João Paulo diz que mudar governo de PE não é solução
Por Nill Júnior
JP teve encontro com Paulo Câmara
JP teve encontro com Paulo Câmara
Ex-prefeito do Recife, João Paulo (PT) afirmou que a solução para o povo pernambucano não está na mudança do governo Paulo Câmara (PSB).
Na análise dele, o foco do PT este ano deve ser a eleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comando do Palácio do Planalto, razão pela qual a legenda petista tem tentado se reaproximar do PSB.
“Falei para Lula que a razão principal do PT nesta política é a eleição dele para presidente da República, então não é mudando o governo daqui [de Pernambuco] que o povo vai reaver suas perdas de emprego, salário, saúde educação”, salientou durante passagem por Bezerros, no Agreste.
Depois de defender sutilmente a renovação do mandato de Paulo Câmara, ele negou a especulação de que poderia ser vice na chapa do pessebista em outubro. “Eu disse a Lula que estava para ajudar no que fosse necessário, até de não ser candidato, ficar ajudando na coordenação da campanha dele, mas ele me disse que queria que eu fosse candidato a deputado federal”, completou.
A postura de João Paulo foi exposta logo depois de um encontro entre ele e Câmara, durante o Carnaval dos Papangus. O petista é um dos que não se opõe ao realinhamento com o PSB.
Após a primeira reunião de monitoramento com os secretários da sua gestão, realizada nesta sexta-feira (6), o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, confirmou algumas das medidas tratadas no encontro desta semana com o Sindsemp (Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina). Uma delas, por exemplo, refere-se ao pagamento do bônus do Fundeb (Fundo de Manutenção e […]
Após a primeira reunião de monitoramento com os secretários da sua gestão, realizada nesta sexta-feira (6), o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, confirmou algumas das medidas tratadas no encontro desta semana com o Sindsemp (Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina).
Uma delas, por exemplo, refere-se ao pagamento do bônus do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), que deve ser efetuado no prazo de 10 dias.
Outra boa notícia é que o pagamento referente a 1/3 de férias do Fundeb 60 foi autorizado na quinta-feira (5) e já está disponível na conta dos servidores da educação. Quanto ao pagamento de 1/3 férias do Fundeb 40, a prefeitura fará a geração da folha para entrar em programação financeira conforme o fluxo de receitas do Fundeb 2017.
Sobre os salários atrasados dos servidores da Secretaria de Saúde, Miguel informou que a prefeitura possui o valor referente a 60% da folha. O Sindsemp será convocado para uma nova reunião a fim de definir um calendário para pagamento, de forma que os servidores e suas famílias não sejam mais prejudicados.
Diante da necessidade de revisar as concessões das gratificações e horas extras, suspensas por decreto, ficou definido ainda que os secretários das respectivas pastas deverão apresentar até a próxima terça-feira (10) o rol das gratificações que serão excepcionalizadas – pelo caráter essencial e estrito interesse público – até a conclusão das análises.
O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), classificou como absolutamente inaceitável a tentativa de interferência do presidente interino Michel Temer (PMDB) para encurtar o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) que tramita na Casa. O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, havia marcado o início da votação no plenário […]
O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), classificou como absolutamente inaceitável a tentativa de interferência do presidente interino Michel Temer (PMDB) para encurtar o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT) que tramita na Casa.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, havia marcado o início da votação no plenário do Senado para o dia 29 de agosto, mas o Palácio do Planalto tem procurado interlocutores no Senado, especialmente do PMDB, para reduzir o prazo, conforme noticiou a imprensa.
Humberto afirmou nesta quarta-feira (3), durante sessão da Comissão Especial do Impeachment destinada a discutir o relatório de Antonio Anastasia (PSDB-MG), que a pressão de Temer sobre o Senado é clara e completamente indevida.
“Os jornais trazem a informação de que Temer quer que a cassação do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) só ocorra após a votação do impeachment de Dilma. E essa pressa tem uma justificativa: o presidente está com medo porque Cunha pode provocar uma hecatombe no seu governo biônico, denunciando todas as falcatruas que sabe sobre ele e seus integrantes”, disse.
O parlamentar acredita que o Senado não vai, de forma alguma, ceder a esses caprichos do governo, “até porque todos nós sabemos o que está por trás disso tudo”. Segundo Humberto, o argumento de que a “demora” na apreciação da denúncia contra Dilma agrava a crise do país é falsa, porque a única coisa que a oposição fez desde a eleição de Dilma, na avaliação dele, foi agravar a crise.
“Não deram a ela um dia de tranquilidade para que pudesse governar este país. Por outro lado, não se trata de votar logo o impeachment para que Temer possa ir ao G-20 no começo de setembro. Isso é uma bobagem. Ele pode ir como interino. O que está por trás disso é um acordão que envolve Eduardo Cunha, porque Temer tem medo da delação dele”, ressaltou.
