Ingazeira e Tuparetama na agenda do deputado Ângelo Ferreira
Por Nill Júnior
O deputado estadual Ângelo Ferreira esteve na cidade de Ingazeira para participar do segundo dia da 5ª FECAPRIO – Feira de Caprinos e Ovinos. Ferreira esteve visitando os boxes da feira, conversando com os criadores, com a população e correligionários.
Durante a noite o deputado foi recebido pelo prefeito do município Luciano Torres e as demais lideranças politicas da Ingazeira.
No sábado (21) o parlamentar participou de uma reunião com o ex-prefeito de Tuparetama Sávio Torres, vereadores de oposição, lideranças e representantes de vários segmentos da sociedade.
O jornalista Magno Martins deu detalhes sobre o fim do Grêmio Lítero Social Tabirense. Ao invés do seu casarão ser tombado como patrimônio cultural da cidade foi objeto de uma transação comercial muito estranha. Dez sócios, que há muito não contribuíam com o clube, aparecerem, de repente, como adiplentes, promoveram uma “assembleia” vapt-vupt decidindo pela […]
O jornalista Magno Martins deu detalhes sobre o fim do Grêmio Lítero Social Tabirense. Ao invés do seu casarão ser tombado como patrimônio cultural da cidade foi objeto de uma transação comercial muito estranha.
Dez sócios, que há muito não contribuíam com o clube, aparecerem, de repente, como adiplentes, promoveram uma “assembleia” vapt-vupt decidindo pela venda do imóvel. Não se sabe o valor da negociata. O que estranha, porém, é a forma de pagamento.
O comprador terá direito a implantar uma fábrica no local e em troca os sócios que assinaram o acordo receberão cotas em aluguel do valor da venda do prédio como parte do acerto passado em cartório.
O estatuto do clube, violado por esses dez sócios, não permite esse tipo de negociata. “O Grêmio era para ter sido tombado ou usado em benefício da cidade. “Estamos diante de um caso muito estranho”, revela uma fonte que confirmou a transação.
Diante de tamanha irregularidade, um soco no estômago da sociedade de Tabira, como reagirão os demais sócios ludibriados? O blog apurou que a transação vai ser objeto de uma ação judicial e as chances do acordo em pagamento por aluguel tem amplas chances de ser anulado pela justiça.
O Grêmio Litero Social Tabirense foi palco, por muitos anos, de grandes festas e eventos culturais. Serviu até para convenções partidárias e shows. Sua localização é privilegiada.
Fica na entrada da cidade de Tabira, do lado esquerdo, na Rua José Pires Sobrinho. Nos seus salões já desfilaram e dançaram celebridades ao som de orquestras que marcaram época, como a Super Oara.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, entregou nesta quinta-feira, 19/02, a reforma e ampliação da Escola Municipal José Rufino Alves, no bairro da Caxixola. Desde a sua inauguração, o equipamento nunca havia passado por uma remodelação tão profunda, que mais que dobrou o número de vagas para os estudantes da localidade. Agora, a escola […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, entregou nesta quinta-feira, 19/02, a reforma e ampliação da Escola Municipal José Rufino Alves, no bairro da Caxixola. Desde a sua inauguração, o equipamento nunca havia passado por uma remodelação tão profunda, que mais que dobrou o número de vagas para os estudantes da localidade.
Agora, a escola conta com 7 novas salas de aula, todas climatizadas. Também foram construídos novos banheiros masculino e feminino para alunos e funcionários, uma nova secretaria, sala de professores, direção, coordenação, cozinha, refeitório, depósito de merenda e de material de limpeza, almoxarifado, além de um parquinho infantil.
Para a prefeita Márcia Conrado, “a entrega da reforma e ampliação da Escola José Rufino Alves demonstra o respeito com quem estuda, com quem ensina e com quem acredita na educação. Essa escola agora está diferente. São novas salas de aula, todas climatizadas, com mais conforto para nossos alunos e para nossos professores. Esse é o nosso jeito de governar: trabalhando, entregando e cuidando das pessoas, frisou.
