João Campos confirma presença no Congresso Estadual da UVP em Triunfo
Por Nill Júnior
A presidente em exercício da União dos Vereadores de Pernambuco, Lívia Januário, entregou ao pré-candidato ao Governo de Pernambuco e ex-prefeito do Recife, João Campos, o convite para o Congresso Estadual de Vereadores da UVP, em Triunfo.
O evento será realizado entre os dias 26 e 29 de maio de 2026, na cidade sertaneja e deve reunir parlamentares municipais, autoridades políticas, especialistas e representantes de diversas regiões do estado.
João Campos confirmou presença no Congresso. O evento será uma importante vitrine para os principais nomes políticos do estado. Além de João, é esperada a presença da governadora Raquel Lyra, de Deputados, Senadores e uma penca de pré-candidatos às eleições desse ano.
A comitiva da UVP também contou com a participação do vereador Antonio Henrique, o Fiapo, do município de Sertânia; do vereador Diogo Lemos, de Bezerros; do assessor jurídico da entidade, Geraldo Cristóvão; e do assessor para assuntos institucionais, Tadeu Carvalho.
O Congresso da UVP terá como foco debates ligados ao fortalecimento do municipalismo, à gestão pública e aos desafios enfrentados pelas câmaras municipais em Pernambuco.
O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, anunciou nesta quarta-feira (27) que vai ampliar, em todo o País, a atuação de militares de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, chinkungunya e zika vírus, e reforçou que a tarefa envolve a participação de todos. “É preciso sensibilizar e reunir esforços do Estado e da sociedade. […]
O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, anunciou nesta quarta-feira (27) que vai ampliar, em todo o País, a atuação de militares de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, chinkungunya e zika vírus, e reforçou que a tarefa envolve a participação de todos. “É preciso sensibilizar e reunir esforços do Estado e da sociedade. Este é o caminho que pode permitir que nós tenhamos êxito neste enfrentamento, e essa é a disposição do Ministério da Defesa e das Forças Armadas para apoiar na esfera da União e nos Estados e municípios”, disse.
O trabalho das Forças Armadas vai ocorrer em quatro fases: mutirão em organizações militares, mobilização da população, atuação direta no combate ao mosquito e trabalho de conscientização em unidades de ensino. A primeira fase começa nesta sexta-feira (29). Os efetivos das três forças vão realizar um mutirão de limpeza nas 1.200 organizações militares espalhadas por todo o Brasil. O objetivo da ação é chamar a atenção para os cuidados necessários contra o mosquito, além de eliminar possíveis focos de proliferação do Aedes nestes locais. Essa fase ocorrerá até o dia 4 de fevereiro.
A segunda etapa, prevista para ocorrer no dia 13 de fevereiro, prevê a mobilização de 220 mil homens e mulheres das Forças Armadas (160 mil do Exército, 30 mil da Marinha e 30 mil da Força Aérea). Esse contingente atuará em 356 municípios, incluindo todas as capitais e as 115 cidades consideradas endêmicas pelo Ministério da Saúde.
Os militares farão a distribuição de material impresso com orientações para que a população se informe e se engaje no combate ao Aedes. No panfleto, que deverá ser entregue em aproximadamente três milhões de residências, também vai constar um número de telefone local para envio de denúncias sobre onde haja proliferação do mosquito.
Entre os dias 15 e 18 de fevereiro ocorre a terceira etapa, quando 50 mil militares estarão diretamente envolvidos no combate ao mosquito. Essa fase do trabalho será realizada em uma ação coordenada com o Ministério da Saúde e as autoridades locais e terá visitas domiciliares dos efetivos das Forças Armadas, acompanhados de agentes de saúde, para inspecionar possíveis focos de proliferação, orientando moradores e, se for o caso, fazendo aplicação de larvicida em criadouros. A capacitação dos militares que vão atuar no combate ao mosquito está prevista para a próxima semana.
