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Ibope: Bolsonaro tem 28%; Haddad, 19% e Ciro, 11%

Por Nill Júnior

Uma nova pesquisa do Ibope sobre intenções de votos a candidatos a presidente foi divulgada hoje (18). O levantamento indica que o candidato Jair Bolsonaro (PSL) tem 28% das intenções de voto e Fernando Haddad (PT), 19% . Ciro Gomes (PDT) teve 11%; Geraldo Alckmin (PSDB), 7% e Marina Silva (Rede), 6%.

Alvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2% das intenções de voto. Cabo Daciolo (Patriota) registrou 1%. Vera Lúcia (PSTU), Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram na pesquisa.

Conforme o Ibope, Fernando Haddad cresceu 11 pontos percentuais entre o levantamento de 11 de setembro e o divulgado hoje. Jair Bolsonaro cresceu dois pontos percentuais. Ciro Gomes manteve-se com o mesmo percentual. Geraldo Alckmin perdeu dois pontos percentuais; e Marina Silva caiu três pontos percentuais.

Alvaro Dias, João Amoêdo e Henrique Meirelles oscilaram negativamente em um ponto percentual. Cabo Daciolo, Vera Lúcia, Guilherme Boulos, João Goulart Filho e Eymael não apresentaram mudanças nos percentuais de intenção de votos entre as duas pesquisas.

Entre os dois levantamentos, o percentual indicado de votos nulos e brancos caiu cinco ponto percentuais – de 14% para 11%. Manteve-se em estável (7%) a proporção de entrevistados que não sabem em quem vai votar ou não respondeu.

Rejeição

Como ocorreu na divulgação das últimas pesquisas, o Ibope também mediu as taxas de rejeição dos candidatos à Presidência da República. Quarenta e dois por cento dos entrevistados declararam não votar “de jeito nenhum” em Jair Bolsonaro e 29% responderam que não votariam em Fernando Haddad. Os percentuais não são excludentes.

Marina Silva tem taxa de rejeição de 26%; Geraldo Alckmin, 20% e Ciro Gomes, 19%. Henrique Meirelles não seria escolhido por 12% dos entrevistados. Cabo Daciolo e Eymael têm, cada um, 11% de rejeição.

Guilherme Boulos e Alvaro Dias têm rejeição de 10%, cada um. Vera Lúcia e João Amoêdo não seriam votados por 9% dos entrevistados. A taxa de rejeição de João Goulart Filho é de 8%.

Dois por cento dos entrevistados disseram que poderiam votar em todos os candidatos. Nove por cento declararam não saber em quem não votariam ou não quiseram responder.

A rejeição de Jair Bolsonaro subiu um ponto percentual. A taxa de rejeição de Haddad cresceu seis pontos percentuais. Marina Silva e Ciro Gomes oscilaram em dois pontos percentuais. Geraldo Alckmin, Henrique Meirelles e Alvaro Dias apresentaram um ponto percentual a mais de rejeição.

A rejeição de Vera Lúcia caiu em dois pontos percentuais. Guilherme Boulos e João Amoêdo diminuíram as respectivas rejeições em um ponto percentual. A rejeição de Cabo Daciolo, Eymael e João Goulart Filho ficaram estáveis.

2º turno

O Ibope ainda testou com os entrevistados cenários de segundo turno. Fernando Haddad e Jair Bolsonaro aparecem empatados com 40% das intenções de voto cada um. Neste cenário, o número de votos em branco ou nulo totalizam 15% e 5% não souberam e nem quiseram responder.

Em caso de uma disputa entre Ciro Gomes e Jair Bolsonaro, o cenário é de empate técnico, de 40% e 39% das intenções de voto, respectivamente. Neste caso, o número de votos em branco ou nulo totalizam 15% e 6% não souberam e nem quiseram responder.

Uma eventual disputa no segundo turno entre Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro, ambos alcançariam 38% dos votos. Nessa possibilidade, o número de votos em branco ou nulo totalizam 18% e 6% não souberam e nem quiseram responder.

De acordo com o Ibope, em uma disputa com Marina Silva, Jair Bolsonaro teria vantagem de cinco pontos percentuais. O ex-capitão do Exército atingiria 41% dos votos e a ex-ministra 36%. Nessa hipótese, o número de votos em branco ou nulo totalizam 18% e 5% não souberam e nem quiseram responder.

