou para uma rádio de Brasília para denunciar. Lembro da mamãe louca ao pé do rádio. Quem sabe ali, implicitamente nasceu minha relação com o meio.

Papai atuou politicamente, escrevia crônicas, foi um dos agentes pela eleição histórica de Orisvaldo Inácio, algum tempo depois de voltar de Brasília, pois minha mãe não se adaptara bem à mudança de ares para São Paulo.

Ele deixou tudo em Brasília para trata-la de um tumor benigno no encéfalo. Sem diagnóstico preciso no Sarah Kubitschek, foi salva após quadro delicadas cirurgias no Hospital das Clínicas, São Paulo.

O pós operatório foi muito complicado e papai teve que mudar-se com os dos filhos para São Paulo. Havia uma subsidiária em Mogi das Cruzes e ele alugou um imóvel em Jundiapeba, ao lado de uma charmosa estação de trem que existe até hoje.

Mas mamãe não se adaptou, ele largou tudo e voltamos para Afogados. No fim dos anos 80 a saúde dele, diabético rebelde, chegado a uma cerveja ou um bom uisque, se deteriorou. Desenvolveu insuficiência renal crônica, foi para a hemodiálise e faleceu em agosto de 1989.

Ficamos eu, minha irmã Nívea Cléa Ramos Galindo e a mamãe, Cleonice Ramos Galindo. Até a mamãe ter acesso à pensão,  vivemos dias difíceis. A irmã, por exemplo, passou a morar com o casal Terezinha Silvestre, nossa tia, e Antonio Dondon. Veio a pensão e as coisas melhoraram. Dos 14 aos 16 anos, já sem o papai, vivi algumas experiências profissionais que agregaram muito à minha vida. Trabalhei em uma loja de videogames onde hoje funciona o Pilão, vendi picolé, vendi até quiabo quando não era bom de saída.

Quando tinha 16 anos, era comum estar com meu hoje compadre Rogério Jesuíno, que também fez parte da Rádio Pajeú como Jota Oliveira. Ficávamos a olhar o tempo em uma meia parede na Rua 16, Bairro Cohab. O bairro não tinha capela e as novenas aconteciam na casa de Dona Maristela, mãe da professora Patrícia Amaral. Naquele 1991 em uma daquelas noites, passa o Padre Luiz Marques Ferreira, Padre Luizinho, então seminarista perguntando onde era a casa dela. Indicamos com o clássico “bem ali” e fomos ver pelo movimento que a novena gerava.

Ao sair, Luizinho nos viu na porta e disse estar formando um  grupo de jovens no bairro. Naquele tempo havia muitas iniciativas interessantes da Igreja Católica e a PJMP era muito forte. Lá vou eu para essas reuniões no grupo Escolar Petronila de Siqueira Campos Góes aos sábados. Aí, certamente por influência genética de pai, falava pelos cotovelos falando da realidade do bairro. Padre Luizinho percebeu e algum tempo depois me convidou para apresentar um programa que teria início na Rádio Pajeú ligado à Pastoral da Juventude.

Lembro da primeira vez na Casa Paroquial preparando com Luizinho e Rogério Jesuíno o Conversando com a Juventude. A música tema era Amanhã, de Guilherme Arantes. Em 25 de maio de 1991, bem nervoso, dava o primeiro passo para a comunicação. “Este programa é um oferecimento da Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Remédios, na pessoa do Padre João Carlos. Tem na coordenação esse amigo que vos fala, padre Luizinho e também na produção e apresentação Nivaldo Galindo e Rogério Jesuíno”. Minha primeira fala era sobre os objetivos do programa: “Muito bom dia caros ouvintes que estão em sintonia com a Rádio Pajeú de Afogados da Ingazeira. Meu bom dia especial a todo jovem desse imenso sertão, a você desempregado, desempregada, a você estudante como eu, enfim; a todos vocês que nos escutam”. O programa tratou dos objetivos, como que os jovens tomassem consciência de seus direitos.