A última etapa, ainda em fase de discussão com o Ministério da Educação (MEC), prevê a utilização de efetivos militares em visitas a escolas. A meta é reforçar o trabalho de conscientização das crianças e adolescentes sobre como evitar a proliferação do mosquito transmissor.
O Ministério da Defesa, por determinação do governo federal, foi incorporado ao esforço do no combate ao mosquito Aedes aegypti. O ministro acrescentou, em entrevista, que a participação dos militares é subsidiária e que a responsabilidade pela condução da campanha é do Ministério da Saúde. “É o órgão que dispõe dos meios, do conhecimento e da capacidade para fazer a campanha. Nós somos, nesse caso, uma força subsidiária”, afirmou.
O ministro ressaltou ser necessária a união de esforços e a mobilização de todos: poderes públicos, igrejas, sindicatos, entidades e toda a população. Aldo citou como bom exemplo de atuação o Acre, que conseguiu reduzir os casos de dengue, de 30 mil ocorrências, em 2010, para 350, em 2015. Não há, até o momento, nenhum caso do vírus Zika no Estado. “O governador mobilizou os prefeitos, os efetivos das Forças Armadas, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, o Ministério Público, os sindicatos, ou seja, toda a sociedade”, destacou o ministro.
Sala de Controle – O Ministério da Defesa é um dos órgãos que integram a Sala Nacional de Coordenação e Controle ao Aedes aegypti, criada pelo governo federal com o objetivo de gerenciar e monitorar as ações de mobilização e combate ao mosquito. A sala conta com representantes dos ministérios da Integração Nacional, do Desenvolvimento Social e da Educação, além da Casa Civil e da Secretaria de Governo da Presidência da República. O Ministério da Saúde é o responsável pela coordenação do grupo.
Forças Armadas – A atuação da Marinha, do Exército e da Aeronáutica no combate ao Aedes já vem ocorrendo desde novembro em algumas unidades da federação. Atualmente, cerca de três mil militares estão capacitados para atuar no combate ao transmissor da dengue, da chinkungunya e do Zika vírus. O uso de efetivo das Forças Armadas no enfrentamento ao mosquito é articulado a partir do pedido de apoio de Estados e municípios e vai ser estendido enquanto perdurar o Estado de Emergência de Saúde Pública de Interesse Nacional, decretado pelo Ministério da Saúde.
Blog de Jamildo O prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, presidente estadual do Partido Liberal (PL), quer o fim da predominância do PSB nas gestões em Pernambuco. A afirmação foi feita em entrevista ao cientista político Antônio Lavareda, para o programa 20 Minutos deste sábado (17), na TV Jornal. “O ciclo do PSB precisa […]
Anderson Ferreira e Antônio Lavareda/Foto: Gleyson Ramos/Divulgação
Blog de Jamildo
O prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, presidente estadual do Partido Liberal (PL), quer o fim da predominância do PSB nas gestões em Pernambuco. A afirmação foi feita em entrevista ao cientista político Antônio Lavareda, para o programa 20 Minutos deste sábado (17), na TV Jornal.
“O ciclo do PSB precisa ter um ponto final. Hoje esse grupo predomina na força do braço. A política precisa do diálogo, da conversa, não apenas da atuação de um grupo isolado”, criticou.
Ferreira também ressaltou a importância de uma coalizão de oposição nas eleições de 2020. “Temos analisado vários quadros”, salientou.
André Ferreira possível candidato
O prefeito de Jaboatão levantou a possibilidade do deputado federal André Ferreira (PSC), seu irmão, ser candidato à Prefeitura do Recife.
“Ele tem uma história de sucesso eleitoral, mas não tem nada certo ainda e isso só vai ser decidido em 2020”, disse. Anderson também afirmou que o PL pretende se reestruturar para conseguir prefeituras não apenas no interior, como na Região Metropolitana do Recife.
