Itapetim: Prefeitura alerta sobre validade de medidas restritivas
Por André Luis
Atividades relacionadas a realização de eventos festivos com público continuam suspensas
Os casos positivos de Covid-19 em Itapetim continuam altos, motivo que levou o Governo Municipal a manter as medidas restritivas adotadas no último decreto.
A partir desta segunda-feira (14), até 28 de fevereiro de 2022, continuam suspensas no âmbito do território do Município de Itapetim, as atividades relacionadas a realização de eventos festivos com público em clubes, boates, salão de festas, ginásio esportivo, tendas, inclusive em áreas abertas em bares, restaurantes e similares.
Também fica decretado que todos os estabelecimentos privados deverão cumprir os protocolos de responsabilidade sanitária e social estabelecidos pela Secretaria Municipal da Saúde, no que se refere à prevenção da contaminação e propagação do novo Coronavírus (Covid-19), recomendando-se a cobrança da apresentação, pelos frequentadores, do cartão de vacinação.
O Secretário Executivo de Articulação da Casa Civil, Anchieta Patriota, está em solo carnaibano, conversando com lideranças da cidade sobre o cenário político, administrativo e os caminhos para 2016. Anchieta vive um dilema, fruto da instabilidade da gestão do seu aliado José Mário Cassiano, indicado por ele para disputar a prefeitura em 2010. Desde que […]
O Secretário Executivo de Articulação da Casa Civil, Anchieta Patriota, está em solo carnaibano, conversando com lideranças da cidade sobre o cenário político, administrativo e os caminhos para 2016.
Anchieta vive um dilema, fruto da instabilidade da gestão do seu aliado José Mário Cassiano, indicado por ele para disputar a prefeitura em 2010. Desde que Anchieta venceu pela primeira vez o grupo de José Francisco Filho, seu grupo não havia passado turbulência semelhante.
Isso porque o governo Zé Mário não conseguiu repetir as boas avaliações de sua gestão e falta ao prefeito manejo político para liderar o grupo. Assim, o que seria um direito natural, a reeleição, não é unanimidade.
Anchieta tem três caminhos : buscar diálogo com Zé Mário, torcer que ele ajuste a reta final de seu governo e apoiá-lo à reeleição em 2016; sair ele mesmo candidato a prefeito no próximo ano para não arriscar a vaca ir pro brejo ou discutir com o grupo um outro nome para a sucessão. Com exceção das duas primeiras alternativas, corre risco de ver o atual prefeito migrar para oposição ou se rebelar contra ele tentando montar seu próprio grupo.
Nesta terça, no Debate das Dez da Rádio Pajeú, Anchieta poderá dar indicativo de que caminho irá tomar.
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou o bloqueio parcial dos bens do prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker (PSB). A decisão, assinada pelo juiz Thiago Felipe Sampaio, ocorre para assegurar o pagamento das multas previstas na Lei de Improbidade Administrativa em uma eventual condenação. O TJPE ainda determinou a indisponibilidade dos bens da secretária […]
O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) determinou o bloqueio parcial dos bens do prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker (PSB). A decisão, assinada pelo juiz Thiago Felipe Sampaio, ocorre para assegurar o pagamento das multas previstas na Lei de Improbidade Administrativa em uma eventual condenação.
O TJPE ainda determinou a indisponibilidade dos bens da secretária de Educação de Tamandaré, Maria da Conceição do Nascimento. O valor ultrapassa R$ 580 mil. O órgão ainda determinou que a Prefeitura de Tamandaré comprove que houve ressarcimento dos valores pagos, como foi alegado por Sérgio Hacker.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) ajuizou, na quarta-feira (1º), ação civil pública contra o prefeito pela utilização de recursos do município para pagar por serviços particulares prestados em sua residência.
O nome de Mirtes Renata de Souza, empregada doméstica que prestava serviços na casa do prefeito de Tamandaré e mãe de Miguel Otávio, criança de cinco anos que morreu enquanto estava sob responsabilidade de Sarí Corte Real, esposa de Sérgio Hacker, consta no Portal da Transparência de Tamandaré.
A ação civil pública trata de indícios da prática de atos de improbidade que podem ter gerado prejuízo ao erário na ordem de R$ 3 bilhões. Os ofícios encaminhados pela própria prefeitura de Tamandaré demonstram ainda que, as referidas funcionárias receberam a quantia total de R$ 193 mil, do período de suas nomeações até as exonerações publicadas em 5 de junho de 2020.
“Portanto, há nos autos fortes indícios de que as três funcionárias nomeadas para exercerem função na Prefeitura de Tamandaré prestavam, exclusivamente, serviços pessoais ao Prefeito do Município de Tamandaré”, conclui a decisão. Leia a íntegra da matéria no Diário de Pernambuco.
Em meio a um cenário de disputas intensas e divergências públicas, o deputado federal Raul Henry foi reeleito, neste sábado (24), presidente estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em Pernambuco. A votação, realizada na Câmara Municipal do Recife, reuniu lideranças políticas de diferentes regiões do estado. Henry obteve 65 votos, superando o adversário Jarbas Filho, […]
Em meio a um cenário de disputas intensas e divergências públicas, o deputado federal Raul Henry foi reeleito, neste sábado (24), presidente estadual do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) em Pernambuco.
A votação, realizada na Câmara Municipal do Recife, reuniu lideranças políticas de diferentes regiões do estado.
Henry obteve 65 votos, superando o adversário Jarbas Filho, que recebeu 49. Filho do ex-governador e senador Jarbas Vasconcelos, Jarbas Filho representou a ala do partido que buscava imprimir um novo rumo à legenda.
