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Internações de Bolsonaro coincidem com crises pessoais e na família

Por Nill Júnior

Desde que foi esfaqueado em um ato de campanha, em 2018, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi internado ao menos sete vezes em períodos em que passou por crises pessoais, de governo e familiares. O levantamento é do UOL.

A nova permanência no hospital, desde a manhã de hoje, ocorre após Bolsonaro ter sido intimado para depor duas vezes em 31 de agosto.

Segundo seu advogado, Fábio Wajngarten, a internação está relacionada à facada de 2018. Exames de rotina pretendem avaliar a condição clínica do ex-presidente, “principalmente no sistema digestivo, tráfego intestinal, aderências, hérnia abdominal e refluxo”.

As internações do ex-presidente

Hoje: As joias de Bolsonaro e a disseminação de fake news. O ex-presidente foi internado no hospital Vila Nova Star, em São Paulo, um dia depois de a Polícia Federal intimá-lo para dois depoimentos. Um deles é sobre a suspeita de que o ex-presidente orientou auxiliares —incluindo um general— a vender joias recebidas por ele como presente de governos estrangeiros, como um rolex avaliado em US$ 60 mil (cerca de R$ 292 mil). Ele terá de depor simultaneamente com a ex-primeira dama Michelle e outras pessoas, como seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid (que está preso).

Bolsonaro também precisará depor no dia 31 em um inquérito sobre empresários bolsonaristas que participaram de um grupo do WhatsApp com mensagens golpistas. Bolsonaro foi chamado porque foram encontradas conversas no celular do empresário Meyer Nigri em que o ex-presidente teria compartilhado mensagens falsas pedindo que fossem compartilhadas. O UOL revelou que Bolsonaro encaminhou ao menos 18 mensagens a Nigri com ataques ao Judiciário e às urnas eletrônicas.

Janeiro de 2023: Ataques no 8/1. A última vez que Bolsonaro havia sido internado foi no dia seguinte à invasão aos prédios dos Três Poderes — Congresso, Planalto e STF (Supremo Tribunal Federal) — por seus apoiadores. O ex-presidente passou mal de madrugada, com dores abdominais, e deu entrada às 4h (horário da Flórida) no AdventHealth Celebration, em Orlando.

Horas após a invasão, deputados americanos chegaram a pedir a expulsão de Bolsonaro dos EUA, para onde ele viajou dois dias antes do fim de seu governo. Ele acabou voltando dois meses depois, em março.

Março de 2022: MEC envolvido em corrupção. No dia 28 daquele mês, Bolsonaro foi internado para tratar de um “desconforto abdominal”. Foi no mesmo dia em que Milton Ribeiro, então ministro da Educação, pediu exoneração após a divulgação de um áudio em que ele afirma que o governo federal priorizou a liberação de verbas a prefeituras ligadas a pastores. Na época, a suspeita de obstrução intestinal não se confirmou.

Janeiro de 2022: Chuvas na Bahia e férias. Depois de uma semana de férias em meio às enchentes na Bahia, que registraram 25 mortos, Bolsonaro foi internado no início do ano passado com obstrução no intestino porque ele teria engolido um camarão sem mastigar. O então presidente foi criticado também por promover aglomerações em praias de Santa Catarina em um momento em que as mortes pela covid-19 no Brasil voltava a crescer.

Julho de 2021: CPI da Covid prorrogada. Depois de 11 dias com soluço, Bolsonaro foi internado para tratar nova obstrução intestinal. A entrada no Hospital Vila Nova Star aconteceu no dia que uma reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19 estava marcada com os chefes dos Poderes.

No mesmo dia, o Senado prorrogou a CPI da Covid por 90 dias, que no final concluiu que houve negligência do governo no combate à pandemia.

Setembro de 2020: Michelle, Queiroz e os R$ 89 mil. Semanas depois de a revista Crusoé revelar que o ex-assessor Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar, repassaram R$ 89 mil para a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro, de 2011 a 2016, Bolsonaro avisou a seus apoiadores que passaria por uma cirurgia. Em 25 de setembro de 2020, o então presidente retirou um cálculo na bexiga.

