João Campos vai a Caruaru, “reduto” de Raquel Lyra
Por Nill Júnior
O pré-candidato a governador João Campos (PSB) esteve nesta terça-feira (23), em Caruaru, no Agreste.
Ele transitou pelo Alto do Moura acompanhado de apoiadores, no reduto da governadora Raquel Lyra (PSD). A cidade se soma a uma lista de polos juninos visitados pelo ex-prefeito do Recife nos últimos dias, a exemplo de Araripina, Serra Talhada e Arcoverde.
“Estou aqui no Alto do Moura vendo essa maravilha da cultura pernambucana e nordestina. Viva o Mestre Vitalino, o verdadeiro rei do barro, que através de sua arte deu significado à luta do povo do Nordeste brasileiro. Mestre Vitalino é um patrimônio da cultura pernambucana e nordestina”, declarou João.
O pré-candidato esteve acompanhado de nomes da política de Caruaru, como os ex-prefeitos José Queiroz e Tony Gel, a ex-deputada Laura Gomes e os pré-candidatos a deputados Delegado Lessa (Republicanos), Dilson Oliveira (PSB) e Vitinho Maia (PSB). Também estiveram presentes o pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), a pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), os prefeitos Ruben Lima (Panelas), Josué Mendes (Agrestina) e Josafá Almeida (São Caetano), as deputadas federais Tabata Amaral (PSB) e Maria Arraes (PSB), o deputado federal Pedro Campos (PSB) e lideranças de outros municípios.
Mais cedo, João Campos também esteve em Gravatá, outro importante polo junino do estado. Acompanhado de apoiadores, ele passou por ruas do centro do município e percorreu os corredores do mercado público.
Por Júnior Alves/Blog Tabira Hoje Essa é mais uma da série de coisas absurdas que contrariam a lei, provocam as autoridades e que você só vê em Tabira. Passou o período junino com festas nos quatro cantos da região e não houve registros iguais aos que aconteceram em Tabira no último final de semana. Empolgada […]
Essa é mais uma da série de coisas absurdas que contrariam a lei, provocam as autoridades e que você só vê em Tabira. Passou o período junino com festas nos quatro cantos da região e não houve registros iguais aos que aconteceram em Tabira no último final de semana.
Empolgada para fazer a média com a gestora de Tabira, a banda Vilões do Forró, uma das atrações do 17º Festival do Frio da Borborema, promoveu um verdadeiro comício com dinheiro público.
E o pior: em momento algum o cantor foi alertado pela prefeita ou qualquer integrante do governo para parar de cantar as músicas de cunho político, inclusive citando o nome da prefeita Nicinha nas letras.
Também foi observado pelo público presente que no intervalo entre uma banda e outra houve discursos da prefeita e do seu esposo, Dinca Brandino, que disse que estava falando ali na condição de presidente do MDB.
O uso da máquina para promoção pessoal é crime e está previsto no artigo 37 da Constituição Federal. Onde está o Ministério Público que não está vendo isso? A gestão de Tabira está acima da lei?
O Hospital Regional Ruy de Barros Correia (HRRBC), unidade da rede estadual de saúde localizada em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, está com estrutura reforçada para atender à demanda do período de sazonalidade, marcado pelo aumento de casos de doenças respiratórias em crianças. Para esse período de sazonalidade foram abertos 05 leitos na sala vermelha, […]
O Hospital Regional Ruy de Barros Correia (HRRBC), unidade da rede estadual de saúde localizada em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, está com estrutura reforçada para atender à demanda do período de sazonalidade, marcado pelo aumento de casos de doenças respiratórias em crianças.
Para esse período de sazonalidade foram abertos 05 leitos na sala vermelha, 05 leitos na sala amarela e 10 leitos de enfermaria, ampliando a capacidade de assistência pediátrica da unidade.
São realizados por dia, uma média de 44 atendimentos de urgência e emergência pediátrica. Foram 928 atendimentos até esta quarta-feira (22). Desse total, 111 crianças precisaram de internamento com diagnóstico de Infecção de Vias Aéreas Superiores (IVAS).
Para garantir assistência qualificada, a pediatria conta com equipes multiprofissionais formadas por 21 enfermeiros, 41 técnicos de enfermagem, 06 fisioterapeutas, 05 psicólogos, 01 farmacêutica, 03 nutricionistas, 06 assistentes sociais e 03 técnicos de radiologia.
De acordo com o coordenador da Pediatria do HRRBC, Caio Figueiredo, o período de chuvas historicamente provoca aumento das infecções respiratórias infantis e exige atenção redobrada das famílias e dos serviços de saúde.