A eleição expôs o racha interno que marca o MDB pernambucano nos últimos meses. De um lado, o grupo liderado por Raul Henry, que defende a continuidade da atual gestão e aposta numa articulação política mais ampla; do outro, a corrente encabeçada por Jarbas Filho, que propôs uma renovação nos quadros e na estratégia partidária.
O resultado mantém Henry à frente do partido e encerra, ao menos por ora, uma disputa que aprofundou a divisão interna da legenda em Pernambuco.
A disputa também tem relação com o embate estadual. Raul defende a aliança com João Campos e Jarbas Filho, tinha tendência de alinhamento com a governadora Raquel Lyra.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de São José do Belmonte, instaurou um inquérito civil para apurar uma denúncia de suposta perseguição política no município. A portaria de abertura foi publicada nesta segunda-feira (12), no Diário Oficial do MPPE. De acordo com o procedimento nº 01712.000.102/2024, assinado pelo promotor […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de São José do Belmonte, instaurou um inquérito civil para apurar uma denúncia de suposta perseguição política no município. A portaria de abertura foi publicada nesta segunda-feira (12), no Diário Oficial do MPPE.
De acordo com o procedimento nº 01712.000.102/2024, assinado pelo promotor de Justiça Jairo José de Alencar Santos, a medida tem como objetivo apurar elementos relacionados a possíveis práticas de assédio ou retaliação de cunho político dentro da gestão municipal.
A investigação está fundamentada em dispositivos da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei da Ação Civil Pública (Lei nº 7.347/1985), da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público (Lei nº 8.625/1993), além da Resolução nº 03/2019 do Conselho Superior do Ministério Público.
Como primeiras providências, o promotor determinou:
Notificação das partes envolvidas, que terão 30 dias para apresentar eventuais manifestações contrárias aos fundamentos da gestão municipal citados no procedimento. Os interessados poderão juntar documentos e indicar provas que julguem pertinentes.
Transcrição de áudios já anexados ao inquérito, considerados relevantes para o caso. Os trechos deverão ser indicados com a marcação exata dos tempos das falas.
A portaria também determina o envio do documento ao Centro de Apoio Operacional (CAOP) correspondente, à Secretaria Geral do MPPE, ao Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) e à Corregedoria Geral do Ministério Público (CGMP), conforme os trâmites legais.
A identidade dos investigados e dos denunciantes não foi divulgada, em respeito ao sigilo que rege a fase inicial das investigações. As informações são do Causos & Causas.
Segundo o MP Eleitoral, Caio de Azevedo Alves recebeu mais de R$ 300 mil sem origem identificada e sem trânsito em conta de campanha O Ministério Público Eleitoral defende a desaprovação das contas de campanha do vereador de Agrestina (PE) Caio de Azevedo Alves (conhecido como “Caio Damasceno”), por falsidade ideológica eleitoral (“caixa dois”). Durante […]
Segundo o MP Eleitoral, Caio de Azevedo Alves recebeu mais de R$ 300 mil sem origem identificada e sem trânsito em conta de campanha
O Ministério Público Eleitoral defende a desaprovação das contas de campanha do vereador de Agrestina (PE) Caio de Azevedo Alves (conhecido como “Caio Damasceno”), por falsidade ideológica eleitoral (“caixa dois”).
Durante as eleições de 2020, o então candidato recebeu mais de R$ 300 mil sem identificação de origem, sem ser por conta bancária específica de campanha eleitoral, sem emitir recibo de doação e sem lançamento na prestação de contas.
Segundo relatório apresentado pela Polícia Federal, além dessas ilicitudes, Caio Damasceno realizou pagamentos a policiais militares para proteção e segurança no valor de R$ 14.000, sem declarar como despesa de campanha. Também efetuou compra de ao menos 15 votos de eleitores, ao preço de R$ 1.800, e recebeu considerável quantidade de combustível sem identificar o doador nem emitir recibo ou documento fiscal.
Ao requerer registro de candidatura à Justiça Eleitoral, os candidatos submetem-se à legislação eleitoral e deveriam estar cientes da obrigação de apresentar prestação de contas com registro de todas as receitas e despesas referentes à campanha. O parecer do procurador regional eleitoral Wellington Cabral Saraiva aponta que a falta de transparência impede o exame de prestação de contas e constitui presunção de prática de ilícito na campanha.
As contas foram aprovadas com ressalvas na 86ª Zona Eleitoral, com o fundamento de que possíveis ilícitos deveriam ser discutidos em ação específica e não no processo de prestação de contas de campanha.
Tais aspectos já são analisados na ação de investigação judicial eleitoral (AIJE) 0600622-85.2020.6.17.0086, mas isso não impede utilização dos documentos comprobatórios pelo MP Eleitoral para contestar a prestação de contas do candidato.
Em julgado anterior, o Tribunal Superior Eleitoral já se pronunciara sobre a produção de provas em prestação de contas. O TSE afirmou não haver violação à garantia de devido processo legal quando o Ministério Público Eleitoral, atuando como fiscal da ordem jurídica, oferece parecer após o prazo de 48 horas e junta novos documentos que comprovariam omissão de despesa e receita.
Após a aprovação com ressalvas na primeira instância, o MP Eleitoral recorreu ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco para haver recolhimento aos cofres públicos do valor relativo aos recursos de origem não identificada (RONI) recebidos e pagos pelo candidato, no total de R$ 315.800,00.
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