Humberto recebe dezenas de prefeitos e vereadores durante marcha em Brasília
Por André Luis
Senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, durante encontro com prefeito de Águas Belas (PE) Luiz Aroldo. Foto: Roberto Stuckert Filho
Senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, durante encontro com prefeito de Águas Belas (PE) Luiz Aroldo. Foto: Roberto Stuckert Filho
Na semana da XXII Marcha em Defesa dos Municípios, em Brasília, chamada de Marcha dos Prefeitos, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), teve agenda cheia e manteve contato com dezenas de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores de Pernambuco. Em seu gabinete, o senador atendeu gestores e parlamentares do Estado e se comprometeu a destinar milhões de reais em emendas a que tem direito para investimentos nas cidades pernambucanas.
Humberto garantiu total apoio às necessidades apresentadas pelas lideranças políticas. Com sua equipe técnica presente nas reuniões, ele assegurou o envio de emendas para cobrir despesas essenciais para o funcionamento de unidades de saúde, compra de equipamentos agrícolas, máquinas para perfuração de poços e construção de calçamento, por exemplo.
O senador aproveitou a presença dos companheiros na capital federal e também participou do 2° Encontro Nacional dos Prefeitos, Prefeitas e Vices do PT, onde reforçou a posição do partido sobre a necessidade de um novo pacto federativo para equilibrar as relações entre a União, estados e municípios.
Ele reiterou que não se pode permitir que programas fundamentais nas áreas de segurança, educação e saúde, por exemplo, sejam descontinuados pelo atual governo, medida que já está prejudicando os municípios, e lembrou que o Senado deu um passo importante esta semana ao aprovar a proposta que destina emendas parlamentares individuais diretamente aos fundos de participação de estados (FPE) e municípios (FPM).
“Sabemos que as contas das prefeituras não estão fechando. Há um déficit financeiro muito grande. Não podemos deixar que a gestão Bolsonaro agrave ainda mais essa situação com esses contingenciamentos que vem fazendo. Unidos, os municípios são mais fortes. Conversei com meus colegas sobre tudo isso e reforcei que podem contar com a nossa ajuda para as demandas locais”, comentou.
O parlamentar fez questão de receber prefeitos e vereadores de praticamente todas as regiões de Pernambuco. Ele comemorou que Pernambuco levou a Brasília uma representação expressiva para mostrar força na luta municipalista. “Todos estamos juntos na defesa das cidades pernambucanas”, afirmou.
O Tribunal de Contas do Estado divulgou nesta quarta-feira (08), os resultados da ‘Operação Ordenada Educação Infantil 2023’ que avaliou a estrutura e a oferta de vagas em creches e pré-escolas públicas de Pernambuco. O trabalho teve início no dia 09 de outubro, e fez parte das ações do TCE voltadas para a garantia dos […]
O Tribunal de Contas do Estado divulgou nesta quarta-feira (08), os resultados da ‘Operação Ordenada Educação Infantil 2023’ que avaliou a estrutura e a oferta de vagas em creches e pré-escolas públicas de Pernambuco.
O trabalho teve início no dia 09 de outubro, e fez parte das ações do TCE voltadas para a garantia dos direitos da primeira infância, uma das prioridades da gestão do presidente Ranilson Ramos.
Durante a fiscalização, 92 auditores do TCE visitaram 2.500 unidades de ensino infantil em todos os 184 municípios pernambucanos, sendo aproximadamente 60% do total de creches e de escolas com educação infantil existentes no Estado.
As equipes verificaram o percentual de cumprimento das metas de cobertura de vagas em cada município, a necessidade de construção de novas unidades de creche e pré-escola, a quantidade de profissionais e a proporção entre professores e alunos, para identificar casos de superlotação, além das condições de higiene e de saneamento (água, esgoto e destinação do lixo), entre outros quesitos.
Ao final do levantamento, os municípios foram classificados por meio de indicadores retratando a situação local como ‘desejável’, ‘boa’, ‘razoável’, ‘grave’ ou ‘crítica’.
