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‘Houve imprudência no caso Temer’, diz ex-PGR que denunciou Collor

Por André Luis
Foto: Instituto dos Advogados Brasileiros/Divulgação

Collor: ‘Fiz com dor no coração. O admirava’

Sérgio Moro: ‘Há exageros processuais’

STF: ‘É fonte de insegurança jurídica’

Do Poder 360

Procurador-geral da República de 1989 a 1995, o advogado Aristides Junqueira denunciou Fernando Collor ao STF (Supremo Tribunal Federal) pelas irregularidades citadas no impeachment do então presidente em 1992.

As discussões no Congresso levaram à queda de Collor em dezembro daquele ano. Mas, a denúncia apresentada por Aristides à Suprema Corte acabou rejeitada por 5 a 3 em 1994 por falta de provas.

“Faria hoje a mesma coisa que fiz naquela época (…) A minha denúncia não era tão ruim assim para 3 ministros do Supremo acatarem. Mas para mim, trabalhando no Ministério Público, eu não perdia nunca. Eu sempre ganhava. Por ter cumprido meu dever, eu estava sempre ganhando”, diz.

Para o ex-PGR, houve imprudência da procuradoria nas investigações envolvendo o presidente Michel Temer.

“Eu vejo com muito mais prudência aguardar o término do mandato do que investigar agora. Isto é perturbar, ao meu ver, o andamento normal, da conduta do presidente da República”, afirma.

Aristides critica ainda a superexposição de integrantes da força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, acostumados a conceder entrevistas e a se manifestar nas redes sociais.

“Eu vejo uma exibição muito grande, que não é própria do Ministério Público. O Ministério Público deve ser 1 órgão recatado. E não 1 órgão que fique aparecendo para a imprensa”.

Defensor de autoridades com foro privilegiado no STF, como os senadores Agripino Maia (DEM-RN), Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Eduardo Braga (PMDB-AM), Aristides Junqueira diz que a Corte é hoje uma fonte de insegurança jurídica para o país.

“Essa cisão que está existindo não pode continuar dessa forma. Causa insegurança jurídica na população, inclusive para os operadores de direito”.

Ele falou com o Poder360 na última 6ª feira (27.abr.2018) em seu escritório e Brasília. Eis a conversa:

Poder360: Houve precipitação da PGR nas investigações envolvendo Michel Temer?

Aristides Junqueira: Precipitação não sei se é o termo. O fato é que no meu sentir houve imprudência com relação a essa conduta. Sabe-se que o presidente da República não pode ser responsabilizado por fatos ocorridos antes do seu mandato.

Você pode até dizer que é possível investigar, mas a investigação tem uma finalidade: responsabilizar. Aí é que está a imprudência.

Eu vejo com muito mais prudência aguardar o término do mandato do que investigar agora. Isto é perturbar, ao meu ver, o andamento normal, da conduta do presidente da República.

Mas o presidente é investigado também por atos supostamente ocorridos no mandato. As ações controladas, a anexação de 1 áudio sem perícia… houve imprudência nesse caso também?

Não. Se o fato é no curso do mandato, aí sim, não vejo problema nenhum. Desde que o fato se relacione ao exercício do mandato. Não sei se houve precipitação no oferecimento de denúncia. Eu não saberia dizer, porque não conheço o processo nem quais os passos da investigação.

Como o senhor avalia a atuação do juiz Sérgio Moro?

É um juiz estudioso. Persegue o combate à corrupção não é de hoje. Há exageros? Eu penso que há. Até processuais. Mas é um juiz competente. Sério. Penso que ninguém discorda que ele foi a causa eficiente desse desnudamento da corrupção no país inteiro. Deve-se a ele.

Quais exageros processuais o senhor apontaria?

Ele próprio já pediu desculpa. As gravações telefônicas realizadas depois do prazo contra a ex-presidente Dilma e Lula.

Há exageros da força-tarefa em Curitiba?