O secretário de Educação de Serra Talhada, Edmar Júnior, frisou que, com a ampliação, será implantado o Ensino Fundamental II no bairro da Caxixola. “Isso significa que nossos meninos e meninas não vão mais precisar sair daqui para continuar seus estudos. Eles vão crescer, aprender e construir o futuro dentro da própria comunidade”, enfatizou Edmar.
Há pouco menos de 30 dias para o início oficial da campanha eleitoral (16/08), o Partido Trabalhista Brasileiro – PTB de Arcoverde, que tem à frente a ex-secretária e pré-candidata a prefeita, Nerianny Cavalcanti, tem mobilizado militantes em reuniões e encontros para debater os problemas da cidade e zona rural. Na última semana, a trabalhista esteve […]
Há pouco menos de 30 dias para o início oficial da campanha eleitoral (16/08), o Partido Trabalhista Brasileiro – PTB de Arcoverde, que tem à frente a ex-secretária e pré-candidata a prefeita, Nerianny Cavalcanti, tem mobilizado militantes em reuniões e encontros para debater os problemas da cidade e zona rural.
Na última semana, a trabalhista esteve em duas áreas do bairro do São Cristóvão (Ruas Duque de Caxias e Padre Anchieta) quando conversou com moradores e falou de seus projetos para a retomada do crescimento de Arcoverde nos próximos anos. “A cidade precisa por fim ao modelo ultrapassado da política de perseguição, de obras de maquiagem e estruturar todo o município para os desafios que a população arcoverdense cobra que sejam enfrentados, como a saúde caótica e o desemprego”, disse.
Na Rua Padre Anchieta, a trabalhista teve a companhia do comerciante Erb Lins e dos deputados Zeca Cavalcanti (Federal) e Júlio Cavalcanti (Estadual), todos do PTB, além de dezenas de pré-candidatos a vereadores de várias legendas que acompanha a chamada “Caravana da Esperança”, como vem sendo denominados os movimentos do PTB pelos bairros da cidade.
Além dos encontros no bairro do São Cristóvão, a Caravana liderada pela trabalhista Nerianny Cavalcanti circulou ainda no final de semana pelas comunidades do Deserto e na comunidade da Barriguda.
No Deserto, a população é mais uma vítima da falta de governo, pois há mais de três anos e meio nunca chegou uma máquina promovendo a limpeza de barragens e barreiros. Já na Barriguda, localizada numa área mais afastada e irregular do Distrito Industrial de Arcoverde, uma ação judicial da prefeitura pode tirar mais de 20 famílias de suas terras aonde vivem há mais de 30 anos.
Evento ocorre de forma híbrida, com plataforma virtual própria e alguns eventos no Shopping Serra Talhada. Palestrantes vão desde o criador da marca Claro até o dono da Chillie Beans . A CDL e Sindicom de Serra Talhada lançaram a campanha da ExpoSerra 2020. O evento pela primeira vez em 21 edições terá formato híbrido, […]
Evento ocorre de forma híbrida, com plataforma virtual própria e alguns eventos no Shopping Serra Talhada. Palestrantes vão desde o criador da marca Claro até o dono da Chillie Beans .
A CDL e Sindicom de Serra Talhada lançaram a campanha da ExpoSerra 2020. O evento pela primeira vez em 21 edições terá formato híbrido, com transmissão virtual, a partir de plataforma própria, a com palestras e oficinas no Shopping Serra Talhada.
Para mais informações os telefones são (87) 3831-2667 e (87) 9-9654-1700.
Toda a configuração e transmissão poderão ser conferidos dentro da plataforma virtual http://www.rodadasebrae.com.br/exposerra2020/ . Nela você pode fazer sua inscrição gratuitamente a ainda tornar-se um expositor. O processo é rápido e simples.
A programação vai de 3 a 5 de dezembro, com alguns eventos realizados no Shopping Serra Talhada, na área do Cine A.
Dentre os palestrantes, Dado Shneider, com o tema “O Futuro mudou, bem na minha Vez!” no dia 3, 19h30. Autor do livro que dá nome à palestra, Dado Schneider é Graduado em Comunicação e Pós-Graduado em Marketing pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, além de Mestre e Doutor em Comunicação pela PUC/RS. Trabalhou em grandes agências de publicidade nacionais, como MPM, Ogilvy e DM9.