A gestão de Ferreira em Jaboatão foi premiada pela ONU graças ao programa Coleta Seletiva, que formalizou catadores. Anderson acredita que seu modelo de gestão pode ser reproduzido em outras prefeituras no Estado.
“Estamos enxugando a máquina, aumentamos o salário dos professores e de outros funcionários”, afirmou. Segundo Ferreira, Jaboatão recebeu R$ 120 milhões em investimos da Caixa Econômica. O recurso será usado para asfaltamento e drenagem de vias.
Questionado sobre o governo Bolsonaro, Anderson respondeu que a gestão federal tem mais acertos que erros. “Mas precisa sair do discurso e mais para a ação”, salientou. Ferreira também vê com preocupação a retirada dos Estados e municípios da reforma da previdência. “Acredito que isso vá ser corrigido no Senado”, falou.
Em mais uma agenda em Brasília, a governadora Raquel Lyra se reuniu, nesta terça-feira (9), com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, para dialogar sobre planejamentos estratégicos para Pernambuco. No encontro, foi discutida a cooperação entre o governo estadual e o ministério para projetos como o da Escola de Sargentos e parcerias para garantir […]
Em mais uma agenda em Brasília, a governadora Raquel Lyra se reuniu, nesta terça-feira (9), com o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, para dialogar sobre planejamentos estratégicos para Pernambuco.
No encontro, foi discutida a cooperação entre o governo estadual e o ministério para projetos como o da Escola de Sargentos e parcerias para garantir infraestrutura na retomada de obras hídricas.
Diante da necessidade de apoio técnico e logístico para levar materiais a Fernando de Noronha com o objetivo de serem utilizados para a obra do Aeroporto da Ilha, a governadora também entregou um ofício solicitando ajuda para o transporte dos itens.
A governadora falou sobre o trabalho conjunto do Governo de Pernambuco com o Ministério da Defesa em favor das pessoas e destacou outros pontos tratados no encontro.
“Falamos também sobre a importância de manter o diálogo com o ministério, que tem trabalhado, por meio do Exército, nas obras do Canal do Fragoso, em Olinda, para alargar o canal e prevenir enchentes”, explicou.
Na ocasião, a governadora explicou que a necessidade de apoio para Noronha surgiu após especialistas consultados afirmarem que há um desafio para a obra do aeroporto, sobretudo de logística, para transportar cerca de 23.000 toneladas de material do continente para a ilha.
Em 12 de outubro de 2022, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determinou a proibição de pousos de aviões com motores a reação (turbojatos) por causa das condições da pista. Depois da suspensão, foi contratada, via licitação pública, em setembro de 2022, uma empresa apta para construções em aeroportos.
A governadora e o ministro conversaram sobre a criação de um amplo Grupo de Trabalho para a Escola de Sargentos. Essa equipe a ser formada vai discutir sobre diversas necessidades, sobretudo de meio ambiente, para viabilizar esse projeto em Pernambuco.
Estiveram presentes acompanhando a agenda da governadora os secretários estaduais Túlio Vilaça (Casa Civil), Rodolfo Costa Pinto (Comunicação), Fernando Holanda (Chefe da Assessoria Especial), Fabrício Marques Santos (Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional) e Guilherme Cavalcanti (Desenvolvimento Econômico).
Sobrinho do “Rei do Baião”, o sanfoneiro Joquinha Gonzaga causou o maior fuzuê no São Francisco ao declarar ao jornal Folha do Sertão, que muitas prefeituras de Pernambuco estão “assassinando” a nossa cultura. Ele reclama que, ao trazer para as festas juninas “pagando altos cachês”, artistas como Luan Santana, Leonardo, Cláudia Leite e as duplas […]
Sobrinho do “Rei do Baião”, o sanfoneiro Joquinha Gonzaga causou o maior fuzuê no São Francisco ao declarar ao jornal Folha do Sertão, que muitas prefeituras de Pernambuco estão “assassinando” a nossa cultura.
