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Homicídio registrado em Tabira

Por Nill Júnior

Em Tabira um homicídio foi registrado por volta das 23h30 no fim da noite de ontem, dia 25, no Sitio Mulungu, próximo ao lixão da Cidade das Tradições. Jucelino Davi da Silva, 43 anos, natural de Princesa Isabel, foi assinado com golpes de faca peixeira. O acusado, segundo a polícia, já foi identificado e preso.  O corpo foi encaminhado para o IML de Caruaru.

Outras Notícias

Jovem atingido por poste passará por exames complementares em Recife

Mulher envolvida em acidente passa por mais exames. Terceiro atingido está na sala amarela e também não corre risco de morte Será transferido para o Hospital da Restauração, Evandro Cordeiro Ramos, de 28 anos, após atingido por um poste derrubado pelo trio elétrico que puxava o bloco O Bicho. Na noite deste domingo. Ele está […]

Mulher envolvida em acidente passa por mais exames. Terceiro atingido está na sala amarela e também não corre risco de morte

Será transferido para o Hospital da Restauração, Evandro Cordeiro Ramos, de 28 anos, após atingido por um poste derrubado pelo trio elétrico que puxava o bloco O Bicho. Na noite deste domingo.

Ele está estável, consciente e respondendo a estímulos, mas segundo os médicos teve um hematoma pela pancada na cabeça. O caso não é tido como grave, mas inspira cuidados. Ele será encaminhado parta o Hospital da Restauração.

Já Marcia Lytsia segue em observação. Ela não corre risco de morte, mas aguarda exames complementares.

Já a família de Gabriel Marques informou que ele está na sala amarela, fora de risco de vida. Gabriel está consciente, porém machucou a coluna e aguarda mais exames para avaliar sua condição. Ele é filho do falecido Alfredo Marques.

Plenária Popular Pela Democracia acontece nesta terça, no Cine São José

O Grupo Fé e Política, ligado à Diocese de Afogados da Ingazeira e outros setores da opinião pública, realiza nesta terça (23), às nove da manhã, a chamada Plenária Popular Pela Democracia. Segundo o grupo, o evento busca discutir como tema “Ditadura e Autoritarismo: um olhar sobre o passado. Debate sobre um Brasil desconhecido”. O […]

O Grupo Fé e Política, ligado à Diocese de Afogados da Ingazeira e outros setores da opinião pública, realiza nesta terça (23), às nove da manhã, a chamada Plenária Popular Pela Democracia. Segundo o grupo, o evento busca discutir como tema “Ditadura e Autoritarismo: um olhar sobre o passado. Debate sobre um Brasil desconhecido”. O evento é aberto ao público.

De acordo com a organização ao blog, o evento não tem viés partidário e busca alertar para temas que estão sendo desvirtuados historicamente diante do acirramento eleitoral, como a defesa da Ditadura Militar e do fascismo.

Participam do grupo professores, profissionais liberais, representantes de Igrejas e outros segmentos da sociedade. O evento acontece às 9h da manhã no Cine Teatro São José.

De acordo com a história vigente, a Ditadura militar no Brasil foi de 1 de abril de 1964  até 15 de março de 1985, sob comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito e acabou quando José Sarney assumiu a presidência, durando 21 anos.

Pôs em prática vários Atos Institucionais, culminando com o Ato Institucional Número Cinco (AI-5) de 1968, que vigorou por dez anos. O regime adotou uma diretriz nacionalista, desenvolvimentista e de oposição ao comunismo. A ditadura atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970, com o “milagre econômico”, no mesmo momento em que o regime censurava todos os meios de comunicação do país e torturava e exilava dissidentes.

Apesar de o combate aos opositores do regime ter sido notoriamente marcado por torturas e mortes, as Forças Armadas admitiram oficialmente que possa ter havido tortura e assassinatos, pela primeira vez, em setembro de 2014, em resposta à Comissão Nacional da Verdade. O documento, assinado pelo Ministro da Defesa, Celso Amorim, menciona que “o Estado brasileiro já reconheceu a ocorrência das lamentáveis violações de direitos humanos ocorridas no passado”.

Em maio de 2018, o Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou um memorando datado de 11 de abril de 1974, que havia sido enviado pelo diretor da CIA para Henry Kissinger, o então Secretário de Estado. O documento revelou que a cúpula da ditadura não apenas sabia, como também autorizava as torturas e assassinatos que foram cometidos contra os adversários do regime. Estima-se que houve 434 pessoas entre mortos e desaparecidos durante o regime, além de um genocídio de cerca de 8,3 mil índios.

Juiz decide manter Geddel Vieira Lima em prisão preventiva; ex-ministro chora

G1 O Juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, decidiu manter nesta quinta-feira (6) a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso na última segunda (3) em Salvador. Desde esta quarta-feira 5), ele está no presídio da Papuda, em Brasília. A decisão de manter a […]

G1

O Juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, decidiu manter nesta quinta-feira (6) a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso na última segunda (3) em Salvador. Desde esta quarta-feira 5), ele está no presídio da Papuda, em Brasília.

