Irregularidades tiram prefeito de Maraial do cargo
Por André Luis
Blog do Magno
Em sessão que durou mais de oito horas, realizada, ontem, na Câmara Municipal de Maraial, sete dos nove vereadores decidiram pela cassação do mandato do prefeito Marquinhos Moura (PTB). A maioria dos vereadores entendeu que, o agora ex-prefeito, cometeu improbidade administrativa.
Pesaram contra ele duas acusações: não ter repassado os recursos obrigatórios para a área de saúde e ter gasto R$ 1,3 milhão sem que a despesa tenha sido empenhada. Votaram pela cassação os vereadores Everaldo do Queijo, Edson Professor, Roni de Laerte, Irmão Eraldo, Mano Pantanal, Val do Gás e Carlos Alexandre.
Com a decisão de ontem, Marquinhos Moura seguiu o mesmo caminho do seu pai e ex-prefeito, Antônio Carlos Moura, que, em 1989, também por decisão do Poder Legislativo Municipal, foi obrigado a se afastar do cargo. Quem assume o comando da cidade é o vice-prefeito Dr. Márcio.
“Acredito que desta vez Maraial encerrou de vez a trajetória política da família Moura. É dever dos vereadores, que foram eleitos pelo povo, fiscalizar o trabalho do prefeito. E assim fizemos. É preciso seguir adiante e reerguer a nossa cidade”, avalia Carlos Alexandre, um dos vereadores que votaram a favor da cassação.
Atualizado às 12h45 corpos das vítimas do feminicídio registrado em Custódia seguem no IML Recife, quase uma semana depois do crime que abalou o estado e o país. Na madrugada do dia 14, Rosildo Gonçalo da Silva matou esposa, duas filhas, tocou fogo nos corpos e destruiu a casa, na comunidade Santana, zona rural do […]
corpos das vítimas do feminicídio registrado em Custódia seguem no IML Recife, quase uma semana depois do crime que abalou o estado e o país.
Na madrugada do dia 14, Rosildo Gonçalo da Silva matou esposa, duas filhas, tocou fogo nos corpos e destruiu a casa, na comunidade Santana, zona rural do município.
As vítimas foram identificadas como Rosângela Rodrigues da Silva, de 39 anos, Amariles Rodrigues da Silva e Maiara Rodrigues da Silva. As meninas tinham entre 13 e 15 anos. O outro filho do casal, de 11 anos, foi o único sobrevivente da chacina.
O criminoso foi morto na última sexta, após cercado e em suposto confronto com os policiais.
Mas o drama não acabou. Com os únicos familiares com situação de dificuldade morando em São Paulo e sem condições de vir a Custódia, os corpos das vítimas seguem no Instituto de Medicina Legal em Recife.
Na última quinta-feira, o blog manteve contato com o prefeito Manuca Fernandes. Ele garantiu que a assistência social do município localizaria familiares.
O principal contato é de uma irmã, Jéssica Rodrigues. Até semana passada, ela informava não ter condições de vir a Custódia.
A informação adicional é de que os familiares de Custódia já realizaram exame em DNA, mas a liberação demora entre 30 e 40 dias. As crianças tinham irmãs paternas na cidade.
Em resumo, um crime cujo drama e sofrimento para familiares das vítimas ainda não acabou.
O caso também revela uma divisão entre família materna e paterna. A família materna quer o sepultamento em São Paulo. A paterna, em Custódia.
A questão envolve até uma denúncia de maus tratos que seriam sofridos pelas crianças em São Paulo. Até a avó das crianças chegou a ser envolvida nas denúncias.
A família de Custódia diz querer dar um sepultamento digno às vítimas.
Comparsa é foragido do Presídio de Canhotinho O Comandante do 23º BPM, Major Vieira, confirmou ao blog que o segundo assaltante da Casa Lotérica de Tabira foi preso agora no final da tarde. Lucas Fernando dos Santos Gonçalves, 19 anos e Givanildo Cardoso Mergulhão, 32 anos, de Belo Jardim foram presos após serem flagrados em um veículo […]
Lucas Fernando dos Santos Gonçalves e Givanildo Cardoso Mergulhão
Comparsa é foragido do Presídio de Canhotinho
O Comandante do 23º BPM, Major Vieira, confirmou ao blog que o segundo assaltante da Casa Lotérica de Tabira foi preso agora no final da tarde.
Lucas Fernando dos Santos Gonçalves, 19 anos e Givanildo Cardoso Mergulhão, 32 anos, de Belo Jardim foram presos após serem flagrados em um veículo em atitudes suspeitas, que estava sendo acompanhado por uma guarnição.
O efetivo recebeu a informação que os elementos estavam em um Corsa Sedan, na cidade de Tabira com destino à Afogados da Ingazeira e que um dos envolvidos estaria foragido. O policiamento seguiu em diligência e interceptou o veículo.
