Iguaracy: Prefeitura leva ações para comunidade Varzinha dos Quilombolas
Por André Luis
Nesta quarta-feira (7), dia Municipal do Quilombola, a Prefeitura de Iguaracy, por meio da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, levou atendimentos para a Comunidade Varzinha dos Quilombolas.
Ao lado da secretária de Desenvolvimento e Assistência social, Juliany Rabêlo, e do Secretário de Administração, Marcos Melo, o prefeito, Zeinha Torres foi recebido por Ceiça, Presidente da Associação da Varzinha dos Quilombolas, Joaquim, o Vice-presidente, Michelle, Técnica da Comissão Pastoral da Terra e Gileno, Agente de Saúde da área.
Na ocasião, a Secretária de Desenvolvimento e Assistência Social, Juliany Rabêlo, esteve com sua equipe realizando os atendimentos de emissão de RG, emissão 2°via de certidões de Nascimento e Casamento, Sala da Beleza, Diretoria de Juventudes, CREAS -Divulgação das campanhas, CRAS- Avaliações Socioeconômicas e entrega de cestas básicas, Criança Feliz e SCFV- com Atividades com as crianças.
“Junto ao secretário de Administração, Marcos Melo, aproveitamos a visita para escutar as demandas da localidade, visando levar mais benefícios a toda a comunidade”, destacou Zeinha em suas redes sociais.
A Prefeitura de Serra Talhada concluiu as obras do Posto Avançado da Polícia Militar do Bairro Vila Bela, que ficará sob a responsabilidade do comando do 14º Batalhão de Polícia Militar, onde funcionará a 1ª CPM (Companhia de Policia Militar), com o objetivo de atender à população local. Com mais de cem mil reais investidos […]
A Prefeitura de Serra Talhada concluiu as obras do Posto Avançado da Polícia Militar do Bairro Vila Bela, que ficará sob a responsabilidade do comando do 14º Batalhão de Polícia Militar, onde funcionará a 1ª CPM (Companhia de Policia Militar), com o objetivo de atender à população local.
Com mais de cem mil reais investidos com reforma estrutural e mobiliário, a Prefeitura Municipal adequou o equipamento às necessidades de funcionamento da companhia, que contará com efetivo policial e viatura permanente. O efetivo será composto por 01 capitão, 01 sargento, 01 cabo e 01 soldado, além de contar com o apoio da ROCAM, GATI, GT1, GT2, Trânsito e GT Operações, segundo informações do 14º BPM.
“Nós requalificamos e mobiliamos todo o espaço para que seja instalada a unidade de polícia, integrando e valorizando o bairro, que já tem alguns equipamentos e serviços oferecidos pela prefeitura e agora terá mais segurança e tranquilidade para todos que moram ou passam pela localidade, uma demanda da população que o governo municipal abraçou e onde investimos mais de cem mil reais, deixamos o equipamento todo pronto para a Polícia Militar começar a atuar”, disse o prefeito Luciano Duque.
De acordo com o tenente-coronel Figueiredo, comandante do 14º BPM, além do trabalho de segurança, a Polícia Militar levará ações sociais para o Bairro Vila Bela, como palestras e campanhas educativas. “Estamos deslocando a companhia de dentro do batalhão da Cohab para o Vila Bela, onde vamos ter estrutura física para atuar, além de políticas públicas de segurança e socioeducativas voltadas, principalmente, para os jovens”, afirmou. Ainda segundo o 14º BPM, as ações serão pontuais no bairro, tanto as palestras como as campanhas educativas na escola e na creche local, envolvendo pais e alunos em debates importantes como educação para o trânsito e combate às drogas.
O clientelismo político, aliado do coronelismo, que imperou secularmente na região semiárida brasileira, aprofundou as desigualdades socioeconômicas e a concentração fundiária, implementando soluções com gigantismo e ineficiência, alimentadoras da “indústria da seca” e que, efetivamente, não mudaram a realidade na região na perspectiva de criar oportunidade para todos e todas. É o que diz em […]
Entidade defende educação contextualizada com o meio, conservação da Caatinga, e políticas que sustentem e dêem dignidade às famílias em comunidades espalhadas pelo Nordeste.
O clientelismo político, aliado do coronelismo, que imperou secularmente na região semiárida brasileira, aprofundou as desigualdades socioeconômicas e a concentração fundiária, implementando soluções com gigantismo e ineficiência, alimentadoras da “indústria da seca” e que, efetivamente, não mudaram a realidade na região na perspectiva de criar oportunidade para todos e todas.