Setembro de 2019: Queimadas na Amazônia e clima tenso com Moro. No primeiro ano de seu governo, o ex-presidente foi internado duas vezes — uma delas ocorreu em setembro de 2019, quando fez cirurgia de correção de uma hérnia na área atingida pela facada. Na época, Bolsonaro vivia um clima de tensão com o hoje senador, na época ministro da Justiça, Sergio Moro (União Brasil).

Bolsonaro também vinha sendo criticado pelas medidas para controlar as queimadas na Amazônia. Ele chegou a fazer um pronunciamento sobre o assunto.

Janeiro de 2019: Queiroz e Flávio Bolsonaro. Semanas depois de tomar posse como presidente, Bolsonaro se submeteu a uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia. Mesmo com pouco dias de governo, o ex-presidente acumulava algumas polêmicas. A principal delas envolvia Queiroz, suspeito de movimentações atípicas em uma de suas contas.

Outras Notícias

Em nota ao blog, Wellington Maciel nega uso político de foto com Célia

O Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), respondeu em nota ao blog as afirmações da Vereadora Célia Galindo (sem partido). Célia reclamou da publicação uma foto tirada por sua assessoria com ela e outras pessoas no seu gabinete. A vereadora faz ferrenha oposição a Wellington. Wellington ainda divulgou em suas redes um vídeo com a […]

O Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), respondeu em nota ao blog as afirmações da Vereadora Célia Galindo (sem partido).

Célia reclamou da publicação uma foto tirada por sua assessoria com ela e outras pessoas no seu gabinete. A vereadora faz ferrenha oposição a Wellington.

Wellington ainda divulgou em suas redes um vídeo com a fala de Célia ao seu lado, enobrecendo a iniciativa de discutir e sinalizar um encaminhamento para os professores. O vídeo segundo ele desmonta a tese de que Célia teria sido surpreendida com a publicação,  pois felicitou a iniciativa.  Veja a publicação clicando aqui .

Confira a nota do Prefeito de Arcoverde:

Estimado Nill, 

Li a matéria postada no seu blog, com afirmações da Vereadora Célia Galindo, de que manipulei o uso de uma foto tirada no meu gabinete, na manhã de ontem (02), ao final de uma reunião realizada, com o objetivo de dialogarmos com representantes do SINTEMA e de servidores da educação pública municipal, contando com a presença da referida Vereadora, além do Presidente da Câmara Municipal, Vereador Siqueirinha, e a Vereadora Zirleide Monteiro, representantes do Poder Legislativo Municipal na ocasião. 

Tal afirmação é maliciosa e eivada de vícios. Em tempo algum, sugeri ou usei de qualquer artifício para sugestionar qualquer apoio ou adesão da Vereadora Célia à base governista, que já conta com o apoio de ampla maioria dos Vereadores.

Na postagem feita nas minhas redes, apenas informei o que foi tratado no encontro, ressaltando a presença dos referidos representantes, que tiveram voz e assento na pauta de discussão, e reforcei o nosso compromisso em ser parte da solução, inclusive sinalizando o atendimento imediato de uma das demandas apresentadas, que é o envio do Projeto de Lei Municipal, que regula e assegura o pagamento dos precatórios do FUNDEF, a partir do crédito dos valores nos cofres municipais. 

Jamais adoraria tal prática. Não faço parte desse jogo baixo, infelizmente, muito peculiar em determinados setores da política arcoverdense, que propaga e prática a tese do “quanto pior, melhor”. Sou um democrata e alguém que preza pela ética em minhas ações, especialmente, no exercício do mandato que foi a mim confiado, para governar Arcoverde. Tenho respeito pelos meus opositores, mesmo quando não é recíproco. Ouço todas as vozes, recebo todos e busco somar forças e ideias, independente das claras divergências políticas que possam existir, em favor daquilo que for do interesse da cidade e da nossa gente. Não desviarei dessa trilha. 