José Bertotti, à frente da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade há 40 meses, solicitou ao governador Paulo Câmara o afastamento da titularidade da pasta, para se lançar pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB. A secretária-executiva da Semas, Inamara Mélo, está respondendo interinamente pela secretaria. Ela também é filiada à mesma legenda. Bertotti já […]
José Bertotti, à frente da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade há 40 meses, solicitou ao governador Paulo Câmara o afastamento da titularidade da pasta, para se lançar pré-candidato a deputado estadual pelo PCdoB.
A secretária-executiva da Semas, Inamara Mélo, está respondendo interinamente pela secretaria. Ela também é filiada à mesma legenda.
Bertotti já passou pela Prefeitura do Recife, comandando a Assistência Social, e também a pasta de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico.
Em 2013, assumiu a secretaria executiva de Ciência e Tecnologia de Pernambuco. E, um ano depois, a posição de secretário da pasta. Bertotti saiu da administração estadual para coordenar a representação regional do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação no Nordeste.
A Comissão do Vestibular da Faculdade de Integração do Sertão – FIS informou em nota que foram abertas as inscrições do Processo Seletivo de Vestibular Unificado para o curso de odontologia. Haverá abertura de turmas para primeiro e segundo semestre deste ano. As inscrições vão até o dia 03 de fevereiro através da internet e […]
A Comissão do Vestibular da Faculdade de Integração do Sertão – FIS informou em nota que foram abertas as inscrições do Processo Seletivo de Vestibular Unificado para o curso de odontologia.
Haverá abertura de turmas para primeiro e segundo semestre deste ano.
As inscrições vão até o dia 03 de fevereiro através da internet e também presencialmente, de 2.ª a 6.ª feira das 14 às 21 horas, no(s) terminal(is) de atendimento localizado(s) na sede da FIS, na Rua João Luiz de Melo, n.° 2110 – Bairro Tancredo Neves.
Não haverá atendimento aos sábados, domingos e feriados e o boleto da inscrição deverá ser pago até o dia subseqüente ao dia da inscrição.
O curso foi autorizado pela portaria 847 do MEC, que criou 160 vagas. Segundo o professor Luiz Melo, Diretor da Instituição, falando ao blog em dezembro, as aulas já deverão começar em março de 2017”, informou.
Criada em 2003, a FIS conta agora com doze cursos na unidade. Além de Odontologia, a FIS já conta com Direito, Administração, Contábeis, Enfermagem, Fisioterapia, Farmácia, Logística, Rede de Computadores, Segurança do Trabalho, Engenharia Civil e Construção de Edifícios.
A Câmara dos Deputados tem uma sessão extraordinária marcada para esta segunda-feira (7) para eleger a comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O colegiado será composto por 65 integrantes titulares e igual número de suplentes indicados pelos partidos de acordo com o tamanho das bancadas. Caberá à comissão proferir […]
A Câmara dos Deputados tem uma sessão extraordinária marcada para esta segunda-feira (7) para eleger a comissão especial que analisará o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O colegiado será composto por 65 integrantes titulares e igual número de suplentes indicados pelos partidos de acordo com o tamanho das bancadas. Caberá à comissão proferir parecer pela continuidade ou não do processo, que depois precisará ser votado em plenário.
Os trabalhos devem começar no dia seguinte, com a eleição do presidente e do relator. Com a instalação da comissão, Dilma será notificada e começará a contar o prazo de dez sessões da Câmara para que ela apresente a sua defesa.
O processo de impeachment foi deflagrado na última quarta-feira (2) pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele acatou pedido formulado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior.
Na terça-feira (8), o Conselho de Ética deve se reunir para tentar votar o parecer preliminar do deputado Fausto Pinato (PRB-SP) pela continuação das investigações sobre as suspeitas contra Eduardo Cunha de suposta quebra de decoro parlamentar. Na semana passada, aliados do peemedebistaconseguiram adiar a votação do relatório.
Senado: O plenário do Senado deve votar nesta semana a proposta de repatriação de recursos de brasileiros não-declarados no exterior, uma das medidas do ajuste fiscal. Essa será a última etapa antes de o texto ir para sanção da presidente, já que a matéria já passou pela aprovação da Câmara dos Deputados.
Na última quarta (2), a Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional do Senado aprovou o texto, que regulariza, mediante pagamento de multa, dinheiro enviado por brasileiros ao exterior sem declaração à Receita Federal.
Na sexta-feira anterior à sua prisão, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que atuava como líder do governo no Senado, falou da articulação para que o projeto fosse votado no Senado. Segundo relatou o senador ao G1, a expectativa era que o texto fosse votado no Senado nos primeiros dias de dezembro.
Pela proposta do relator do texto na Câmara, deputado Manoel Junior (PMDB-PB), quem desejar repatriar seus recursos terá de pagar um percentual 30% sobre o valor, sendo 15% de multa e 15% de Imposto de Renda.
O projeto original do governo previa um percentual de 35% sobre o valor declarado, sendo 17,5% de multa e 17,5% de Imposto de Renda. Ao lançar a proposta com esses percentuais, o governo estimou que a arrecadação trazida com a repatriação ficaria entre R$ 100 bilhões e R$ 150 bilhões.
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