Depois disso, tornou-se executivo de marketing da Claro (e é o próprio criador da marca), além de Consultor de grandes empresas. Nos últimos 10 anos, vem se consagrando como um dos mais requisitados palestrantes do Brasil, graças ao seu temperamento inovador. Foi considerado pelo site BuzzFeed como “um dos palestrantes imperdíveis da Campus Party” – de onde passou a ser Embaixador.
Dia 4, 10h, tem o Seminário “Impulsionar sua empresa na inovação do novo tempo”. Às 16h oficina gastronômica com transmissão ao vivo. E às 19h30 a palestra “Estratégias para aumentar as vendas em tempos de pandemia”, com Cailto Maia, proprietário da Chilli Beans com mais de 200 endereços exclusivos no Brasil, além de pontos em Portugal, Estados Unidos e Panamá.
Dia 5, 10h, Seminário “Impulsionar sua empresa na inovação do novo tempo”, com Adalberto Souza, Adriana Cavalcanti e Flammarion Cysneiros. Às 16h oficina gastronômica “A Cozinha Nordestina” com o Cheff César Santos. Às 19h30, com mediação de João Kepler, Talk Show com os empresários da Cedan rações, Jodibe, Tupan e Grupo Pajeú. O tema, “Tendências e Cenários Futuros da Indústria, Comércio e Turismo”.
João Kepler é reconhecido como um dos conferencistas mais sintonizados com Inovação e Convergência Digital do Brasil. Premiado como melhor Investidor Anjo do Brasil pelo Startup Awards; Diretor na FIESP e na ASSESPRO, além de colunista de diversos Portais no Brasil e palestrante internacional, escritor e autor e coautor de vários livros.
O evento tem apoio de Fecomércio, Sesc Senac, AD-Diper, SEBRAE, Prefeitura de Serra Talhada e Shopping Serra Talhada.
Foto: Ricardo Araújo/Arquivo ASA Brasil Por Adriana Amâncio/Marco Zero “Eu mal caminho dentro de casa, não posso carregar água de canto nenhum. Quando falta água, eu espero a nora botar, vem outro e bota, tudo é difícil pra mim”. Este é o relato de Tereza Correia, agricultora de 77 anos, que mora na comunidade Jacarecanga, […]
“Eu mal caminho dentro de casa, não posso carregar água de canto nenhum. Quando falta água, eu espero a nora botar, vem outro e bota, tudo é difícil pra mim”. Este é o relato de Tereza Correia, agricultora de 77 anos, que mora na comunidade Jacarecanga, no município de Rio Grande do Piauí, no semiárido daquele estado, a 380 quilômetros de Teresina.
Idosa e sofrendo de diabetes, ela sente dificuldades de caminhar. Por isso, quando a bomba do poço que abastece a comunidade quebra, ela depende da ajuda de parentes e vizinhos para ter água em casa. O marido, também idoso, não pode ajudar com a busca por água no dia a dia. Dona Tereza está entre as quase 1 milhão de pessoas que esperam a retomada do Programa Cisternas para ter acesso a um reservatório de 16 mil litros de água apta para consumo humano.
Para viabilizar o programa, era preciso antes recompor seu orçamento, que, no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) elaborado por Bolsonaro, tinha previstos apenas R$ 2 milhões para 2023. Isso já foi feito, chegando a dotação de R$ 500 milhões para esta finalidade.
O valor seria suficiente para mais 83 mil reservatórios ao custo de R$ 6 mil cada, aumentando as chances de Dona Tereza trazer a água mais para perto da sua casa. “Isso não dá conta do déficit, mas já movimenta bastante”, avalia o coordenador Executivo da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) pelo estado da Bahia, Naidson Baptista.
Além da recuperação financeira, o Programa Cisternas demanda a retomada de procedimentos democráticos e transparentes na implementação. “A ideia da ASA é, uma vez que nós tenhamos celebrado algum termo de parceria com o governo, feito a seleção das organizações, chamar as eleitas para reativar os princípios metodológicos, os prazos porque, nas entidades, muita coisa mudou, muita gente saiu”, afirma Batista.
Um desses princípios metodológicos envolve, por exemplo, a análise dos perfis e a definição das famílias elegíveis ao programa nas comissões municipais, formadas por organizações comunitárias.
