Prefeitura realiza ações emergenciais após fortes chuvas em Serra Talhada
Por André Luis
A prefeita Márcia Conrado reuniu o Gabinete de Crise na manhã desta quinta-feira (10) para mapear os pontos críticos atingidos pela chuva durante esta madrugada em Serra Talhada.
Diretamente de Gravatá, onde participa do encontro da AMUPE, a prefeita Márcia delegou atribuições à equipe para vistoria das ruas atingidas, sinalização, mutirão de limpeza, desobstrução dos locais de passagem das águas e vistoria na Feira Livre e no Mercado Público.
As intervenções estão sendo coordenadas pelo vice-prefeito Márcio Oliveira, com o auxílio das secretarias de Obras e Infraestrutura, Serviços Públicos, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Planejamento e Gestão, Agricultura e Recursos Hídricos, Controladoria, STTRANS e Defesa Civil.
Segundo a Defesa Civil, não havia alerta para chuvas fortes nesta quarta-feira (09) em Serra Talhada. A cidade registrou 110,9 milímetros de acordo com Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA.
Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil através da Central (81) 9.8494-0507, o Corpo de Bombeiros (193) e o SAMU (192).
O sanfoneiro mirim Cristian, o Futuro do Forró, também estará em Afogados da Ingazeira na programação festiva pelos 56 anos da Rádio Pajeú. Ele acompanhá o Coral Anitta Vilarim, de Serra Talhada. O sanfoneirinho de 8 anos esteve recentemente na TV Record, no programa de Geraldo Luiz, mostrando a história de superação para o mundo inteiro. Ele […]
O sanfoneiro mirim Cristian, o Futuro do Forró, também estará em Afogados da Ingazeira na programação festiva pelos 56 anos da Rádio Pajeú.
Ele acompanhá o Coral Anitta Vilarim, de Serra Talhada. O sanfoneirinho de 8 anos esteve recentemente na TV Record, no programa de Geraldo Luiz, mostrando a história de superação para o mundo inteiro.
Ele tem chamado a atenção de vários artistas que já o convidaram para o palco, como Cláudia Leite e tantos outros. Roberta Miranda anunciou no Domingo Show que irá gravar uma música com Cristian.
Natural de Mutuípe na Bahia, ele adotou a cidade de Serra Talhada no Sertão de Pernambuco para despontar na música.
Fausto Campos avaliou primeiro turno como um sucesso, com poucas falhas eventuais, que deverão ser corrigidas no segundo turno O Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Desembargador Fausto Campos, falou à Rádio Pajeú sobre os preparativos para o segundo turno das eleições em Pernambuco. Campos avaliou positivamente o primeiro turno, a estreia da biometria em muitas […]
Fausto Campos e Alberto Virgínio com funcionários e integrantes da Justiça eleitoral local. Foto: Júnior Finfa.
Fausto Campos avaliou primeiro turno como um sucesso, com poucas falhas eventuais, que deverão ser corrigidas no segundo turno
O Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Desembargador Fausto Campos, falou à Rádio Pajeú sobre os preparativos para o segundo turno das eleições em Pernambuco. Campos avaliou positivamente o primeiro turno, a estreia da biometria em muitas cidades e garantiu que eventuais problemas registrados no primeiro turno. Leia:
Celso Brandão: qual a finalidade da vinda do presidente do TRE ao Sertão ?
Fausto Campos: Fizemos isso no primeiro turno visitando a região do Sertão. Fomos a Petrolina, a Salgueiro, Araripina e nesse segundo turno priorizamos o Pajeú. Fomos a Serra e Afogados que foi minha comarca e não podia deixar de fora. Aproveitando também que o vice é daqui (Des. Alberto Virgínio)e viemos prestigiar essa cidade.
Celso Brandão : A biometria funcionou como deveria ?
Fausto Campos : Eu considero um sucesso. Agilizou a votação porque o eleitor só precisou apresentar a digital. Não houve necessidade de assinar o livro, salvo raríssimos casos. Avaliamos positivamente.
Celso Brandão: Em algumas sessões, presidentes de sessões orientaram a fazer as duas coisas: colocar digital e assinar o livro. Faltou orientação?
