Já? Dilma demite ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro
Por Nill Júnior
A presidente Dilma Rousseff comunicou na tarde desta quarta-feira (30) ao ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, que ele deixará a pasta na reforma ministerial do governo que deve ser anunciada nesta quinta.
Dilma deu a informação ao ministro ao recebê-lo na tarde desta quarta no Palácio do Planalto. De acordo com a assessoria do ministério, ela reconheceu e agradeceu o trabalho de Janine à frente da pasta.
Segundo informou o Blog do Camarotti, o atual chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, voltará para a Educação, pasta que já comandou.
Renato Janine permaneceu no cargo durante cinco meses – ele assumiu o ministério em abril deste ano, depois que o então ministro Cid Gomes pediu demissão do cargo.
Ao longo das últimas semanas, Dilma tem se reunido com conselheiros políticos, ministros e dirigentes partidários para definir a reforma ministerial. Nesse perído, tratou com eles das mudanças no primeiro escalão do governo e discutiu quem passaria a assumir cada pasta.
A ida de Mercadante para o MEC é motivada por pressões de PT e PMDB para que Dilma o removesse da Casa Civil, onde era alvo de críticas principalmente de parlamentares. Segundo informou o Blog da Cristiana Lôbo, o atual ministro da Defesa, Jaques Wagner, será o novo chefe da Casa Civil.
À época da escolha de Renato Janine Ribeiro para o MEC, o G1 ouviu especialistas em educação que aprovaram a nomeação dele. Professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), ele foi o responsável nos últimos cinco meses por tocar uma das principais bandeiras do governo, o Programa de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6), determinou no dia 18 de março o afastamento imediato dos trabalhadores da Associação Pedagógica Waldorf do Recife, que se recusaram a tomar a vacina contra a Covid-19. A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco, diante da recusa da escola em […]
Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6), determinou no dia 18 de março o afastamento imediato dos trabalhadores da Associação Pedagógica Waldorf do Recife, que se recusaram a tomar a vacina contra a Covid-19.
A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco, diante da recusa da escola em adotar medidas preventivas recomendadas para o enfrentamento da pandemia, apesar de todos os esforços administrativos desempenhados pelo órgão ministerial.
Segundo a decisão liminar assinada pela Juíza Cassia Barata De Moraes Santos, da 5ª Vara do Trabalho do Recife, os funcionários da escola que ainda não estiverem vacinados devem ser afastados do trabalho presencial, podendo cumprir regime de trabalho remoto até que deem início ao esquema vacinal.
A Associação Pedagógica Waldorf também será obrigada a exigir comprovante de vacinação aos seus funcionários e prestadores de serviços, como condição para acessar o ambiente de trabalho. A apresentação do comprovante só não será obrigatória para os trabalhadores que possuírem declaração médica com contraindicação justificada.
A determinação deve ser cumprida no prazo máximo de 30 dias e o seu descumprimento implicará em multa diária de R$ 5 mil. A empresa tem até 15 dias para contestar a decisão, contados a partir do dia da notificação.
Comunicado de sua equipe tranquiliza e diz que sacerdote está bem. O Padre Airton Freire, de 65 anos, idealizador da Fundação Terra, no município de Arcoverde, está internado na UTI cardiológica do Hospital Português, no Recife. Ele apresenta pressão muito alta, batimentos cardíacos baixos e dor no peito, os médicos estão acompanhando de perto o […]
Comunicado de sua equipe tranquiliza e diz que sacerdote está bem.
O Padre Airton Freire, de 65 anos, idealizador da Fundação Terra, no município de Arcoverde, está internado na UTI cardiológica do Hospital Português, no Recife.
Ele apresenta pressão muito alta, batimentos cardíacos baixos e dor no peito, os médicos estão acompanhando de perto o sacerdote.
Em comunicado, a equipe do padre informou que ele não se sentiu bem na manhã desta segunda-feira (15), sendo levado para a emergência do Hospital Português e que após ser examinado pela equipe de plantão, por precaução, teve o seu internamento na UTI cardiológica indicado pelo Dr. Marcos Magalhães.
Ainda segundo o comunicado, Pe. Ariton “encontra-se com pressão arterial estabilizada, sem dor, medicado e realizando exames que serão avaliados por seu médico”.
O comunicado ainda pede para que não sejam encaminhadas “mensagens com notícias não oficiais sobre a saúde do padre”. Leia abaixo a íntegra do comunicado.
Caríssimos irmãos e irmãs
Boa tarde,
Diante das notícias que todos estão recebendo, comunico que Pe. Airton não se sentindo bem, ontem de manhã, foi para o Recife e atendido na emergência do Hospital Português.
Foi examinado pela equipe de plantão e, por precaução, Dr Marcos Magalhães decidiu No momento interna-lo na UTI cardiológica.
No momento, Pe. Airton encontra-se com pressão arterial estabilizada, sem dor, medicado e
realizando exames que serão avaliados por seu médico.
Peço que não encaminhem mensagens com notícias NÃO OFICIAIS sobre a saúde do padre. Unidos em preces e confiando, sempre, na misericórdia divina, fortalecidos pela fé estaremos.
Prefeitos em Pernambuco seguem confundindo gestão pública com promoção pessoal e isso tem nome: violação ao princípio da impessoalidade. Na quinta-feira (23), um deles já foi punido, o prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, mostrando que a lei ainda alcança quem insiste em ultrapassar limites. No comentário do Jornal Itapuama desta sexta-feira (24), analiso mais esse […]
Prefeitos em Pernambuco seguem confundindo gestão pública com promoção pessoal e isso tem nome: violação ao princípio da impessoalidade.