O levantamento do Ibope, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (BR-09678/2018), ouviu 2.506 eleitores, em 177 municípios, entre domingo (16) e hoje (18). A pesquisa, contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, tem nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Outras Notícias

PSB cogita liberar os diretórios estaduais a escolherem seus candidatos a presidente

Do Blog da Folha Após o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, desistir de disputar a Presidência da República pelo PSB, o partido passou a considerar a possibilidade de não apoiar oficialmente nenhum outro candidato. A legenda trabalha, agora, com a hipótese de liberar seus diretórios estaduais, diante das divergências internas, que podem […]

Paulo Câmara (PSB) está empenhado na recomposição do primeiro escalão. Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Do Blog da Folha

Após o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, desistir de disputar a Presidência da República pelo PSB, o partido passou a considerar a possibilidade de não apoiar oficialmente nenhum outro candidato. A legenda trabalha, agora, com a hipótese de liberar seus diretórios estaduais, diante das divergências internas, que podem atrapalhar as alianças a nível local. A tese foi exposta nesta quinta-feira (10), tanto pelo presidente estadual da agremiação, Sileno Guedes, quanto pelo próprio governador Paulo Câmara.

“A gente teve que recomeçar. Nós tivemos um pré-candidato que se inscreveu no partido no limite do prazo da inscrição e algumas semanas depois desistiu. Essa discussão, certamente, o presidente nacional deverá convocar a executiva, o diretório. Há quem defenda que o partido fique livre nos estados para poder fazer as alianças que forem necessárias para garantir esse crescimento do partido. E há quem defenda um alinhamento com outras forças políticas também”, disse Sileno, em entrevista ao programa Folha Política, da Rádio Folha 96,7 FM.

Já o governador Paulo Câmara colocou três caminhos prováveis para o PSB: Insistir em uma candidatura própria, fazer aliança com algum partido que se situa dentro do campo da centro-esquerda, ou liberar os diretórios para seguirem o rumo que acharem mais conveniente, desde que optem por alguém que esteja no mesmo campo político.

“O que está muito claro e o PSB já colocou isso é que vamos seguir por este caminho. Ou vai ter candidatura própria, que agora com a desistência de Joaquim Barbosa, se for surgir um novo debate sobre candidatura própria, vai surgir do zero, ou aliança com partidos de centro-esquerda ou liberação de todos diretórios estaduais a seguirem o caminho que entendam dentro do campo de centro-esquerda. Então vamos discutir isso no partido com muita tranquilidade. Ainda tem tempo. Só vamos encontrar um caminho que seja bom para o Brasil e para o PSB se sentarmos à mesa e tivermos capacidade de diálogo com todos os partidos do nosso campo”, afirmou o gestor.

Com informações de Marcelo Montanini, repórter do Caderno de Política.

Zeca Cavalcanti diz que gestão Madalena fez Arcoverde ficar atrás de Serra Talhada

Durante cerca de 45 minutos, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB), pré-candidato à prefeitura de Arcoverde em 2020, fez um balanço do ano durante entrevista ao jornalista João Ferreira, na Rádio Itapuama FM. Ele disse que está aberto a conversas e composições em torno de um projeto que recoloque o município “no caminho do desenvolvimento e […]

Durante cerca de 45 minutos, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB), pré-candidato à prefeitura de Arcoverde em 2020, fez um balanço do ano durante entrevista ao jornalista João Ferreira, na Rádio Itapuama FM.

Ele disse que está aberto a conversas e composições em torno de um projeto que recoloque o município “no caminho do desenvolvimento e de volta ao lugar de destaque que merece e tem potencial”.

Também fez uma avaliação dos governos Bolsonaro, Paulo Câmara e Madalena.

Ao analisar os sete anos do Governo Madalena Britto, a quem chegou a chamar de “rainha”, de forma irônica por se postar acima da realidade, o ex-prefeito disse que o atual governo “colocou Arcoverde atrás de outras cidades como Serra Talhada, deixando a população triste com a situação da cidade, mas, apesar disso, nosso povo é otimista, gosta da cidade e trabalha para que possamos recolocar o município no lugar que merece na região e no estado, nossa terra precisa voltar a sorrir”.

