O fisioterapeuta Leonardo Carvalho, será empossado hoje como novo Diretor Geral do Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães – HOSPAM de Serra Talhada.
Leonardo é um dos nomes de primeira da hora da Prefeita Márcia Conrado e estava entre os cargos de comissão da gestão municipal como Secretário Executivo da Saúde da titular da pasta, Lisbeth Lima (foto).
Leonardo Carvalho tem 35 anos e atua na área de saúde em Serra Talhada desde 2011. Dentro da Secretaria de Saúde ele já foi coordenador do Núcleo de Atenção à Saúde da Família (NASF), do Centro Municipal de Saúde (Centro de Reabilitação) e da Central de Regulação Municipal.
O fisioterapeuta assume o cargo após uma gestão elogiada de João Antônio, que deixou o cargo após movimentações políticas contrárias ao Palácio do Campo das Princesas de seu ‘padrinho político’, o deputado federal Sebastião Oliveira.
O Hospam: o Hospital Professor Agamenon Magalhães (Hospam). A unidade que leva o nome do ex-governador Agamenon Magalhães atende a população desde 1941, quando foi inaugurado.
A unidade disponibiliza atendimento de média complexidade, com aparelhos de ultrassonografia, UTI, raio-x, eco-cardiografia, consultório de cardiologia, consultório de oftalmologia de última geração e geradores. Um heliponto facilita o pouso de aeronaves para a remoção de pacientes graves para a UTI. A excelência dos serviços torna o hospital capaz de receber pacientes além da abrangência de dez municípios da XI Geres.
As obras da BR 101, no trecho que corta o Recife de norte a sul, foram retomadas pelo governo do Estado neste sábado (12), sob a coordenação da Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos. Dos 30,7 quilômetros desse trecho da rodovia – da cidade do Paulista até Jaboatão dos Guararapes – cerca de 20 quilômetros […]
As obras da BR 101, no trecho que corta o Recife de norte a sul, foram retomadas pelo governo do Estado neste sábado (12), sob a coordenação da Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos.
Dos 30,7 quilômetros desse trecho da rodovia – da cidade do Paulista até Jaboatão dos Guararapes – cerca de 20 quilômetros já foram concluídos. Na fase atual, as obras acontecem no trecho entre a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o bairro do Ibura, onde serão realizados serviços de reconstrução das camadas de asfalto, além da construção dos retornos e sinalização.
A secretária estadual de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, acompanhou o reinício das obras, e destacou a importância da recuperação daquele trecho, considerado o principal da Região Metropolitana do Recife.
“É o contorno mais importante da BR 101, uma obra orçada em R$ 192 milhões, que esteve suspensa por alguns dias para que o governo do Estado prestasse esclarecimentos solicitados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ultrapassada essa fase, as obras estão sendo retomadas neste sábado (12) para conclusão dos 10 quilômetros restantes”, explicou.
Ainda de acordo com a secretária, além da redução significativa do tempo de viagem entre os municípios do Paulista e Jaboatão dos Guararapes – atualmente estimado em até três horas – para quarenta minutos no máximo, a renovação da rodovia vai contribuir bastante para a redução de acidentes, uma vez que inclui a nova sinalização e a construção de acostamentos e passarelas de pedestres.
Atualmente, cerca de 240 profissionais estão trabalhando na recuperação da BR 101, além de 35 máquinas. A previsão, segundo Fernandha Batista, é que as obras na pista principal estejam concluídas até o final de fevereiro próximo, e as demais ações – como os novos acostamentos, passarelas e retornos – deverão ser entregues no máximo até novembro, já levando em conta o período de inverno, entre os meses de maio e julho, quando as chuvas determinam a redução do ritmo das obras.
Por Anchieta Santos Uma entrevista bombástica concedida pelo advogado e ex-presidente da Câmara de vereadores, Gilberto Oliveira, abalou a política tabirense nesta terça-feira (30). Gilberto contou inicialmente a Rádio Cidade FM que foi contratado pelo ex-prefeito Dinca Brandino para atuar como Coordenador Jurídico da campanha de Nicinha Melo (MDB). O pagamento dos honorários seria feito […]
Uma entrevista bombástica concedida pelo advogado e ex-presidente da Câmara de vereadores, Gilberto Oliveira, abalou a política tabirense nesta terça-feira (30). Gilberto contou inicialmente a Rádio Cidade FM que foi contratado pelo ex-prefeito Dinca Brandino para atuar como Coordenador Jurídico da campanha de Nicinha Melo (MDB).
O pagamento dos honorários seria feito de forma parcelada e mais o combustível para a vinda do profissional até Tabira.
Gilberto disse que no 1º mês Dinca pagou apenas parte da parcela; no segundo mês nada pagou justificando não ter recebido recursos do fundo partidário e na data da 3ª parcela em dezembro, apenas tratou mal o advogado quando foi cobrado e nada pagou.