Eu vejo uma exibição muito grande, que não é própria do Ministério Público. O Ministério Público deve ser 1 órgão recatado. E não 1 órgão que fique aparecendo para a imprensa. Penso que se deve, até pelo princípio da transparência, dar satisfação e explicação ao povo. Mas não fazendo daquilo 1 espetáculo midiático.

O famoso powerpoint ao oferecer a denúncia contra o ex-presidente Lula…

Pode até ser em powerpoint, não é esse o problema. Agora, colocar isso na televisão para o Brasil inteiro escutar é espetáculo midiático. Não tem nada a ver com a função do Ministério Público.

Qual sua opinião sobre as constantes manifestações de procuradores e juízes nas redes sociais e em entrevistas?

Acho contraproducente para a seriedade das coisas da Justiça penal. Isso não colabora em nada para que você trate as coisas com mais seriedade. Espetáculo não leva a 1 resultado sério da Justiça penal.

Como o senhor analisa o processo que levou à condenação do ex-presidente?

Houve uma condenação de 1º grau, confirmada em 2º grau. E os juízes são esses. A ordem democrática é essa. Dentro do Poder Judiciário tudo seguiu 1 rito.

Agora, parece que surgiu 1 problema da competência do juiz Sérgio Moro. É algo que precisa ser resolvido. É uma questão séria. Não sei se esse tenha sido, também, 1 extrapolamento da força-tarefa e do juiz Sérgio Moro em Curitiba

A competência em razão do lugar onde crime é praticado, é uma competência relativa. Se não foi alegada a incompetência, morre. Agora, se foi alegada, pode até anular o processo. Estou falando o que diz a lei. Parece que hoje no Brasil nós estamos querendo abandonar a lei e pegar outros critérios de Justiça que não a lei.

Por exemplo…

Ouvir a população, pressão das ruas. Isso é 1 perigo. Enquanto a rua está aplaudindo, é porque não é com ela. Não é aquele que está na rua aplaudindo que está sofrendo qualquer injustiça. Mas quando for ele, as coisas mudam.

Prisão após 2ª Instância fere o princípio Constitucional da presunção de inocência?

No meu modo de pensar, fere. A não ser que você tenha uma forma de interpretar que negue até o que a lei quer dizer. Eu acho que a Constituição diz claramente que não pode. Presunção de inocência é até o trânsito em julgado.

Como o senhor avalia a tentativa de garantir mais 1 degrau ao condenado, permitindo a execução da pena após o STJ?

É uma interpretação em que se chega ao ideal constitucional. Melhor seria que a Constituição dissesse que o trânsito em julgado se dá com a última decisão do Supremo Tribunal Federal.

O STF é fonte de insegurança jurídica para o país?

Eu penso que sim. Decisões unânimes, outras apertadas [sobre o mesmo fato]. Penso que a solução tenha de partir do próprio Tribunal. Essa cisão que está existindo não pode continuar dessa forma. Causa insegurança jurídica na população, inclusive para os operadores de direito.

Prisões preventivas alongadas têm sido criticadas por funcionarem como forma de se forçar uma delação. Como o senhor avalia?

Eu acho isso lastimável. De acordo com a própria lei, a delação premiada deve ser espontânea, ela deve ser voluntária. Ela não pode ser forçada. E usar prisão preventiva, prisão temporária, condução coercitiva, todas essas coerções, ainda que legais, com essa finalidade, me parece 1 desvio de finalidade gritante que não pode ser aceito.

Como o senhor avalia a explosão no número de acordos de delação premiada?

É muito ruim. A sensação que nos dá é que está sendo muito mal aplicada. Primeiro, porque há uma falta de voluntariedade naquele que delata. Normalmente, ele está sendo constrangido a fazer isso, se não pelo Ministério Público, pelo próprio juiz.

É preciso que os órgãos de persecução penal sejam mais inteligentes do que os bandidos. Ir atrás de métodos para comprovar a ocorrência de fatos delituosos por meio de métodos eficientes. E não o cômodo método do ‘fala aí que eu te dou 1 benefício’.