“O aumento das infecções respiratórias nesta época do ano sobrecarrega os serviços pediátricos em todo o estado. Por isso, é fundamental reforçar medidas preventivas simples, como a higiene das mãos, especialmente ao chegar da rua e antes do contato com as crianças, além do uso do álcool em gel e dos cuidados dentro de casa”, destacou.
O médico também ressaltou a importância de manter a vacinação atualizada. “As vacinas contra Covid-19, Influenza, pneumonia e coqueluche são essenciais para reduzir casos graves e internações no público infantil,” destacou Caio.
O pediatra alerta para o acompanhamento de crianças asmáticas, condição comum na infância e que pode se agravar durante o período sazonal. “Quando a asma não está controlada, aumenta o risco de crises respiratórias. Nesses casos, é importante procurar o pediatra ou a unidade básica de saúde para avaliação e possível ajuste do tratamento”, explicou.
O médico também orientou pais e responsáveis a buscarem atendimento médico imediato diante de sintomas como tosse persistente, excesso de secreção, cansaço, chiado no peito ou dificuldade para respirar, mesmo quando a criança estiver em repouso.
Outro destaque é a utilização do Nirsevimabe, anticorpo monoclonal disponibilizado pelo SUS para bebês prematuros elegíveis, que atua na proteção contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), um dos principais causadores da bronquiolite. A recomendação é que as famílias procurem o Programa Nacional de Imunizações (PNI) do município para obter informações sobre acesso ao medicamento.
Órgão também cobra manutenção de fluxo d’água e compromisso com rodízio de abastecimento. Por André Luis O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, informou, nesta sexta-feira (9), durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que o Ministério Público, fez alguns encaminhamentos e cobranças à Compesa, durante reunião. Entre os encaminhamentos. O primeiro com […]
Órgão também cobra manutenção de fluxo d’água e compromisso com rodízio de abastecimento.
Por André Luis
O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, informou, nesta sexta-feira (9), durante entrevista ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, que o Ministério Público, fez alguns encaminhamentos e cobranças à Compesa, durante reunião.
Entre os encaminhamentos. O primeiro com relação à dificuldade de abastecimento em Afogados da Ingazeira, identificada pelo grande número de reclamações de clientes, tanto na Rádio Pajeú, como no próprio Ministério Público.
“A Compesa colocou a redução da captação no ramal de Sertânia por conta da diminuição do fluxo no canal. Existe uma obra no valor de R$2 milhões, que está sendo feita para que essa captação deixe de ser feita no canal e passe a ser feita numa barragem, e aí, o sistema fica estabilizado e não teria essa questão de fluxo de maior ou menor quantidade de água. Mas essa obra ainda não foi concluída, então para que aja a normalização do abastecimento em Afogados da Ingazeira e Tabira seria necessário que o fluxo de água no canal seja mantido pelo operador, que é, no caso, o Dnocs e o Governo Federal”, informou.
O promotor informou também, que foi feito um ofício ao Governo Federal, para que nesse período de transição seja mantido esse fluxo “que foi liberado inclusive, por conta da visita do presidente e a informação da Compesa é de que não estava tendo problemas, mas vimos ainda durante esta semana algumas reclamações. Mesmo que seja regularizado agora, se a qualquer momento diminuir, volta tudo de novo”, destacou o promotor.
Outro encaminhamento, segundo Lúcio Almeida, foi o pedido de informação sobre quando se concluí essa obra.
O promotor informou ainda, que outro ponto discutido na reunião, foi com relação à situação tarifária da companhia. Ele disse que o Ministério Público não se contenta com a situação, onde os clientes pagam por um serviço, que não é prestado.
“Se existiram vários dias de falta de abastecimento, haveria de ter uma compensação financeira, em relação às contas, ao pagamento. Porque não é justo, ao ver de qualquer pessoa, não só da promotoria que você recebe um ou dois dias e pague como se tivesse recebido o mês inteiro”.
Lúcio Almeida disse que essa questão foi aprofundada e que existe hoje pela norma vigente a tarifa mínima, mas disse que o Ministério Público está brigando para que aja mudanças na forma como a tarifa é cobrada.
“As pessoas que estavam presentes na reunião, não tem o poder de mudar isso, mas estamos oficiando a presidência da Compesa e Arpe, que faz essa regulação, com relação a essa taxa mínima, que é cobrada de 1 a 10 mil litros. Então, se você receber 10, ou 500, ou 9.500 litros, vai pagar a mesma coisa. Eu penso que isso tem que ser revisto, porque teria que ter um valor maior para ser o limite mínimo, porque se você receber num mês 100 litros é praticamente nada”, afirmou.
