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Itapetim supera meta nacional de alfabetização em 2024

Por André Luis

Dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) revelam que o município de Itapetim alcançou um desempenho expressivo no Índice de Alfabetização de 2024. O município subiu de 65,3 pontos, registrados em 2023, para 89,12 em 2024, ultrapassando a meta nacional prevista para 2030.

O avanço é resultado de políticas públicas implementadas durante a gestão do ex-prefeito Adelmo Moura e da ex-secretária de Educação Luciana Paulino. Segundo a Prefeitura, professores, coordenadores, gestores escolares e demais profissionais da rede municipal foram mobilizados em um esforço conjunto para fortalecer a alfabetização nas séries iniciais.

A atual prefeita Aline Karina destacou a importância da continuidade das ações educacionais e reafirmou o compromisso da administração municipal com o aprimoramento da qualidade do ensino em Itapetim. O desempenho coloca o município em posição de destaque entre os entes federativos que vêm antecipando metas estabelecidas pelo governo federal.

Outras Notícias

Gonzaga Patriota critica Distritão e modelo de financiamento proposto em comissão

Em discurso na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (10), Gonzaga Patriota (PSB-PE) distribuiu críticas a alguns destaques da Proposta de Emenda à Constituição – PEC 77/03, em votação desde a quarta-feira (09) em comissão especial. “Não tem nada a ver com reforma política o que se fez ontem”, disparou o parlamentar. Entre os pontos problemáticos da […]

Em discurso na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (10), Gonzaga Patriota (PSB-PE) distribuiu críticas a alguns destaques da Proposta de Emenda à Constituição – PEC 77/03, em votação desde a quarta-feira (09) em comissão especial. “Não tem nada a ver com reforma política o que se fez ontem”, disparou o parlamentar. Entre os pontos problemáticos da PEC da Reforma Política apontados por Patriota está o Distritão.

“Eu acho que esse Distritão é importante, mas não podemos eliminar os pequenos partidos, que tanto defendemos o pluripartidário. Deixaram ser criado um grande número destes pequenos partidos, que hoje se coligam e, já em 2022, eles não poderão mais fazê-lo”, comentou.

A comissão especial também aprovou dobrar o valor previsto de recursos públicos que serão usados para financiar campanhas eleitorais. Segundo o texto, seria instituído o Fundo Especial de Financiamento da Democracia que, em 2018, levaria R$ 3,6 bilhões do Orçamento da União.

“Em um país falido, onde se aumentou 40 centavos num litro do combustível, não se pode aceitar a criação de um Fundo de mais de R$ 3 bilhões. Ou querer aumentar o imposto de renda, de 27,5%, para 35%. Pra ir pra quem? Deputados há mais de 35 anos, nove mandatos, nunca receberam um centavo desse tal de fundo. De ninguém: de político, de empresário, de Lava-Jato. Cada um que faça sua campanha com o que tem. Agora dinheiro do povo para campanha de político, não vamos aceitar. Vamos derrubar essa proposta, isso é indecente,num país quebrado, com 15 milhões de desempregados”, declarou.

Após passar na comissão, o projeto seguirá para o plenário da Câmara. Por se tratar de Proposta de Emenda à Constituição, terá de ser aprovada em dois turnos antes de seguir para o Senado.

A proposta necessita do apoio mínimo de 308 deputados em cada turno de votação. Para valer na eleição do ano que vem, precisa ter sido aprovada na Câmara e no Senado até a primeira semana de outubro deste ano.

Datafolha: Lula lidera com 39%. Sem ele, Bolsonaro está na frente com 22%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) pela Folha de S.Paulo traz o ex-presidente Lula (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República com 39% da preferência. Ele é seguido por Jair Bolsonaro (PSL), com 19%. Preso e condenado por corrupção, Lula aguarda decisão da Justiça para saber se poderá concorrer ou […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) pela Folha de S.Paulo traz o ex-presidente Lula (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República com 39% da preferência. Ele é seguido por Jair Bolsonaro (PSL), com 19%. Preso e condenado por corrupção, Lula aguarda decisão da Justiça para saber se poderá concorrer ou não. Por causa da condenação no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, sua candidatura está ameaçada pela Lei da Ficha Limpa.