A cada programa, o nervosismo inicial dava lugar a uma segurança maior. Tanto que alguns sábados depois, Anchieta Santos me convidava para fazer um teste para a equipe esportiva da emissora. “Gosta de esportes, Nivaldo?” – perguntou. Até hoje brinco dizendo que mesmo que não gostasse, diria que sim. Mas de fato sempre gostei. Fomos a um teste com um gravador do tamanho de um tijolo na casa de Anchieta a frente de onde hoje é a UPA-E. Tremi, mas fiz. “Você tem jeito, se tiver vontade”, disse ao fim.

No meu primeiro noticiário, do Náutico, na Resenha Bola em Jogo, pela manhã, troquei o programa e falei para a Resenha Esportes no Ar. Passou. Anchieta foi como um pai firme. Pegava no pé como quem sabia em quem estava apostando. Hoje costumo cobrar mais de quem mais acredito, uma das lições que guardei dele. Lembro da experiência com aquela equipe esportiva, com Anchieta, Elias Mariano, Vanderley Galdino. Naldinho Rodrigues e Adelmo Santos.

Não esqueço do primeiro plantão esportivo, de um jogo que era feito do Vianão. Com um bom e velho rádio, sintonizava a Rádio Clube (nem se falava em internet) para informar cada gol que saía nos campeonatos de Pernambuco e nacionais. De cara, recebi um elogio ao fim da transmissão de Anchieta, então narrador. Não esqueci. Lembro do primeiro pagamento por uma transmissão das mãos dele, dentro do seu fusca branco.

Com o tempo, surgiram testes para uma nova rádio que surgiria em Afogados, do Grupo Inocêncio Oliveira. Pagava um salário, e fui a Serra Talhada encarar a oportunidade. O teste foi com Zé Honório, na Líder do Vale. Lembro dele elogiando ao final e dizendo que eu tinha tudo pra ficar entre os selecionados. Voltei contando pra todo mundo. Uns acreditavam, outros não, mas segui. Liso e sem ter como ficar em Serra aos fins de semana para praticar, já que no FM você atuava nos controles e ao microfone, apelei pra quem podia ajudar.

Nas primeiras vezes, Heleno Mariano, ligado a Inocêncio e que fora amigo de meu pai, já sabendo da notícia de que eu iria para a emissora que também serviria de plataforma política de Antonio Mariano e seu grupo, me ajudou com o dinheiro da hospedagem, um quartinho ao lado da estação rodoviária de Serra Talhada. Lembro após praticar rodar aquela Praça Agamenon Magalhães sem conhecer ninguém. Da rádio Líder, lembro de Marquinhos Dantas e Edcarlos Máximo, que viria a ser diretor da emissora em Afogados.

Nesse período, fui apresentado por Padre Luizinho, ainda seminarista, ao Padre João. “Faça o que puder para ajudar esse menino que ele tem futuro”, disse. Padre João foi, como até hoje um pai na plenitude da palavra. De pronto, conseguiu um quarto mais aconchegante no Colégio da Imaculada Conceição, gerido pelas freiras. Os ventos sopravam a meu favor: a madre superiora era “Irmã Galindo”. Ganhei um ponto de apoio para minhas idas a Serra. E uma referência paterna que me ensinou muito, desde os valores até qualidades de como administrar, por exemplo.

Em maio de 1993, a Transertaneja ia ao ar em festa na cidade. Fui a primeira voz a ir ao ar oficialmente, numa equipe que ainda tinha Edcarlos, Élio Fernandez e Ney Gomes, outro amigo que a vida me deu.

Não fiquei muito tempo. Em 1 de agosto de 1994 assinava minha carteira no Sindicato dos Trabalhadores Rurais como Auxiliar de Contabilidade. Na verdade, atuei também assessorando o Polo Pajeú da FETAPE, ao lado de um tal José Patriota, na época com 35 anos, responsável pelo polo, tão  sabido e preparado como hoje, outra experiência enriquecedora. Chegamos a apresentar juntos o programa da entidade. Mas eu sabia que ali, poderia voltar pra Pajeú, o que se materializou aos poucos.

Primeiro participando do programa Anchieta Santos, depois sendo convidado a voltar para a Seleção do Povo. Lembro da chamada de Anchieta detalhando toda a cobertura – os Jogos Escolares eram um grande acontecimento para a cobertura esportiva – e anunciando ao final; “E a volta de Nill Júnior, o Repórter Revelação da Seleção do Povo”, tocando em seguida “Eu voltei, agora é pra ficar”, com Roberto Carlos.