Hoje, no Semiárido brasileiro, 350 mil famílias, quase 1 milhão de pessoas, necessitam de uma cisterna de água para consumo humano. Já aquelas que vivem sem cisterna de produção – que coleta e reserva água para agricultura e pecuária –, somam 800 mil pessoas.
Os dados são da publicação Acesso à água para as populações do Semiárido Brasileiro, elaborada pela ASA. Nos últimos quatro anos, o Programa Cisternas enfrentou os cortes orçamentários mais drásticos da história. Em 2022, executou um orçamento de pouco mais de R$ 22 milhões, de acordo com dados do portal Siga Brasil.
De acordo com Naidison, as organizações que compõem a ASA estão lançando mão de estratégias políticas para garantir as condições orçamentárias do programa ao longo dos próximos quatro anos. Um desses caminhos, complementa ele, é acionar diversos conselhos de controle social nas esferas estadual e nacional.
“Um caminho é o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (Condraf), que está para ser reconstruído. O Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea), que será recriado no dia 28 de fevereiro. As cisternas estão constantemente na pauta do Consea, o Consea faz questão de ter as cisternas funcionando. O outro caminho é manter contato com deputados e senadores do Nordeste, no sentido de que eles estejam reafirmando na Câmara e no Senado a importância do Programa. E outra coisa é realizar audiências com autoridades responsáveis por fazer o programa andar. Nós já realizamos uma audiência e temos outra marcada com a secretária Nacional Segurança Alimentar e Nutricional do MDS [Lilian dos Santos Rahal] e também solicitamos uma audiência com o ministro Wellington Dias para discutir a perspectiva das cisternas”, relata.
Praticamente sem orçamento nos últimos quatro anos, a melhoria dos indicadores econômicos e de saúde no semiárido ficou mais lenta ou regrediu, como foi o caso da insegurança alimentar.
Com isso, a agonia vivida pela agricultora Zenaide Costa, de 55 anos, que mora na mesma comunidade de Dona Tereza, ficou longe de ter um fim. Ela também sofre quando a água do poço não chega às torneiras quando a bomba quebra. No seu caso, além do corpo não aguentar o esforço de buscar água no poço, por ser albina, ela não pode se expor ao sol para carregar água. Sem alternativa, ela pede ajuda ao vizinho que possui cisterna para lhe ceder um pouco de água. “No final das contas, quando a bomba do poço quebra e o carro pipa não vem, é a cisterna do vizinho que salva. Mesmo assim, é racionada, não pode pegar tudo e deixar ele sem água. É um sufoco!”, desabafa Zenaide.
Quando o problema na bomba não é resolvido rápido, Zenaide e outros moradores se unem para pedir que a prefeitura traga um carro pipa para abastecer a comunidade. “A gente fica ligando até eles trazerem. Eles alegam que tem muita comunidade para abastecer. E diz ‘aquele que colocou o nome primeiro, vai ser abastecido primeiro’. E assim é a nossa vida”, relata Zenaide em tom de lamento.
A falta de água também afeta a sua segurança alimentar. Sem fonte hídrica para produção, ela cultiva alimentos apenas no período chuvoso. “Sem água não dá para plantar na estiagem. A gente só planta na chuva e come o que ganhar da chuva.”, afirma resignada.
O tom da voz de Tereza e Zenaide até mudou quando perguntei sobre a expectativa de chegada da cisterna. Zenaide se antecipou e afirmou.
“Eu tô com muita esperança, eu tô acreditando que eu vou ganhar a minha cisterna e a minha vida vai melhorar. Eu vou poder cultivar uma hortinha”, planeja. Já Dona Tereza, sem titubear, emenda: “trazendo a cisterna pra perto de casa, fica mais fácil para qualquer um pegar [água], até o meu marido pega. Eu tenho fé em Deus que vai acontecer dela vim, a minha cisterna.”
A nossa reportagem fez contato com o Governo Federal. Pedimos confirmação sobre o valor do orçamento do Programa Cisternas previsto para 2023, sobre quais medidas estão sendo adotadas para a retomada do programa neste ano e se há previsão para assinatura do termo de parceria. Até o fechamento desta reportagem, não obtivemos retorno. O espaço segue aberto.
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