Fausto Campos : Houve algumas falha, isso é natural perla adaptação do próprio mesário, do eleitor, mas já corrigimos. Essa é uma das razões da nossa vinda ao Sertão
Celso Brandão: há uma preocupação com transporte neste segundo turno. Ele ocorrerá normalmente ?
Fausto Campos: Os juízes eleitorais estão orientados e adotarão a mesma providência do primeiro turno neste segundo no tocante ao transporte. Não haverá problemas.
Celso Brandão: Serra Talhada e Verdejante causaram alguma demora no resultado final do pleito. O TRE vai fazer com que isso não se repita domingo ?
Fausto Campos: em uma eleição desse tamanho com cinco votações é natural que haja algum atraso. Em Serra Talhada se constatou que nessa sessão havia muitos idosos e isso acarretou um certo atraso, que não deverá se repetir.
Celso Brandão: o fato de votar só para presidente agilizará a votação ?
Fausto Campos : É a nossa esperança. O eleitor só tem que digitar uma vez e pronto.
Celso Brandão : E o resultado em Pernambuco deverá sair que horas ?
Fausto Campos: O resultado só poderá ser divulgado quando o TSE liberar. Não há uma previsão oficial do TSE de quando divulgar o resultado. Levando-se em consideração que antecipamos o resultado três horas da eleição anterior, esperamos que nossa resposta ainda seja mais rápida.
Celso Brandão: ainda há quem questione a lisura da urna eletrônica. O que o senhor tem a dizer?
Fausto Campos: Eu não, o Brasil todo. Temos a eleição mais segura do mundo. Nosso sistema é invejado por todo o mundo. Tivemos caso de eleição com um voto de diferença e ninguém questionou o resultado.
Salvo raras exceções, me furto de frequentar ambientes políticos. Numa região onde a atribuição do jornalista é sempre colocada a prova a partir de uma mera imagem, melhor evitar. Mas não poderia deixar de dar um abraço no ex-prefeito Totonho Valadares, que ontem reuniu amigos e familiares em sua casa fazenda, onde celebrou seus 80 […]
Salvo raras exceções, me furto de frequentar ambientes políticos. Numa região onde a atribuição do jornalista é sempre colocada a prova a partir de uma mera imagem, melhor evitar.
Mas não poderia deixar de dar um abraço no ex-prefeito Totonho Valadares, que ontem reuniu amigos e familiares em sua casa fazenda, onde celebrou seus 80 anos. A festa teve um simbolismo ainda maior depois do susto que ele sofreu, dia 10 de abril passado, quando enfrentou complicações de uma arritmia grave. Escapou, levado às pressas para o Hospital Regional Emília Câmara e depois, para o Eduardo Campos em Serra Talhada.
De lá pra cá, ainda enfrentou uma cirurgia para implantar um marca-passo (CDI) no PROCAPE, em Recife, e as complicações de uma infecção respiratória, provavelmente de origem hospitalar. Teve alta definitiva e está em casa. Os filhos decidiram por alguns cuidados, dentre eles, o de que Totonho não conceda entrevistas, temendo emoções fortes que possam causar uma intercorrência. Mas Valadares está em linhas gerais ótimo, principalmente em relação à consciência e cognição. Me recebeu com surpresa, principalmente depois de muitos convites sem presença à sua tradicional recepção de 1º de janeiro, uma marca de décadas, onde costuma receber os amigos.
Quando Totonho foi eleito vice-prefeito de Orisvaldo Inácio, em 1988, eu ainda não estava no rádio. Jovem, vi meu pai envolvido naquela eleição muito mais pela figura de Orisvaldo, envolvido que era no PSB local, que ajudou a fundar. Era também compadre de Antônio Mariano, que apoiou João Ézio, mas foi um dos 5.927 votos que ajudaram o socialista, contra os 5.622 eleitores que votaram em Ézio, para muitos uma invenção de Mariano, ao trazer um médico sertanejo, mas com vida no Marabá, o que determinou o início do fim de sua vitoriosa trajetória na política.