Ele reclama que, ao trazer para as festas juninas “pagando altos cachês”, artistas como Luan Santana, Leonardo, Cláudia Leite e as duplas Victor e Léo, Bruno e Marrone, perde a cultura pernambucana.
Marília embaralha o jogo O anúncio da candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco pelo Solidariedade bota fogo no debate sucessório. Desde 2018, Marília já rondava os noticiários como potencial nome ao governo do estado. Tinha quase tudo que uma candidata precisa para ir à rua: densidade eleitoral na largada, poder de crescimento, discurso, […]
O anúncio da candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco pelo Solidariedade bota fogo no debate sucessório.
Desde 2018, Marília já rondava os noticiários como potencial nome ao governo do estado. Tinha quase tudo que uma candidata precisa para ir à rua: densidade eleitoral na largada, poder de crescimento, discurso, jovem, mulher, alinhamento com o Lulismo. Faltou-lhe o apoio do próprio partido, o PT.
Em 2020, quase foi eleita prefeita do Recife. Perdeu pra João Campos depois de uma forte campanha para descontruir o petismo, puxada pelo PSB. Quem esquece do “PT nunca mais” pichado nas ruas? Antes, quase não consegue a legenda para disputa. Tal qual em 2018, o grupo majoritário do partido, capitaneado por Humberto Costa, senador defensor intransigente do alinhamento com o PSB, com espaços importantes ocupados no governo e para muitos, mais defensor da aliança do que da autonomia do próprio partido, minou, rifou e trabalhou pelo enfraquecimento do projeto da Deputada Federal.
Além de derrotada internamente mesmo sendo o mais potencial nome do PT, Marília era vítima de um veto amplamente conhecido do PSB.
Prima de Eduardo em primeiro grau e em segundo de João Campos, desde que teve seus interesses contrariados deixou o PSB em 2016. Registre-se, Marília teve mais vida de PSB que de PT. Filiou-se ao PSB em 2005. Foi secretária de Juventude e Emprego de Pernambuco na gestão de Eduardo Campos.
Ainda Secretaria Municipal de Juventude e Qualificação Profissional, na gestão de Geraldo Júlio. Só em 2014, passou a agir como oposição até romper totalmente. A partir daí, virou persona non grata para o partido.
Agora, por exemplo, apesar de novamente pontuar bem para o governo do Estado ou Senado, seu cancelamento era a única certeza. Tinha 25% de intenções para o estado (Plural em agosto de 2021) e o mesmo percentual para o Senado em março (Diário/Empetec). Uma do Paraná Pesquisas essa semana a colocou com 46%. Mas, depois de acompanhar mais uma vez todo o movimento para barrar no seu partido qualquer possibilidade de, em que pese ser o nome mais competitivo, poder ser candidata, Marília cansou.
Começou a a avaliar um caminho alternativo. Não queria perder a condição de ser candidata invocando o nome de Lula. Achou o Solidariedade, nenhum supra sumo da moralidade. Mas lhe deu guarita. Antes disso, num movimento desesperado, o PT chegou a aprovar seu nome para o Senado. Era tarde.
E que estrago Marília pode causar no processo eleitoral? Primeiro, não é certo dizer a princípio que ela carrega os 25% de votos aferidos nos últimos levantamentos. Mas tira mais votos de setores da Frente Popular e Danilo que da direita. O primeiro efeito, tirar a possibilidade desejada pelo PSB de, alinhado com o Lulismo, resolver a fatura no primeiro turno. Isso dá mais dramaticidade e tensão ao processo.
Lula já avisou que vai pedir votos pra Danilo Cabral. Mas diante de sua batalha contra o Bolsonarismo, não tem como nem porquê impedir Marília de invocar sua imagem e história. Aliás, ela já avisou que “Lula não tem dono”. Assim, só o curso da campanha vai dizer até onde avança seu projeto e se há chances de disputar um lugar no segundo turno, hoje menores diante do cenário.
