Homem de 48 anos é vítima 104 da Covid em Serra Talhada
Por Nill Júnior
A informação foi confirmada pelo Farol de Notícias em contato com a XI Geres (Gerência Regional de Saúde), nesta terça-feira (9).
O óbito aconteceu no último domingo, 7. A vítima é um homem de 48 anos com várias comorbidades morador do bairro Mutirão.
O paciente estava interno na UTI no Hospital Eduardo Campos e havia testado positivo no dia 23 de fevereiro.
Ontem, a Prefeitura atualizou o boletim de monitoramento de casos de Covid com mais três óbitos.
A morte 103 se trata de paciente do sexo feminino, 87 anos, moradora do Alto da Conceição. Era hipertensa, ex-tabagista e portadora de Alzheimer. Faleceu no dia 07/03 no Hospital Eduardo Campos.
O óbito 102 se trata de paciente do sexo masculino, 90 anos, morador do Ipsep. Era ex-tabagista e faleceu no dia 05/03, no Hospam.
Já o óbito 101 se trata de paciente do sexo feminino, 70 anos, moradora do Centro da cidade. A paciente tinha hipertensão e faleceu no dia 14/02, no Hospital Santa Marta.
A Cervejaria Alfaia, nascida na raiz da cultura pernambucana e encravada no Sertão do Estado, no município de Ingazeira, é nova parceira do blog, colando sua marca que já é um sucesso em ascensão plena à nossa página, numa parceria 100% sertaneja. “É compromisso que a nossa marca esteja identificada com um veículo de credibilidade […]
A Cervejaria Alfaia, nascida na raiz da cultura pernambucana e encravada no Sertão do Estado, no município de Ingazeira, é nova parceira do blog, colando sua marca que já é um sucesso em ascensão plena à nossa página, numa parceria 100% sertaneja.
“É compromisso que a nossa marca esteja identificada com um veículo de credibilidade como o blog”, disse Diogo Carvalho, Engenheiro Químico, formado pela UFPE e natural da cidade. Então, é o que se pode chamar de parceria lá e lô.
O blog acompanha como torcedor a parceria desde o seu nascedouro. Em 12 de julho acompanhou o lançamento da marca, com dois rótulos: a German Lager, cerveja fermentada e armazenada em baixas temperaturas e a Red Ale, produzida a partir de cevada maltada usando uma levedura que trabalha melhor em temperaturas mais elevadas, proporcionando um sabor frutado. Foi no Mafuá do Januário, em Boa Viagem.
Hoje, como se vê clicando no link, está também no The Cosmopolitan Club, na Avenida Bernado Vieira de Melo 2043 Candeias, Jaboatão dos Guararapes, no Break Café Bar e Restaurante Casa Grande, ambos na Rua Dr Arlindo Leite Lopes, São José do Egito, no Candeeiro Encantado Bar Bistrô, na Rua José Bezerra, 1002, Triunfo e no Flowers Culinária Oriental, na Rua Rua Professor Vera Cruz, Centro de Afogados da Ingazeira.
Produzida em Parceria com a cervejaria Navegantes, terá em breve uma unidade de fabricação na Ingazeira. Quando concluída, a planta da Ingazeira deve empregar cerca de 20 famílias, diretamente e mais algumas, indiretamente.”A previsão de início na Ingazeira é para o segundo semestre de 2020. A capacidade de produção no Recife é de 18 mil litros por ano. Na Ingazeira teremos cerca de 40 mil litros por ano”, diz Diogo.
A comercialização em garrafas já foi iniciada. Ela já pode ser comprada em bares, supermercados e conveniências da capital e no Sertão do Pajeú. Viva! Um brinde ao Sertão!
