Jô Mazzarolo não é mais da Globo
Quase um terço dos deputados que compõem a comissão especial da reforma política da Câmara teve contas de campanha ou de seu partido reprovadas pela Justiça Eleitoral, segundo levantamento feito pelo Estado. Dos 35 titulares do colegiado, dez possuem registro de alguma pendência, incluindo o presidente, Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), e o relator, Vicente Cândido […]
Quase um terço dos deputados que compõem a comissão especial da reforma política da Câmara teve contas de campanha ou de seu partido reprovadas pela Justiça Eleitoral, segundo levantamento feito pelo Estado. Dos 35 titulares do colegiado, dez possuem registro de alguma pendência, incluindo o presidente, Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA), e o relator, Vicente Cândido (PT-SP).
A comissão, instalada no dia 27 de outubro, discute temas como a mudança no sistema de financiamento das campanhas. Uma alternativa à atual regra, que proíbe doação empresarial, deve ser tratada como prioridade pelo colegiado, que pretende deixar outras questões consideradas polêmicas, como votação em lista fechada ou cláusula de barreira, para o ano que vem.
Vieira Lima era presidente do diretório estadual do PMDB, em 2007, quando o partido teve suas contas referentes ao exercício daquele ano reprovadas.
Já Cândido, relator da comissão, prestou contas “irregulares”, segundo a Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo, de sua campanha a deputado estadual em 2002.
A deputada Maria do Rosário (RS), também representante do PT no colegiado, teve as contas de sua campanha de 2008 – quando disputou a prefeitura de Porto Alegre – reprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul.
Outros três integrantes da comissão – Lázaro Botelho (PP-TO), Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e Orlando Silva (PCdoB-SP) -, tiveram as contas das campanhas que os levaram à Câmara em 2014 rejeitadas.
Já o tucano Marcus Pestana (MG) figura como parte em processos nos municípios mineiros de Prados, Cipotânea e São Gonçalo do Rio Abaixo, nos quais a legenda não prestou as contas anuais do exercício financeiro de 2014.
Além dele, Carlos Andrade (PHS-RR), Renata Abreu (PTN-SP) e Rubens Bueno (PPS-PR) também aparecem nos registros da Justiça Eleitoral ligados a alguma irregularidade nas prestações de contas de seus partidos. As do PHS de Roraima, presidido por Andrade, são referentes à campanha eleitoral de 2012.
Respostas – A reportagem procurou todos os candidatos mencionados para que pudessem dar a sua versão para as reprovações das contas. O presidente da Comissão, Lúcio Vieira Lima, não respondeu aos contatos que foram feitos desde a quarta-feira passada. O relator do colegiado, Vicente Cândido, afirmou que não se pronunciaria sobre processo em andamento.
Maria do Rosário disse que a decisão foi fruto de uma regra específica somente para a eleição de 2008: de que “as dívidas de campanha deveriam estar quitadas até a data de entrega da prestação de contas”. Segundo ela, as pendências foram quitadas pelo partido, o que gerou a “desaprovação por divergência quanto à data da quitação”.
Lázaro Botelho afirmou que a rejeição das contas se deu por erros formais e aguarda julgamento de recurso. No caso de Orlando Silva, sua assessoria disse que “as prestações foram aprovadas no Tribunal Superior Eleitoral, depois de decisão desfavorável no TRE”. Já o deputado Marcos Feliciano não respondeu aos pedidos da reportagem.
Marcus Pestana disse que não tem nenhum processo como pessoa física e que desconhecia, até o contato da reportagem, os processos em que é citado como presidente do PSDB em Minas. “Há um equívoco, pois não há repasse estadual para os municípios”, disse Pestana, que presidiu o diretório estadual de 2011 a 2015.
