João Campos defende Alckmin na chapa e envia recado ao PSD sobre apoio a Lula
Por Nill Júnior
Do Blog Ponto de Vista
O prefeito do Recife, João Campos (PSB), defendeu a permanência do vice-presidente Geraldo Alckmin na chapa presidencial e enviou um recado direto ao PSD ao comentar o cenário político para as eleições de 2026. Em declaração pública, o gestor ressaltou a fidelidade do PSB ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticou a postura do partido que abriga possíveis adversários do petista.
Atualmente, o PSD reúne três nomes colocados como pré-candidatos à Presidência da República — Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite — todos com posicionamentos contrários ao presidente Lula. O movimento tem sido visto como um distanciamento do partido em relação à base governista.
João Campos destacou que, ao contrário dessa postura, o PSB mantém alinhamento firme com o governo federal. Segundo ele, a legenda foi o principal aliado de Lula na eleição de 2022 e também a primeira a declarar apoio ao projeto de reeleição em 2026.
“O PSB não faz política com base em conveniência. A gente tem lado, tem posição e tem reciprocidade. Temos muita confiança de que o presidente Lula vai buscar uma reeleição, que estaremos ao lado dele e que vamos fazer o papel de um aliado correto, como a nossa trajetória sempre mostrou”, afirmou o prefeito.
A fala é interpretada como um sinal de defesa da manutenção da atual composição da chapa presidencial, incluindo Geraldo Alckmin, além de reforçar o compromisso político do PSB com Lula diante das articulações nacionais que já começam a desenhar o cenário eleitoral de 2026.
Por André Luis A Secretaria de Saúde de Carnaíba, confirmou em seu boletim epidemiológico desta terça-feira (22), cinquenta novos casos de Covid-19 no município. O número é um recorde para a cidade que desde o início da pandemia, não havia registrado tantos casos assim em um único dia. Ainda segundo o boletim, 142 casos em […]
A Secretaria de Saúde de Carnaíba, confirmou em seu boletim epidemiológico desta terça-feira (22), cinquenta novos casos de Covid-19 no município.
O número é um recorde para a cidade que desde o início da pandemia, não havia registrado tantos casos assim em um único dia.
Ainda segundo o boletim, 142 casos em investigação, dois pacientes internados, 103 em isolamento domiciliar, 459 recuperados e 16 óbitos.
Nesta terça-feira, o município não registrou nenhum caso recuperado da Covid-19.
Os números de infecção pelo novo coronavírus tem aumentado exponencialmente no Sertão do Pajeú.
Isso se deve ao descumprimento das medidas protetivas, como usar a máscara, manter o distanciamento social e higienizar as mãos.
Esta última medida (higienizar as mãos), inclusive, pode ser comprovada pelo aumento de casos de diarreia que tem dado entrada no Hospital Regional Emília Câmara.
No ponto mais crítico da pandemia, quando as medidas eram cumpridas com mais rigor o número de atendimentos por este motivo chegou quase a zerar.
Sem saber se o ministro Edson Fachin daria mais 60 dias para apresentação de provas, os advogados da JBS entregaram nesta quinta-feira (30) à Procuradoria Geral da República (PGR) novos levantamentos, relatórios e gravações de conversas com políticos, que serão anexados ao acordo de delação. Essas informações complementares vão embasar as investigações que estão em […]
Wesley (dir.) e Joesley Batista, donos da Friboi, durante evento em São Paulo em agosto de 2013 (Foto: Zanone Fraissat/Folhapress/Arquivo)
Sem saber se o ministro Edson Fachin daria mais 60 dias para apresentação de provas, os advogados da JBS entregaram nesta quinta-feira (30) à Procuradoria Geral da República (PGR) novos levantamentos, relatórios e gravações de conversas com políticos, que serão anexados ao acordo de delação.
Essas informações complementares vão embasar as investigações que estão em andamento e podem provocar a abertura de de outras apurações, porque em alguns casos surgiram novos personagens. A informação é de Vladimir Netto, ao Jornal Nacional e G1.