O secretário de Governo de Flores, Marconi Santana, representou o município nesta terça-feira (1º), ao lado do prefeito Gilberto Ribeiro, durante a solenidade de entrega de novos ônibus escolares realizada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Programa Juntos pela Educação, no Recife. Na ocasião, o município de Flores recebeu um novo veículo para reforçar […]
O secretário de Governo de Flores, Marconi Santana, representou o município nesta terça-feira (1º), ao lado do prefeito Gilberto Ribeiro, durante a solenidade de entrega de novos ônibus escolares realizada pelo Governo de Pernambuco, por meio do Programa Juntos pela Educação, no Recife.
Na ocasião, o município de Flores recebeu um novo veículo para reforçar a frota escolar, com foco na ampliação do acesso de estudantes, sobretudo da zona rural, à rede municipal de ensino.
Além de Flores, Santa Filomena também foi contemplada. Na ausência do prefeito do município, Marconi Santana representou a cidade e recebeu o ônibus em seu nome, destacando sua atuação na articulação regional.
Em publicação nas redes sociais, Marconi agradeceu à governadora Raquel Lyra e à Secretaria Estadual de Educação pelo investimento. “Seguimos firmes, com trabalho, articulação e resultados que beneficiam nossa gente”, escreveu.
A entrega faz parte de uma ação do Governo do Estado voltada à melhoria do transporte escolar e ao fortalecimento da educação pública em Pernambuco.
A primeira pesquisa Datafolha divulgada pela TV Tribuna sobre a disputa pelo Senado em Pernambuco aponta a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) e o senador Humberto Costa (PT) na dianteira da corrida eleitoral de 2026. O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-07888/2026, foi realizado com 1.022 eleitores em várias regiões […]
A primeira pesquisa Datafolha divulgada pela TV Tribuna sobre a disputa pelo Senado em Pernambuco aponta a ex-deputada federal Marília Arraes (PDT) e o senador Humberto Costa (PT) na dianteira da corrida eleitoral de 2026.
O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número PE-07888/2026, foi realizado com 1.022 eleitores em várias regiões do estado e possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
No primeiro cenário estimulado apresentado pelo instituto, Marília aparece com 39% das intenções de voto, seguida por Humberto Costa, que soma 32%. Na sequência aparecem o deputado federal Eduardo da Fonte (PP), com 22%, o ex-deputado Miguel Coelho (União Brasil), com 19%, e o prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL), com 16%.
Ainda nesse cenário, Carlos Sant’Anna (Novo) pontua com 6%, o senador Fernando Dueire (PSD) registra 4% e Paulo Rubem Santiago (Rede) aparece com 3%. Brancos, nulos e nenhum somam 41%, enquanto 17% dos entrevistados disseram não saber em quem votar.
Em um segundo cenário testado pelo Datafolha, Marília Arraes sobe para 40% e Humberto Costa aparece com 31%. Eduardo da Fonte registra 21%, Anderson Ferreira chega a 17% e Miguel Coelho soma 16%.
Nesse quadro, o deputado federal Túlio Gadêlha (Rede) aparece com 8%, enquanto Carlos Sant’Anna registra 5% e Paulo Rubem Santiago mantém 3%. Brancos e nulos permanecem em 41% e os indecisos chegam a 18%.
O levantamento faz parte de uma série de pesquisas contratadas pela TV Tribuna para acompanhar o cenário político pernambucano até o período eleitoral de 2026.
Galeguinho das Encomendas, que foi notícia aqui mesmo há alguns dias, lançou nas redes sociais sua candidatura a Deputado Estadual pelo Progressistas. Conhecido pelos milhares de seguidores nas redes sociais, a partir de sua participação em shows de artistas como GD e Wesley Safadão, em que aparece tomando doses e doses de whisky no gargalo, José […]
Galeguinho das Encomendas, que foi notícia aqui mesmo há alguns dias, lançou nas redes sociais sua candidatura a Deputado Estadual pelo Progressistas. Conhecido pelos milhares de seguidores nas redes sociais, a partir de sua participação em shows de artistas como GD e Wesley Safadão, em que aparece tomando doses e doses de whisky no gargalo, José Fagner, o Galeguinho das Encomendas, anunciou que será candidato a Deputado Estadual pelo PP.
