Israel Lima Rubis assume Delegacia Seccional de Arcoverde
Por Nill Júnior
Ele substitui o Delegado Antônio Júnior, que foi homenageado pelos serviços prestados no município
Na tarde desta terça (22/05), ocorreu a passagem de serviço da função de Delegado Seccional de Arcoverde, do Dr. Antônio Júnior de Lima e Silva para o Dr. Israel Lima Braga Rubis, com a presença do Chefe de Polícia, Subchefe de Polícia, e Dinter 2, no auditório da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Arcoverde.
Na oportunidade, o Delegado Antonio Júnior foi presenteado com uma placa, em alusão aos relevantes serviços prestados a frente da Delegacia Seccional de Arcoverde.
Posteriormente, por conta da cerimônia de passagem de serviço, os gestores do escalão superior da Polícia Civil ressaltaram os relevantes serviços prestados pela gestão anterior, e deram boas-vindas ao novo Delegado Seccional.
Ao fim da tarde, foram realizadas visitas na Delegacia Circunscricional de Arcoverde, e na obra do complexo de futuras instalações que abarcarão as Delegacias Seccional, Homicídios e a Circunscricional.
O secretário-executivo Eduardo Pazuello assumiu a pasta interinamente. Em um breve pronunciamento na tarde desta sexta-feira, o médico Nelson Teich anunciou sua saída do Ministério da Saúde. Ele afirmou que o pedido de demissão foi uma escolha sua e não respondeu perguntas da imprensa. “A vida é feita de escolhas, e hoje eu escolhi sair. […]
O secretário-executivo Eduardo Pazuello assumiu a pasta interinamente.
Em um breve pronunciamento na tarde desta sexta-feira, o médico Nelson Teich anunciou sua saída do Ministério da Saúde. Ele afirmou que o pedido de demissão foi uma escolha sua e não respondeu perguntas da imprensa.
“A vida é feita de escolhas, e hoje eu escolhi sair. Digo a vocês que dei o melhor de mim nesses dias, não é uma coisa fácil estar a frente de um ministério num período difícil como esse”, afirmou.
Teich disse ainda que a missão do ministério é dividida com estados e municípios e que a pasta deixou um plano estratégicos para auxiliar estes entes federativos diante da pandemia.
“Foi construído um programa de testagem, pronto para ser implementado, para entender a dimensão da covid no Brasil”, acrescentou.
O ex-ministro também contou que a pasta, durante sua breve gestão, habilitou 4 mil leitos de UTI e auxiliou com o fornecimento de equipamentos de proteção e recursos humanos em um quadro de “crise mundial” dos insumos.
“Não aceitei o convite pelo cargo, mas porque achei que podia ajudar o Brasil e as pessoas”, disse destacando esta ser sua primeira experiência em gestão pública e agradecendo aos profissionais de saúde e ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O ministro da Saúde, Nelson Teich, pediu demissão após 29 dias no cargo. O secretário-executivo Eduardo Pazuello assumiu a pasta interinamente.
Nelson Teich se reuniu na manhã desta sexta-feira (15) com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O compromisso não constava na agenda oficial de Bolsonaro. O encontro durou cerca de 15 minutos.
O presidente defende mudanças no protocolo do uso da hidroxicloroquina no tratamento do novo coronavírus, mas o ministro é contra, o que gerou críticas de bolsonaristas.
Encerrando a programação do Junho Verde 2019, a Prefeitura Municipal de Serra Talhada realizou Audiência Pública na Câmara de Vereadores, para apresentação do Plano Municipal de Arborização Urbana do município e suas diretrizes, construído pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e UAST/UFRPE, com auxílio de ambientalistas e do Ministério Público de Pernambuco – MPPE. O […]
Encerrando a programação do Junho Verde 2019, a Prefeitura Municipal de Serra Talhada realizou Audiência Pública na Câmara de Vereadores, para apresentação do Plano Municipal de Arborização Urbana do município e suas diretrizes, construído pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e UAST/UFRPE, com auxílio de ambientalistas e do Ministério Público de Pernambuco – MPPE.
O Plano Municipal tem como objetivo descrever as ações referentes à gestão municipal, à implantação, ao plantio, à manutenção e o monitoramento das árvores, intervindo na arborização já existente e atuando em áreas que ainda não possuem arborização. Voltado às espécies nativas da Caatinga, o plano orienta e especifica o manejo adequado da arborização em espaços urbanos, apresentando um mapeamento da arborização atual, definindo espécies recomendadas e não recomendadas, locais adequados, distanciamento, produção e aquisição de mudas, podas, substituição de árvores, manutenção, monitoramento, campanhas ambientais, entre outras diretrizes.
“O nosso plano é o primeiro do Nordeste que trata de espécies exclusivas do bioma Caatinga. O plano foi construído através de participação coletiva, envolvendo o Governo Municipal, a UAST e diversas entidades de defesa do meio ambiente, sendo apresentado na audiência pela professora Luzia Ferreira da UFRPE e aprovado por unanimidade pela população presente”, explica o secretário Ronaldo Melo Filho.