Essa barganha no processo penal não me agrada. Não sou adepto disso. Sempre pensei que todos os órgãos de persecução penal devam encontrar métodos de apuração, e não esse método cômodo, e não sei se muito ético, de barganhar.

O senhor foi criticado na época do impeachment do presidente Fernando Collor por suposta fragilidade da acusação. Faria algo diferente?

Não faria não. Quem fez diferente foi o Supremo. No Mensalão mudaram o entendimento. O que levou à absolvição foi a falta de ato de ofício. Ninguém negou que ele recebia benefícios indevidos. Um carro, reforma na Casa da Dinda. Faria hoje a mesma coisa que fiz naquela época. Mas o fiz com muita dor no coração. Afinal de contas era 1 presidente da República que eu admirava.

Principalmente em uma função que era minha ‘menina dos meus olhos’ na Procuradoria da República, cuidar da infância e da juventude. O Collor era 1 presidente da República que deu muito espaço para nós do Ministério Público nessa questão de infância e juventude. Em contato com a Unicef, etc. Foi 1 tempo muito bom.

Essa crítica que se fazia à minha denúncia era anterior ao julgamento. Eu cheguei a dizer que o único condenado seria eu. E realmente, além do Paulo César Farias e alguns outros condenados, eu acabei condenado. Mas comigo tinham 3 votos que eu julgo importantíssimos: José Paulo Sepúlveda Pertence, Néri da Silveira e Calos Velloso.

A minha denúncia não era tão ruim assim para 3 ministros do Supremo acatarem. Mas para mim, trabalhando no Ministério Público, eu não perdia nunca. Eu sempre ganhava. Por ter cumprido meu dever, eu estava sempre ganhando”.

A falta de ato de ofício para configurar a corrupção levou à absolvição do ex-presidente. No Mensalão, no caso Lula e no recebimento da denúncia contra o senador Aécio Neves o entendimento foi outro. É uma jurisprudência que veio para ficar?

 Espero que fique. Porque o dispositivo penal não fala nisso.

Em 1991, o senhor enviou manifestação ao STF pedindo intervenção federal no Pará. Depois, em Mato Grosso. Considera necessária a intervenção no Rio?

O conceito de intervenção federal hoje está cada vez mais brando. Não é preciso mudar o governo do Estado. Faz-se isso parcialmente. Agora, se era necessária ou não, eu não sei dizer.

Outras Notícias

Zeinha Torres acompanhou agenda de Paulo Câmara pelo Pajeú

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, acompanhou a agenda do governador Paulo Câmara no Sertão do Alto Pajeú.  No período da manhã, o gestor esteve em Tuparetama, onde Paulo anunciou investimentos nas áreas de educação, infraestrutura e abastecimento de água.  O chefe do Executivo pernambucano também realizou visitas e inaugurou o trecho da rodovia PE-275 […]

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, acompanhou a agenda do governador Paulo Câmara no Sertão do Alto Pajeú. 

No período da manhã, o gestor esteve em Tuparetama, onde Paulo anunciou investimentos nas áreas de educação, infraestrutura e abastecimento de água. 

O chefe do Executivo pernambucano também realizou visitas e inaugurou o trecho da rodovia PE-275 entre o distrito de Jabitacá (terra do gestor) e Tuparetama. 

A agenda de Paulo na região contou ainda com compromissos em São José do Egito, Itapetim e Brejinho.

Em suas redes sociais, Zeinha destacou a agenda. “Acompanho o governador Paulo Câmara em visita aos municípios do Alto do Pajeú, onde ele anuncia investimentos nas áreas de educação, infraestrutura e abastecimento de água”.

Serra Talhada elabora Plano Municipal de Arborização Urbana com espécies da Caatinga

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e em parceria com a UFRPE-UAST e Ministério Público de Pernambuco (MPPE), realizou, na última segunda-feira (29), na Sala Verde, uma reunião de apresentação do Plano Municipal de Arborização Urbana de Serra Talhada (PMAUST) para instituições convidadas à composição da câmara técnica […]

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e em parceria com a UFRPE-UAST e Ministério Público de Pernambuco (MPPE), realizou, na última segunda-feira (29), na Sala Verde, uma reunião de apresentação do Plano Municipal de Arborização Urbana de Serra Talhada (PMAUST) para instituições convidadas à composição da câmara técnica de análise e elaboração do plano.