Como não havia reeleição, Totonho buscou pavimentar sua candidatura. Enfrentou resistência dos setores populares por ser tido como “homem das elites”, empresário, engenheiro, imagem construída desde a juventude, como alguém que teve condições de deixar Afogados e estudar fora, dentre outros rótulos que tentavam lhe impor. Venceu duas eleições na verdade. A primeira, contra os preconceitos em torno de sua candidatura. A segunda, ao bater Heleno Mariano nas eleições de 1992 com 6.508 votos contra 6.093 do candidato do PFL. Detalhe, Totonho foi eleito aos 46 anos, pelo PSDB.
Teve dois anos prefeito com um opositor, o governador Joaquim Francisco no Palácio, mas soube aproveitar os dois últimos, com Miguel Arraes no governo. Começou a implementar sua marca desenvolvimentista e ganhou as comunidades apoiando associações e organizações do campo. Aos poucos, foi deixando a imagem que o perseguiu até conquistar o governo, e passou a ser visto como quem se alinhou ao alicerce dos projetos mais populares, somando a visão que a engenharia lhe agregou para a vida política.
O ponto de fissura veio após a primeira eleição de Giza, que ele e a Frente Popular apoiaram em 1996, com a imagem que a ex-prefeita construiu de “mãe da pobreza”, após passar pela Secretaria de Assistência Social na gestão Orisvaldo. Giza invocou o direito à reeleição, aprovada em 1997 pelo Congresso, numa articulação por mais um mandato para FHC. Totonho invocara um documento assinado por Giza, ele, Patriota e partidos da Frente Popular em que a ex-gestora se comprometia em não disputar a reeleição caso a emenda passasse. Giza argumentou que havia um sentimento popular por sua reeleição e que estava disposta a seguir com o projeto. Nascia ali uma das maiores rivalidades da política afogadense, nada sequer próximo do que vemos hoje entre Sandrinho Palmeira e Danilo Simões, por exemplo. Era visceral, pessoal, além da divisão política.
Com a Frente rachada, Giza, então no PPS, buscou se alinhar a Antônio Mariano, garantindo os votos que lhe faltavam para bater o próprio Totonho em 2000, com 7.767 votos, contra 7.394 votos de Valadares, candidato pelo PTB.
Totonho venceria Giza em 2004, quando ela indicou Zé Ulisses, e em 2008, quando ela voltou a enfrentá-lo, chegando a três mandatos como prefeito do seu município. Giza, registre-se, também teve contribuição determinante para Afogados. A divergência também alimentou a vontade dos dois líderes de querer fazer mais que o outro.
Aquele período foi desafiador justamente porque, para quem fazia imprensa, na principal emissora, a Rádio Pajeú AM, era um inferno administrar a relação turbulenta entre eles. Mais ainda porque uma característica de Totonho, para muitos a virtude que o manteve tanto tempo vivo, era a de não guardar palavras, sentimentos, não ser politicamente correto, ao se furtar ou escolher o que dizer para não desagradar ou escandalizar. “Traidora” era o adjetivo mais comum. Administrar os direitos de resposta, que eram na verdade “direito de ataque”, era dificílimo. Um atacava, a outra respondia, o “um” queria rebater o rebate. E eu no meio desse fogo cruzado.
Naquela confusão, acho que nasceu um traço importante de minha relação com Totonho. Aprendi que tinha que estar preparado para responder ou ser franco no tom dele, ou pelo menos próximo a isso. Não lembro quantas vezes isso ocorreu ao vivo ou fora do microfone, mas a vida me ensinou a respeitá-lo exatamente por isso. Num mundo tão falso da política, onde você recebe tapas nas costas e é atacado a menos de 50 metros depois, a franqueza de Totonho sempre me admirou. Nunca sugeriu ou permitiu qualquer perseguição, boicote, cara feia de seus aliados e assessores em relação a mim. Se discordava de uma crítica, me ligava ou, antes de sentar na cadeira para uma entrevista, me dizia na lata o que pensava, questionava, discordava, mas me respeitava na divergência. E foi assim, em mais de 30 anos de convivência.
Totonho deixa um legado que, para quem acompanha e entende de história, representa um divisor de águas entre uma cidade interiorana e seu encontro com o futuro, abrindo horizontes para seu desenvolvimento e crescimento. O talentoso engenheiro, que trocou o sucesso na profissão pela política, desafiou a desconfiança inicial para se consolidar, com suas virtudes e defeitos, como um fundamental personagem de nossa história de 116 anos. Se Afogados é o que é hoje, tem muito de sua visão de mundo e determinação para contribuir com essa história. Isso vale um abraço!