No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 22% das intenções. Em segundo lugar aparece Marina Silva (Rede), com 16%.

Veja os números no cenário com Lula

Lula (PT) – 39%

Jair Bolsonaro (PSL) – 19%

Marina Silva (Rede) – 8%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 6%

Ciro Gomes (PDT) – 5%

Alvaro Dias (Podemos) – 3%

João Amoêdo (Novo) – 2%

Henrique Meirelles (MDB) – 1%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

Cabo Daciolo (Patriota) – 1%

Vera (PSTU) – 1%

João Goulart Filho (PPL) – 0%

Eymael (DC) – 0%

Brancos/nulos – 11%

Não sabe – 3%

Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Pesquisa encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo.

8.433 eleitores foram ouvidos em 313 municípios entre os dias 20 e 21 de agosto. Nível de confiança da pesquisa é de 95%.

Registro no TSE – BR 04023/2018

Sem Lula, com Haddad

Sem Lula, Marina e Ciro Gomes (PDT) dobram suas intenções de voto. Também dobram os índices de brancos e nulos e indecisos. No cenário em que aparece como candidato do PT, Fernando Haddad, vice de Lula, tem 4%. Ele ainda é pouco conhecido do eleitorado, como também mostra o Datafolha.

Jair Bolsonaro (PSL) – 22%

Marina Silva (Rede) – 16%

Ciro Gomes (PDT) – 10%

Geraldo Alckmin (PDSB) – 9%

Alvaro Dias (Podemos) – 4%

Fernando Haddad (PT) – 4%

João Amoêdo (Novo) – 2%

Henrique Meirelles (MDB) – 2%

Vera (PSTU) – 1%

Cabo Daciolo (Patriota) – 1%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

João Goulart Filho (PPL) – 1%

Eymael (DC) – 0%

Brancos/nulos – 22%

Não sabe – 6%

Transferência de votos

O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é desconhecido por 27% dos eleitores. Outros 59% já ouviram falar dele. Ele também tem baixa rejeição: 21% declararam que não votariam nele em hipótese alguma. De acordo com o Datafolha, 48% dos entrevistados disseram que não votariam em um candidato indicado por Lula. Já 31% o fariam, enquanto 18% disseram que “talvez” votassem.

Caso Lula não seja candidato, qual candidato, na sua opinião, ele irá apoiar?

Fernando Haddad (PT) – 17%

Marina Silva (Rede) – 10%

Ciro Gomes (PDT) – 6%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 4%

Jair Bolsonaro (PSL) – 4%

Guilherme Boulos (Psol) – 1%

Henrique Meirelles (MDB) – 1%

Outras respostas – 3%

Nenhum – 3%

Não sabe – 51%

Rejeição

Lula dobrou suas menções na pesquisa espontânea – aquela em que os nomes não são apresentados ao entrevistado – em relação a junho: saltou de 10% para 20%. Bolsonaro subiu de 12% para 15%.

O candidato do PSL, porém, é o mais rejeitado: 39% dizem que não votariam nele em hipótese alguma. Lula tem a segunda maior rejeição (34%).

Em quais desses nomes você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno

Jair Bolsonaro (PSL) – 39%

Lula (PT) – 34%

Geraldo Alckmin (PSDB) – 26%

Marina Silva (Rede) – 25%

Ciro Gomes (PDT) – 23%

Henrique Meirelles (MDB) – 21%

Fernando Haddad (PT) – 21%

Cabo Daciolo (Patriota) – 20%

Vera (PSTU) – 20%

Eymael (DC) – 19%

Guilherme Boulos (Psol) – 18%

João Goulart Filho (PPL) – 17%

João Amoêdo (Novo) – 17%

Alvaro Dias (Podemos) – 16%

Rejeita todos/não votaria em nenhum – 4%

Votaria em qualquer um – 2%

Não sabe – 4%

Mulheres e Temer

Segundo o Datafolha, Bolsonaro tem dificuldade para avançar no eleitorado feminino. O deputado tem 13% das intenções de voto entre as mulheres contra 30% entre os homens, no cenário sem Lula. Marina, por outro lado, tem 19% do voto feminino e 13%, do masculino.