Em fase de elaboração pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, UFRPE/UAST e Ministério Público de Pernambuco, o Plano Municipal de Arborização Urbana prevê as diretrizes para arborização urbana no município, sendo o primeiro plano de arborização do Nordeste voltado para espécies da Caatinga. Um novo encontro em formato de audiência pública está previsto para o próximo mês de Junho.

Presente na reunião, o Prefeito Luciano Duque destacou os avanços ambientais no município, citando a instalação do primeiro viveiro comunitário na comunidade do São Bento. Enquanto isso, o secretário Ronaldo Melo Filho ressaltou a importância das parcerias e da participação da população na construção do plano de arborização municipal. Segundo o secretário, uma das diretrizes do plano é a sugestão de que 90% das espécies utilizadas na arborização urbana sejam nativas, e o tamanho mínimo para plantio sugerido é 80 cm.

Além da Prefeitura Municipal, estiveram na reunião representantes da UFRPE-UAST, Ministério Público, CREA, Corpo de Bombeiros – 3ºGB, CDL, Celpe, Associação Pajeú Vivo, Agentes Populares em Educação Ambiental (APEAs-PEMP), Agência Municipal de Meio Ambiente – AMMA, OAB – ST, CPRH-PEMP, COMDEMA-ST e Juliflora.

Série A2: resultados da rodada embolam o grupo C e fazem do Vitoria primeiro semifinalista

Afogados FC perdeu para o Petrolina. Araripina arrancou empate com Belo Jardim A rodada deste domingo do Campeonato Pernambucano da Série A2 (equivalente ao sub 23 valendo vaga para série A em 2016) serviu para embolar o grupo C e definir o primeiro classificado às semifinais. Em Petrolina, a equipe da casa se impôs principalmente […]

Afogados FC fez bom primeiro temo, mas teve apagão no segundo e perdeu para o Petrolina
Afogados FC fez bom primeiro temo, mas teve apagão no segundo e perdeu para o Petrolina

Afogados FC perdeu para o Petrolina. Araripina arrancou empate com Belo Jardim

A rodada deste domingo do Campeonato Pernambucano da Série A2 (equivalente ao sub 23 valendo vaga para série A em 2016) serviu para embolar o grupo C e definir o primeiro classificado às semifinais.

Em Petrolina, a equipe da casa se impôs principalmente no segundo tempo e bateu o Afogados FC por 2×1. A equipe afogadense abriu o placar com Caxito, aos 40 minutos do primeiro tempo, mas foi dominada na etapa final e recebeu a virada, com gols de Jailson, aos 2 e Jean, aos 14 da etapa final. Matheus Preá ainda perdeu um pênalti aos 46 do segundo tempo, jogando fora o empate.

Na outra partida do grupo, Belo Jardim foi surpreendido pelo Araripina que arrancou um empate em 2×2 aos 49 da etapa final. Com os resultados, o grupo C embolou: o Belo Jardim lidera com 8 pontos, seguido de Afogados FC com 6, Araripina com 5 e Petrolina com 3 pontos. Todos ainda tem chance.  Na quarta, o Afogados recebe o Belo Jardim no Vianão e o Petrolina recebe o Araripina.

O Vitória foi a primeira equipe a garantir-se nas semifinais. Ao vencer o Ipojuca por 3×0, assumiu a liderança isolada com 12 pontos. No outro jogo, Barreiros venceu o Olinda por 1×0. As duas equipes tem 6 pontos e disputam a segunda vaga.