É o que diz em nota a ASA – Articulação do Semi Árido, formada por mais de três mil organizações da sociedade civil de distintas naturezas – sindicatos rurais, associações de agricultores e agricultoras, cooperativas, ONG´s, Oscip, conectando pessoas organizadas em entidades que atuam em todo o Semiárido defendendo os direitos dos povos e comunidades nos 10 estados que compõem o Semiárido Brasileiro (MG, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI e MA). É agente determinante em políticas públicas com o Programa Um Milhão de Cisternas.
“Conviver com o Semiárido significa valorizar seu povo, sua cultura, seu modo de ser e de viver, seu protagonismo. É assumir seu povo na sua imensa diversidade de raças, etnias, gerações, identidades de gênero e orientações sexuais.
É assumi-lo, especialmente, como construtor e senhor de sua própria história, sem perder de vista processos fundamentais, como: a política de estoque de água, sementes e alimentos, garantindo vida digna e saudável para as pessoas e também contribuindo com a conservação da sociobiodiversidade; e, por outro lado, valorizando elementos outros como educação contextualizada, conservação da Caatinga, querer bem a natureza, cultura”, diz em texto.
“Nos últimos dois anos, porém, vivenciamos a desconstrução destas e de outras políticas, representando um retrocesso de até 30 anos na garantia dos direitos, ameaçando os frutos da caminhada, deixando a população desesperançada quanto ao futuro da região e trazendo à tona o fantasma da indústria da seca e, pior, o retorno da miséria e da fome”, critica.
A entidade alerta para o risco de políticas concentradoras, geradoras de exclusão e de morte. “Entendemos que não se pode continuar tratando o Semiárido com políticas e estratégias que excluem seu povo e negam, ao mesmo, oportunidades”.
Pensando nisso, a entidade elaborou uma carta aos candidatos e às candidatas ao Pleito Eleitoral de 2018, que pode ser conferida aqui.
Foi aberto hoje com o tema “A Cidade que Precisamos”, quarto o Congresso da Amupe, que é realizado em parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco, terá, ao longo dos seus três dias de duração, 28 painéis sobre temas diversificados, como saúde pública, transparência e controle social, iluminação, desenvolvimento sustentável e financiamento […]
Foi aberto hoje com o tema “A Cidade que Precisamos”, quarto o Congresso da Amupe, que é realizado em parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco, terá, ao longo dos seus três dias de duração, 28 painéis sobre temas diversificados, como saúde pública, transparência e controle social, iluminação, desenvolvimento sustentável e financiamento da educação.
O presidente da Amupe e prefeito do município de Afogados da Ingazeira, José Patriota abriu o encontro e avaliou a importância de um Congresso como o da Amupe como mecanismo de apoio aos gestores municipais. Patriota fez um discurso em torno da superação de dificuldades e colocar “picuinhas políticas de lado”.
Como era de se esperar, o Sertão do Estado teve grande representação no primeiro dia de evento. Imagens registradas pelo blogueiroJúnior Finfa nos bastidores do evento comprovam isso.
Nomes como João Batista (Triunfo e Tesoureiro da entidade), Zeinha Torres e vereadores (Iguaracy), Tião de Galdêncio e Zé Pretinho (Quixaba), Geovani Martins (Santa Terezinha), vereadores e o vice Alessandro Palmeira, o Sandrinho (Afogados), Luciano Torres (ex-prefeito de Ingazeira), Sandra da Farmácia (Calumbi), Adelmo Moura (Itapetim), Tânia Maria (Brejinho), Manuca (Custódia) e Lino Morais (Ingazeira) estiveram entre os que participaram do primeiro dia de debates.
Ao lado dele nomes como o governador Paulo Câmara, o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, Antonio Figueira (Casa Civil), Danilo Cabral (Deputado Federal), Milton Coelho, Kaio Maniçoba (Secretário de Habitação), Bruno Araújo (Ministro das Cidades), Nilton Mota (Agricultura) e Sílvio Costa (Deputado Federal).
O juiz Osvaldo Teles Lobo Júnior decidiu pela improcedência da ação da União Pelo Povo, dos candidatos Danilo Simões e Edson Henrique, contra a Frente Popular, de Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares, sob acusação de abuso de poder econômico. A Coligação alegou que os investigados, na condição de candidatos à reeleição como prefeito e vice-prefeito […]
O juiz Osvaldo Teles Lobo Júnior decidiu pela improcedência da ação da União Pelo Povo, dos candidatos Danilo Simões e Edson Henrique, contra a Frente Popular, de Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares, sob acusação de abuso de poder econômico.