De acordo com a pesquisa, 87% declararam que não votariam em algum candidato apoiado pelo presidente Michel Temer. Apenas 3% votariam. Candidato de Temer, Henrique Meirelles (MDB) patina em 1% e 2%.

Segundo turno

Pela simulação do Datafolha, Lula ganharia o segundo turno contra qualquer um dos oponentes. Jair Bolsonaro só venceria Fernando Haddad. Alckmin derrotaria Bolsonaro, Ciro e Haddad. Empataria tecnicamente com Ciro.

Simulação 2º turno

Lula (PT) – 51%

Marina Silva (Rede) – 29%

 

Lula (PT) – 52%

Jair Bolsonaro (PSL) – 32%

 

Lula (PT) – 53%

Alckmin (PSDB) – 29%

 

Marina (Rede) – 45%

Bolsonaro (PSL) – 34%

 

Alckmin (PSDB) – 41%

Bolsonaro (PSL) – 33%

 

Alckmin (PSDB) – 37%

Ciro (PDT) – 31%

 

Marina (Rede) – 41%

Alckmin (PSDB) – 33%

 

Ciro (PDT) – 38%

Bolsonaro (PSL) – 35%

 

Alckmin (PSDB) – 43%

Haddad (PT) – 20%

 

Bolsonaro (PSL) – 38%

Haddad (PT) – 29%

Josete nega que Dinca tenha deixado R$ 250 mil para matadouro.”Deixou foi milhões em débitos”

“É um delírio do ex-prefeito fazer a afirmação que deixou R$ 250 mil reais para construir matadouro em Tabira”.  A afirmação foi feita ontem pelo ex-prefeito Josete Amaral falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. “O ex-prefeito deixou foram milhões em débito”, criticou. E continuou :  “Quando perdeu a reeleição tirou todas as emendas. Arrasou Tabira […]

JOSETE-AMARAL“É um delírio do ex-prefeito fazer a afirmação que deixou R$ 250 mil reais para construir matadouro em Tabira”.  A afirmação foi feita ontem pelo ex-prefeito Josete Amaral falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

“O ex-prefeito deixou foram milhões em débito”, criticou. E continuou :  “Quando perdeu a reeleição tirou todas as emendas. Arrasou Tabira desviando calçamentos. A justiça precisa ver o saneamento da cidade que não foi concluído e os dejetos até hoje jogados no Rio Pajeú. Ele se preocupa com as coisas dele, saiu do governo e construiu uma vila com mais de cem casas”, acusou.

Sobre o convite do Prefeito Sebastião Dias para a reunião da terça feira que tratará da construção de um novo matadouro, Josete disse que não comparecerá. Ele entende que a administração deveria buscar recursos para ampliar o matadouro que está embargado e que foi construído em seu governo.

Com altas de botijão e gasolina, prévia da inflação vai a 9,77% em 12 meses

Do JC Online Sob o impacto do aumento dos preços do gás de botijão e da gasolina, ambos reajustados nas refinarias da Petrobras, a prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, avançou em outubro para 9,77% no acumulado em 12 meses. Trata-se de uma aceleração frente ao acumulado em 12 meses até setembro (9,57%) e […]

O gás de botijão foi novamente a maior fonte de contribuição individual para a inflação
O gás de botijão foi novamente a maior fonte de contribuição individual para a inflação

Do JC Online

Sob o impacto do aumento dos preços do gás de botijão e da gasolina, ambos reajustados nas refinarias da Petrobras, a prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA-15, avançou em outubro para 9,77% no acumulado em 12 meses.

Trata-se de uma aceleração frente ao acumulado em 12 meses até setembro (9,57%) e o maior índice desde dezembro de 2003 (9,86%), quando os preços foram afetados pelas incertezas do mercado sobre um primeiro governo Lula.

Isoladamente em outubro, a inflação foi de 0,66%, acima da prévia de setembro (0,39%) e do mesmo mês do ano passado (0,48%). É a maior taxa para meses de outubro desde 2002 (0,90%).

No ano, o IPCA-15 acumula agora um avanço de 8,49%, estourando o teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central, de 6,5%. Neste caso, a taxa acumulada é a maior para o período desde 2003 (9,17%).

O gás de botijão foi novamente a maior fonte de contribuição individual para a inflação, com uma alta de 10,22% no mês, depois de já ter subido 5,34% em setembro. O aumento foi resultado do reajuste promovido promovido pela Petrobras em suas refinarias.