Pesquisa aponta Raquel com o maior índice de rejeição do país

Levantamento do Veritá Pesquisas, realizado em todo o país entre os dias 7 e 28 de julho, junto a um total de 43.326 eleitores, apontou índice de rejeição de 60,8% por parte da população à gestão da governadora Raquel Lyra (PSDB), frente a uma aprovação de 39,2%. É a maior taxa de reprovação entre as […]

Levantamento do Veritá Pesquisas, realizado em todo o país entre os dias 7 e 28 de julho, junto a um total de 43.326 eleitores, apontou índice de rejeição de 60,8% por parte da população à gestão da governadora Raquel Lyra (PSDB), frente a uma aprovação de 39,2%.

É a maior taxa de reprovação entre as 27 unidades federativas. O primeiro lugar em aprovação ficou com Wanderlei Barbosa (Republicanos), Tocantins, com 87,7%. A margem de erro é de dois pontos percentuais. 

Já o governo do presidente Lula (PT) obteve 49,7% de aprovação frente a uma taxa de 50,3% de rejeição. A partir da estratificação da pesquisa, observa-se que o petista lidera no Nordeste (64,7%) e perde no Sul (36,9%), tendo maior popularidade no Ceará (69,9%) e, em Santa Catarina (27,3%), o pior cenário.

Homens (33,7%) com idade entre 45 e 59 anos (33,9%) e ensino fundamental completo (31,1%) foram responsáveis pela alta da atual gestão do Planalto, enquanto mulheres (37,7%) na faixa etária entre 45 e 59 anos (34,8%) e nível superior completo (42,3%) puxaram para baixo a aceitação do chefe do Executivo. As informações são da coluna Diário Politico, do jornalista Carlos Cavalcanti.

Arcoverde: Socorristas recebem ambulância de emenda do deputado Zeca Cavalcanti

Depois de muita espera, finalmente o Grupo dos Socorristas Voluntários de Arcoverde – GSAV recebeu na manhã desta sexta-feira (10), das mãos da prefeita do município, Madalena Britto (PSB), a ambulância adquirida com os recursos da emenda do Deputado Federal Zeca Cavalcanti (PTB). O fato acontece exatamente um ano após o parlamentar trabalhista garantir aos […]

Depois de muita espera, finalmente o Grupo dos Socorristas Voluntários de Arcoverde – GSAV recebeu na manhã desta sexta-feira (10), das mãos da prefeita do município, Madalena Britto (PSB), a ambulância adquirida com os recursos da emenda do Deputado Federal Zeca Cavalcanti (PTB). O fato acontece exatamente um ano após o parlamentar trabalhista garantir aos Socorristas uma emenda de R$ 200 mil para a compra do veículo e equipamentos.

A solenidade de assinatura do termo de doação aconteceu no Gabinete da Prefeita, na sede da prefeitura, para aonde o deputado Zeca Cavalcanti não foi convidado. De lá, os integrantes do GSVA, vestidos com sua roupa vermelha de trabalho, seguiram até a IVEL de onde desceram em carreata pelas principais ruas e avenidas da cidade.

Na frente da Ivel, o Grupo dos Socorristas Voluntários de Arcoverde – GSAV, recepcionou o Deputado Federal Zeca Cavalcanti que foi conferir de perto a ambulância doada através de sua emenda parlamentar. Para Geneildo, coordenador do GSVA, estava ali se realizando um sonho.

“Graças a Deus a gente tá recebendo esse importante veículo para a população de Arcoverde. Fica aqui meu humilde agradecimento aos deputados da terra, aqui de Arcoverde”, disse Geneildo se referindo  Zeca e Júlio Cavalcanti.

Para o Deputado Zeca Cavalcanti, o mais importante é poder colaborar para que a população seja bem atendida pelos que fazem o GSVA, criado há oito anos e que já socorreu mais de 6 mil pessoas.

“Nossa maior alegria é saber que nosso mandato está servindo para ajudar as pessoas, a realizar sonhos, concretizar projetos como o desses heróis que fazem o GSVA e sempre sonharam com uma ambulância nova. Ouvimos, prometemos, liberamos a emenda, a prefeitura comprou e agora o GSVA tem em suas mãos uma ambulância novinha em folha para salvar mais e mais vidas. Fico muito feliz por isso!”, disse Zeca Cavalcanti.