Joel Gomes diz que prefeito eleito de Tuparetama assumirá respondendo mais de 70 processos
Por Nill Júnior
Defensor intransigente da construção da Barragem de Ingazeira, o vereador Joel Gomes (PR) disse ontem em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que a não liberação de recursos federais impediram a retomada da obra no prazo prometido pelo Dnocs.
Joel disse estar confiante de que antes do final de 2016 a Barragem terá sua construção retomada. Gomes, que depois de quatro mandatos não disputou a reeleição, disse não estar arrependido da decisão.
Reclamou ter sido ignorado durante o mandato pelo Prefeito Deva Pessoa (PSD) e já que a terceira via não vingou, preferiu ficar ausente, prometendo voltar à disputa em 2020.
Detalhe: Joel disse que passada a eleição e já derrotado, Deva o procurou para conversar. Dá para entender?
Sobre a perspectiva do futuro governo Sávio Torres (PTB), o vereador fez críticas e afirmou não acreditar na convicção política do eleito. “Ele vai assumir Tuparetama mais preocupado com o pessoal do que com o coletivo”.
O parlamentar disse nunca ter dito que Sávio não seria candidato e sim, que se a justiça fosse feita, ele não disputaria a eleição. “Com 29 ações na Justiça Federal, quase 50 ações tramitando na justiça comum e processos na Justiça Federal, se a justiça for exercida, ele pode não cumprir o mandato”.
E continuou: “Ao contrário do que Sávio disse neste programa, que o caso do Banco Mattone não passou de um empréstimo consignado, já pago, o processo não foi encerrado e o crime está caracterizado”.
Ele completou mandando um recado ao prefeito eleito: “Mesmo estando sem mandato, vou exercer o meu mandato de cidadão”.
O município de Serra Talhada marcou presença no último mês de julho do 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva – “Fortalecer o SUS, os direitos e a democracia” promovido pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO, de 26 a 29, na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. Na oportunidade, o município de Serra […]
O município de Serra Talhada marcou presença no último mês de julho do 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva – “Fortalecer o SUS, os direitos e a democracia” promovido pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO, de 26 a 29, na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.
Na oportunidade, o município de Serra Talhada foi representado pelo coordenador de Programas Estratégicos da Secretaria Municipal de Saúde, Hugo Leonardo, que apresentou o “Planejamento Estratégico Situacional na Gestão da Atenção Primária de Serra Talhada” no evento.
“O evento foi de grande conhecimento profissional e serviu como parâmetro para avaliarmos o cenário do município de Serra Talhada no que diz respeito ao planejamento estratégico de nossa gestão da Atenção Primária. Mesmo com todas as dificuldades nós estamos bem à frente da média brasileira em saúde pública”, afirmou Hugo Leonardo.
O Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva é um dos mais importantes fóruns científicos da área em todo o mundo. Carinhosamente conhecido como Abrascão, o evento acontece a cada três anos e sedia a Assembleia Geral da entidade, que define sua nova diretoria e conselho. Participaram do evento, sanitaristas, epidemiologistas, cientistas políticos, cientistas sociais, comunicadores, especialistas em políticas públicas, profissionais e trabalhadores da saúde, gestores e técnicos da saúde, além de militantes de movimentos sociais e de entidades da sociedade civil atuantes na área da saúde.
O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal Da Agência Estado O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$ 76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de […]
Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público Foto: EBC
O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal
Da Agência Estado
O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$ 76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de uma década, a preocupação é que parte desses empreendimentos seja de vez abandonada.
O resultado faz parte do estudo Impacto Econômico e Social das Obras Públicas no Brasil, feito pelo presidente da consultoria InterB, Cláudio Frischtak, a pedido da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal. Além dos projetos tradicionais e bilionários, como as Ferrovias Norte-Sul e Oeste-Leste, o trabalho coloca luz sobre a paralisação de obras menores, como creches e escolas municipais.
Embora seja alarmante, o resultado do estudo pode ser considerado conservador, afirma Frischtak. Isso porque o conjunto de informações disponíveis sobre o assunto é escasso e incompleto nas esferas estaduais e municipais. Pelas estimativas do economista, se incluídas essas obras, o volume de projetos paralisados no País sobe para R$ 144 bilhões. “A situação é muito pior do que a gente consegue mensurar.”
A paralisação de obras, que já era grave nos tempos de bonança da economia, vem se transformando num problema crônico com a incapacidade de o Estado investir, alertam especialistas. Com dificuldade para fechar a conta no azul, a medida mais fácil tem sido cortar investimentos. E isso tem ocorrido num efeito dominó que atinge todas as esferas públicas: governo federal, Estados e municípios.
“Como não dá para mexer nos gastos obrigatórios, a alternativa tem sido limitar investimentos importantes para o País voltar a crescer”, afirma o diretor de macroeconomia do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Ronaldo Souza Junior. O resultado é a ausência de novos projetos e a paralisação daqueles já iniciados.
Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público, com o inevitável aumento dos custos numa retomada, afirma o presidente da Comissão de Infraestrutura da Cbic, Carlos Eduardo Lima Jorge Isso ocorre por causa da deterioração de serviços já feitos e de reajustes do contrato pelo tempo parado.
Para o executivo, existe ainda outro efeito perverso na paralisação de obras: muitas delas perderam sentido econômico e social e não se justificam mais. “Ou seja, o dinheiro investido no início do projeto vai para o lixo”, completa o presidente do Cbic, José Carlos Martins. Na avaliação dele, mesmo aquelas que têm racionalidade econômica correm o risco de não serem concluídas. Além da falta de dinheiro, diz o executivo, as obras paradas também sofrem com problemas de desapropriação, licenciamento ambiental e má qualidade dos projetos executivos.
Empurrão
Na prática, a interrupção de obras tem impacto direto no Produto Interno Bruto (PIB), cujo desempenho está abaixo do esperado neste ano. Pelos cálculos de Frischtak, apenas a retomada dos projetos federais poderia dar um impulso de 1,8% no PIB, o que significaria R$ 115 bilhões a mais na economia nacional.
O ator americano Leonardo DiCaprio se manifestou neste sábado (30) após o presidente Jair Bolsonaro acusá-lo de colaborar com queimadas criminosas na Amazônia por meio de doações à WWF, organização não governamental (ONG) que atua na área ambiental. “Embora mereçam apoio, nós não financiamos as organizações citadas”, afirmou. No comunicado, o ator disse ainda ter orgulho de grupos que protegem […]
O ator americano Leonardo DiCaprio se manifestou neste sábado (30) após o presidente Jair Bolsonaro acusá-lo de colaborar com queimadas criminosas na Amazônia por meio de doações à WWF, organização não governamental (ONG) que atua na área ambiental.
“Embora mereçam apoio, nós não financiamos as organizações citadas”, afirmou. No comunicado, o ator disse ainda ter orgulho de grupos que protegem ecossistemas e elogiou o povo brasileiro, que “está trabalhando para salvar seu patrimônio natural e cultural”.
Bolsonaro fez as acusações a DiCaprio nesta sexta-feira (29), ao se encontrar com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, em Brasília.
“Quando eu falei que há suspeitas de ONGs, o que a imprensa fez comigo? Agora, o Leonardo DiCaprio é um cara legal, não é? Dando dinheiro para tacar fogo na Amazônia”, disse.
O fotógrafo sertanejo Wellington Júnior, que esteve conosco na ExpoSerra, teve sua foto como uma das escolhidas para o concurso Brasília Photo Show 2016. Ele foi selecionado com a foto The Cats eye, em que aparece um bichano com um jovem de fundo. O rapaz da foto é Allan Albuquerque, funcionário da Casa Rodrigues e seu […]
O fotógrafo sertanejo Wellington Júnior, que esteve conosco na ExpoSerra, teve sua foto como uma das escolhidas para o concurso Brasília Photo Show 2016. Ele foi selecionado com a foto The Cats eye, em que aparece um bichano com um jovem de fundo. O rapaz da foto é Allan Albuquerque, funcionário da Casa Rodrigues e seu gato.
O festival internacional de fotografia Brasília Photo Show teve as inscrições realizadas até o dia 15 de julho. Foram inscritas fotos de máquina digital, celular e tablet. As fotografias estão sendo exibidas no Facebook do festival para serem apreciadas,curtidas, comentadas e compartilhadas. Após essa etapa serão escolhidas as imagens vencedoras.
Equipamentos fotográficos, celulares, créditos de viagem, livros, certificações, cursos e a inserção da foto em um livro de arte, estão entre os prêmios a serem distribuídos.
Em novembro de 2016 será realizada a grande festa de entrega dos prêmios e lançamento do livro oficial com as 306 melhores fotos do festival. A partir desta data são iniciadas as exposições com as fotos vencedoras.As fotos vencedoras da edição 2015/2016 se revezam em uma série de oito mostras programadas para o decorrer de 2016, no ParkShopping/Brasília.
Após ter se reunido com a bancada federal em Brasília e com os deputados estaduais com mandato e eleitos, a governadora eleita, Raquel Lyra (PSDB), e a sua vice, Priscila Krause (Cidadania), convidam os prefeitos e prefeitas de todo Estado para um encontro, na próxima quarta-feira (7). O evento acontecerá no Espaço Renato Machado, às […]
Após ter se reunido com a bancada federal em Brasília e com os deputados estaduais com mandato e eleitos, a governadora eleita, Raquel Lyra (PSDB), e a sua vice, Priscila Krause (Cidadania), convidam os prefeitos e prefeitas de todo Estado para um encontro, na próxima quarta-feira (7).
O evento acontecerá no Espaço Renato Machado, às 14h30, em Caruaru. O local fica próximo ao antigo Paladium, no início da estrada sentido Riacho das Almas.
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