Na gravação, o Deputado Eduardo da Fonte faz um chamamento ao povo de São José do Egito e do Sertão do Pajeú. Nas palavras do nove parlamentar, “São José do Egito e o Pajeú estão de parabéns por ter uma candidatura da terra, com representação da juventude de Galeguinho na Assembleia, com vontade de trabalhar pelos jovens”.
Depois do anúncio, Galeguinho chama os personagens que o acompanham nas redes sociais e começa a entoar o tema de campanha e outras palavras de ordem. A cara desconcertada de Dudu da Fonte diante da apresentação é ótima.
Galeguinho saiu da cidade de Maturéia, interior da Paraíba e veio de uma família humilde. Começou a trabalhar muito novo na cidade. Na adolescência, passou para São José do Egito onde transportava passageiros para Patos. Trabalhou também com entrega de encomendas por 18 anos, o que lhe rendeu o apelido.
Ministro era considerado entrave na relação com importantes parceiros estrangeiros Mais de dois anos depois de ter proferido seu discurso inaugural como chanceler, quando prometeu alinhar o Ministério das Relações Exteriores aos anseios dos eleitores de Jair Bolsonaro, Ernesto Henrique Fraga Araújo deixou o cargo nesta segunda-feira (29) —sob pressão do Congresso. A reportagem é […]
Ministro era considerado entrave na relação com importantes parceiros estrangeiros
Mais de dois anos depois de ter proferido seu discurso inaugural como chanceler, quando prometeu alinhar o Ministério das Relações Exteriores aos anseios dos eleitores de Jair Bolsonaro, Ernesto Henrique Fraga Araújo deixou o cargo nesta segunda-feira (29) —sob pressão do Congresso. A reportagem é de Ricardo Della Coletta e Gustavo Uribe/Folha de S. Paulo.
Ernesto, que à época de sua posse era um desconhecido diplomata recém-promovido a embaixador, deixa o posto após ter amealhado a aversão de diferentes setores da sociedade e do governo. Das cúpulas do Congresso Nacional aos generais que aconselham Bolsonaro, de grandes empresários a lideranças do agronegócio, todos se uniram nos últimos dias para tirá-lo da Esplanada.
A demissão de Ernesto, um admirador declarado do escritor Olavo de Carvalho, é também um duro golpe na ala ideológica do bolsonarismo, que nos últimos anos conviveu com portas abertas no Itamaraty.
Embora sempre tenha enfrentado resistências por ter promovido uma guinada ultraconservadora no ministério, o destino de Ernesto foi selado após os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), terem se unido à coalizão para afastá-lo do governo.
Em 22 de março, Lira e Pacheco tiveram um encontro em São Paulo com grandes empresários, que não pouparam Ernesto. O chanceler foi chamado de omisso e acusado de executar na política externa o negacionismo de Bolsonaro na pandemia, o que teria feito o Brasil perder um tempo precioso nas negociações por vacinas e insumos para o combate à Covid-19.
Na reunião, a suposta omissão de Ernesto foi apontada como um dos fatores para a situação de calamidade pela qual o Brasil passa, com recordes diários de mortes pelo vírus, risco de escassez de medicamentos e ritmo de vacinação insuficiente para fazer frente aos meses mais duros da doença.
O principal flanco de desgaste de Ernesto em seus meses finais no cargo foi a relação com a China, maior parceiro comercial do Brasil e país exportador da matéria-prima utilizada tanto pelo Instituto Butantan quanto pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) na produção de imunizantes contra o coronavírus.
No domingo (28), Ernesto postou em uma rede social que não teria cedido a um pedido de Katia Abreu, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, para acenar ao lobby chinês em relação ao tema do 5G no país. A acusação gerou forte reação de deputados e senadores, e Katia Abreu chegou a chamar o agora ex-chanceler de marginal. No dia seguinte, houve movimentações para formular um pedido de impeachment e a ameaça de que indicações para postos diplomáticos seriam bloqueadas.