Carlos Andrade afirmou que o processo ainda se encontra pendente e não há previsão para conclusão. Já Renata Abreu e Rubens Bueno negam relação com as pendências de seus partidos – PTN e PPS, respectivamente.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O adversário é outro. O estilo também. A Colômbia não é o Chile. E, por mais que o técnico Luiz Felipe Scolari tenha tentado não dar armas motivacionais ao adversário, o discurso lhe saía naturalmente. E o forçava até a, por vezes, consertar o tom. No fundo, há uma certeza que domina a comissão técnica […]

O adversário é outro. O estilo também. A Colômbia não é o Chile. E, por mais que o técnico Luiz Felipe Scolari tenha tentado não dar armas motivacionais ao adversário, o discurso lhe saía naturalmente. E o forçava até a, por vezes, consertar o tom. No fundo, há uma certeza que domina a comissão técnica da seleção antes do jogo desta sexta-feira, às 17h, no Estádio Castelão, em Fortaleza: de que o jeito de jogar da Colômbia torna o rival de hoje mais à feição do Brasil.
É clara a sensação de que a vitória está ao alcance. Até o tal compromisso marcado com o título, com a final da Copa, a “mão na taça”, voltou a aparecer no discurso.
Na coletiva, Felipão e Thiago Silva se exibiam muito mais leves do que na véspera do dramático duelo com o Chile. O temor que o jeito guerreiro dos chilenos causava deu lugar à expectativa de encontrar um rival técnico. E que, por isso, dê à seleção espaços para desenvolver seu jogo. Por ser mais leve e ofensiva, a Colômbia, na previsão de Felipão, colocará em xeque a defesa brasileira, mas permitirá que o Brasil crie chances.
Se a impressão é equivocada, só os 90 minutos dirão. Estará em jogo um lugar na semifinal da Copa do Mundo, ponto que o Brasil não atinge desde 2002.
As vezes, chegava a transparecer uma certeza de vitória. Talvez seja mais correto falar em uma marcante confiança. Óbvio que estava subentendido o “caso o Brasil vença”, mas Felipão, ao responder sobre a presença da psicóloga Regina Brandão, chegou a dizer que ela “vai voltar sábado ou domingo” a Teresópolis.
Presidente passou por consulta no Hospital da Força Aérea Brasileira, em Brasília Por Talita Fernandes/Folha de São Paulo Após passar por exames nesta quarta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que existe a possibilidade de ter um câncer de pele. “Eu tenho pele clara, pesquei muito na minha vida, gosto de muita de […]
Presidente passou por consulta no Hospital da Força Aérea Brasileira, em Brasília
Após passar por exames nesta quarta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que existe a possibilidade de ter um câncer de pele.
“Eu tenho pele clara, pesquei muito na minha vida, gosto de muita de atividade, então a possibilidade de câncer de pele existe”, disse Bolsonaro ao entrar no Palácio da Alvorada.
A declaração foi feita logo depois de o presidente realizar exames no Hospital da Força Aérea Brasileira, em Brasília.
Inicialmente, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto havia informado que se tratava de uma consulta de rotina.
Bolsonaro chegou ao Alvorada no início da noite com um curativo na orelha esquerda. Questionado sobre o tema, disse que havia a possibilidade de um câncer e que estão fazendo uma checagem.
Ele também informou que cancelou uma viagem a Salvador nesta quarta por estafa.
Em setembro, Bolsonaro passou por uma cirurgia em razão da facada que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018. O procedimento corrigiu uma hérnia que surgiu na região onde foram feitas três operações desde o atentado.
O então presidenciável foi esfaqueado por Adélio Bispo de Oliveira em 6 de setembro de 2018, durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O autor do crime está preso desde então.
Em razão do procedimento, Bolsonaro passou cerca de uma semana internado em um hospital em São Paulo.
A Polícia Civil de Pernambuco realizou, na manhã desta quinta-feira (3), a 17ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “Pactum Amicis”, nos municípios de Pesqueira, Arcoverde e Alagoinha. A ação, vinculada à Diretoria Integrada Especializada (DIRESP), foi conduzida pelo delegado Jeová Miguel, titular da 3ª Delegacia de Combate à Corrupção (3ª DECCOR), unidade integrante […]

A Polícia Civil de Pernambuco realizou, na manhã desta quinta-feira (3), a 17ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada “Pactum Amicis”, nos municípios de Pesqueira, Arcoverde e Alagoinha.