A decisão de manter a prisão preventiva foi tomada durante audiência de custódia com a presença do próprio Geddel e do advogado. O ex-ministro chorou ao final da audiência. Com a decisão, não há prazo para a saída de Geddel da prisão, mas o juiz Vallisney Oliveira deverá voltar a analisar o pedido na semana que vem.

O magistrado também negou a aplicação de medidas alternativas, como prisão domiciliar, uso de tornozeleira eletrônica e proibição de contato com outros investigados.

Um dos aliados mais próximos do presidente Michel Temer e responsável pela articulação política do Palácio do Planalto até o fim do ano passado, Geddel foi preso por suspeita de atrapalhar investigações da Operação Cui Bono, que apura supostas fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal – Funaro iniciou negociações com o MP para delação.

Ao pedir a prisão, o Ministério Público Federal argumentou que Geddel pressionou a mulher de Lúcio Funaro, preso em Curitiba, a fim de evitar uma delação premiada do doleiro, preso em Curitiba pela Operação Lava Jato.

Geddel foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff. De acordo com as investigações, manteve a influência sobre a instituição desde que Temer assumiu a Presidência em maio de 2016.

Durante a audiência de custódia, que durou cerca de uma hora e meia, Geddel falou mais no início, para negar que tenha telefonado para a mulher do doleiro Lúcio Funaro com intuito de evitar que ele fizesse delação premiada, como suspeita o Ministério Público. Pouco depois, com a voz já embargada, disse que cumpriria quaisquer medidas restritivas que lhe fosssem impostas em substituição à prisão.

“Me comprometo a cumprir ipis literis e não tomar nenhum passo que possa me levar ao imenso constrangimento que estou vivendo do ponto de vista pessoal e moral. Com toda a convicção, creia nisso”, disse.

LWCast debate cultura junina e Caminhada do Forró nesta quinta-feira

O clima de São João toma conta do LWCast desta quinta-feira (19) com um debate especial sobre a cultura junina e os preparativos para a tradicional Caminhada do Forró. O programa vai ao ar às 19h no canal TV LW On Line, no YouTube, com retransmissão pela rádio Itapuama FM 92,7. O episódio contará com […]

O clima de São João toma conta do LWCast desta quinta-feira (19) com um debate especial sobre a cultura junina e os preparativos para a tradicional Caminhada do Forró. O programa vai ao ar às 19h no canal TV LW On Line, no YouTube, com retransmissão pela rádio Itapuama FM 92,7.

O episódio contará com a participação de Albérico Pacheco, George Silva e do cantor Kleber Araújo, que vão discutir as raízes, os desafios e a importância da Caminhada do Forró no calendário cultural da região.

Realizado em clima descontraído, o programa promete reflexões sobre a preservação das tradições populares, os bastidores do evento e o papel da música na identidade nordestina.

A Caminhada do Forró, que atrai público de várias cidades, será abordada pelos convidados como expressão de resistência cultural e valorização dos artistas locais. Acompoanhe:

Polícia confirma identidade de vítima de esquartejamento encontrado em Afogados 

O delegado Israel Rubis confirmou na tarde desta quarta-feira (17), que o corpo esquartejado encontrado no dia 6 de janeiro às margens da PE 320 em Afogados da Ingazeira é mesmo do jovem Afonso Douglas Siqueira da Silva, 27 anos. Ele tinha residência oficial no Sítio Riachão, município de Sumé, Paraíba. “Mediante confrontação do exame […]

O delegado Israel Rubis confirmou na tarde desta quarta-feira (17), que o corpo esquartejado encontrado no dia 6 de janeiro às margens da PE 320 em Afogados da Ingazeira é mesmo do jovem Afonso Douglas Siqueira da Silva, 27 anos. Ele tinha residência oficial no Sítio Riachão, município de Sumé, Paraíba.

“Mediante confrontação do exame de DNA da mãe da vítima com a confirmação do perfil genético de ambos, a Polícia Civil já tem formalizada a identidade da vítima. Já mandei, inclusive, já mandei editar o Boletim de Ocorrência e colocar o nome dele como vítima”, informou Rubis.

O quebra-cabeças que mobilizou a região para saber quem seria a vítima do crime bárbaro teve início com informações colhidas pelo blog, com colaboração do jornalista Edvaldo Urso, da Paraíba.

Em 11 de janeiro, a mãe de Afonso prestou queixa na Delegacia de Sumé por desaparecimento. Ele havia sido solto dia 1º de janeiro. Um dia antes foi preso por agredir a companheira, também de Sumé. A agressão ocorreu em São José do Egito.

Depois de solto, a mãe não teve mais contato com o filho. Segundo as fontes paraibanas, é praticamente certo dizer que ele foi morto quando veio a Afogados depois do crime.

A identidade,  antecipada pelo blog, já era dada como certa pelo confronto das tatuagens dos restos mortais cruzadas com fotos de Afonso.  O blog teve acesso a uma das imagens com exclusividade. 

O corpo de Afonso Douglas será sepultado nesta quarta-feira em Sumé-PB.