Na quinta-feira (23), um deles já foi punido, o prefeito de Garanhuns, Sivaldo Albino, mostrando que a lei ainda alcança quem insiste em ultrapassar limites.
No comentário do Jornal Itapuama desta sexta-feira (24), analiso mais esse episódio e levanta o alerta: até quando práticas assim vão continuar sendo tratadas como “normais” na política?
Do Blog do Elvis Artistas e músicos que se apresentaram no São João 2025 de Floresta, no Sertão de Pernambuco, denunciam que ainda não receberam os cachês referentes às apresentações realizadas durante os festejos juninos deste ano. As queixas apontam que o atraso estaria relacionado a uma crise financeira enfrentada pela Prefeitura Municipal, que também […]
Artistas e músicos que se apresentaram no São João 2025 de Floresta, no Sertão de Pernambuco, denunciam que ainda não receberam os cachês referentes às apresentações realizadas durante os festejos juninos deste ano.
As queixas apontam que o atraso estaria relacionado a uma crise financeira enfrentada pela Prefeitura Municipal, que também estaria impactando o pagamento de servidores e fornecedores. A cidade é gerida por Rorró Maniçoba.
A situação gerou indignação na classe artística local, que vê no São João uma das principais oportunidades de trabalho e exposição cultural no calendário anual da cidade.
“A gente ensaia, se prepara, investe em figurino e transporte para subir ao palco. Passa a festa e, depois de mais de um mês, nada de pagamento. É desrespeitoso”, relatou um músico que preferiu não se identificar.
Baixo cachê e atraso no pagamento
A programação oficial do São João nos Bairros 2025 contou com apresentações de nove artistas da própria cidade. Segundo fontes ouvidas pelo Blog do Elvis, cada um deles teria contrato de apenas R$ 1.500,00 por noite. Mesmo com o cachê considerado baixo, até o início de agosto o pagamento ainda não havia sido efetuado.
Enquanto os artistas da terra aguardam o pagamento dos modestos R$ 1.500,00 por apresentação, a dupla Zezé di Camargo & Luciano, contratada para o aniversário da cidade por R$ 490 mil, já recebeu a primeira parcela do cachê — R$ 220 mil antecipados no dia 18 de junho
Durante a reunião desta segunda-feira (23), que elegeu a nova diretoria do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, destacou a importância da união entre os municípios do sertão do Pajeú. O evento marcou a reeleição de Luciano Torres, prefeito de Ingazeira, como presidente do consórcio, […]
Durante a reunião desta segunda-feira (23), que elegeu a nova diretoria do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, destacou a importância da união entre os municípios do sertão do Pajeú. O evento marcou a reeleição de Luciano Torres, prefeito de Ingazeira, como presidente do consórcio, com Diógenes Patriota, prefeito eleito de Tuparetama, como vice-presidente, e Giba Ribeiro, prefeito eleito de Flores, como secretário executivo.
“Integração é o caminho para o desenvolvimento”
Sandrinho iniciou sua fala afirmando que o momento era importante para todo o sertão do Pajeú. Ele ressaltou que o Cimpajeú, enquanto consórcio de integração, deve priorizar a união dos municípios em prol do desenvolvimento do território como um todo.
“Eu não acredito no desenvolvimento isolado dos municípios. Nosso crescimento só será pleno se houver a integração de todos,” afirmou.
Troca de experiências e aprendizado mútuo
O prefeito enfatizou a necessidade de abertura para o diálogo e o aprendizado entre os gestores. Ele relatou conversas recentes com parceiros que estão assumindo mandatos e citou como exemplo um projeto de São José do Egito, destacando a importância de compartilhar experiências.
“Não podemos ter vergonha de abraçar as discussões. Um prefeito pode e deve aprender com as iniciativas de outras cidades,” disse.
Deixar o orgulho de lado
Sandrinho também abordou a necessidade de superar posturas de orgulho que possam gerar divisões. Para ele, ser prefeito é motivo de orgulho, mas não um orgulho que separa ou cria hierarquias entre os gestores.
“Aqui no Pajeú, somos cidades irmãs, um povo só: sofrido, mas resiliente, aguerrido e inteligente. Não podemos permitir que o orgulho nos separe,” destacou.
Desafios e fortalecimento por meio do consórcio
Diante das dificuldades impostas pela falta de recursos, Sandrinho defendeu o fortalecimento do Cimpajeú como ferramenta para abrir portas e captar investimentos. Ele argumentou que o consórcio pode melhorar as estratégias de desenvolvimento não apenas de um município, mas de toda a região.
“Juntos, somos mais fortes. Precisamos usar o Cimpajeú para buscar recursos e construir um futuro melhor para o sertão do Pajeú,” pontuou.
Reconhecimento e trabalho coletivo
O prefeito de Afogados da Ingazeira fez questão de parabenizar Márcia Conrado, prefeita de Serra Talhada, pelo papel desempenhado na articulação que garantiu a união dos municípios. Ele também elogiou Luciano Torres por sua liderança e demonstrou confiança no trabalho conjunto com Diógenes Patriota e Giba Ribeiro.
“Luciano tem conduzido o consórcio com muita competência, e tenho certeza de que, ao lado de Diógenes e Giba, continuará fazendo um excelente trabalho,” afirmou.
Coletividade acima de tudo
Encerrando sua fala, Sandrinho reforçou a importância do trabalho coletivo no consórcio. Ele reconheceu que restrições sempre existirão, mas destacou que a união é essencial para superar os desafios.
“O trabalho tem que ser coletivo. Só assim vamos conseguir avançar e trazer desenvolvimento para o nosso povo,” concluiu.
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