E fiquei. Em 1 de abril de 1995, numa articulação que envolveu Padre João, Anchieta e o Diretor Rogério Oliveira, finalmente assinei a carteira, em 1 de agosto de 1995. Só saí uma vez, em um projeto de reestruturação da Rádio Cardeal Arcoverde, onde também fiz muitos amigos. Cumprida a missão naqueles idos de 1998, pedi pra voltar. A Pajeú aceitou e voltei pra não sair mais. Finquei os pés de volta ao Sertão com o compromisso de não sair mais.

Fiz de tudo na rádio, mas sempre com um pé com no radiojornalismo. Sempre apegado à informação e prestação de serviço. “Entrevista na Manhã”, “Radar das Treze”, “Nova Manhã” foram alguns programas que tive oportunidade de fazer na Pioneira do Sertão Pernambucano.

O tempo passou e vieram os anos 2000. Já em fevereiro de 2001, fui convidado por Dom Luis Pepeu para assumir a Gerência de Programação da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios. Iniciamos em abril daquele ano a nova grade de programação. Em 2004 nasceu o blog, fruto da produção diária de conteúdo na Rádio Pajeú. Em 2007, a oportunidade de ser Gerente Administrativo. O resto da história você conhece… São 30 anos de muito obrigado!

Agência MV4 inicia novo ciclo de pesquisa do Prêmio Excelência MV4 2025

A Agência MV4 inicia mais um ano de pesquisas do Prêmio Excelência MV4, que chega à sua quinta edição consecutiva reafirmando o compromisso com a credibilidade, a transparência e a participação popular. Assim como desde a primeira edição, a pesquisa será realizada exclusivamente de forma on-line, garantindo amplo alcance e acesso democrático aos participantes de […]

A Agência MV4 inicia mais um ano de pesquisas do Prêmio Excelência MV4, que chega à sua quinta edição consecutiva reafirmando o compromisso com a credibilidade, a transparência e a participação popular. Assim como desde a primeira edição, a pesquisa será realizada exclusivamente de forma on-line, garantindo amplo alcance e acesso democrático aos participantes de toda a região.

O levantamento será disponibilizado por meio do site Folha do Pajeú, utilizando o sistema seguro e transparente do Google, ferramenta que assegura confiabilidade, controle e integridade das informações coletadas. A partir da próxima segunda-feira, o público poderá participar da pesquisa referente ao ano-base 2025, que contempla os municípios do Sertão do Pajeú, Sertão do Moxotó e Sertão Central, nas áreas política e administrativa.

Reconhecida em todo o Sertão pernambucano pela seriedade do seu trabalho, a MV4 reforça que a pesquisa é o pilar central do Prêmio Excelência, sendo conduzida com responsabilidade, ética e total transparência em todas as etapas. Os resultados darão origem à edição 2025 da premiação, cuja solenidade está prevista para o mês de março, no município de Afogados da Ingazeira, consolidando mais um ano de compromisso com a verdade e a boa gestão pública.

Afogados: pagamento de aposentados e pensionistas na CEF foi show de desrespeito e desumanidade, denuncia professora

Impressionante o desrespeito verificado por pensionistas que foram até a CEF para o recebimento do pagamento referente a outubro, segundo o relato da professora aposentada Yara Silva à Rádio Pajeú. “Fomos pegar a ficha para atendimento, mas nos avisaram que só teria dinheiro nas nossas contas a partir das onze horas. Quando chegou no horário, […]

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Impressionante o desrespeito verificado por pensionistas que foram até a CEF para o recebimento do pagamento referente a outubro, segundo o relato da professora aposentada Yara Silva à Rádio Pajeú.

“Fomos pegar a ficha para atendimento, mas nos avisaram que só teria dinheiro nas nossas contas a partir das onze horas. Quando chegou no horário, fomos avisados que o dinheiro só  chegaria duas da tarde e que as fichas de atendimento que recebemos não serviriam mais”. As fichas entregues pela CEF identificam a ordem de atendimento.