A ação, vinculada à Diretoria Integrada Especializada (DIRESP), foi conduzida pelo delegado Jeová Miguel, titular da 3ª Delegacia de Combate à Corrupção (3ª DECCOR), unidade integrante do Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO).
Segundo a nota divulgada pela corporação, a investigação teve início em abril de 2022 e tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada na prática de corrupção ativa e passiva, fraudes em licitação e lavagem de dinheiro.
Como parte da operação, foram cumpridos um mandado de prisão, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de medidas cautelares que incluem suspensão do exercício de função pública, sequestro de bens e valores e bloqueio judicial de ativos financeiros. Todas as ordens foram expedidas pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca de Pesqueira.
Na execução da operação, foram mobilizados 100 policiais civis, incluindo delegados, agentes e escrivães. As investigações contaram com o suporte da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil (DINTEL) e do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB/LD), além da participação do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público de Pernambuco (GAECO/MPPE), do Comando de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCPE), da Corregedoria Geral da Secretaria de Defesa Social e do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco (CBMPE).
De acordo com a Polícia Civil, os detalhes da operação serão divulgados posteriormente pela Assessoria de Comunicação da corporação.
A vacina da Moderna também é em duas doses AFP O programa Covax, que favorece a distribuição equitativa de vacinas, assinou um acordo com a empresa Moderna para adquirir 500 milhões de doses de sua vacina anticovid, anunciou nesta segunda-feira a Aliança das Vacinas (Gavi). “Estamos muito felizes de assinar este novo acordo com a […]
A vacina da Moderna também é em duas doses
AFP
O programa Covax, que favorece a distribuição equitativa de vacinas, assinou um acordo com a empresa Moderna para adquirir 500 milhões de doses de sua vacina anticovid, anunciou nesta segunda-feira a Aliança das Vacinas (Gavi).
“Estamos muito felizes de assinar este novo acordo com a Moderna, que dá aos participantes do Covax acesso a outra vacina altamente eficaz”, afirmou Seth Berkley, diretor executivo da Gavi.
As primeiras doses da vacina de RNA mensageiro devem ser entregues no quarto trimestre de 2021, com 34 milhões disponíveis este ano e até 466 milhões de doses em 2022, afirma um comunicado da aliança.
A vacina da Moderna é administrada em duas doses, mas novas recomendações preveem uma dose apenas se o paciente teve covid recentemente.
O acordo também contém “opções que permitem eventualmente obter doses da vacina adaptadas para futuras variantes”, afirmou a organização com sede em Genebra.
“A ampliação e diversificação da carteira sempre foi um objetivo chave do Covax, para continuar sendo flexível diante desta pandemia em constante evolução – incluindo a crescente ameaça das novas variantes”, disse Berkley.
“O acordo com a Moderna é mais um passo nesta direção”, completou.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) concedeu na sexta-feira a certificação para o uso de emergência da vacina da Moderna, um exigência prévia para integrar o sistema Covax, que estabeleceu junto com a Gavi e Cepi (Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias).
O acordo é “um passo importante em nossos esforços para garantir que as pessoas de todo o mundo tenham acesso a nossa vacina contra a covid-19”, afirmou o CEO da Moderna, Stéphane Bancel, ao admitir que “muitos países têm recursos limitados para ter acesso às vacinas”.
Além da Moderna, a OMS já autorizou a vacina da Pfizer-BioNTech, os fármacos da AstraZeneca fabricados na Índia e na Coreia do Sul e o da Johnson & Johnson.
Até o momento, o Covax, cujo principal fornecedor continua sendo a AstraZeneca, já distribuiu mais de 49 milhões de vacinas em 121 países e territórios.
O fármaco desenvolvido pela Moderna, uma empresa emergente pioneira em vacinas anticovid, tem características parecidas com o desenvolvido pela Pfizer-BioNTech, com 94,1% de eficácia.
Você precisa fazer login para comentar.