Zeca lamentou a situação em que se encontra a saúde, com postos sem medicamentos, faltando simples medicamentos básicos para atender a população, bem como obras estruturadoras que, passados sete anos, não se conseguiu fazer, piorando os índices de desenvolvimento de Arcoverde. Criticou o abandono da zona rural quando se tem uma patrulha mecanizada doada pelo Governo Dilma.

“Temos hoje uma Arcoverde deixada de lado, abandonada, com buracos, lixo pelos bairros, postos de saúde sem remédios, uma Arcotrans que só está servindo para produzir multas, uma usina de asfalto paralisada há anos que só funciona em ano de eleição, estradas rurais intransitáveis; não temos uma grande obra estruturadora como fizemos na duplicação, no corredor da integração, a beira canal, e só vemos a cidade ficando pra trás, perdendo o bonde da história”.

Sobre a pré-candidatura, Zeca disse que seu nome está à disposição da população dentro de um projeto maior, que envolva outros atores políticos, empresariais e sociais do município em torno da retomada do desenvolvimento de Arcoverde. “Estamos abertos ao diálogo, conversando com as pessoas, de portas abertas para construirmos esse projeto que tem por objetivo fazermos Arcoverde crescer, se desenvolver, gerar empregos, melhorar na saúde, educação, assistência social, agricultura, sempre ouvindo a população, pois ela é essencial nessa construção”.

Para Zeca Cavalcanti, Arcoverde não pode mais errar e trilhar caminhos que não sejam calcados pela experiência, densidade política-administrativa e que saiba os canais para captar recursos, agilizar obras e fomentar o desenvolvimento do município.

“O diferencial  é que sabemos como fazer, pois já fizemos e fizemos bem; temos os caminhos para captar os recursos, apresentar projetos, gerenciar as ações que se revertam em obras para a cidade retomar seu crescimento que vinha tendo até 2012. Não quero ser prefeito de Arcoverde se não for para fazer uma gestão muito melhor que já fiz. Arcoverde precisa passar por outra grande transformação, como fizemos quando governamos essa cidade e pra isso pregamos a união de todos”, finalizou.

Creuza Pereira diz ser favorável à uma reforma na previdência, mas discorda de texto de Temer

Apesar de ser favorável a uma reforma da previdência, a deputada federal Creuza Pereira (PSB) é contra o projeto apresentado pelo presidente Michel Temer (PMDB). A informação foi passada hoje ao blog após a Coluna do Domingão, que questionou o fato de o nome da Deputada ainda estar na lista dos “a favor”, no contador […]

Apesar de ser favorável a uma reforma da previdência, a deputada federal Creuza Pereira (PSB) é contra o projeto apresentado pelo presidente Michel Temer (PMDB).

A informação foi passada hoje ao blog após a Coluna do Domingão, que questionou o fato de o nome da Deputada ainda estar na lista dos “a favor”, no contador do Estadão.

“A postura da parlamentar sertaneja está alinhada com a bancada do PSB em Pernambuco, cuja maioria é contrária à proposta. No placar do Estadão aparece que a deputada é favorável ao projeto, mas faz quatro ressalvas”, diz a nota.

“Apesar de achar necessária uma Reforma da Previdência, discordo totalmente de termos que estão presentes no texto apresentado. Como a integralidade da aposentadoria com 49 anos de contribuição, a idade mínima de 65 para se aposentar, o item que prevê igualar as idades de contribuição entre homens e mulheres, o desmonte da aposentadoria rural, de professores e de categorias de risco, além da retirada de direitos a pessoa idosa e com deficiência”, conclui.

Caso Miguel: Sari Corte Real vira ré e tem dez dias para apresentar defesa

G1 Sari Corte Real virou ré e tem o prazo de dez dias para responder à acusação de abandono de incapaz com resultado de morte no Caso Miguel, o menino de 5 anos que caiu do 9º andar de um prédio no Recife.  A denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que inclui agravantes de […]

G1

Sari Corte Real virou ré e tem o prazo de dez dias para responder à acusação de abandono de incapaz com resultado de morte no Caso Miguel, o menino de 5 anos que caiu do 9º andar de um prédio no Recife. 