“As equipes encontraram situações das mais diversas, desde creches e pré-escolas muito bem estruturadas, mesmo em cidades que apresentavam déficit de vagas, como encontraram situações caóticas como unidades sem água ou merenda armazenada. Considerando que foram visitadas escolas da educação infantil em todo o estado, vale considerar que de modo geral as piores condições de estruturas foram encontradas em escolas e creches localizadas nas zonas rurais”, afirmou Nazli Nejaim, uma das coordenadoras da operação.
RESULTADOS
Inicialmente, o levantamento analisou a taxa de cobertura da educação infantil de acordo com as metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE). Foram confrontados os dados do Censo 2022 e do Censo Escolar 2022 para identificar se são ofertadas vagas suficientes para atender 100% das crianças de pré-escola (4-5 anos) e no mínimo 50% das crianças de creche (0-3 anos).
Em relação às creches, a cobertura no Estado é de 20%, estando a grande maioria dos municípios em nível considerado crítico.
No que diz respeito ao número de cobertura do atendimento em pré-escola, a taxa é de 88%, ficando a maior parte dos municípios com indicadores entre “desejável” e “bom”.
Sobre a estrutura das escolas e creches com Educação Infantil nos municípios pernambucanos, a nota geral do Estado foi de 59,1, considerando os critérios avaliados pela fiscalização, entre eles infraestrutura, segurança, alimentação, práticas pedagógicas, diversidade funcional e capacitação das equipes.
Dentro do que foi analisado, a melhor nota foi relativa aos aspectos de diversidade funcional, ficando em 82,9, já a pior foi a segurança que ficou em 28,8.
Confira abaixo a tabela completa com os índices.
Infraestrutura
66%
Segurança
28%
Práticas Pedagógicas e Bem-estar
32%
Equipe
62%
Alimentação
67%
Diversidade funcional
82%
“Dentre os resultados apresentados, vale destacar um que está dentro do âmbito pedagógico e de bem-estar da criança. Durante as visitas foi verificado que, apesar de ser de conhecimento comum que o brincar nessa fase da vida é importante para o desenvolvimento psicomotor e social da criança, apenas 23% dos parquinhos visitados estavam em condições de uso”, disse Nazli.
O TCE divulgou também um ranking com os 10 melhores municípios em relação à infraestrutura avaliada, enquadrados no índice RAZOÁVEL.
Em termos de cobertura de creche e pré-escola o ranking dos municípios ficou assim:
Município com Piores Coberturas de Creche
Município com Melhores Coberturas de Creche
São José do Belmonte
2,68%
Itacuruba
70,25%
Angelim
4,5%
Carnaíba
45,58%
Moreno
4,78%
Jupi
44,68%
São Caitano
5,28%
Carnaubeira da Penha
41,83%
Caetés
5,32%
Xexéu
40,72%
São Lourenço da Mata
5,36%
Cumaru
39,79%
Águas Belas
5,63%
Casinhas
38,75%
Abreu e Lima
7,13%
Jatobá
38,75%
São Bento do Una
7,43%
Orobó
38,06%
Petrolândia
7,84%
Vertente do Lério
37,71
Município com piores coberturas de Pré-escola
Município com melhores coberturas de Pré-escola
Ferreiros
56,2%
Calumbi
138,3%
Manari
57,5%
Camutanga
137,3%
São Benedito do Sul
59,6%
Brejão
135,1%
Correntes
62,8%
Granito
131,5%
Paulista
66%
Quixaba
129,9%
Itaíba
69,4%
Itacuruba
123,8%
Jaboatão dos Guararapes
69,4%
Iati
122,1%
Maraial
69,5%
Ingazeira
118,9%
Inajá
70%
Sairé
116%
Água Preta
70,8%
Riacho das Almas
114,7%
Em relação à fiscalização sobre infraestrutura e conteúdo pedagógico o ranking foi o seguinte:
Dez menores notas
Dez maiores notas
Manari
36,8
Caetés
78,8
Pombos
36,8
Cupira
78,3
Correntes
42,5
Sanharó
77,6
Angelim
43,1
Recife
77,6
Buenos Aires
43,4
Petrolina
76,1
Ribeirão
44,5
Gravatá
75,5
Nazaré da Mata
45,3
Arcoverde
73,6
Pesqueira
45,3
Caruaru
73,4
Cortês
45,6
Chã Grande
73,3
Itapetim
45,9
São Joaquim do Monte
72,2
O levantamento foi apresentado à imprensa nessa quarta-feira pelo analista de controle externo do TCE, Elmar Pessoa, com a presença da equipe responsável pela fiscalização, numa entrevista coletiva que reuniu diversos veículos de comunicação do Estado. Na ocasião, o presidente Ranilson Ramos, falou da atuação do Tribunal de Contas voltada para as crianças de zero a seis anos de idade, e da importância dos gestores garantirem os direitos da primeira infância em seus municípios.