Pra piorar o desrespeito, aposentados e  pensionistas foram informados pela Gerência que só seriam atendidos após o atendimento de todos os outros clientes, sem que tivessem qualquer preferência ou respeito ao que diz o Estatuto do Idoso.

“Isso nos causou constrangimento e indignação. Foi grande a falta de respeito, responsabilidade e organização. Havia pessoas de bairros distantes e zona rural. Alguns que não se alimentaram, deixaram de tomar medicação ou passaram mal. Demos nossa cota de trabalho ao município ainda somos tributados e somos tratados assim”, desabafou.

Sertão do Pajeú contabiliza 568 casos de covid-19

Tabira registrou mais duas mortes neste domingo. Santa Cruz da Baixa Verde tem um óbito sendo investigado. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados neste domingo (14.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, dezesseis, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 568 casos. Cinco […]

Tabira registrou mais duas mortes neste domingo.

Santa Cruz da Baixa Verde tem um óbito sendo investigado.

Por André Luis

De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados neste domingo (14.06), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, dezesseis, das dezessete cidades da região, tem casos confirmados de Covid-19. Juntas somam, 568 casos. Cinco municípios registraram 15 confirmações nas últimas 24 horas.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, continua liderando o número de casos na região e conta com 228 confirmações. Logo em seguida, com 74 casos confirmados está Tabira, São José do Egito tem 62, casos.

Afogados da Ingazeira está com 30 casos confirmados, Triunfo e Carnaíba tem 29 cada, Iguaracy subiu para 21, e Flores para 19, Tuparetama e Brejinho estão com 16 cada e Itapetim continua com 13 casos confirmados.

Quixaba tem 10 casos, Santa Terezinha tem 9, Calumbi está com 6, Ingazeira está com 4 casos e Santa Cruz da Baixa Verde subiu para 2 casos confirmados.

Solidão segue sem nenhum registro de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus.

Mortes – Com mais três óbitos registrados neste final de semana, a região do Pajeú tem agora 27. Até o momento, nove cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada, Carnaíba e Tabira tem 5 óbitos cada, Triunfo tem 4, Quixaba 3, Tuparetama 2, Iguaracy, Itapetim e São José do Egito com 1 óbito cada.

Santa Cruz da Baixa Verde tem um óbito em investigação, portanto ainda não conta como óbito confirmado.

Recuperados – As dezesseis cidades da região, que possuem casos confirmados registraram 329 recuperados. O que corresponde a 57,92% dos casos confirmados.

O levantamento foi feito na manhã desta segunda-feira (15.06), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Prefeito de Bodocó vem conhecer gestão Sandrinho

O Prefeito de Bodocó, Otávio Tavares (PSB), esteve nesta quarta (11) em Afogados da Ingazeira, conhecendo as experiências exitosas da gestão e o modelo de monitoramento permanente por resultados. Ele esteve acompanhado do vereador José Nilson, e dos Secretários de Administração, Carlos Eduardo, e de Infraestrutura, Pedro Pedrosa, esse último também vereador licenciado. A reunião […]

O Prefeito de Bodocó, Otávio Tavares (PSB), esteve nesta quarta (11) em Afogados da Ingazeira, conhecendo as experiências exitosas da gestão e o modelo de monitoramento permanente por resultados.

Ele esteve acompanhado do vereador José Nilson, e dos Secretários de Administração, Carlos Eduardo, e de Infraestrutura, Pedro Pedrosa, esse último também vereador licenciado.

A reunião de trabalho ocorreu no centro municipal de logística e foi coordenada pelo Prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira.

Acompanharam a reunião, os Secretários de Governo, Alexandre Morais, e de Transportes, Flaviana Rosa, além de gestores da secretaria de administração.

Durante a reunião, ocorrida pela manhã, Sandrinho apresentou os tópicos da governança por resultados implantada no município.

Na parte da tarde, os gestores do município do Sertão do Araripe visitaram o sistema de reuso, o estádio Vianão, a usina de asfalto e a fábrica municipal de meio-fio e de blocos intertravados, usados no calçamento de ruas e na recuperação/instalação de calçadas.