O advogado disse que entre fevereiro e março veio a Tabira disposto a receber de qualquer jeito o dinheiro que fez jus com o seu trabalho. Para evitar um mal maior, o vice-prefeito Marcos Crente, a quem, Gilberto se referiu como um homem de bem, saldou o débito contraído pelo ex-prefeito Dinca.
Declarando que Dinca é o prefeito de fato e Nicinha a prefeita de Direito, Gilberto Oliveira disse que ele fez muitas promessas de emprego durante a campanha e não cumpriu. Por isso adiantou uma denúncia de Nepotismo contra o Governo Nicinha Melo onde apresenta quatro nomes como prática de nepotismo direto, familiares da prefeita, e seis nomes como nepotismo indireto como familiares de vereadores no executivo.
Resta agora, a Câmara criar uma comissão para apreciar a denúncia de nepotismo, em seguida oferecer o direito de defesa a prefeita e em seguida levar a questão para o plenário do Legislativo.
A denúncia de nepotismo pode ser apreciada pelo Ministério Publico com Ação Civil Pública. O mesmo documento já chegou ao TCE-Tribunal de Contas do Estado, causando espanto em seu Presidente e a Delegacia de Combate à Corrupção – DECCOR.
Para fazer um alerta a Prefeita Nicinha, o ex-Coordenador Jurídico de sua Campanha lembrou que quando Dinca ainda dizia que ele seria o candidato e teria pedido uma sugestão de um nome para vice.
Ao ouvir o nome do médico Gilson Brito, rechaçou de imediato: “Gilson não dá. Se eu não puder ele vai querer ser o candidato e eu não quero. Não sendo eu, só aceito Nicinha”. E completou: “eu preciso vencer esta eleição para tirar o prejuízo das eleições que perdi”.
“Então, Dona Nicinha fique atenta. Se Dinca não se preocupou com o nome dele que é ficha suja, imagine se ele vai se preocupar com o seu?”.
O advogado acrescentou estar preparando outra denúncia, pois tem recebido denuncias de que há carro do lixo e motos locados em nome de laranjas pela Prefeitura e que vai investigar.
Detalhe: antes de falar a Rádio Cidade FM, Gilberto Oliveira confidenciou ter sido procurado por lideranças políticas ligadas a Dinca pedindo para ele cancelar a entrevista, temendo pelo estrago que ela poderia trazer a gestão tabirense.
Polícia Federal fez operação no Senado e prendeu 4 policiais legislativos. Eles teriam atuado para obstruir investigação que envolvem senadores. Do G1 O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, afirmou, em decisão na qual mandou prender quatro policiais do Senado, que os fatos apontados contra eles são “gravíssimos” e que […]
Polícia Federal fez operação no Senado e prendeu 4 policiais legislativos.
Eles teriam atuado para obstruir investigação que envolvem senadores.
Do G1
O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, afirmou, em decisão na qual mandou prender quatro policiais do Senado, que os fatos apontados contra eles são “gravíssimos” e que as prisões são necessárias para paralisar condutas criminosas.
A suspeita é que esses policiais faziam varreduras nas casas dos políticos para, por exemplo, identificar e eliminar escutas instaladas com autorização judicial. O juiz aponta como “principal responsável” o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho.
As prisões foram determinadas na Operação Métis, deflagrada nesta sexta-feira (21), pela Polícia Federal. Os policiais legislativos são suspeitos de prestar serviço de contra inteligência para ajudar senadores investigados na Lava Jato e em outras operações.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), defendeu a atuação da Polícia do Senado e afirmou que as varreduras são feitas no Senado para detectar a presença de “grampos ilegais”.
“Os fatos são gravíssimos e há indícios de funcionamento da associação liderada pelo primeiro investigado, havendo fundadas razões de autoria e participação nos supracitados delitos. São necessárias tais medidas constritivas a fim de que se possa colher elementos maiores da investigação, sustar outras condutas reiteradas delituosas da mesma natureza, bem como assegurar que longe do local de trabalho e sem a influência de tais investigados se possa ter a segurança dos trabalhos de maior apuração dos fatos pela Polícia Federal, para colheita da mais elementos, como objetos e documentos, de interesse da Investigação”, escreveu o magistrado.
O “primeiro investigado” a que Vallisney se refere é o diretor da Polícia do Senado, Pedro Ricardo Araújo Carvalho. Para o juiz, apesar de não ter praticado pessoalmente os atos, Carvalho “é o principal responsável pelas condutas e autor das ordens aos demais membros”, tem “domínio pleno dos fatos, [e] exerce a liderança da associação criminosa”.
As prisões são temporárias e valem por cinco dias, período necessário, segundo o juiz Vallisney Oliveira, para que todos os quatro policiais sejam interrogados. As suspeitas são de associação criminosa, corrupção passiva e embaraço às investigações de organização criminosa.
