Haddad mira eleitor de classe média que pode votar em Bolsonaro
Andréia Sadi
O candidato do PT à Presidência,Fernando Haddad, vai concentrar esforços na última semana de campanha antes do primeiro turno, nos votos da chamada nova classe média, que ascendeu durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas diz que pode votar em Jair Bolsonaro (PSL).
Haddad entende que ainda há vários riscos neste primeiro turno antes de discutir se vai procurar líderes da oposição para uma concertação no segundo turno. Um desses riscos são os votos da “classe média progressista”, como o PT classifica esse setor, principalmente na região Sudeste. Temendo surpresas, Haddad quer consolidar posições neste eleitorado.
A estratégia de Haddad, revelada pelo blog na semana passada, casa com os números do último Datafolha, de sexta-feira (28), encomendado pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.
Aos números: Na classe média intermediária (nova classe média, já nem tão nova) Bolsonaro tem 27%, Haddad tem 23% e 15% estão sem candidato.
E, mesmo na média baixa (quase pobres), Bolsonaro tem 27% e Haddad 22%. Por isso, Haddad precisa se voltar para esse setor nesta semana e lembrá-los das conquistas que tiveram com Lula, na avaliação de pesquisadores.
“É o paredão bolsonarista estendendo tentáculos também para nichos petistas”, disse Mauro Paulino, do Datafolha, ao blog neste domingo (30).
Mas o que explica essa intenção de voto? Diz Paulino: “Quando alguém sai da classe D/E e passa para a C, começa a aspirar valores que antes não tinha. Começa a questionar por que não sobe mais. Questiona o governo Dilma, por exemplo. Sente a ameaça maior de cair de volta, do que subir.O petista grato a Lula se irrita com a Dilma”.
Por isso, Haddad esconde Dilma Rousseff na campanha. Durante a disputa, o candidato do PT evita falar da gestão da petista, para não ter que explicar os erros de gestão que levaram o país à atual grave crise econômica.



Na noite de ontem, 04 de abril de 2025, a Câmara de Vereadores de Arcoverde realizou a edição do projeto Sexta-feira Cultural, que marcou o retorno de uma iniciativa criada em 2011, durante a primeira gestão do vereador Luciano Pacheco como presidente da Casa Legislativa.
O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) já retomou as atividades legislativas em Brasília e, nestaterça-feira (29), reuniu-se com o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), general Antônio Leite dos Santos Filho. Como resultado da audiência, o parlamentar teve a garantia de R$ 16 milhões para obras em Petrolina (PE),cidade-natal de Fernando Bezerra.
O Prefeito de Afogados, Sandrinho Palmeira, vai entregar à população, nesta sexta (3), uma retroescavadeira nova, adquirida com recursos do Finisa, empréstimo feito pela gestão municipal. 


O governador Paulo Câmara esteve hoje (03) com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, apresentando pleitos para que o Ministério possa enquadrar obras de saneamento nas regras da Instrução Normativa 14, permitindo à Compesa tomar empréstimos em torno de R$ 350 milhões, usando recursos do FGTS.












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