“Este ano o Tribunal de Contas tem dedicado todo o esforço possível da fiscalização sobre as políticas públicas implementadas pelos municípios e Governo do Estado, para que a gente possa começar a ter um olhar mais profundo sobre essa questão da primeira infância”, disse o presidente.
“A falta de recursos é o primeiro grande desafio para que os gestores consigam garantir essas políticas públicas. Mas em Pernambuco nós conseguimos aprovar, na Lei Orçamentária Anual, um orçamento para a primeira infância, decorrente de uma Proposta de Emenda à Constituição da deputada Simone Santana, aprovada na Assembleia Legislativa”, disse ele.
O presidente afirmou ainda que os resultados da auditoria serão encaminhados por ofício aos prefeitos de todos os municípios para ciência e correção das falhas e irregularidades.
O ex-prefeito Sávio Torres se manifestou nas redes sociais após o mal súbito do qual foi acometido neste domingo (15). “Passei mal neste domingo e precisei de atendimento médico. Felizmente, fui muito bem assistido nos hospitais de Tuparetama e de São José do Egito, onde encontrei profissionais de saúde atenciosos e competentes”, disse. “Neste momento, […]
O ex-prefeito Sávio Torres se manifestou nas redes sociais após o mal súbito do qual foi acometido neste domingo (15).
“Passei mal neste domingo e precisei de atendimento médico. Felizmente, fui muito bem assistido nos hospitais de Tuparetama e de São José do Egito, onde encontrei profissionais de saúde atenciosos e competentes”, disse.
“Neste momento, estou bem e em Recife, acompanhado de Raquel e dos meus filhos, realizando um check-up mais detalhado para investigar melhor o que aconteceu”, seguiu.
Por fim, agradeceu a todos que se preocuparam, enviaram mensagens e estão em oração. “A atenção, o carinho e a fé de vocês fazem toda a diferença. Muito obrigado também a cada profissional de saúde que me atendeu com tanta dedicação”, concluiu.
O Diário Oficial da União publicou, na última terça-feira, 22 de agosto, a concretização do Processo nº 59400.001977/2017-31, que consiste no Contrato de Cessão de Uso realizado entre o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), e a Prefeitura Municipal de Arcoverde. Com o termo oficializado, as dependências do imóvel localizado no nº 777 […]
O Diário Oficial da União publicou, na última terça-feira, 22 de agosto, a concretização do Processo nº 59400.001977/2017-31, que consiste no Contrato de Cessão de Uso realizado entre o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), e a Prefeitura Municipal de Arcoverde.
Com o termo oficializado, as dependências do imóvel localizado no nº 777 da Av. Coronel Antônio Japiassu, no centro da cidade, terão a sua utilização gratuita, por tempo indeterminado, destinada exclusivamente para o novo Centro Administrativo da prefeitura local.
“Este é um importante passo para que repartições públicas sejam geridas de maneira equivalente com a economia que tanto buscamos efetivar em nosso município”, avaliou a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto. “Com a cedência do DNOCS para as atividades do Poder Público Municipal, secretarias e vários serviços deixarão de ocupar imóveis particulares alugados na cidade, reforçando o trabalho de uma gestão que visa conter gastos desnecessários à receita anual do município, representando mais uma vitória para a realização do nosso trabalho”, concluiu Madalena.
De acordo com o documento, assinado pelo Diretor Geral do DNOCS, Angelo José de Negreiros Guerra, e a prefeita Madalena Britto, as instalações da nova sede do Centro Administrativo devem aguardar até o final deste mês de agosto para serem iniciadas pela prefeitura.