A primeira pesquisa após o seu anúncio já vai dar alguns elementos sobre que nível de campanha teremos em Pernambuco. Mas já há uma certeza inquestionável: ela dá uma emoção diferente à peleja, no fato novo que surpreendeu essa pré-campanha. Marília embaralha o jogo…
Duque não segue Marília
O ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a estadual, Luciano Duque, foi muito crítico do PT pelo gesto de rifar Marília Arraes. Mas, apesar do alinhamento com a ex-petista, Luciano não seguirá seus passos no Solidariedade. “Continuo no PT”, disse à Coluna. Assim, pede votos pra Danilo Cabral e cia.
Vereadores divididos
Uma classe já tão enfraquecida, a dos vereadores, se permite ser massa de manobra política. Esta semana, UVP e UVB-PE se dividiram. A União dos Vereadores de Pernambuco fez um evento acusado de levantar a bola de Danilo Cabral. E os oposicionistas estiveram no evento de Triunfo, com Raquel, Miguel e cia.
Ninguém viu
Até agora, apenas o candidato Anderson Ferreira não deu as caras no Sertão do Pajeú. Já estiveram Danilo, Raquel, Miguel e Marília. Claro, cedo ou tarde deve aparecer. Não se constrói um projeto dessa magnitude sem pedir bênção à região.
Pai rebelde
Pai do prefeito Luciano Bonfim, de Triunfo, o ex-prefeito Nêgo Bomfim não segue os passos do filho. Vota para estadual em Jarbas Filho e declarou que vai votar em Miguel Coelho para governador.
Mudança de planos
No rádio corredor, aumentaram os rumores de que André de Paula, presidente estadual do PSD, será candidato ao Senado na Frente Popular. E o PT terá apenas a vice, com Teresa Leitão, que volta a ter o nome cotado. Carlos Veras disputaria novo mandato federal. Será?
Pula pula
A uma semana para o fim da chamada “janela partidária”, ao menos 50 deputados já mudaram de partido. Em Pernambuco, só pulou o Deputado Federal Augusto Coutinho, do Solidariedade para o Republicanos e Marília Arraes, do PT para o Solidariedade.
Pau da gota
O presidente do Psol em Recife, Juliano Medeiros, desceu a lenha em Marília Arraes em evento neste sábado. “Os eleitores pernambucanos perderam uma liderança que deixou as trincheiras da esquerda para se aliar a um partido que apoiou Temer e foi a favor do Golpe contra a presidenta Dilma. O Psol não se alia a qualquer um”, disse.
Com quem quer contar
Danilo Cabral tem infinitamente mais lideranças apoiando seu projeto em Pernambuco. Mas, nos eventos de Garanhuns e Triunfo, Marília conversou com Irlando Parabólicas (prefeito de Santa Cruz da Baixa Verde); João Hermano (vice-prefeito de Triunfo); Lula Baião (ex-vice-prefeito de Triunfo); Alcindo Correia (vereador de Garanhuns); Djaci Marques (vereador de Triunfo); Fany Bernal e Marília Ferro (co-vereadoras de Garanhuns); Milena Araújo (vereadora de Abreu e Lima); Eudson Catão (ex-prefeito de Palmeirina); Jocelino Ferreira (vereador de Caetés); Robério Paes (liderança de Bom Conselho); Jânio Moraes (ex-vereador de Brejão); Waldir Araújo (ex-vereador de Abreu e Lima); Anselmo Martins (vereador e presidente da Câmara Municipal de Triunfo); Adeilton Patriota (ex-vereador de Triunfo); Valter Firmino (vereador de Santa Maria da Boa Vista) e Jocelino Ferreira (vereador de Caetés). Esses já estão no caderninho dela…
Frase da semana:
“O PSB tá morrendo de medo de disputar com a gente”.
De Marília Arraes (SD) no lançamento de sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco.
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