A Coligação alegou que os investigados, na condição de candidatos à reeleição como prefeito e vice-prefeito do município de Afogados da Ingazeira nas eleições de 2024, promoveram o transporte de eleitores aos eventos de campanha, capitaneados pela chapa majoritária da qual faziam parte, utilizando, para isso, ônibus escolares para conduzir simpatizantes de bairros mais distantes, e até de zonas rurais, aos locais onde eram realizados os eventos.
“Os ônibus escolares que eram geridos pela empresa BPM SERVIÇOS LTDA – ME, passavam recolhendo correligionários dos então candidatos, durante o percurso que faziam até os locais dos eventos, e os deixavam no destino, sendo flagrados estacionados nas imediações dos locais onde ocorriam os comícios, passeatas e carreatas, conforme fotos e vídeos acostados pela parte autora junto com a petição inicial”.
Em resumo, o juiz alega que a Lei Complementar nº 64/90 dispõe, no inciso XVI do seu art. 22, que “para a configuração do ato abusivo, não será considerada a potencialidade de o fato alterar o resultado da eleição, mas apenas a gravidade das circunstâncias que o caracterizam.” Diz que o fato não teve poder de alterar o sufrágio dos eleitores.
Disse o juiz com base na Lei 9.504/97, que, sobre a diretora que chamou servidores em grupo de zap que, fora do horário de expediente, ou se estiver no gozo de licença, o servidor pode trabalhar em comitê de campanha de candidato e, em aspecto mais amplo, comparecer a eventos de campanha para apoiar determinada candidatura, até porque o servidor público, como cidadão, também tem direito a manifestar suas preferências políticas e vieses ideológicos, desde que não conflite com o exercício de suas atividades.
“Por todo o exposto, com fulcro no Art. 487, I do Código de Processo Civil, JULGO IMPROCEDENTE o pedido formulado na presente Ação de Investigação Judicial Eleitoral, com exame de mérito, por ausência de provas das condutas apontadas”.
Farol de Notícias Dezenas de estudantes da Faculdade de Integração do Sertão (FIS) realizaram um protesto na noite dessa terça-feira (23) cobrado mais segurança para os que frequentam a instituição. Os alunos tomaram a iniciativa após um arrastão ter acontecido nas proximidades da BR-232, na última segunda-feira, onde dois homens em uma motocicleta assaltaram um […]
Dezenas de estudantes da Faculdade de Integração do Sertão (FIS) realizaram um protesto na noite dessa terça-feira (23) cobrado mais segurança para os que frequentam a instituição.
Os alunos tomaram a iniciativa após um arrastão ter acontecido nas proximidades da BR-232, na última segunda-feira, onde dois homens em uma motocicleta assaltaram um grupo de discentes.
Aos gritos de ‘justiça e queremos segurança’, os manifestantes ficaram defronte a entrada da faculdade e cobraram policiamento ostensivo no local, iluminação pública e área de estacionamento para os ônibus que veem de outros municípios. Também foi iniciado um abaixo-assinado cobrando uma audiência pública sobre a violência em Serra Talhada.
Os políticos, entre eles, o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, também foi criticado, bem como os vereadores que não apareceram ao ato público.
“Nós viemos de vários lugares e geramos dinheiro e renda para Serra Talhada. A gente só dá lucro ao lugar. Mas o que este lugar está dando de volta pra gente? Nada. Cabe a todos os dirigentes, desde o comando geral, do prefeito atual, Câmara de Vereadores, diretor da FIS, coordenadores de curso…nós queremos segurança”, disse Inês Cláudia Leite de Oliveira, que reside em Salgueiro.
Em seu discurso, a estudante lamentou que o entorno da faculdade esteja escuro, facilitando os assaltos. “Eu não quero sair de Salgueiro para realizar o meu sonho e ser uma vítima aqui. A gente quer providências e não vítimas. Queremos iluminação. É uma imoralidade. Em volta de uma faculdade como a FIS que oferece tantos empregos para Serra Talhada está totalmente escuro. Como é que anda a população deste bairro? os marginais estão zombando da cara dos políticos daqui e é imoral tudo isso.”, reforçou Inês Oliveira.
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