Em tempo, esclareço que no dia 13, além de encaminharmos o PL dos precatórios, daremos retorno definitivo, acerca da possibilidade de concedermos o reajuste aos professores, entendendo o impacto orçamentário e respeitando os preceitos da responsabilidade fiscal, como tenho feito e seguirei fazendo. 

Wellington Maciel – Prefeito de Arcoverde 

Afogados: Prefeitura entrega poço e ponto de apoio da saúde em comunidade rural

Os moradores do sítio Santiago, zona rural de Afogados da Ingazeira, receberam ontem a inauguração de um poço perfurado, com vazão de 3.500 litros de água por hora, e a instalação de um ponto de apoio da saúde na comunidade. Durante a inauguração, o Prefeito José Patriota esteve acompanhado dos Vereadores Augusto Martins, Reinaldo Lima, José […]

água

Os moradores do sítio Santiago, zona rural de Afogados da Ingazeira, receberam ontem a inauguração de um poço perfurado, com vazão de 3.500 litros de água por hora, e a instalação de um ponto de apoio da saúde na comunidade.

Durante a inauguração, o Prefeito José Patriota esteve acompanhado dos Vereadores Augusto Martins, Reinaldo Lima, José Carlos, Cícero Miguel, Raimundo Lima e Luiz Besourão. A unidade de saúde contará com atendimento, uma vez por semana, de médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem, agente comunitária de saúde, e a novidade: um dentista.

ponto de apoio

Esse é o 19º ponto de apoio já instalado pela Secretaria de Saúde na zona rural de Afogados. “Esse serviço vai permitir que, uma vez por semana, as pessoas possam ter o atendimento pertinho de casa, sem ter que se deslocar para a unidade do Monte Alegre ou até mesmo para Afogados,” afirmou o Secretário de Saúde, Artur Amorim.

Após a cerimônia de descerramento da fita do novo ponto de apoio, o Prefeito José Patriota inaugurou o 214º poço perfurado e/ou recuperado de sua gestão. “São duas ações muito importantes, reivindicadas há muito tempo pela comunidade”, finalizou.

CCJ do Senado aprova PEC para incluir estados e municípios na reforma da Previdência

Texto ainda tem que passar pelos plenários da Câmara e do Senado. Governos locais deverão assinar lei para aderir ao novo regime de Previdência. Por Elisa Clavery, TV Globo — Brasília A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (6) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite a inclusão […]

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Texto ainda tem que passar pelos plenários da Câmara e do Senado. Governos locais deverão assinar lei para aderir ao novo regime de Previdência.

Por Elisa Clavery, TV Globo — Brasília

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (6) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que permite a inclusão de estados, Distrito Federal e municípios no novo regime de previdência da União, instituído pela reforma da Previdência.

A chamada “PEC paralela” ainda precisa passar por votação de dois turnos nos plenários do Senado e da Câmara.

A PEC foi uma estratégia do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da matéria, para fazer mudanças na reforma da Previdência.

Qualquer alteração na PEC principal da Previdência, já aprovada, obrigaria o texto a voltar para análise dos deputados, o que poderia atrasar a promulgação. Com isso, Tasso decidiu que mudanças no conteúdo da matéria seriam analisadas na segunda PEC.

Pelo texto aprovado nesta quarta-feira, a inclusão de estados e municípios na Previdência deve ser feita por meio de uma lei ordinária de iniciativa dos poderes executivos locais.

Também por meio de lei ordinária, o estado ou município pode recuar das alterações nas aposentadorias e sair do regime. Porém, a PEC limita o prazo para essa revogação da reforma a até seis meses antes do fim do mandato do respectivo chefe do Poder Executivo.

Caso o estado aprove a nova regra, o município estará automaticamente incluído no regime estadual. Porém, as regras podem ser revogadas por meio de lei municipal.

Na versão final da PEC, Tasso propôs que, para entrar no regime, estados e municípios devem aprovar lei para “delegar competência” à União para estabelecer as regras da previdência nos estados.

Tasso disse que o novo regime de previdência nos estados deve economizar dos cofres públicos R$ 350 bilhões em 10 anos.

