O Blog do Erbi questionou em nota a falta de boletins com dados sobre casos de Covid-19 no município de Ingazeira.
“Pudemos constatar a falta de informações, divulgadas através dos boletins diários do município da Ingazeira, algo garantido pela lei de acesso à informação e os protocolos do Ministério da Saúde.
No Facebook em três perfis oficias, dois com o nome da prefeitura de Ingazeira e o terceiro com o nome da Secretaria de Saúde, a publicação mais recente está datada de 2019.
No Instagram do município a publicação mais recente é de 8 de junho, a 5 dias sem atualização, quando nesse intervalo pelo menos um caso grave foi registrado.
No site oficial do município, no Portal da Transparência de covid-19, o último boletim postado por lá foi em 18 de maio.
O vereador petista Tote Marques realizou na noite desta quarta (19) na Câmara de Vereadores, uma prestação de contas do seu mandato em audiência pública. No primeiro momento da audiência foi realizado um debate sobre a prevenção de drogas no município. Palestrantes do Pajeú estiveram presentes para abordar o tema que vem preocupando a cidade […]
O vereador petista Tote Marques realizou na noite desta quarta (19) na Câmara de Vereadores, uma prestação de contas do seu mandato em audiência pública.
No primeiro momento da audiência foi realizado um debate sobre a prevenção de drogas no município. Palestrantes do Pajeú estiveram presentes para abordar o tema que vem preocupando a cidade das tradições. O Comitê antidrogas, criado recentemente, também marcou presença.
Após o debate o vereador fez a sua prestação de contas das suas ações no poder legislativo, no período de quatro meses como suplente da vereadora Maria Nelly.
Estiveram presentes o vereador de Carnaíba, Fafinha (PSB), Tadeu Sampaio, Jair das Baterias. Os representantes do Conselho Tutelar de Tabira, Geneci Cristovão e Hominho. Além do Secretário de Administração Flávio Marques.
Em entrevista à Folha, ex-chanceler diz que telefonemas sob sigilo mostra que operação vendeu ‘peixe podre’ ao STF. José Marques e Felipe Bächtold/Folha de São Paulo Um dos defensores do afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) agora considera que houve uma “manipulação política do impeachment” pela força-tarefa […]
Em entrevista à Folha, ex-chanceler diz que telefonemas sob sigilo mostra que operação vendeu ‘peixe podre’ ao STF.
José Marques e Felipe Bächtold/Folha de São Paulo
Um dos defensores do afastamento da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016, o ex-senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) agora considera que houve uma “manipulação política do impeachment” pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e pelo ex-juiz Sergio Moro, atual ministro do governo Jair Bolsonaro (PSL).
Segundo o tucano, isso ficou provado após a divulgação de mensagens trocadas entre procuradores da operação, obtidas pelo site The Intercept Brasil por meio de fonte anônima e também analisadas por outros veículos, entre eles a Folha.
No ano seguinte ao impeachment, Aloysio se tornou ministro das Relações Exteriores do governo Michel Temer (MDB). Neste ano, passou a chefiar a Investe SP (agência de fomento de São Paulo) no governo João Doria (PSDB), mas deixou o cargo em fevereiro, após ser alvo de busca e apreensão na 60ª fase da Lava Jato, a Ad Infinitum.
Na mesma fase, foi preso preventivamente Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, suspeito de ser operador do PSDB.
No último mês, também foi revelado que o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro relatou, em sua proposta de acordo de delação, que Aloysio teria pedido propina a campanhas do PSDB em troca da liberação de recursos de obras em São Paulo.
Aloysio diz que o relato de Léo Pinheiro é absurdo e cita apenas informações que não podem ser sujeitas à comprovação (leia mais aqui). Já sobre a Lava Jato diz que após as revelações das mensagens de procuradores ficou “profundamente chocado com o que aconteceu”.
Ele afirma que a divulgação de telefonema entre a então presidente Dilma e o ex-presidente Lula em 2016, que resultou em decisão do Supremo Tribunal Federal que barrou a posse de Lula como chefe da Casa Civil do governo, impediu o governo petista de recompor sua base e barrar o impeachment.
As conversas que estavam mantidas em sigilo enfraqueceram a hipótese adotada na época por Moro de que a nomeação de Lula como ministro tinha como objetivo travar as investigações sobre ele, transferindo seu caso de Curitiba para o STF.
As conversas interceptadas naquele dia e relevadas agora mostram que Lula relutou em aceitar o convite, só aceitou ser ministro após sofrer pressões de aliados e estava empenhado em buscar reaproximação com o PMDB para evitar o impeachment de Dilma.
“Eles manipularam o impeachment, venderam peixe podre para o Supremo Tribunal Federal. Isso é muito grave”, afirma Aloysio. Na entrevista, ele também falou sobre a fase da Lava Jato na qual foi alvo, em fevereiro. Leia a íntegra da entrevista clicando aqui.
Assis Barros, nosso leitor nos EUA acaba de informar que a imprensa americana confirma a vitória de Joe Biden sobre Donald Trump. Ele praticamente alcançou os 270 delegados necessários para a vitória. Agora vem a guerra jurídica promovida pelo presidente que não aceita o resultado e fala em fraude.