Desde o início de sua gestão, Ernesto promoveu uma política de antagonismo com a nação asiática. Ainda em março de 2019, numa palestra para jovens diplomatas, afirmou que não queria reduzir a política externa brasileira a uma mera questão comercial.
“Queremos vender soja e minério de ferro, mas não vamos vender nossa alma”, disse na ocasião, numa referência às vendas brasileiras à China. Em linhas gerais, Ernesto abraçou a tese de que era preciso proteger o Brasil da crescente influência dos chineses, um país governado por uma ditadura comunista.
Os objetivos do ex-ministro logo se chocaram com os interesses do agronegócio —grandes vendedores para os asiáticos— e da carência do Brasil por investimentos externos em infraestrutura. A relação com Pequim oscilou em 2019, mas atingiu seu ponto mais baixo com a eclosão da crise do coronavírus.
Com a chegada da pandemia em 2020, Bolsonaro decidiu se alinhar ao discurso do ex-presidente dos EUA Donald Trump, segundo o qual o governo chinês teria disseminado o vírus propositalmente. Num bate-boca nas redes sociais entre o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, Ernesto saiu em defesa do filho do presidente.
O então chanceler chegou a enviar a Pequim um pedido para que o diplomata chinês fosse retirado do Brasil —foi ignorado. Desde então, o ministro interrompeu qualquer interlocução com a missão chinesa em Brasília. O rompimento cobrou seu preço meses depois, quando o fornecimento de insumos para as vacinas Coronavac e AstraZeneca foi ameaçado por atrasos na exportação de lotes vindos da China.
Embora interlocutores tenham ressaltado que não é possível afirmar se houve retaliação dos chineses, a falta de canais de comunicação do Itamaraty com a embaixada num momento de crise ficou evidente. Não por acaso, numa sessão no Senado em 24 de março, diversos senadores pediram publicamente a demissão do chanceler, e as rixas com a China foram uma das principais queixas ouvidas pelo ministro.
A revolução conservadora promovida por Ernesto no Itamaraty, no entanto, foi muito além da pauta anti-China. Ele costurou uma aliança com o governo Trump e deu o aval a uma série de concessões aos americanos que, segundo críticos, não vieram acompanhadas de contrapartidas ao Brasil.
Na ONU, rompeu com votos históricos do Brasil em relação ao conflito no Oriente Médio e passou a apoiar Israel em manifestações sobre disputa com palestinos. Apesar dos apelos de diplomatas, ordenou que o Brasil votasse a favor do embargo americano a Cuba, rompendo outro posicionamento tradicional do país.
Em fóruns multilaterais, posicionou o Brasil contra a defesa de direitos sexuais e reprodutivos, numa agenda abertamente anti-aborto e alinhada a governos de viés nacionalista e autoritário, como Hungria e Polônia, e passou a trabalhar em negociações para que menções ao Foro de São Paulo, grupo de partidos de esquerda na América Latina, fossem incluídas em declarações.
Assim, não foi só a pandemia que fez os ventos virarem contra Ernesto.
A eleição no ano passado de Joe Biden como novo presidente dos EUA levantou dúvidas sobre a capacidade de o ministro estabelecer um bom diálogo com a principal economia do mundo. Ernesto ficou marcado entre diplomatas americanos como um entusiasta de Trump, retratado por ele como um defensor de valores ocidentais. Além do mais, publicou uma sequência de mensagens mostrando simpatia pelos invasores do Capitólio nos EUA, o que provocou reações de altos representantes do Partido Democrata.
Na mais contundente resposta, o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado americano, o democrata Robert Menendez, enviou uma carta a Bolsonaro cobrando que ele e Ernesto condenassem de forma veemente os ataques ao Capitólio.
Você precisa fazer login para comentar.