Patos, na Paraíba, até esta terça-feira (26), contabilizou 505 casos do novo Coronavírus. Desses números, 342 estão em isolamento domiciliar, 25 em internamento hospitalar, 119 estão recuperados e 19 óbitos. De acordo com os números do último boletim, a região com o maior índice de casos confirmados para o Covid-19 em Patos é a Zona […]
Patos, na Paraíba, até esta terça-feira (26), contabilizou 505 casos do novo Coronavírus. Desses números, 342 estão em isolamento domiciliar, 25 em internamento hospitalar, 119 estão recuperados e 19 óbitos.
De acordo com os números do último boletim, a região com o maior índice de casos confirmados para o Covid-19 em Patos é a Zona Norte, com 147 casos. Na separação por bairros, o Jatobá lidera com o registro de 65 casos. Confira a relação completa dos bairros na 3ª imagem.
Para fechar os 505 casos registrados nesta terça-feira o Presídio Romero Nóbrega tem 19 apenados confirmados para Covid-19; na Zona Rural tem 02 casos, e o Distrito de Santa Gertrudes 02 casos.
A maioria dos casos registrados é do sexo masculino. E a faixa etária predominante é entre 20 e 40 anos.
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta terça (24) os Embargos de Declaração interpostos pelo prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, contra o Acórdão TC nº 578/2017, que julgou irregulares as contas de gestão da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira de 2013. Na ocasião, ele foi multado juntamente […]
A Primeira Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou nesta terça (24) os Embargos de Declaração interpostos pelo prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, contra o Acórdão TC nº 578/2017, que julgou irregulares as contas de gestão da Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira de 2013.
Na ocasião, ele foi multado juntamente com a Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE). Também receberam multas Gildázio Moura, então Secretário de Saúde. O TCE ainda havia julgado irregulares por maioria, as contas da Secretária de Educação, Veratânia Lacerda, além de aplicar multa individual.
No julgamento desta terça, à unanimidade, a Primeira Câmara do Tribunal, deu provimento parcial aos embargos, apenas para corrigir o valor do débito. A multa caiu cerca de R$ 4 mil, passando a R$ 164.800,00. Era de R$ 168 mil. A rejeição das contas foi mantida.
Relembre: em junho de 2017, o TCE rejeitou as contas de gestão do prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), relativas ao ano de 2013. Foi imputado um débito ao prefeito no valor de R$ 168,8 mil – solidariamente com a Amupe (Associação Municipalista de Pernambuco), da qual ele é o presidente – e outro ao secretário de saúde Gildázio José dos Santos Moura.
De acordo com a relatora do processo, Tereza Duere, a rejeição das contas teve como causa o recolhimento fora do prazo das contribuições previdenciárias referente ao Regime Próprio, “o que onera o município devido à incidência de correção monetária, juros e multa”; o recolhimento a menor para o mesmo RPPS, pelo Fundo Municipal de Saúde, o que onerou o município com multas e juros no valor de R$ 13.503,68; pagamentos, sem comprovação, de serviços hospitalares no valor de R$ 62.706,67; valores pagos a maior por exames de mamografia no montante de 202.350,00 e controle deficiente nos gastos com combustíveis.
Além disso, a relatora Teresa Duere no voto, disse que contribuiu para a reprovação das contas a contratação da própria Amupe para a prestação de serviços advocatícios, sem que esta seja a sua finalidade. O escritório que teria prestado serviços de advocacia ao município, através da Amupe, não aparece em momento algum no processo de inexigibilidade de licitação, no contrato ou em documentos relativos a pagamento.
Notas de empenho, notas fiscais e recibos estão todos em nome da Amupe, segundo o voto da conselheira. TCE levou também em consideração o fato de José Patriota ter figurado nos dois lados da contratação – como prefeito e como presidente da Amupe, “tendo assinado o contrato por inexigibilidade indevida no mês seguinte à sua posse na presidência da entidade, “e transferido indevidamente para os cofres da Associação o valor de R$ 164.8 mil”, diz.
Por fim, considerando que não houve comprovação de serviços advocatícios em favor do município e sim da pessoa física do próprio José Patriota em processos que tramitam no próprio TCE referentes à passagem dele por órgãos estaduais, a relatora entendeu existirem “indícios” de prática de atos de improbidade administrativa, bem como de lesão ao erário.
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