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) pediu, na última terça-feira (29), que a Justiça de Pernambuco determine o afastamento do prefeito Cacique Marcos Xukuru (Republicanos), dos vereadores Sil (PT) e Pastinha Xukuru (PP), e de mais seis agentes públicos de Pesqueira, no Agreste, sem prazo determinado. O grupo é réu por participar de um suposto […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) pediu, na última terça-feira (29), que a Justiça de Pernambuco determine o afastamento do prefeito Cacique Marcos Xukuru (Republicanos), dos vereadores Sil (PT) e Pastinha Xukuru (PP), e de mais seis agentes públicos de Pesqueira, no Agreste, sem prazo determinado.
O grupo é réu por participar de um suposto esquema que desviou mais de R$ 15 milhões do município. Eles alegam inocência.
Cacique Marcos e os demais investigados foram alvos da Operação Pactum Amicis, deflagrada pela Polícia Civil, no início do mês. Na ocasião, o prefeito e os parlamentares também foram suspensos das suas funções públicas por 30 dias.
Em seguida, o MPPE acusou formalmente o grupo por organização criminosa, direcionamento de licitações e lavagem de dinheiro. A denúncia foi aceita pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) na última sexta-feira (25). Segundo a promotoria, o grupo teria sido responsável por direcionar ao menos 15 licitações entre janeiro de 2021 e setembro de 2022.
A suspensão dos agentes públicos, no entanto, não ficou registrada na sentença que recebeu a denúncia. Por isso, o MPPE entrou com embargos de declaração para que conste na decisão “o afastamento dos cargos que atualmente exercem, enquanto perdurar a instrução processual penal”.
“É imprescindível que se determine seus afastamentos dos cargos que atualmente exercem, como forma de resguardar a regularidade da instrução processual penal e a ordem pública”, diz o texto. Para o órgão, a medida se torna necessária quando o exercício da função pública “puder favorecer” a repetição dos delitos ou a “destruição de provas”.
Entre os denunciados, também há empresários da cidade. A promotoria também solicitou que os alvos tenham suspensos os direitos de “licitar e contratar com o Poder Público, bem como de exercer atividades econômicas e financeiras relacionadas à gestão de recursos públicos”.
A senadora Teresa Leitão (PT) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não tem mais responsabilidade sobre as decisões políticas da ex-deputada federal Marília Arraes, que deve se filiar ao PDT e é cotada como pré-candidata ao Senado em possível aliança com a governadora Raquel Lyra (PSD). A declaração foi dada nesta sexta-feira (13), durante o […]
A senadora Teresa Leitão (PT) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não tem mais responsabilidade sobre as decisões políticas da ex-deputada federal Marília Arraes, que deve se filiar ao PDT e é cotada como pré-candidata ao Senado em possível aliança com a governadora Raquel Lyra (PSD).
A declaração foi dada nesta sexta-feira (13), durante o ato de filiação da deputada estadual Dani Portela ao PT. Questionada sobre a movimentação de Marília, Teresa disse que o movimento não havia sido tratado dessa forma na conversa que teve anteriormente com a ex-petista.
Segundo a senadora, Marília tem total autonomia para definir seus rumos: “A gente não tem nada mais a ver com o comportamento de Marília. Marília não é mais do PT. Ela tem liberdade de entrar no partido, de sair do partido, de se posicionar.”
Teresa Leitão afirmou ainda que, em um primeiro diálogo, saiu com a compreensão de que Marília seguiria no chamado “campo” político próximo ao PT: “Eu tinha compreendido na primeira conversa que fiz com ela que ela se manteria no nosso campo, porque foi isso que ela me disse.”
Diante da possibilidade de uma aliança com Raquel Lyra, vista como fora desse campo, a senadora atribuiu a mudança a fatores conjunturais e deixou claro que o PT não pretende interferir nas decisões da ex-deputada: “Se as conjunturas ou as contingências estão levando ela a tomar outra posição, não somos nós que vamos resolver a vida dela.”
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