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Itapetim: Arquimedes entrega pavimentação da Rua José Paulino

Por Nill Júnior

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Da Assessoria

Nesta sexta (09), o prefeito de Itapetim, Arquimedes Machado, acompanhado de autoridades locais e dos deputados Ângelo Ferreira (Estadual) e Gonzaga Patriota (Federal), entregou a pavimentação da Rua José Paulino, no Bairro Paulo VI, e autorizou a pavimentação de outras cinco ruas.

Pavimentada com recursos próprios, a Rua José Paulino era intransitável devido ao terreno íngreme e a grande concentração de pedras. Segundo Luciano Lopes, que reside no local, os moradores também tinham que conviver com lama e poeira. “Ver esse calçamento pronto era um sonho de todos nós. Nossa realidade agora é outra. Estamos muito felizes. Arquimedes está de parabéns, porque prometeu e hoje a obra está entregue”, ressaltou.

Ângelo e Gonzaga parabenizaram os moradores e o chefe do Executivo itapetinense pelo trabalho que vem realizando à frente da Administração Municipal, trazendo obras e ações importantes no momento em que o Brasil vive uma grave crise econômica. Também reforçaram o compromisso de continuar trabalhando em Recife e Brasília para que mais obras e ações cheguem ao município, melhorando a qualidade de vida da população.

Arquimedes destacou a importância da pavimentação e parabenizou os moradores pela conquista. Também agradeceu a Ângelo e Gonzaga pelo compromisso com os itapetinenses. “Em um momento de dificuldades como o que estamos enfrentando, felizmente temos o apoio de dois deputados que são dois amigos de Itapetim e que estão sempre à disposição em seus gabinetes para lutar pelos interesses da nossa população”, frisou.

Antes dos pronunciamentos, foi dada a ordem de serviço para pavimentação em paralelepípedos das ruas Projetada 6 e Projetada 9, no Conjunto Habitacional Miguel Arraes de Alencar; das ruas Esperidião de Siqueira e Walfredo Siqueira, no distrito de São Vicente; e da Rua Projetada 9, no povoado de Piedade, somando mais de seis mil metros quadrados.

Toda a comunidade compareceu a inauguração, que ainda foi prestigiada pelo gerente estadual da Casa Civil, Adelmo Moura, e pelo vice-prefeito Junior Moreira, além de vereadores, secretários municipais e lideranças comunitárias.

Outras Notícias

Armando apoia prefeitos que apontam desigualdade na distribuição de vacinas

Para o ex-senador Armando Monteiro (PSDB) é preciso que se apurem as cobranças feitas por prefeitos de todas as regiões de Pernambuco sobre o que apontam como falta de tratamento igualitário por parte do Governo do Estado na distribuição de vacinas contra o coronavírus. “Ao que tudo indica, existe sim um problema na distribuição, uma […]

Para o ex-senador Armando Monteiro (PSDB) é preciso que se apurem as cobranças feitas por prefeitos de todas as regiões de Pernambuco sobre o que apontam como falta de tratamento igualitário por parte do Governo do Estado na distribuição de vacinas contra o coronavírus.

“Ao que tudo indica, existe sim um problema na distribuição, uma falta de critérios que possa conferir um tratamento mais justo, mais igualitário, proporcionalmente ao perfil da população de cada região”, afirma.

Armando diz que é inaceitável haver um desequilíbrio no ritmo das vacinações porque não existem pernambucanos de duas classes ou uma região mais importante que a outra. “Os pernambucanos merecem o mesmo tratamento”, defende.

O apoio de Armando aos gestores municipais ocorre em função das queixas de falta de vacinação suficiente para cumprir as etapas iniciais do Programa Nacional de Imunização (PNI), enquanto o prefeito do Recife, João Campos (PSB), anuncia a entrada de novos grupos.

“Respeito a manifestação dos prefeitos, porque vejo que muitas vozes estão se levantando no sentido de apontar essa distorção. O que se verifica é que há um grande esforço para promover o Recife, no que alguns já estão apontando como marketing da vacina. É claro que nós todos desejamos que exista um ritmo maior, mas que contemple todo o Estado de maneira justa e homogênea”, conclui Armando.

