Por ter divergido da orientação do PR, que apoia Dilma Rousseff à reeleição, o deputado Inocêncio Oliveira perdeu o comando da legenda em Pernambuco. Ele já havia sido advertido, publicamente, por meio de nota na Folha de São Paulo, de que corria o risco de perder o cargo se declarasse apoio a Aécio Neves. Pagou para ver. E viu.
O senador Alfredo Nascimento, presidente nacional do partido, seguindo orientação do Palácio do Planalto, decretou intervenção no diretório estadual e nomeou para comandá-lo o deputado reeleito Anderson Ferreira. Inocêncio não foi a primeira vítima deste jogo bruto por insubordinação partidária.
Pelas mesmas razões, ou seja, por ter-se negado a apoiar Armando Monteiro para o governo estadual, o prefeito José Queiroz (Caruaru) foi destituído da direção regional do PDT.
Nesta sexta-feira (17), a antiga direção partidária dará uma coletiva de imprensa no Boteco do Porto do Recife, às 11h30, para anunciar a saída em bloco dos quadros do partido. Deverão abandoná-lo o próprio Inocêncio, o secretário-geral José Marcos de Lima, o deputado federal eleito Sebastiao Oliveira, o deputado estadual reeleito Alberto Feitosa e o deputado estadual eleito Rogério Leão. Isso sem falar em muitos prefeitos.
Já entrou em cartaz o plano B do ex-prefeito Dinca Brandino. Depois da decisão que impediu sua candidatura, Dinca vai substituir seu nome pelo da esposa, Nicinha Brandino. Dinca já se manifestou no Facebook, alertado por seus advogados de que não consegue reverter a decisão: “Tudo é permitido por Deus. E nessa certeza a gente […]
Já entrou em cartaz o plano B do ex-prefeito Dinca Brandino. Depois da decisão que impediu sua candidatura, Dinca vai substituir seu nome pelo da esposa, Nicinha Brandino.
Dinca já se manifestou no Facebook, alertado por seus advogados de que não consegue reverter a decisão:
“Tudo é permitido por Deus. E nessa certeza a gente continua lutando para que Tabira tenha dias melhores, pois a vontade do povo é de mudança. Nicinha e eu estamos juntos desde o o princípio e vamos continuar. Vamos abraçar mais ainda nossa luta, junto as lideranças que acreditam em nosso projeto. Nosso povo merece respeito e carinho”.
Nas redes sociais começam a buscar viralisar a campanha #eleouelasou15 , que tenta convencer a população de que Nicinha representa o nome de Dinca e vice-versa.
O juiz Eleitoral da 50ª Zona, Jorge William Fredi, julgou procedente as pretensões deduzidas nas presentes ações de impugnação da chapa governista e do MP, por verificar a presença de causa de inelegibilidade. Dinca tem três contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado e mantidas ‘Rejeitadas’ pela Câmara, 2009, 2010 e 2011.
O ex-prefeito chegou a conseguir uma decisão liminar no TJPE anulando os efeitos da decisão, mas a liminar foi cassada e o Juiz de Primeira Instância tomou a decisão.
Foto: Heudes Regis/SEI O secretário Estadual de Saúde, André Longo, anunciou que o limite de público permitido em eventos não será ampliado para 1,5 mil, como estava previsto no Plano de Convivência com a Covid-19. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (3), em coletiva de imprensa. André Longo também afirmou que o governo aumentará a […]
O secretário Estadual de Saúde, André Longo, anunciou que o limite de público permitido em eventos não será ampliado para 1,5 mil, como estava previsto no Plano de Convivência com a Covid-19. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (3), em coletiva de imprensa.
André Longo também afirmou que o governo aumentará a fiscalização em bares para que sejam cumpridas as regras de prevenção da Covid-19: “Algumas atividades de lazer, principalmente bares com música ao vivo, estão relaxando. A fiscalização será reforçada para coibir situações de descumprimento dos protocolos”, disse.
O gestor da pasta confirmou, ainda, o aumento do número de casos da Covid-19. Segundo André Longo, houve piora da pandemia em quase todas as regiões, com exceção de parte do Sertão: “Isso tem relação com o fenômeno de não mais ficar em casa, de procurar os serviços de saúde, e com o expressivo aumento no volume e capacidade de testagem de Pernambuco”, declarou.
Em Arcoverde, a próxima sexta-feira marcará a consumação de uma migração já anunciada. A Prefeita de Arcoverde, Madalena Brito terá sua ficha de filiação assinada pelo governador Paulo Câmara (PSB). O ato é simbólico para Madalena e para o projeto socialista na cidade. Na verdade, já começou a ser desenhado naquele final de abril do […]
Madalena Brito no primeiro encontro com FBC e Paulo Câmara, em 27 de abril do ano passado após fechar a aliança para as eleições.
Em Arcoverde, a próxima sexta-feira marcará a consumação de uma migração já anunciada. A Prefeita de Arcoverde, Madalena Brito terá sua ficha de filiação assinada pelo governador Paulo Câmara (PSB).
O ato é simbólico para Madalena e para o projeto socialista na cidade. Na verdade, já começou a ser desenhado naquele final de abril do ano passado, quando para surpresa de muitos, a gestora anunciou apoio à pré candidatura de Paulo Câmara. Era o primeiro passo de emancipação do grupo que a apoiou em 2012, encabeçado pelos irmãos Zeca e Júlio Cavalcanti. Apesar de dizer que não se afastaria do grupo, a relação estremeceu e não suportou, como já era esperado.