Os documentos estão em sigilo. Fontes com acesso às investigações ouvidas pelo Jornal Nacional disseram que, entre as novas gravações, há uma em que o atual ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira, fala abertamente sobre um esquema de corrupção.
Na delação, Joesley Batista disse que pagou R$ 6 milhões em propina para Marcos Pereira.
Nos novos documentos, a JBS também detalhou parte do pagamento de R$ 30 milhões feitos a políticos que apoiaram a candidatura do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) à presidência da Câmara.
Os delatores da JBS contam que antes mesmo de ser reeleito deputado federal em 2014, Eduardo Cunha procurou Joesley Batista e disse que gostaria de concorrer à presidência da Câmara. Ele pediu o apoio de Joesley.
O empresário daria R$ 30 milhões e o executivo da J&F Ricardo Saud, também delator, faria contato com alguns parlamentares e líderes que já tivessem recebido recursos da empresa, principalmente das bancadas de Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Joesley concordou e Ricardo Saud disse que fez contato com mais de 200 deputados entre novembro de 2014 e janeiro de 2015. Eduardo Cunha foi eleito no mês seguinte, fevereiro de 2015.
A TV Globo apurou que, de acordo com os relatos dos delatores da JBS , Eduardo Cunha “com certeza” destinou recursos a vários políticos, todos identificados
Os delatores da JBS entregaram provas que reforçam as acusações que fizeram sobre os pagamentos ao senador Aécio Neves (PSDB-MG). E também sobre os repasses para contas no exterior que, de acordo com depoimento de Joesley, ficaram à disposição dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, do PT.
Os delatores também disseram que a JBS fez pagamentos ao ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendine. A JBS descobriu em seus arquivos registros de pagamentos de R$ 200 mil por mês ao ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi, enquanto ele estava no cargo. Rossi foi ministro de Lula e Dilma.
A JBS também entregou um longo memorial sobre os contratos que assinou com o BNDES.
Como o ministro Edson Fachin acabou dando mais 60 dias de prazo, a JBS planeja manter os levantamentos que já estavam em andamento – reunir ainda mais provas ao longo dos próximos meses – e entregar mais material em novembro. Os investigadores querem usar essas informações para entender detalhadamente como operava cada organização criminosa apontada na delação da J&F.
O presidente Michel Temer, em viagem à China, foi perguntado sobre essas novas informações trazidas pela JBS, mas não quis responder.
Do Congresso em Foco A Operação Lava Jato já está consagrada como a maior ofensiva anti-corrupção do país em todos os tempos. Mas, para além dos serviços prestados à luta contra a impunidade, e em geral gozando de prestígio na opinião pública, a força-tarefa encabeçada por Ministério Público Federal e Polícia Federal esbarra em problemas […]
A sombra da “Justiça cega”: STF não condenou alvos da Lava Jato em quatro anos de investigações. Foto: Nelson Jr./STF
Do Congresso em Foco
A Operação Lava Jato já está consagrada como a maior ofensiva anti-corrupção do país em todos os tempos. Mas, para além dos serviços prestados à luta contra a impunidade, e em geral gozando de prestígio na opinião pública, a força-tarefa encabeçada por Ministério Público Federal e Polícia Federal esbarra em problemas graves. O que salta aos olhos é o fato de que 188 condenações já foram executadas nas instâncias inferiores da Justiça, enquanto que no Supremo Tribunal Federal (STF) ninguém foi punido até agora. No tribunal guardião da Constituição, concebido para resguardar os ditames da lei máxima, mais de cem políticos continuam impunes, muitos deles beneficiados com prescrições de pena (leia mais e veja estatística abaixo).
Quando se trata da chamada “prerrogativa de função” de autoridades, que gozam do polêmico foro privilegiado, o espírito das leis padece. Instância máxima do Judiciário e responsável pelos processos envolvendo parlamentares e ministros, o STF já até iniciou ações penais no âmbito da Lava Jato, mas nenhuma delas sequer está perto de ser concluída. A realidade é outra em Curitiba e no Rio de Janeiro, que concentram as principais ações da operação na primeira instância: são cerca de 150 pessoas alvejadas pelas 181 condenações, algumas delas sentenciadas mais de uma vez.