“Passaram oito anos dormindo e só agora resolveram acordar”, diz Pollyanna Abreu sobre críticas de ex-vereador

A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu, divulgou um vídeo neste sábado (28) em suas redes sociais para responder às críticas feitas pelo ex-vereador Tadeu a respeito da programação da 51ª Expocose – tradicional exposição agropecuária do município. No pronunciamento, a gestora defendeu as ações da atual administração e rebateu duramente a atuação do ex-parlamentar enquanto […]

A prefeita de Sertânia, Pollyanna Abreu, divulgou um vídeo neste sábado (28) em suas redes sociais para responder às críticas feitas pelo ex-vereador Tadeu a respeito da programação da 51ª Expocose – tradicional exposição agropecuária do município. No pronunciamento, a gestora defendeu as ações da atual administração e rebateu duramente a atuação do ex-parlamentar enquanto esteve no legislativo.

De acordo com Pollyanna, as críticas surgem de pessoas que “passaram oito anos dormindo e só agora resolveram acordar”, em referência ao grupo político ligado à gestão anterior. “Por que será?”, questionou.

A prefeita afirmou que a suspensão do carnaval tradicional em Sertânia seguiu recomendações do Ministério Público, motivadas por débitos herdados da gestão passada. “A antiga gestão que o senhor tanto defende não pagou o povo. Os profissionais de saúde não receberam seus salários de dezembro e eu paguei”, disse, dirigindo-se a Tadeu. Ela também questionou a ausência de manifestações do ex-vereador em defesa dos servidores à época.

Sobre as críticas ao São João, Pollyanna listou os polos juninos realizados nas localidades de Henrique Dias, Carolina, Rio da Barra, Albuquerque-Né, Praça de Eventos, Alto do Rio Branco e Palhoção do Cassimiro. “Modéstia à parte, cada polo, um mais bonito que o outro. E a caminhada do forró, estávamos lá”, afirmou.

A gestora também se posicionou sobre a realização da Expocose. Segundo ela, a atual administração recuperou a estrutura do parque e retomou a valorização do setor agropecuário. “Os caprinovinocultores de todo o Nordeste estão voltando a olhar para Sertânia como referência”, disse. Pollyanna destacou ainda que o evento terá a maior premiação já oferecida no município, com R$ 100 mil a serem pagos ainda durante a exposição. “Coisa que homem nenhum fez na história do nosso município”, pontuou.

Em relação à contratação antecipada do cantor Wesley Safadão para a edição de 2026 da festa, a prefeita defendeu a medida como fruto de planejamento e organização. “Pelo que eu entendi, só quem não gostou foi você e alguns do seu grupo político”, respondeu.

Ao longo do vídeo, Pollyanna afirmou que aceita críticas construtivas, mas condenou ataques políticos baseados, segundo ela, em distorções dos fatos. “Estamos construindo uma Sertânia diferente, com responsabilidade, trabalho e amor pelo nosso povo. Quem quiser ajudar será bem-vindo. Mas para atrapalhar com mentiras, aqui não. Este não é o lugar.”

A prefeita também acusou a gestão anterior de realizar um leilão às vésperas da eleição, vendendo patrimônio público por valores baixos e deixando débitos para a atual administração. Ela citou atrasos em contas de energia, precatórios, salários da saúde e débitos com instituições bancárias. “Hoje, com muitas dificuldades, estamos trabalhando para pagar as contas que vocês deixaram”, disse.

Pollyanna concluiu seu pronunciamento cobrando explicações do ex-vereador sobre sua atuação no legislativo. “O senhor foi o vereador mais votado nas eleições passadas. E o que fez com essa confiança? Dedicou seu tempo para montar seu comércio e garantir seu próprio interesse, enquanto o povo sofria e eu estava entre eles como empresária, sentindo na pele o descaso da gestão da qual o senhor servia.”

A prefeita também mencionou promessas não cumpridas, como o distrito industrial e obras mal executadas. “Amigo Tadeu, ou o senhor não sabia o que estava fazendo enquanto vereador ou escolheu fechar os olhos por conveniência. Me responda: qual das duas opções lhe cabe melhor?”, questionou.

 

Equipes que coletam testes para pesquisa nacional sobre coronavírus são detidas e agredidas

Em Serra Talhada algumas pesquisadoras foram escoltadas pela polícia para a Secretaria de Saúde. Com informações da Folha de São Paulo e Farol de Notícias Equipes da primeira pesquisa sobre a epidemia de Covid-19 estão sendo detidas pela polícia, impedidas de trabalhar por governos municipais ou agredidas nas ruas. O estudo pretende testar amostra de […]

Em Serra Talhada algumas pesquisadoras foram escoltadas pela polícia para a Secretaria de Saúde.

Com informações da Folha de São Paulo e Farol de Notícias

Equipes da primeira pesquisa sobre a epidemia de Covid-19 estão sendo detidas pela polícia, impedidas de trabalhar por governos municipais ou agredidas nas ruas.