No sertão pernambucano, onde também participou do Pernambuco em Ação, o secretário estadual de Saúde, Iran Costa, visitou equipamentos de saúde da região e anunciou reformas e investimentos. Em Ouricuri, nesta sexta-feira (5), foi ao Hospital Regional Fernando Bezerra, unidade de média complexidade e referência em urgência e emergência, acompanhado de gestores para avaliar atendimentos […]
No sertão pernambucano, onde também participou do Pernambuco em Ação, o secretário estadual de Saúde, Iran Costa, visitou equipamentos de saúde da região e anunciou reformas e investimentos.
Em Ouricuri, nesta sexta-feira (5), foi ao Hospital Regional Fernando Bezerra, unidade de média complexidade e referência em urgência e emergência, acompanhado de gestores para avaliar atendimentos e os novos serviços oferecidos pelo equipamento. Após ampliação do hospital e implementação de um centro cirúrgico, desde o ano passado, a unidade ampliou em 170% o número de cirurgias ortopédicas.
“Fizemos um planejamento para que houvesse o serviço cirúrgico, solicitação pelos onze prefeitos dos municípios que compõem esta Regional de Saúde e que é, sem dúvida, um anseio da população. Então, já estamos mostrando estes resultados”, ressaltou Iran Costa.
Desde 2016, a unidade vem passando por reestruturação com a aquisição de equipamentos, contratação de médicos cirurgiões, implementação de serviços de assistência e ampliação de leitos. A população do sertão do Araripe também foi beneficiada com a inauguração da Unidade Pernambucana de Atenção Especializada (UPAE) de Ouricuri feita pelo governador Paulo Câmara nesta sexta (5). O equipamento irá oferecer consultas com especialistas e exames em um mesmo ambiente.
Já na manhã deste sábado (6), Iran Costa anunciou reforma da emergência pediátrica e investimento de R$ 2 milhões para o Hospital Inácio de Sá, em Salgueiro, para compra de equipamentos. A verba é fruto de uma emenda parlamentar da deputada federal Creuza Pereira (PSB). Atualmente, o hospital conta com mais de 127 leitos e relizou, em 2016, quase 8 mil internações, 3 mil partos, mais de 700 cirurgias eletivas e 50 mil atendimentos de urgência.
Ambulância – Durante o Pernambuco em Ação, no município de Salgueiro, neste sábado, o governador Paulo Câmara e Iran Costa também entregaram uma nova ambulância para o Hospital Regional Inácio de Sá. A ação faz parte do projeto de qualificação e renovação da frota de ambulâncias que presta serviço às unidades da rede estadual de saúde.
do JC Online O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, afirmou nesta terça-feira (15), em sabatina realizada na Capital, que se for eleito neste pleito não pretende a reeleição. Questionado sobre sua boa relação com o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato fez questão de diferenciar o embate neste […]
O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, afirmou nesta terça-feira (15), em sabatina realizada na Capital, que se for eleito neste pleito não pretende a reeleição. Questionado sobre sua boa relação com o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, o candidato fez questão de diferenciar o embate neste pleito, dizendo que sua adversária é a presidente Dilma Rousseff (PT). E criticou a gestão da petista dizendo que ela fez uma gestão pior do que seu antecessor. E pregou. “O País quer mudar e vai tirar Dilma (da Presidência).”
Segundo o presidenciável, todos torceram por Dilma na Presidência, mas ela não preservou as conquistas e talvez não soube entender o seu papel na história. “Dilma dizia que ia baixa juros e energia”, ironizou Campos, afirmando que ela fez justamente o oposto. “Vai ficar reconhecida como a primeira presidente no ciclo democrático que entregará o País pior do que recebeu.”
Aliado as críticas, Eduardo Campos disse que o PSB vem tentando se colocar como oposição neste pleito. “Nós tentamos e fizemos esse embate na sucessão do presidente Lula. Os apelos feitos por Lula nos fizeram apoiar a campanha de Dilma em 2010”, disse, lamentando que a petista perdeu uma oportunidade extraordinária de mudar o País. E repetiu: “Ela vai entregar o País pior do que recebeu. Itamar entregou melhor, FHC e Lula também.”
Na sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo, SBT e Jovem Pan, Eduardo Campos disse estar “tranquilo” com a posição de sua campanha nas pesquisas até agora. “Estou tranquilo de que estamos fazendo o que a sociedade espera do nosso campo político”, disse apresentando sua chapa com a vice Marina Silva como opção progressista nas eleições deste ano.
“O que o Brasil não aguenta mais é essa disputa em dizer que o PSDB não fez nada pelo Brasil e o PSDB dizer que no PT só tem corruptos e que o partido não fez nada pelo Brasil”, afirmou Campos. Mas evitou a classificação de “terceira via”. “Não somos terceira via, somos a via para tocar o Brasil em frente. Questionado sobre o escândalo do mensalão, ele disse achar “um horror, assim como os outros ocorridos na gestão de FHC.”
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