O Plano Municipal de Arborização Urbana será enviado à apreciação da Câmara Municipal de Vereadores. Além do Governo Municipal, Agência Municipal de Meio Ambiente e UFRPE/UAST, estiveram na audiência representantes da Câmara de Vereadores, Ministério Público, OAB-PE, entre outras entidades.
Andreia Sadi O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reagiu neste domingo (15) às acusações do advogado do presidente Michel Temer de que a divulgação dos vídeos do operador financeiro Lucio Funaro no site da Câmara dos Deputados se tratou de um “criminoso vazamento”. “Da minha parte, uma perplexidade muito grande ver o advogado do presidente da República, […]
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, reagiu neste domingo (15) às acusações do advogado do presidente Michel Temer de que a divulgação dos vídeos do operador financeiro Lucio Funaro no site da Câmara dos Deputados se tratou de um “criminoso vazamento”.
“Da minha parte, uma perplexidade muito grande ver o advogado do presidente da República, depois de tudo que fiz pelo presidente, da agenda que construí com ele, de toda defesa que fiz na primeira denúncia, ser tratado de forma absurda e – vamos chamar assim – sem nenhum tipo de prova, de criminoso.”
No sábado (14), Eduardo Carnelós divulgou uma nota na qual apontava um “criminoso vazamento” dos vídeos com depoimentos à Procuradoria Geral da República. O material, porém, estava disponível no site oficial da Câmara desde o mês passado.
Neste domingo, Carnelós divulgou uma nova nota justificando que não poderia supor que os vídeos eram públicos e que “jamais pretendi imputar ao presidente da Câmara dos Deputados a prática de ilegalidade, muito menos crime”.
Maia, no entanto, não aceitou integralmente a nota. “A nota do advogado não esclarece o ponto mais importante. Ele fala apenas que não sabia que o site da Câmara tinha dado publicidade. Ele deveria saber que todos os documentos encaminhados pelo STF estavam à disposição dele, dos advogados, dos ministros. (..) Então, o advogado faz uma meia justificativa, o que não esclarece os fatos e o que vai obrigar – infelizmente – a que os funcionários da Câmara tomem atitudes, inclusive na Justiça, porque são servidores, têm fé pública e, com a nota dele, continuam sendo desrespeitados.”
Por Afonso Cavalcanti* O Dia Mundial da Água foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 22 de março de 1992, com o objetivo de promover a reflexão sobre esse importante bem natural. No mesmo dia, foi divulgada a Declaração Universal dos Direitos da Água – dez artigos que propõem um equilíbrio entre as […]
O Dia Mundial da Água foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 22 de março de 1992, com o objetivo de promover a reflexão sobre esse importante bem natural. No mesmo dia, foi divulgada a Declaração Universal dos Direitos da Água – dez artigos que propõem um equilíbrio entre as necessidades humanas e a preservação desse bem.
Seguindo essa tendência, o Brasil criou em 1997 a Lei 9.433, conhecida como “Lei das Águas”, que estabelece em seu artigo 1º os fundamentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, através da qual “a água é um bem de domínio público; em situações de escassez, seu uso prioritário é o consumo humano e a dessedentação de animais, e a gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades”. É inegável a contribuição desses instrumentos para promoção do debate sobre a água e sensibilização da sociedade, mas é questionável sua eficácia na resolução de conflitos de interesse pela demanda cada vez mais crescente por água.
Decorridos seis anos da pior seca dos últimos sessenta anos no Semiárido brasileiro, com 90% dos reservatórios em situação de colapso, perdas do rebanho bovino da ordem de 80% e 3,7 milhões de pessoas abastecidas por caminhão pipa, parece que o terceiro fundamento da Lei (“em situações de escassez, seu o uso prioritário é o consumo humano e a dessedentação de animais”) continua a ser desrespeitado pela sociedade, por empresários e pelos governos.
O tratamento dispensado ao Rio São Francisco ilustra bem essa situação. Com uma das vazões mais baixas da sua história (800 m3/s) e o reservatório de Sobradinho com apenas 6% de sua capacidade de armazenamento, esse importante manancial continua a fornecer água para produção de energia elétrica, para os perímetros irrigados e para o Projeto de Transposição de suas águas. De bem de domínio público assegurado por lei federal, a água se transforma em insumo da produção do agronegócio brasileiro e matéria-prima das empresas públicas e privadas de distribuição de água. Pior ainda se considerarmos a inadequação de determinados empreendimentos produtivos altamente consumidores de água.
Outra preocupação está relacionada à ineficiência dos serviços públicos e privados de tratamento e distribuição de água. Em média, as perdas no Brasil atingem 37%, e no Estado de Pernambuco a Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA) chega a perder 53% da água tratada, considerado pelo Sistema Nacional de Informação sobre Saneamento (SNIS) como o pior serviço no país. O quadro se agrava com o despreparo da população, usando a água para lavar calçadas e reduzir a poeira das ruas.