E, à medida que fica cada vez mais clara a morosidade do STF, mantém-se célere o ritmo dos processos nas instâncias inferiores, o que escancara, consequentemente, a disparidade entre as cortes. Para que se tenha uma noção da evolução dos casos no Rio e em Curitiba, há dois meses o Congresso em Foco mostrou em levantamento que o total de condenados era 181, ou seja, sete a menos do que o número atual. Isso há apenas 60 dias.
Nos tribunais que julgam figuras sem direito a foro, nomes como o do ex-presidente Lula, condenado a 12 anos e um mês de prisão, e Eduardo Cunha, deputado cassado que já cumpre pena de prisão, têm seus processos julgados com relativa celeridade, para os padrões brasileiros. Há um caso que destoa dos demais: o ex-governador fluminense Sérgio Cabral, alvo de 21 denúncias e cinco vezes condenado, acumula penas que ultrapassam 100 anos de cadeia. Em comum, o petista e os dois peemedebistas são julgados por magistrados considerados “linha dura”, como Sérgio Moro, de Curitiba, e Marcelo Bretas, do Rio.
Modo tartaruga
O retrato no STF é desalentador desde março de 2015, quando foi divulgada a primeira “lista de Janot” – relação dos citados nas delações premiadas do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, encaminhada ao STF pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot. De lá até cá, quase 200 inquéritos (investigações preliminares que podem virar processos) foram instaurados na corte. Do total, 36 resultaram em denúncias criminais e 8 em ações penais (processos que podem resultar em condenação) que envolvem 100 acusados. Segundo dados obtidos no site do MPF, 163 acordos de colaboração premiada já foram submetidos ao Supremo até janeiro deste ano.
O número de condenações de políticos, no entanto, ainda é zero.
Estão na fila do Supremo inquéritos e ações penais da Lava Jato que envolvem quase toda a cúpula do Congresso e auxiliares diretos de Michel Temer, bem como o próprio presidente. Parlamentares como Romero Jucá (MDB-RR), Fernando Collor (PTC-AL) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), os três já na condição de réus, além de Aécio Neves (PSDB), Renan Calheiros (MDB-AL), Rodrigo Maia (DEM-RJ), Eunício Oliveira (MDB-CE) e José Serra (PSDB-SP), entre diversos outros, aguardam o desenrolar vagaroso de seus casos. Ministros como Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) também comandam suas pastas a despeito das suspeitas.
Enquanto isso, parlamentares como Serra, Jucá e Aécio têm sido beneficiado pelo chamado decurso de prazo, que leva à prescrição da punibilidade. Apenas um dos mais de dez processos ativos no STF contra Jucá, por exemplo, transcorreu longos 14 anos de gaveta para ser arquivado por prescrição, como este site mostrou no início de fevereiro. O senador era acusado de peculato, crime cuja pena é de 2 a 12 anos de prisão.
Confira os números da operação, transcorridas 49 fases desde aquele março de 2014:
188 condenações, nenhuma no STF;
R$ 11,5 bilhões a serem recuperados, fruto de colaborações judiciais (R$ 1,9 bilhão já foi devolvido);
39 investigações em tribunais superiores (36 no STF);
103 mandados de prisão preventiva;
118 mandados de prisão temporária;
954 mandados de busca e apreensão;
227 mandados de condução coercitiva;
72 acusações criminais contra 289 investigados;
8 acusações de improbidade administrativa contra 50 pessoas físicas, 16 empresas e um partido político;
163 acordos de delação premiada firmados com pessoas físicas;
11 acordos de leniência, que são firmados com pessoas jurídicas;
395 pedidos de cooperação internacional encaminhados a 50 países.
