Ibope: Bolsonaro tem 32%; Haddad, 23%; Ciro, 10%; Alckmin, 7%; e Marina, 4%
Por André Luis
Jair Bolsonaro (PSL) manteve a liderança na pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (3), com 32% das intenções de voto para a Presidência da República. Fernando Haddad (PT) continua sendo o segundo colocado, com 23%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Na comparação com o Ibope anterior, divulgado na segunda (1º), Bolsonaro foi de 31% para 32%, enquanto Haddad passou de 21% para 23%.
Ciro Gomes (PDT) foi de 11% para 10%. Ele é seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), que conseguiu 8% na segunda-feira e agora tem 7%. Marina Silva (Rede) manteve 4%.
Ciro e Alckmin estão tecnicamente empatados, assim como Alckmin e Marina.
Brancos e nulos foram de 12% para 11%. Os entrevistados que não souberam ou não quiseram responder somaram 6%, contra 5% na pesquisa Ibope anterior.
O Ibope fez a pesquisa entre os dias 1º e 2 de outubro em 209 municípios em todo o Brasil, com 3.010 entrevistados. A pesquisa foi contratada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e a TV Globo, e registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-08245/2018.
O intervalo de confiança estimado para a pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados serem um retrato do atual “momento eleitoral”.
Segundo turno
O Ibope também fez quatro simulações de segundo turno, todas com Bolsonaro. Apenas Ciro supera o candidato do PSL, que fica em empate técnico com Haddad e Alckmin. Bolsonaro vence Marina. Veja os números:
Haddad x Bolsonaro
Haddad: 43%
Bolsonaro: 41%
Brancos/nulos: 12%
Não souberam/não quiseram responder: 3%
Ciro x Bolsonaro
Ciro: 46%
Bolsonaro: 39%
Brancos/nulos: 13%
Não souberam/não quiseram responder: 3%
Alckmin x Bolsonaro
Alckmin: 41%
Bolsonaro: 40%
Brancos/nulos: 16%
Não souberam/não quiseram responder: 3%
Bolsonaro x Marina
Bolsonaro: 43%
Marina: 39%
Brancos/nulos: 16%
Não souberam/não quiseram responder: 2%
Rejeição
O Ibope ainda mediu a rejeição aos candidatos, perguntando aos entrevistados em quem não votariam de jeito nenhum. Bolsonaro e Haddad, líderes na intenção de voto, também são os campeões de rejeição.
Como era possível escolher mais de uma opção, a soma dos percentuais ultrapassa os 100%.
Do JC Online O Brasil registrará o maior salto na taxa de desemprego entre as grandes economias do mundo em 2016 e, durante o ano, 700 mil brasileiros devem perder seus trabalhos. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta para o aumento do desemprego no País […]
Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará
Do JC Online
O Brasil registrará o maior salto na taxa de desemprego entre as grandes economias do mundo em 2016 e, durante o ano, 700 mil brasileiros devem perder seus trabalhos. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta para o aumento do desemprego no País para 7,7% e alerta que a crise econômica levará a uma “queda severa” no mercado de trabalho.
O Brasil será responsável por um a cada três novos desempregados em 2016 no mundo. No total, 2,3 milhões de postos de trabalho serão destruídos no mundo. Desses, 700 mil no Brasil. O mercado brasileiro ainda responderá por mais de um terço de todo o desemprego latino-americano.
Em comparação a 2014, serão 1,2 milhão de novos desempregados no Brasil. “Essa é a maior elevação do desemprego entre as grandes economias”, alertou ao jornal “O Estado de S. Paulo” o diretor do Departamento de Pesquisas da OIT, Raymond Torres. Segundo a OIT, o Brasil “entra numa recessão severa” e nem mesmo as políticas sociais e de promoção de empregos implementadas nos últimos anos serão suficientes para frear o desemprego.
A taxa de desemprego passou de 6,8% em 2014 para 7,2% em 2015 e deve atingir 7,7% ao final de 2016. Para a OIT, essa é uma “alta significativa”. Em números absolutos, a alta é de 7,7 milhões de desempregados no ano passado para 8,4 milhões de pessoas em 2016 Em 2017, a taxa vai cair de forma marginal, para 7,6%.
Mas, ainda assim, os dois próximos anos terão taxas acima da média registrada entre 2008 e 2013. “Será um ano muito difícil economicamente para o Brasil, com uma recessão e, apesar de tudo o que foi feito no passado para a criação de empregos e dos mecanismos institucionais e políticas sociais, nada será suficiente para conter o aumento do desemprego”, declarou Torres.
Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará. Com a pior taxa de crescimento em 25 anos em Pequim, as vendas nacionais devem sofrer e, uma vez mais, o impacto na criação de emprego será sentido e o que mais preocupa a entidade é que a consequência será um freio no combate à pobreza.
Em 2015, 24% dos trabalhadores ocupava postos vulneráveis, sem garantias sociais e salários baixos. Essa taxa, porém, vai continuar pelos próximos dois anos. O número de pessoas ganhando apenas US$ 3,00 por dia também vai aumentar, depois de mais de uma década em queda. Em 2015, 5,1% dos trabalhadores recebiam salários miseráveis e, para 2016, a taxa passa a 5,2%.