Encontrou um revólver de marca Taurus, calibre 32, com seis munições intactas. Givanildo Cardoso assumiu a propriedade e relatou ter fugido do presídio de Canhotinho.
Já Lucas confessou estar em liberdade condicional.
Givanildo ainda assumiu a autoria de dois assaltos, a uma motocicleta na cidade de Afogados da Ingazeira e logo em seguida a uma Casa Lotérica na cidade de Tabira, ambos no dia 7 de agosto. Na ação contra a lotérica eles levaram aproximadamente R$ 4.100,00 em espécie.
Ele cometeu o crime juntamente com Miguel Lau de Araújo, atualmente recolhido na cadeia de Tabira. Os dois foram encaminhados à DPC local, onde os foram autuados em Flagrante Delito.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Presidente regional da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo afirmou em testemunho à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (13) que os primeiros contatos da empresa com o governo brasileiro para apresentação de seu imunizante aconteceram entre maio e junho de 2020. Ele também declarou que a empresa chegou a oferecer, na […]
Presidente regional da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo afirmou em testemunho à CPI da Pandemia nesta quinta-feira (13) que os primeiros contatos da empresa com o governo brasileiro para apresentação de seu imunizante aconteceram entre maio e junho de 2020.
Ele também declarou que a empresa chegou a oferecer, na segunda e na terceira propostas apresentadas ao Ministério da Saúde em agosto do ano passado, 1,5 milhão de doses para serem entregues ainda em 2020, o que não ocorreu por não ter havido resposta governamental.
Segundo Murillo, a primeira oferta oficial, feita ao Ministério da Saúde, ocorreu em 14 de agosto de 2020, com duas possibilidades: 30 milhões de doses ou 70 milhões de doses, ambas com a entrega de 500 mil doses ainda em 2020.
Na segunda oferta, em 18 de agosto de 2020, e na terceira, em 26 de agosto, também foram propostos os volumes de 30 milhões e 70 milhões, mas com uma nova possibilidade: 1,5 milhão de doses para serem entregues em 2020. O valor contratual seria de U$ 10 por dose, definido a todos os países de renda média.
“Nossa oferta de 26 de agosto tinha uma validade de 15 dias. Passados os 15 dias, o governo brasileiro não rejeitou, tampouco aceitou a oferta”, esclareceu Murillo.
Depois disso, novas ofertas teriam sido feitas, mas somente em 19 de março foi assinado contrato com a empresa para a oferta de 14 milhões no segundo trimestre de 2021 e mais 86 milhões para o terceiro trimestre. O segundo contrato, que estaria para ser assinado, prevê a entrega de mais 100 milhões no quarto trimestre deste ano.
O presidente regional da Pfizer confirmou que em 12 de setembro do ano passado — conforme dito na quarta-feira (12) pelo ex-secretário de Comunicação da Presidência da República Fabio Wajngarten à CPI — a Pfizer enviou uma carta a seis autoridades brasileiras sobre as ofertas feitas ao Brasil e sobre o interesse em negociações.
Murillo disse que a carta foi encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro, ao vice-presidente, Hamilton Mourão, aos ministros Paulo Guedes (Economia), Eduardo Pazuello (que nessa época era o ministro da Saúde), Walter Braga Netto (então na Casa Civil) e ao embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nestor Forster.
Murillo garantiu que as negociações com o governo brasileiro sempre foram lideradas por ele, junto ao Ministério da Saúde, em especial com o ex-secretário-executivo da pasta, Élcio Franco. Murillo também confirmou a assessoria de dois escritórios externos de advocacia à empresa.
Os senadores Marcos Rogério (DEM-RO) e Ciro Nogueira (PP-PI) contestaram que a Pfizer pudesse entregar as vacinas ainda em dezembro ao Brasil, diante do fato de que somente em 11 de dezembro essas vacinas foram autorizadas pela agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos (FDA), tendo sido iniciada a vacinação naquele país em 14 de dezembro.
Os dois parlamentares alegaram que em dezembro não havia disposto legal para aceitação contratual com a empresa no Brasil, o que só teria ocorrido após a publicação em março de 2021 da Lei 14.125, de 2021, que dispõe sobre a responsabilidade civil relativa a eventos adversos pós-vacinação contra a covid-19.
“Há três cláusulas jurídicas consideradas incompatíveis com a legislação brasileira. Imposição da farmacêutica: que o Brasil dispusesse de valores em uma conta no exterior, da Pfizer, como garantia de pagamento, na chamada pré-compra; que qualquer questão contratual fosse julgada em um tribunal de Nova York, nos Estados Unidos; e que o Estado brasileiro assumisse a responsabilidade por eventuais efeitos colaterais da vacina. A legislação não permitia, até então, a assinatura do contrato com cláusulas impostas nessas condições. Foi por isso que o Senado Federal e o Congresso brasileiro tiveram que aprovar uma legislação permitindo ao governo assinar esse contrato com a Pfizer”, pontuou Marcos Rogério.