Motivação foi propaganda antecipada e aglomeração de pessoas. Por propaganda eleitoral antecipada, o Ministério Público Eleitoral, em atuação na 77ª Zona Eleitoral (Cabrobó e Orocó), entrou com pedido ação cautelar e pedido de tutela de urgência, em desfavor do pré-candidato Francisco Helder Saraiva, conhecido como Dim Saraiva, e do seu partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB). […]
Motivação foi propaganda antecipada e aglomeração de pessoas.
Por propaganda eleitoral antecipada, o Ministério Público Eleitoral, em atuação na 77ª Zona Eleitoral (Cabrobó e Orocó), entrou com pedido ação cautelar e pedido de tutela de urgência, em desfavor do pré-candidato Francisco Helder Saraiva, conhecido como Dim Saraiva, e do seu partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB).
Segundo informação repassada à Promotoria de Justiça de Cabrobó, houve uma convenção partidária do MDB na quarta-feira, 16 de setembro, onde ocorreu concentração de pessoas na entrada da Ilha da Assunção, zona rural do município, para carreata em favor do pré-candidato Dim Saraiva, o qual disputará o cargo de prefeito de Cabrobó pelo partido. As comprovações estão em prints de internet e áudios também divulgados na rede mundial de computadores.
“Ocorre que a organização de carreata em período anterior ao dia 27 de setembro de 2020 importa em ato de propaganda eleitoral antecipada, sujeitando os responsáveis à multa prevista no artigo 36, §3º, da Lei n. 9.504/97. Decerto, tal proceder não encontra arrimo em quaisquer hipóteses previstas no artigo 36-A do referido diploma legal, sendo, portanto, vedado durante a pré-campanha eleitoral”, assegurou a promotora eleitoral Jamile Silveira Paes.
Também ficou explícito que a organização de carreata, além da exaltação pessoal do pré-candidato e divulgação de sua pretensa candidatura, por sua própria natureza, implica em conclamação dos eleitores em geral a apoiar o pré-candidato, a aderir a seus projetos e pretensões políticas.
“Em eventos desse cariz, a concentração de pessoas, normalmente paramentadas com bandeiras, adesivos ou signos da agremiação partidária ou do pré-candidato, o sentimento coletivo de adesão a um único objetivo, faz claro chamamento ao público em geral para encampar a mesma ideia política. Há claro desrespeito dos parâmetros material e formal ao norte referidos ao artigo 243, VIII, do Código Eleitoral”, alegou a promotora eleitoral.
Segundo ela, os prints de tela e o áudio não deixam margens a dúvidas: há risco de afetação da igualdade de candidatos e agremiações partidárias, justo quando se aproximam as eleições, e de desrespeito das normas sanitárias para enfrentamento da pandemia de Covid-19, as quais proíbem concentração de pessoas. “Por conseguinte, a demora na prestação jurisdicional causará danos irreparáveis ao equilíbrio do pleito e à saúde pública”, concluiu Jamile Silveira Paes.
A Promotoria de Justiça de Cabrobó também analisa atos de propaganda eleitoral antecipada praticados por outras agremiações partidárias.
A BPM Serviços, empresa que gerencia e faz o CTF (Controle Total de Frotas) de Afogados da Ingazeira, entregou nesta quinta-feira (08), a frota Escolar de Afogados da Ingazeira. Durante o recesso escolar foram realizadas todas as revisões corretivas e preventivas para o início do ano letivo 2018, segundo a empresa em nota. Além de […]
A BPM Serviços, empresa que gerencia e faz o CTF (Controle Total de Frotas) de Afogados da Ingazeira, entregou nesta quinta-feira (08), a frota Escolar de Afogados da Ingazeira.
Durante o recesso escolar foram realizadas todas as revisões corretivas e preventivas para o início do ano letivo 2018, segundo a empresa em nota.
Além de serviços de mecânica também foram observados funilaria, adesivação, atualização de documentos junto aos órgãos fiscalizadores e aferição de tacógrafos. O prefeito do município, José Patriota e a Secretária de Educação, Veratânia Morais acompanharam a entrega.
“ Dessa forma, estamos entregando a frota revisada com uma semana de antecedência para o início das aulas”, informou Anchieta Mascena, diretor da empresa BPM.
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