Fiscal
Para Torres, o Brasil precisa voltar a usar a política fiscal para tirar a economia da recessão. “A política fiscal precisa recuperar o protagonismo que teve nos anos passados, mesmo que o mix seja diferente”, disse. Em sua avaliação, o Brasil deveria “usar melhor o espaço fiscal para investimentos públicos, para o desenvolvimento empresarial e para a mobilização de recursos produtivos, além da ajuda aos trabalhadores”. “Isso precisa ser feito para recuperar a competitividade e evitar que a recessão continue”, defendeu.
O resultado, por enquanto, é que o desemprego no Brasil atingirá um nível bem superior à média mundial, que é de 5,8%. Ao final de 2015, 197,1 milhões de pessoas estavam sem trabalho no planeta e a previsão é de que, em 2016, esse número chegue a 199,4 milhões.
Em comparação a 2007, quando a crise internacional deu seus primeiros sinais, 27 milhões a mais de desempregados existem hoje no mundo. Em 2017, a situação continuará a piorar, com outros 1,1 milhão de desempregados se somando ao número total.
Emergentes
Se nos últimos anos a alta no desemprego foi gerada pelos países ricos e especialmente pela Europa, afetadas pela crise financeira em 2008, desta vez é o mundo emergente o grande responsável pela elevação na taxa mundial. “As perspectivas de emprego se deterioraram nas economias emergentes, em especial no Brasil, China e nos produtores de petróleo”, indicou a OIT.
Em dois anos, os emergentes verão a perda de 4,8 milhões de postos de trabalho. Além dos 700 mil no Brasil, outros 800 mil desaparecerão na China. Oficialmente, porém, a taxa de desemprego de Pequim passará apenas de 4,6% para 4,7% entre 2015 e 2016.
A queda nos preços das commodities ainda custará 2 milhões de postos de trabalho nos mercados emergentes até 2017. Para a OIT, a América Latina deve ser fortemente afetada por essa nova realidade nos preços de matérias-primas e estará contaminada pela recessão no Brasil.
A taxa de desemprego regional passará de 6,4% em 2014 para 6,7% em 2016. A produtividade vai se estagnar e 90 milhões de pessoas estarão em empregos vulneráveis. Os salários também deixaram de subir e o combate contra a pobreza pode sofrer.
Segundo a OIT, a redução da desigualdade social foi estagnada desde 2010 e, dos 15 países avaliados, cinco deles registraram uma alta na disparidade de renda. Para a OIT, portanto, o risco de uma revolta social aumentará em 2016 nos países emergentes, justamente por conta da falta de oportunidades de trabalho.
Emprego informal também deve crescer nos mercados nos emergentes Segundo a OIT, ele atinge já 50% na metade dos países em desenvolvimento e, em um terço deles, a taxa supera a marca de 65%. “A falta de empregos decentes faz as pessoas recorrerem ao emprego informal, com baixa produtividade, baixos salários e sem proteção social”, alertou Guy Ryder, diretor da OIT.
Ricos
Já nos países ricos, a taxa de desemprego caiu de 7,1% para 6,7% entre 2014 e 2015 e, para 2016, ela deve chegar a 6,5%. Na Alemanha, ela será de 4,6%, contra 5,4% no Reino Unido. Mesmo na Itália, com uma das piores taxas da Europa, o desemprego vai cair de 12,7% para 12%.
Nos EUA, a taxa também cai de 5,3% para 4,9% e, pela primeira vez desde 2007, os americanos têm um número absoluto de desempregados abaixo do brasileiro, com 7,9 milhões de pessoas afetadas.
O quadro Memória, do programa Palco Pajeú, apresentado por Alexandre Moraes e Ney Gomes na Rádio Pajeú, o primeiro com transmissão em libras no rádio de Pernambuco, fez mais uma bela viagem no túnel do tempo no quadro Memória. O programa recebeu o professor, radialista e comentarista político Saulo Gomes. Na homenagem ao entrevistado, foi […]
O quadro Memória, do programa Palco Pajeú, apresentado por Alexandre Moraes e Ney Gomes na Rádio Pajeú, o primeiro com transmissão em libras no rádio de Pernambuco, fez mais uma bela viagem no túnel do tempo no quadro Memória. O programa recebeu o professor, radialista e comentarista político Saulo Gomes.
Na homenagem ao entrevistado, foi a 1 de dezembro de 1990 para um documento histórico. Há 29 anos, o professor Saulo Gomes e o documentarista Fernando Pires fizeram um dos últimos registros em vida de um gênio da poesia.
Dois anos e quatro dias depois, em 4 de dezembro de 1992, Louro do Pajeú se despedira do plano terreno para a eternidade.
Louro do Pajeú, Saulo Gomes, Zeto e Antonio Marinho aos três anosSaulo, Alexandre e Ney no Palco Pajeú
Nascido em 6 de janeiro de 1915 e considerado o Rei do Trocadilho, era da trinca de irmãos com Dimas e Otacílio Batista, tendo sido um dos grandes parceiros do paraibano Pinto do Monteiro.