Cenário

Desde o início do ano, a inflação está em patamar elevado por causa do aumento de preços administrados pelo governo -como energia elétrica e combustíveis. São preços que foram represados no passado.

Os economistas consultados pelo Boletim Focus, do Banco Central, preveem inflação a 9,75% ao fim do ano. Mas há bancos apostando na inflação de dois dígitos, como o Credit Suisse (10%) e Fator (10,15%).

Apesar do forte aumento dos preços, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central deve anunciar nesta quarta-feira (22) a manutenção os juros básicos, a taxa Selic, em 14,5% ao ano.

Isso porque a autoridade monetária mira a inflação de 2016 e 2017. No próximo ano, a inflação deve permanecer acima do centro da meta, de 4,5%, mas abaixo do teto estipulado pelo Conselho Monetário.

Grupos

Com a alta do gás de botijão, a inflação do grupo de habitação acelerou na passagem de setembro para outubro, de 0,68% para 1,15% respectivamente, informou o IBGE. O grupo impactou em 0,18 ponto percentual a inflação, a maior entre os grupos.

Mas o aumento da habitação não foi isolado. Em outubro, sete dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE mostraram aceleração na variação de preços em relação ao mês anterior.

A inflação do grupo de transportes acelerou de 0,78% em setembro para 0,80% em outubro e foi responsável por um impacto de 0,15 ponto percentual no IPCA-15, informou o IBGE.

O vilão dos transportes foi a gasolina, que ficou 1,70% mais cara no mês. No fim de novembro, a Petrobras anunciou um aumento de 6% no preço da gasolina e de 4% no preço do diesel nas suas refinarias.

Segundo o IBGE, o aumento de 1% do preço da gasolina nas bombas provoca impacto de 0,04 ponto percentual na inflação, considerando o peso que o produto tem na cesta das famílias brasileiras.

Com a entressafra da cana de açúcar e o aumento da gasolina, os produtores de etanol viram uma oportunidade para aumentar seus preços. O preço do etanol para o consumidor aumentou assim 4,83% no mês.

A prévia da inflação reflete, entretanto, apenas uma parcela da alta dos combustíveis, já que inflação medida do IPCA-15 foi baseada na média dos preços coletados de 15 de setembro a 14 de outubro.

“É, digamos assim, algo como metade do impacto. O IPCA fechado do mês outubro vai mostra o reajuste total que chegou aos postos”, disse Luis Otávio Leal, economista do banco ABC Brasil.

O grupo de alimentação e bebidas, que também vinha contribuindo recentemente para manter a inflação mais baixa dentro do mês, voltou a pressionar na prévia de outubro. A inflação do grupo foi de 0,62%, após a deflação de 0,06% no mês anterior.

Os alimentos consumidos em casa tiveram aumento de 0,39%, enquanto fora de casa subiu 1,06%. Uma série de alimentos subiram no mês, como frango inteiro (5,11%), batata-inglesa (4,22%), arroz (2,15%), pão francês (1,14%) e carnes (0,97%).

Calumbi realiza ação de combate a insegurança alimentar

Por André Luis O prefeito de Calumbi, Joelson (Avante), divulgou em suas redes sociais, uma ação realizada na Cozinha Comunitária do município. Segundo o prefeito, foram distribuídas centenas de refeições saudáveis e equilibradas para diversos calumbienses. Joelson agradeceu a presença dos cidadãos, da vice-prefeita, Cuca do Riachão, de vereadores, dos secretários e dos colaboradores em […]

Por André Luis

O prefeito de Calumbi, Joelson (Avante), divulgou em suas redes sociais, uma ação realizada na Cozinha Comunitária do município.

Segundo o prefeito, foram distribuídas centenas de refeições saudáveis e equilibradas para diversos calumbienses.

Joelson agradeceu a presença dos cidadãos, da vice-prefeita, Cuca do Riachão, de vereadores, dos secretários e dos colaboradores em geral pela dedicação no projeto. 

“Quero externar aqui o meu sentimento de gratidão e felicidade em ver que os objetivos e projetos pensados e elaborados lá atrás estão se concretizando”, destacou Joelson.