A decisão narra que, como diretor da Polícia Legislativa, Carvalho realizou atos de verificação de escuta telefônicas e ambientais justamente em período em que a imprensa noticiou que os senadores estavam sendo investigados.
As diligências ordenadas por ele, diz o juiz, começaram em 2014 e duraram até este ano. Vallisney também sustenta ter havido “infração de dever funcional”, há que o diretor teria “cedido a pedido ou influência de outrem, inclusive de quem não mais exercia mandato de senador”, em possível referência ao ex-presidente José Sarney.
O quadro é estável na corrida sucessória de Afogados da Ingazeira, de acordo com pesquisa do Instituto Múltipla divulgada neste sábado pelo blog, em parceria com a Rádio Pajeú, PanoramaPE e a Cultura FM. No cenário estimulado, o atual prefeito e candidato à reeleição pelo PSB, Sandrinho Palmeira, tem 52% das intenções de voto, contra […]
O quadro é estável na corrida sucessória de Afogados da Ingazeira, de acordo com pesquisa do Instituto Múltipla divulgada neste sábado pelo blog, em parceria com a Rádio Pajeú, PanoramaPE e a Cultura FM.
No cenário estimulado, o atual prefeito e candidato à reeleição pelo PSB, Sandrinho Palmeira, tem 52% das intenções de voto, contra 31% do candidato oposicionista, Danilo Simões, do PSD.
Dizem votar branco ou nulo 3%. Indecisos ou não opinaram, 14%.
O quadro teve pequena alteração dentro da margem de erro se comparada com a pesquisa realizada dias 15 e 16 de julho. Àquela data, Sandrinho tinha 50% das intenções de voto. Foi a 52%. Danilo tinha 29,7%. Apareceu com 31%.
Na pesquisa espontânea, em que não são oferecidas opções para o eleitor, Sandrinho Palmeira tem 50% contra 26% de Danilo.
Nesse levantamento, 5% disseram votar branco ou nulo e 19% não opinaram ou se disseram indecisos.
Rejeição
O Múltipla quis saber em quem o eleitor afogadense não vota de jeito nenhum.
A rejeição de Danilo é de 29% contra 25% de Sandrinho Palmeira. Dizem não rejeitar nenhum 38%. Rejeitam todos 3% e não opinaram 5%.
Aprovação da gestão Sandrinho
O Múltipla perguntou se os afogadenses aprovam ou não a gestão do atual prefeito e candidato à reeleição. Um total de 67% dizem aprovar, contra 26% que desaprovam e 7% que não opinaram.
Quando a população é provocada a classificar a gestão, 18% dizem ser ótima, 32% boa, 32% regular, 6% ruim e 11%, péssima. Apenas 1% não opinaram.
Esses números praticamente não mudaram de julho pra cá. Naquela pesquisa, 66% aprovavam contra 24% que desaprovavam. Já 10% não opinaram. Chamada a classificar a gestão, 18% a consideraram ótima, 33,3% boa, 33,3% regular, 5,3% ruim e 8%, péssima. Não opinaram 2%.
Dados técnicos
A pesquisa tem o número de identificação PE – 06892/2024. Contratada pelo blog, ouviu 300 pessoas dia 11 de setembro. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro para mais ou menos de 5,7%. Fonte pública para realização da pesquisa – Censo 2010/2022 e TSE (Agosto/24).
Tem assessor, tem chaleira, tem babão amador e profissional. E tem o chaleira atrapalhador. Em Arcoverde, um desses teve a brilhante ideia de, para tentar fazer média com o governo Wellington Maciel, retirar uma faixa de protesto do Sindicato dos Servidores municipais, o Sintema. O ato, classificado como censura pela oposição, é o que se […]
Tem assessor, tem chaleira, tem babão amador e profissional. E tem o chaleira atrapalhador. Em Arcoverde, um desses teve a brilhante ideia de, para tentar fazer média com o governo Wellington Maciel, retirar uma faixa de protesto do Sindicato dos Servidores municipais, o Sintema.
O ato, classificado como censura pela oposição, é o que se chama de tiro no pé. Isso porque gera um fato negativo que não teria a mesma notabilidade mantendo a faixa onde ela estava. Além de censurador, o aliado de LW que retirou a faixa é burro.
Segundo Caio Magalhães, que buscou o blog, a peça questiona os gastos com o evento, em detrimento da valorização dos servidores. Uma pauta legítima dentro do fórum de debates da instituição, com o governo também apresentando seu contraponto.
“Postura totalmente ditatorial”, diz o presidente do Sindicato. O blog apurou e não conseguiu identificar quem foi o brilhante idealizador da retirada da faixa. Mas já pode outorgá-lo o título de chaleira atrapalhador do ano. A ação foi tão idiota que não se quer acreditar que tenha o dedo do prefeito. Se tiver, foi conivente com uma barbeiragem sem tamanho.
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