O estudo pretende testar amostra de 33.250 pessoas em 133 cidades, em todos os estados. O objetivo é estimar quantos brasileiros já foram infectados pelo novo coronavírus, o que auxilia o planejamento do combate à doença e o seu estudo científico.

Em Serra Talhada, a pesquisa gerou confusão. Tudo por conta de que os pesquisadores estavam fazendo testagem rápida para o novo coronavírus nos entrevistados.

A secretária de Saúde, Márcia Conrado, relatou que “nossos celulares não pararam de tocar, informando que havia pessoas fazendo testes rápidos nas pessoas no município. Fomos atrás e constatamos que são pessoas ligadas ao Ministério da Saúde. Elas estão fazendo uma pesquisa através do Instituto Ibope. O problema é que nem a Geres e nem a Secretaria de Saúde, tinham conhecimento.

Márcia disse ainda que após as denúncias, a situação foi entendida. “Então, se essas pessoas chegarem as suas casas, agora sim a Secretaria tem conhecimento”, informou

A secretária informou ainda que “algumas pesquisadoras foram escoltadas pela polícia para Secretaria de Saúde. Mas tudo foi resolvido”.

Em Santarém (PA), segundo os relatos, a polícia levou a equipe da pesquisa para a delegacia e apreendeu os testes para a Covid-19. Secretaria de Segurança Pública do Pará negou que tenha havido prisão ou apreensão no estado.

Ainda segundo os pesquisadores, houve detenções em São Mateus (ES), Imperatriz (MA), Picos (PI), Patos (PB), Natal (RN), Crateús e Serra Talhada (PE), Rio Verde (GO), Cachoeiro do Itapemirim (ES), Caçador (SC) e Barra do Garças (MT), afirmam os coordenadores do trabalho, da Universidade Federal de Pelotas, e o Ibope, que faz o trabalho de campo.

Em vários municípios, o material de testes foi destruído e as equipes do estudo tiveram de abandonar a cidade e desistir da pesquisa. As equipes são detidas para prestar esclarecimentos, são barradas por prefeituras porque não haveria autorização para o trabalho; são atacadas nas ruas porque estariam violando quarentenas ou porque houve boatos de que seriam golpistas ou uma ameaça à saúde, segundo relatos dos coordenadores e executores da pesquisa.

A pesquisa é financiada pelo Ministério da Saúde e foi aprovada pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa.

Os pesquisadores ainda esperam autorização de 42 prefeituras para continuar o trabalho, entre elas capitais de estado, dizem os coordenadores do estudo e o Ibope. Em cidades como Governador Valadares (MG) não houve detenção, mas o material da pesquisa foi apreendido. Em Rondonópolis (MT), os entrevistadores estão presos no hotel, esperando liberação municipal.

Segundo os pesquisadores da Ufpel, o Ministério da Saúde enviou ofício aos governos locais a respeito da realização da pesquisa. “Aparentemente, tais comunicados não chegaram a prefeituras ou Vigilâncias Sanitárias, diz Márcia Cavallari, diretora-geral do Ibope Inteligência.

O estudo parece uma pesquisa de opinião, eleitoral, por exemplo. Mas, em vez de contar suas preferências para o entrevistador, a pessoa sorteada pela pesquisa dá uma amostra de sangue da ponta do dedo, coletada em sua casa. Com o teste de uma parcela da população, é possível estimar quantos foram infectados no país inteiro.

Com dados mais precisos a respeito da epidemia, será possível fazer projeções do avanço da epidemia, descobrir as regiões mais atingidas e planejar as medidas de contenção da Covid-19.

Com os números desse tipo de levantamento e estudos dos epidemiologistas, seria também possível decidir com base em dados científicos a necessidade de isolamentos: de que tipo, onde e até quando devem ser implementados.

No estudo nacional, participam também a Universidade de São Paulo, a Universidade Federal de São Paulo, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a Fundação Getúlio Vargas e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.

População combate incêndio no Curral Velho. Bombeiros não compareceram

Por André Luis Mais um incêndio foi registrado na zona rural de Afogados da Ingazeira. Nesta segunda-feira (18), foi a vez de moradores do Sítio Curral Velho passarem por momentos de aflição vendo o fogo consumir a vegetação e se aproximar das residências. Durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM, ouvintes […]

Por André Luis

Mais um incêndio foi registrado na zona rural de Afogados da Ingazeira. Nesta segunda-feira (18), foi a vez de moradores do Sítio Curral Velho passarem por momentos de aflição vendo o fogo consumir a vegetação e se aproximar das residências.

Durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM, ouvintes entraram em contato pedindo ajuda para acionar o Corpo de Bombeiros para apagar o incêndio na comunidade. A produção do programa tentou contato telefônico com a corporação, mas não obteve sucesso.

Ainda segundo informações de moradores da comunidade, os Bombeiros foram avisados do incêndio duas vezes, mas não chegaram ao local. A própria comunidade com a ajuda de pessoas da cidade que ao saberem do incidente correram para ajudar os moradores é que conseguiram apagar as chamas.

Em vídeo enviado à redação da emissora, pode ser visto a correria de moradores para salvar colheitas e animais. Veja no vídeo acima.

Esta ocorrência se soma com outras não atendidas ou atendidas tardiamente pelo Corpo de Bombeiros de Afogados da Ingazeira e levanta o debate com relação ao atendimento da corporação à população.

Histórico – Relembrando os casos mais recentes que ou não foram atendidos ou atendidos com insuficiência pelo Corpo de Bombeiros em Afogados da Ingazeira: na segunda-feira passada (11), a comunidade de Poço de Pedra, a poucos quilômetros da sede de Afogados da Ingazeira, registrou um incêndio de grandes proporções, que teria sido iniciado no lixão que fica próximo a comunidade.

Acionados os Bombeiros informaram que uma viatura havia sido enviada de Serra Talhada para atender a ocorrência [não chegou]. Detalhe, um ouvinte registrou em foto a existência de uma viaturas paradas na unidade em Afogados. Os moradores, através da união conseguiram conter as chamas.

No dia 31 de outubro, foi a vez da comunidade de Covoadas pedir socorro para combater um incêndio na comunidade. Ouvintes relataram que a densa fumaça negra e as labaredas podiam ser avistadas a quilômetros de distância, nesse caso o Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência, mas o equipamento era insuficiente para combater o incêndio, só conseguindo conter as chamas com a ajuda de moradores.

Em outro caso, desta vez na Rua Mestre Zeferino, bairro São Sebastião, A casa de um senhor foi totalmente consumida pelo fogo no dia 25 de outubro. O incêndio mobilizou muitos populares pelos riscos de as chamas chegarem a casas vizinhas, por serem parede com parede.

Mais uma vez a população reclamou com relação ao atendimento do Corpo de Bombeiros que só chegou após a comunidade já ter apagado o incêndio. Neste caso, a informação foi de que as duas viaturas de combate ao fogo da Corporação estavam em outros atendimentos.

O incêndio foi apagado com o uso de baldes pela comunidade. A prefeitura chegou a enviar um carro pipa para ajudar no combate ao incêndio, mas quando chegou as chamas já tinham sido contidas pela população.

Chamado de golpista, Roberto Freire diz que “teve que reagir” a escritor homenageado

Após o embate com Raduan Nassar na entrega do Prêmio Camões, o ministro da Cultura, Roberto Freire, afirmou à Folha de São Paulo que o governo “não poderia ficar calado” diante das críticas feitas pelo escritor brasileiro, que chamou a gestão peemedebista de “golpista” e “repressora”. “Quem fala o que quer ouve o que não quer”, disse Freire. […]

Após o embate com Raduan Nassar na entrega do Prêmio Camões, o ministro da Cultura, Roberto Freire, afirmou à Folha de São Paulo que o governo “não poderia ficar calado” diante das críticas feitas pelo escritor brasileiro, que chamou a gestão peemedebista de “golpista” e “repressora”. “Quem fala o que quer ouve o que não quer”, disse Freire.

Segundo o ministro, a entrega da maior honraria da literatura em língua portuguesa a um “adversário político” é prova de que o governo Temer “não é ilegítimo”.

Freire afirmou ainda que as vaias que recebeu no evento vieram de “expressivos líderes do PT” que estavam na plateia, porém, não soube nomear nenhum deles. “Foi uma ação preparada e não só por um ou outro que participava do evento”, declarou.

Mas pegou mal para Freire. Em cerimônias anteriores do Prêmio Camões e em outras semelhantes, o costume é o homenageado fazer ao final o discurso de agradecimento.

Era esperado que o autor de “Lavoura Arcaica”, crítico notório do governo Temer, fizesse um discurso contundente. E foi o que ocorreu, quando Raduan falou, abrindo a cerimônia, em vez de fechando-a.

Isso permitiu que o ministro Roberto Freire tivesse a última palavra, com uma resposta dura a Raduan, que havia em sua fala acusado o governo de golpista.

O ministro sugeriu que o escritor não deveria aceitar o prêmio, no valor de €100 mil (cerca de R$ 330 mil). Freire nega que o ritual tenha sido invertido pelo Ministério da Cultura.