O promotor disse acreditar que o ideal seria elevar o consumo mínimo para 1.000 litros, “ai você paga a taxa, se não receber fica isento, Eu defendi essa mudança, mas as pessoas na reunião não tem o poder para isso e ficamos de colocar esta questão para a presidência da companhia e para a Arpe, que pode reunir um conselho para deliberar e editar essa mudança tarifária”, informou.
“Esse questionamento, se não for resolvido por via administrativa, ainda assim judicialmente pode ser questionado para em relação a esse período que faltou o abastecimento regular ter uma compensação financeira”, destacou Lúcio Almeida.
O promotor informou ainda, que a Compesa ficou de enviar um calendário de rodízio dos bairros de Afogados da Ingazeira, e que será cobrado da companhia o seguimento a risca desse calendário. Também que a população observe se o rodízio está sendo seguido e caso não, comunique a Compesa, que se comprometeu em receber as demandas e equalizar os problemas. Ainda pediu para que o Ministério Público, seja comunicado caso aja quebra no rodízio.
Estou de volta á Rádio Pajeú depois de férias. E de cara, o Debate das Dez do programa Manhã Total traz uma notícia para acalmar os sertanejos: a de que não há motivo para alarde em relação ao Coronavírus nessa região sertaneja. O programa ouviu o infectologista Jandieverton Pereira, que acalmou a população dessa região. […]
Estou de volta á Rádio Pajeú depois de férias. E de cara, o Debate das Dez do programa Manhã Total traz uma notícia para acalmar os sertanejos: a de que não há motivo para alarde em relação ao Coronavírus nessa região sertaneja.
O programa ouviu o infectologista Jandieverton Pereira, que acalmou a população dessa região. Para ele, há um alarde na imprensa nacional que deve gerar um estado de atenção, mas nada de pandemônio ou desespero.
Para que se tenha uma ideia, sua letalidade é menor que a do H1N1, vírus da gripe. Também registre-se, o vírus não prospera em regiões como a nossa.
Obviamente, deve se ter cuidado principalmente com pessoas que tenham tido contato com infectados na China ou outras partes do mundo.
Segundo Arthur Amorim, Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Janaína Diniz e Madalena Brito (Vigilância em Saúde da X Geres e município), já há protocolos de cuidado em casos de infectados no Estado. As unidades de referência em Pernambuco são o Correia Picanço e Osvaldo Cruz, além do Hospital Português da rede privada.
Do Causos e Causas A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) homologou, por unanimidade, uma a cautelar que proíbe a Prefeitura de Floresta de assumir despesas com festividades, shows e estruturas em 2026. O Acórdão T.C. № 1037/2026, relatado pelo conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, foi motivado por um grave quadro […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) homologou, por unanimidade, uma a cautelar que proíbe a Prefeitura de Floresta de assumir despesas com festividades, shows e estruturas em 2026.
O Acórdão T.C. № 1037/2026, relatado pelo conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, foi motivado por um grave quadro de desequilíbrio fiscal, atrasos salariais e inadimplemento previdenciário no município.
Auditoria do tribunal constatou insuficiência de caixa, atraso na folha de pagamento de servidores e falta de repasses à previdência local.
Mesmo em crise, a prefeitura deflagrou uma licitação de R$ 2,5 milhões para contratar estruturas de eventos festivos.
O TCE-PE firmou o entendimento de que despesas obrigatórias e o salário do funcionalismo devem prevalecer sobre gastos discricionários em momentos de escassez.
A corte ressaltou que a medida visa garantir a responsabilidade fiscal e o mínimo existencial aos trabalhadores do município.
O tribunal determinou obrigações imediatas à prefeita Rorró Maniçoba Novaes Ferraz, sob pena de responsabilização legal.
Dentre elas, a proibição de emitir ordens de serviço, empenhar, liquidar ou pagar shows e locações de estruturas temporárias.
Ainda Paralisação imediata do Processo Licitatório № 019/2026 (Pregão Eletrônico № 007/2026).
Também quer um Plano de Ajuste de 30 dias, apresentação de planejamento com foco na contenção de despesas discricionárias.
Regularização Previdenciária (30 dias): Comprovação do repasse das contribuições devidas ao fundo próprio FLORESTA PREV.
Quitação de Salários (30 dias): Prova de regularização dos salários atrasados de ativos, aposentados e pensionistas, além do incentivo dos agentes de saúde.
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