O documento é antológico, e foi digitalizado por Fernando em sua conta no YouTube. De lambuja, Saulo entrevista na plenitude da vida dona Helena Marinho, esposa, Job Patriota, o poeta Zeto e mais: no mesmo papo, conversa com o bisneto, um tal Antonio Marinho, ainda pequenininho, hoje um dos gênios da poesia contemporânea, já declamando versos.
Profissionais de cinco secretarias iniciaram diálogo com organizadores da manifestação desde o início da semana e passeata ocorreu sem problemas A manifestação desse sábado (19) no Centro do Recife marcou o primeiro dia de atuação dos Agentes de Conciliação do Governo de Pernambuco. Vinte e dois profissionais de quatro secretarias que fizeram a interlocução entre […]
Profissionais de cinco secretarias iniciaram diálogo com organizadores da manifestação desde o início da semana e passeata ocorreu sem problemas
A manifestação desse sábado (19) no Centro do Recife marcou o primeiro dia de atuação dos Agentes de Conciliação do Governo de Pernambuco. Vinte e dois profissionais de quatro secretarias que fizeram a interlocução entre os movimentos sociais e as autoridades policiais que acompanharam o protesto. O ato começou por volta das 9h na Praça do Derby e foi encerrado ao meio-dia, na Rua do Sol, sem qualquer intercorrência.
“Constituímos uma mesa permanente de diálogo com a sociedade para assegurar a segurança e o direito à manifestação de todos. Os Agentes de Conciliação tiveram um papel importante durante todo o ato, se colocando disponíveis para facilitar a interação entre os participantes e as autoridades”, avaliou o secretário de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Sileno Guedes.
A mesa permanente de diálogo criada pelo Governo de Pernambuco conta com representantes das Secretarias de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Justiça e Direitos Humanos, Defesa Social, Políticas de Prevenção à Violência e às Drogas, Casa Civil e Ministério Público.
Os agricultores de Carnaubeira da Penha receberam nesta segunda-feira (21), as sementes de sorgo forrageiro e milho do Programa Campo Novo 2022, do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco (SDA). O evento contou com a presença do presidente do IPA, Kaio Maniçoba. No município, serão 7.200 quilos […]
Os agricultores de Carnaubeira da Penha receberam nesta segunda-feira (21), as sementes de sorgo forrageiro e milho do Programa Campo Novo 2022, do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco (SDA).
O evento contou com a presença do presidente do IPA, Kaio Maniçoba. No município, serão 7.200 quilos de sementes que vão beneficiar 1.200 agricultores familiares, com investimento de R$ 86.400,00.
“Para 2022, adquirimos mais de R$ 13 milhões, o triplo do orçamento anterior. Um recorde, já que é o maior valor dos últimos 10 anos. Isso mostra a preocupação e o compromisso do governador Paulo Câmara com as famílias agricultoras do nosso estado”, destaca Kaio.
De forma aproximada, 7 mil quilos de milho são suficientes para plantar 700 hectares de terra. Com a produtividade média de 25 sacas por hectare, isso pode proporcionar uma produção de 17 mil sacas de milho por safra, alcançando um retorno total de um milhão e novecentos mil reais.
Carnaubeira da Penha recebeu também um novo escritório municipal do IPA, que vai proporcionar aos agricultores familiares o serviço público de assistência técnica e extensão rural centrado na expansão e fortalecimento da agricultura familiar, por meio de metodologias educativas e participativas, oferecendo um serviço de qualidade aos agricultores familiares, com eficiência, eficácia e efetividade.
O cenário nacional, os desafios das prefeituras e dos Estados brasileiros e o fortalecimento do Partido Republicano Brasileiro (PRB) foram alguns dos temas abordados, nesta quinta-feira (24), durante encontro do deputado Silvio Costa Filho, presidente da legenda em Pernambuco, e o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. O prefeito apresentou ao deputado pernambucano alguns […]
O cenário nacional, os desafios das prefeituras e dos Estados brasileiros e o fortalecimento do Partido Republicano Brasileiro (PRB) foram alguns dos temas abordados, nesta quinta-feira (24), durante encontro do deputado Silvio Costa Filho, presidente da legenda em Pernambuco, e o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella. O prefeito apresentou ao deputado pernambucano alguns projetos nas áreas de habitação, saneamento e segurança cidadã implantados em algumas comunidades do Rio.
No encontro, Silvio fez o convite para que o prefeito do Rio visite o Recife em outubro, por ocasião do encontro estadual do PRB pernambucano. “Crivella é um quadro de destaque nacional do partido, com atuação tanto no Parlamento quanto no Poder Executivo, e sua participação no encontro vai enriquecer o debate sobre a situação do País, de Pernambuco e do Nordeste”, justificou o deputado.
Hoje, o PRB pernambucano conta com dois deputados estaduais e 59 vereadores no Estado. Para o próximo ano, a meta é eleger de dois a três deputados federais e de três a quatro deputados estaduais, fortalecendo a bancada do partido.
Silvio volta ao Recife ainda nesta quinta-feira, e acompanha a agenda do ex-presidente Lula em Pernambuco na sexta-feira e no sábado.
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