“Os governadores vão aderir ou não com a aprovação por maioria simples nas suas assembleias legislativas. E eu acredito que isso vai acontecer em massa e vai representar R$ 350 bilhões a mais de ganho para o Brasil”, disse.

Municípios desligados podem voltar a fazer parte do SAMU da 3ª Macrorregião

Segundo presidente do Cimpajeú, serviço não corre risco de ser encerrado Por André Luis A falta da contrapartida de Estado e Ministério da Saúde e a inadimplência de municípios que,  como Tabira  foram desligados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU Consorciado da III Macrorregião, levantou o debate sobre a ameaça da continuidade […]

Segundo presidente do Cimpajeú, serviço não corre risco de ser encerrado

Por André Luis

A falta da contrapartida de Estado e Ministério da Saúde e a inadimplência de municípios que,  como Tabira  foram desligados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU Consorciado da III Macrorregião, levantou o debate sobre a ameaça da continuidade do serviço.

Nesta segunda-feira (14), o prefeito de Ingazeira e presidente do Cimpajeú, Luciano Torres, descartou, durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, a possibilidade do serviço ser encerrado.

Segundo Torres, os municípios que realmente não querem perder o serviço essencial para salvar vidas, têm feito esforços para manter as suas contrapartidas, o que tem possibilitado a continuidade.

Ainda segundo o presidente, os municípios que foram desligados do SAMU Consorciado, estão acenando para retornar com as atividades. 

“A repercussão foi muito ruim. A opinião pública indicou que os gestores destas cidades não fizeram bem em deixar que o serviço fosse encerrado em seus municípios. Então, muitos já nos procuram querendo voltar e estão se comprometendo em sanar as dívidas e firmando compromisso para continuar arcando com a contrapartida que lhes cabe”, explicou Luciano.

Torres também informou que uma reunião com o secretário executivo de Saúde vai firmar a data que o Governo do Estado iniciará a sua contrapartida. Com relação ao Ministério da Saúde, ele disse acreditar que também iniciará com o pagamento que lhe cabe o mais rápido possível. “Com as contrapartidas do Estado e Ministério da Saúde, a contrapartida dos municípios serão reduzidas e isso facilita a manutenção dos serviços”, explicou.

A história – Após uma espera de sete anos, o SAMU 192 da 3ª Macrorregião de Saúde de Pernambuco, gerido pelo consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – Cimpajeú e a empresa ITGM foi inaugurado em outubro de 2021.

O início das atividades foi muito comemorado por gestores e população das cidades assistidas. 

O SAMU Regional entrou em atividade para atender a VI, X e XI Geres, sediadas em Arcoverde, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada, com 34 municípios integrantes, e cobrindo uma população de 860.421 habitantes.

O serviço é de extrema importância para a região, sendo, muitas vezes, a diferença entre a vida e a morte. Caso seja encerrado, a história vai saber cobrar daqueles que foram omissos com a saúde da população.

MPF denuncia Lula e Gilberto Carvalho

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta segunda (11) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro Gilberto Carvalho por corrupção passiva em um dos processos da Operação Zelotes. Os procuradores do caso também acusam mais cinco investigados de beneficiar montadoras de veículos por meio da edição de medidas provisórias. De acordo com […]

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou nesta segunda (11) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro Gilberto Carvalho por corrupção passiva em um dos processos da Operação Zelotes.

Os procuradores do caso também acusam mais cinco investigados de beneficiar montadoras de veículos por meio da edição de medidas provisórias.

De acordo com a denúncia, as empresas automobilísticas teriam prometido R$ 6 milhões a Lula e Carvalho em troca de benefícios para o setor.

“Diante de tal promessa, os agentes públicos, infringindo dever funcional, favoreceram às montadoras de veículos MMC [Mitsubishi] e Caoa ao editarem, em celeridade e procedimento atípicos, a Medida Provisória n° 471, em 23/11/2009, exatamente nos termos encomendados, franqueando aos corruptores, inclusive, conhecimento do texto dela antes de ser publicada e sequer numerada, depois de feitos os ajustes encomendados”, afirma o MPF.