Para Ciro Nogueira, “caem por terra” narrativas como a de que a população estaria vacinada se essas tratativas tivessem acontecido.
“Acho que ficou bem claro, pelos números, contra esses fatos, o que Dr. Carlos Murillo colocou, que a quase totalidade das vacinas ofertadas pela Pfizer é para o terceiro semestre em diante, em especial o segundo semestre, no nosso país. E a segunda [narrativa] é a de que o país teria condições legais de ter comprado essas vacinas no ano passado.”
As colocações de Marcos Rogério e Ciro Nogueira foram contestadas por vários senadores. O presidente da CPI, senador Omar Aziz, destacou que até 18,5 milhões de doses poderiam ter sido entregues ao Brasil até o segundo semestre de 2021, caso o governo tivesse aceito a oferta de 26 de agosto.
“Eu conversei há pouco com o Dr. Dimas Covas, que é presidente do Instituto Butantan. Perguntei: “Dr. Dimas, quando é que chegou a CoronaVac ao Brasil?”. Ele falou: “Em novembro, nós tínhamos seis milhões de doses”. Aí, a aprovação na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] só foi em janeiro. Tanto é que a Anvisa aprovou em janeiro, num domingo, ao que todos nós assistimos pela televisão, e dois dias depois já estavam distribuindo as vacinas. O caso específico em relação à Pfizer poderia ter sido no mesmo sistema. Teríamos as doses, esperaríamos a Anvisa aprovar, como foi feito com a CoronaVac”, argumentou Omar.
O senador Otto Alencar (PSD-BA) afirmou que, se o Brasil tivesse atendido a todos os pré-requisitos exigidos pela Pfizer no mês de janeiro, no começo desse mesmo mês os brasileiros já estariam sendo vacinados com o imunizante americano.
“A situação que nós estamos vivendo hoje, neste momento, de falta de vacina, sem dúvida nenhuma é [resultado da] política equivocada do governo federal.”
O líder do Partido da República (PR) no Sertão, Deputado licenciado e Secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, antecipou o apoio total e irrestrito ao pré-candidato Antônio Leite, no município do Cedro, que fica a 556 km da capital. O empresário Antonio Leite não só confirmou sua pré-candidatura como rechaçou os boatos espalhadas na cidade de […]
Antonio Leite, em encontro recente com Inocêncio Oliveira: apoio do PR
O líder do Partido da República (PR) no Sertão, Deputado licenciado e Secretário de Transportes, Sebastião Oliveira, antecipou o apoio total e irrestrito ao pré-candidato Antônio Leite, no município do Cedro, que fica a 556 km da capital.
O empresário Antonio Leite não só confirmou sua pré-candidatura como rechaçou os boatos espalhadas na cidade de que não seria escolhido pelo PR. “Será um grande prefeito e apoiará a Frente Popular em 2018”, garantiu Sebastião.
Recife é conhecida lá fora como a ‘Capital Nacional da Seresta’, por conta de um evento que já tem 26 edições, a primeira em 1995. Trata-se do Festival Nacional da Seresta, encontro de românticos e seresteiros que se realiza no Recife Antigo, sempre na semana que culmina no Dia das Mães. O Festival da Seresta […]
Recife é conhecida lá fora como a ‘Capital Nacional da Seresta’, por conta de um evento que já tem 26 edições, a primeira em 1995. Trata-se do Festival Nacional da Seresta, encontro de românticos e seresteiros que se realiza no Recife Antigo, sempre na semana que culmina no Dia das Mães.
O Festival da Seresta – que este ano tem o apoio exclusivo da Prefeitura do Recife – gera renda diretamente para cerca de 200 pessoas durante os quatro dias de realização: cantores, músicos, produtores, auxiliares de produção, seguranças, carregadores (palco), técnicos de som, vigilantes, pessoal do abastecimento (camarim, gelo, água, lanche), técnicos da mídia (fotografia, áudio, vídeo) e, principalmente, as centenas de barraqueiros e ambulantes que vendem seus produtos para milhares de pessoas que prestigiam o evento, a maioria desde a primeira edição.
O bairro turístico do Recife ganha som, luz e vida com o Festival da Seresta, que, além de tudo, dá uma oportunidade ímpar de lazer e diversão ao público acima dos 50 anos de idade, justamente aquele que passou dois longos anos em isolamento social, por conta da pandemia do coronavírus.
Em 2023, chegamos à vigésima sétima edição do Festival da Seresta, evento consolidado no calendário festivo-cultural de Pernambuco.
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