A denúncia do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que inclui agravantes de crime contra criança durante calamidade pública — a pandemia da Covid-19 — foi recebida, na noite da terça (14), pelo juiz da 1ª Vara de Crimes contra a Criança e o Adolescente da Capital, José Renato Bizerra.

A primeira-dama de Tamandaré estava responsável por Miguel Otávio, que é filho da ex-empregada doméstica dela, quando ele caiu do 9º andar de um prédio de luxo no Recife no dia 2 de junho. A mãe da criança, Mirtes Souza, havia saído do apartamento para passear com o cachorro da então patroa.

O magistrado, para receber a denúncia, alegou “indícios de autoria e materialidade do delito” bem como a legitimidade do MPPE para propor a ação.

O juiz ordenou ainda a citação de Sari, com cópia da denúncia. O prazo de dez dias é concedido a ela para responder à acusação por escrito, podendo alegar tudo o que interessa a sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas.

O MPPE recebeu o inquérito policial no dia 3 de julho e tinha o prazo de 15 dias para analisar os autos da investigação e tomar uma decisão. A denúncia foi encaminhada, na terça-feira (14), pelo promotor de Justiça Criminal Eduardo Tavares.

Na segunda (13), parentes e amigos da família de Miguel fizeram uma passeata pelas ruas do Centro do Recife para pedir que o Ministério Público de Pernambuco desse atenção ao caso. O grupo saiu da Praça da República em direção ao MPPE, na Avenida Visconde de Suassuna, em Santo Amaro, no Centro da capital.

O que Paulo cumpriu e não cumpriu

O Governador Paulo Câmara fez promessas específicas em um programa de governo registrado no TSE, em entrevistas e debates. O G1 levantou tudo e separou o que pode ser claramente cobrado e medido. Quais são os critérios para medir as promessas? Não cumpriu ainda: quando o que foi prometido não foi realizado e não está valendo/em funcionamento. Em […]

Foto: Marlon Costa/Pernambuco Press

O Governador Paulo Câmara fez promessas específicas em um programa de governo registrado no TSE, em entrevistas e debates. O G1 levantou tudo e separou o que pode ser claramente cobrado e medido.

Quais são os critérios para medir as promessas? Não cumpriu ainda: quando o que foi prometido não foi realizado e não está valendo/em funcionamento. Em parte: quando a promessa foi cumprida parcialmente, com pendências. Cumpriu: quando a promessa foi totalmente cumprida, sem pendências.

Ou seja, se a promessa é inaugurar uma obra, o status é “cumpriu” apenas se a obra já tiver sido inaugurada; caso contrário, é “não cumpriu”. Se a promessa é construir 10 hospitais e 5 já foram inaugurados, o status é “em parte”. Se a promessa é inaugurar 10 km de uma rodovia e 5 km já foram entregues à população, o status é “em parte”.

Dentre as ações cumpridas de Paulo, o gestor reeleito em PE cumpriu 12 promessas; em parte 14 e não cumpriu 13, total 39 promessas feitas.

Cumpriu ampliar as ações do Programa Chapéu de Palha, Implantar o Fundo Estadual de Apoio à Nova Escola Integrada, Ampliar o acesso ao ensino superior, ampliar o Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) para R$ 40 milhões, reformar o Centro Santos Dumont, no Recife, criar o programa Ganhe o Mundo Esportivo.

Do que cumpriu em parte, dobrar o salário dos professores e contratar mais docentes, ampliar o programa de intercâmbio Ganhe o Mundo, construir 20 mil novas unidades habitacionais, promover a regularização e a reorganização fundiária e levar saneamento para o interior.

Dentre o que não cumpriu, ampliar o gasoduto até Arcoverde, universalizar o Programa Água para Todos, implantar Bilhete Único com tarifa única, concluir o projeto de navegabilidade do Rio Capibaribe, implantar o corredor VLT na Avenida Norte, no Recife, implantar o programa Doutor Chegou, implantar o programa Medicamento em Casa,  universalizar o programa Mãe Coruja Pernambucana e construir 4 hospitais no interior.

Veja o levantamento completo no G1