No Semiárido, outra importante reserva de água do leito de rios e riachos intermitentes é desperdiçada devido à descarga de esgoto sem tratamento nesses mananciais. A região dispõe de 1.135 municípios e em apenas 243 possui sistema de coleta de esgoto para 43,7% da população desses municípios. É inaceitável o fato de governos concederem licenças ambientais para instalação de empreendimentos produtivos gastadores de água. Inconcebível que a pouca água disponível no lençol freático de rios e riachos intermitentes se contamine pela descarga de esgoto sem tratamento nesses mananciais.
O quadro de escassez de água no Semiárido pode se agravar com as mudanças climáticas decorrentes das emissões de gases de efeito estufa e da queima de combustíveis fósseis. Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), as projeções para o semiárido são de redução da vazão do Rio São Francisco em decorrência da diminuição das precipitações, aumento da temperatura e aumento na frequência de secas mais severas.
Saídas – A saída parece está assegurada no sexto fundamento da “Lei das Águas”: “a gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades”, mas que ainda anda distante enquanto incidência política e prática cidadã de uma sociedade sustentável.
Um bom exemplo vem do campo: a criação da Articulação do Semiárido (ASA) inaugurou no Brasil a primeira iniciativa da sociedade capaz de promover o debate sobre a semiaridez, com propostas concretas para ajudar a população a conviver com o semiárido. Essa iniciativa adotou pelo menos três dos fundamentos da “Lei das Águas” como seus pressupostos: a água como um bem de domínio público, seu uso prioritário para consumo humano e a dessedentação de animais e sua gestão descentralizada com a participação das comunidades.
A Diaconia, como organização que trabalha pela defesa e promoção de direitos, tem desenvolvido diversas ações no sentido de garantir que populações, principalmente as mais pobres, tenham acesso à água de boa qualidade, tanto para beber quanto para a produção de alimentos que garantam a segurança alimentar. Um dos exemplos são a construção de tecnologias sociais dos programas Um Milhão de Cisternas (P1MC) e Uma Terra e Duas Águas (P1+2), em parceria com a ASA, os quais possibilitam que populações do Semiárido brasileiro tenham em suas propriedades a capacidade de armazenar água para o período de seca.
A instituição também participa e contribui para a formação de conselhos, fóruns, redes de articulação, comitês de bacias hidrográficas, audiências e outros espaços públicos de discussão e defesa do direito à água. Nestes espaços, que têm por objetivo o monitoramento, a fiscalização e o controle social de políticas, temos incidido no sentido da efetivação da Política Nacional de Recursos Hídricos.
* Afonso Cavalcanti é Engenheiro Florestal e assessor político-pedagógico da Diaconia
Com informações da Rádio Jornal Em visita ao município de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco, o governador Paulo Câmara falou ao radialista Geraldo Freire, da Rádio Jornal, nesta sexta-feira (13), que a questão da seca no interior do Estado é uma grande prioridade da gestão. O debate teve a participação do comunicador Anchieta Santos, da Rádio […]
Em visita ao município de Pesqueira, no Agreste de Pernambuco, o governador Paulo Câmara falou ao radialista Geraldo Freire, da Rádio Jornal, nesta sexta-feira (13), que a questão da seca no interior do Estado é uma grande prioridade da gestão. O debate teve a participação do comunicador Anchieta Santos, da Rádio Pajeú.
Segundo ele, a arrecadação esperada com a venda da administração da folha de pessoal pelos bancos, cuja licitação vence em fevereiro de 2016, será destinada principalmente para obras hídricas no interior.
Paulo citou os municípios sertanejos de Itapetim, Brejinho, Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde como os de situação mais alarmante em relação a estiagem. “Eles precisam de uma atenção especial, pois estão em colapso total. Até os centros urbanos estão sendo abastecidos com carros-pipa”.
De acordo com Paulo, a Adutora do Agreste é a solução que promoverá uma sustentabilidade hídrica para a população, mas depende muito da conclusão da Transposição do Rio São Francisco.
“A Adutora do Agreste receberá água do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco, que está com 80% de sua obra concluída. Isso quer dizer que devemos esperar, ainda, cerca de dois anos para a entrega do projeto. É muito tempo de espera e a previsão é de 2016 seja um ano ainda mais seco que este ano. Por isso, estamos pensando em ações provisórias de convivência com a estiagem nesse período”, afirmou.
Questões sobre o Sertão do Pajeú : Paulo Câmara ainda respondeu várias perguntas de Anchieta Santos sobre o sertão. Dentre os questionamentos, se pode acontecer com as Upas de Serra Talhada e Afogados da Ingazeira.
Também sobre as PEs 292, esperando conclusão do recapeamento, além das rodovias 275 e 265, em mal estado. Também sobre o apoio para o Curral o Gado de Tabira e aumento do efetivo do 23º BPM. Sobre água, perguntou o que o governo está fazendo para agilizar junto a Celpe e Dnocs a segunda etapa da Adutora do Pajeú.
A Rádio Pajeú retransmite na íntegra o Debate às dez horas desta segunda (16), no programa Manhã Total.
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