A Comissão provisória do PSB já está formada de fato, restando apenas o ato solene, que já pode ser encarado como o lançamento não oficial da candidatura da prefeita à reeleição.
Ainda integram a Comissão Provisória Anselmo Pacheco (Vice-presidente), João Justino (Secretário), Rita Maria de Lima (Tesoureira) e Rodrigo Bradley (Membro).
Em Arcoverde, a maior pergunta não tem relação com a chapa governista, para muitos um repeteco do que aconteceu há quase quatro anos. Dúvida mesmo é saber quem sairá pela oposição, com a bênção dos irmãos Cavalcanti.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ao Governo Federal que apresente, em até dez dias úteis, novo plano de auditoria de emendas parlamentares destinadas à saúde. A decisão foi tomada no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854. Dino considerou “demasiado largo” o primeiro plano apresentado pelo Departamento […]
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou ao Governo Federal que apresente, em até dez dias úteis, novo plano de auditoria de emendas parlamentares destinadas à saúde. A decisão foi tomada no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 854.
Dino considerou “demasiado largo” o primeiro plano apresentado pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), com previsão de encerramento apenas em 2027. Para o ministro, é imprescindível a finalização das auditorias ainda no atual mandato do Poder Executivo Federal.
O relator lembrou que o montante de emendas parlamentares na área da saúde evoluiu de R$ 5,7 bilhões, em 2016, para R$ 22,9 bilhões, em 2023, atingindo o patamar de R$ 26,3 bilhões em 2025, o que amplia a necessidade de auditoria. “Sem controles e auditorias jamais haverá o adequado cumprimento das determinações da Constituição quanto à transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares”, disse.
Força de trabalho
O ministro também determinou que a União apresente, em 30 dias, plano emergencial de recomposição da capacidade de trabalho do Denasus. Entre os anos de 2001 e 2025, o órgão perdeu aproximadamente 50% de sua força de trabalho, redução que, frisou o ministro, custa muito mais caro ao país, em razão da degradação da quantidade e qualidade das auditorias quanto à aplicação de centenas de bilhões de reais de dinheiro público.
Perse
Em outro despacho na mesma ação, o ministro Flávio Dino deu cinco dias para a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentar informações completas sobre o uso de emendas em projetos contemplados pelo Programa Emergencial da Retomada do Setor de Eventos (Perse).
Os temores de que o país voltasse à recessão se confirmaram. Em 2014, mesmo com o governo tendo turbinado gastos para fortalecer a candidatura da presidente Dilma Rousseff (PT) à reeleição, a economia patinou. Números divulgados ontem pelo Banco Central (BC) indicam que a riqueza produzida por famílias e empresas encolheu 0,15% no ano passado. […]
Os temores de que o país voltasse à recessão se confirmaram. Em 2014, mesmo com o governo tendo turbinado gastos para fortalecer a candidatura da presidente Dilma Rousseff (PT) à reeleição, a economia patinou. Números divulgados ontem pelo Banco Central (BC) indicam que a riqueza produzida por famílias e empresas encolheu 0,15% no ano passado. O resultado, medido pelo Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-BR), denuncia a paralisia que se alastra por todo o país. E sugere que o Produto Interno Bruto (PIB), que será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), também virá no terreno negativo.
Pelos números do BC, o país já está em recessão. E, a julgar pela intensidade da queda, o último ano do primeiro mandato de Dilma terá sido desastroso em termos de desempenho da economia. O tombo registrado em 2014 foi o segundo maior em uma década e só ficou atrás da contração verificada em 2009, quando o IBC-BR encolheu 1,25%. Naquele ano, a medição oficial do PIB indicou retração de 0,3%.
A diferença nos resultados se deve a metodologias diferentes de cálculo. Enquanto IBGE avalia praticamente todos os setores econômicos, o IBC-BR monitora o comportamento de um conjunto limitado de ramos de atividade, além do recolhimento de impostos por empresas e famílias. Apesar de mais simplificado, o cálculo do BC produz uma fotografia muito semelhante à captada pelo IBGE. Levantamento feito pelo Correio mostra que, nos últimos 10 anos, a distância entre os dois indicadores foi de apenas 0,04 ponto percentual. Em média, o crescimento da economia medido pelo IBC-BR foi de 3,23%, enquanto que o do PIB foi de 3,19%.
A julgar pelo desempenho do indicador do BC, tudo leva a crer que 2015 será um ano marcado por dificuldades ainda maiores. Mesmo em dezembro, tradicionalmente um mês forte devido às vendas de Natal, o IBC-BR encolheu 0,55%, na comparação com novembro. A queda foi menos intensa do que previa o mercado financeiro, que apostava numa retração de 1% na série que considera os ajustes sazonais de um mês para outro. Mas não houve motivo de comemoração.
“Esse resultado apenas reforça uma dura constatação, a de que a economia está estagnada”, disparou a economista-chefe da ARX Investimentos, Solange Srour.
Os números dão razão à analista. Nos últimos três meses de 2014, a variação IBC-BR foi negativa. Foram duas quedas do indicador, de 0,17% e de 0,55%, em outubro e dezembro, respectivamente. Em novembro, a economia ficou estagnada, com expansão zero. Não por acaso, analistas preveem que o movimento fraco registrado na virada do ano poderá contaminar o desempenho da economia no início de 2015.
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