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Notícias

Gravação de Joesley: Aécio contra indicação de Serraglio

Por Nill Júnior

O Globo

Na gravação que Joesley Batista entregou à PGR no ano passado, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) atacou o então ministro da Justiça, Osmar Serraglio, por ele não aceitar orientações sobre indicação do comando para a Polícia Federal. Serraglio confirmou em entrevista ao GLOBO, nesta sexta-feira (20), as acusações já formuladas pela PGR.

Na ocasião, o tucano disse ao empresário que o então ministro era “um bosta de um caralho, que não dá um alô”. Aécio disse que Michel Temer “errou de novo de nomear essa porra desse (…). Porque aí mexia na PF.”

O senador demonstrava preocupação com os inquéritos que seriam abertos na época das delações da Odebrecht e sugeriu a Joesley que era necessário intervir para que os responsáveis pelas investigações fossem previamente selecionados para evitar uma distribuição aleatória.

 “O que que vai acontecer agora? Vai vim um inquérito de uma porrada de gente, caralho, eles são tão bunda mole que eles não (têm) o cara que vai distribuir os inquéritos para o delegado. Você tem lá cem, sei lá, 2.000 delegados da Polícia Federal. Você tem que escolher dez caras, né?, do Moreira, que interessa a ele vai pro João (…) O Aécio vai pro Zé”, disse o tucano, na gravação.

Além disso, ele propôs ao empresário que ajudasse a pressionar o presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia, para que ele votasse matérias que incluem a anistia ao caixa dois. O tucano chegou a dizer que “alguém” de Joesley poderia mandar “um recado pro Rodrigo” para “assustar um pouco”.

Depois, Aécio emendou: “Tem que votar essa merda de qualquer maneira (…) Eu tô assustando ele (Rodrigo Maia). Se a gente conseguir isso (anistia do caixa dois), já dá 80% do problema”.

Outras Notícias

Tribunal da Lava Jato aumenta pena de Renato Duque para 28 anos

A defesa do engenheiro buscava a anulação da sentença que o condenou por atos de corrupção passiva Do Diário de Pernambuco O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou nesta quarta-feira (12), o recurso de apelação criminal do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e aumentou a pena de dez anos para 28 […]

Renato Duque é ex-diretor de Serviços da Petrobras. Foto: Arquivo / Agência Brasil

A defesa do engenheiro buscava a anulação da sentença que o condenou por atos de corrupção passiva

Do Diário de Pernambuco

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou nesta quarta-feira (12), o recurso de apelação criminal do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e aumentou a pena de dez anos para 28 anos, cinco meses e dez dias de prisão pela prática de crimes de corrupção passiva. A decisão foi proferida em sessão de julgamento da 8ª Turma do tribunal.

A defesa do engenheiro buscava a anulação da sentença que o condenou por atos de corrupção passiva em contratos firmados entre a estatal e a construtora Andrade Gutierrez, revelados no âmbito das investigações da Operação Lava Jato.

Em julho de 2015, o Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra Renato Duque e outros 12 investigados, entre diretores, executivos e empresários ligados à Petrobras e à Andrade Gutierrez.

Baseada nos inquéritos policiais da Operação Lava Jato, a denúncia apontou Duque como participante no esquema de corrupção entre as duas empresas em que a construtora era favorecida nas licitações e na execução de contratos de empreendimentos da estatal mediante o recebimento de vantagens indevidas e de propinas pelos dirigentes da Petrobras.

O juízo da 13ª Vara Federal de Curitiba, em agosto de 2017, condenou o ex-diretor da estatal a uma pena de dez anos em regime de reclusão pela prática do crime de corrupção passiva em sete contratos da Petrobras realizados com a Andrade Gutierrez.

A defesa de Duque recorreu da decisão ao TRF4, requisitando a declaração de nulidade da condenação proferida pela primeira instância. A 8ª Turma do tribunal, por unanimidade, negou provimento à apelação criminal, aumentando a pena para 28 anos, cinco meses e dez dias de reclusão.

Os desembargadores federais inocentaram Duque em dois dos sete contratos que ele havia sido condenado pela JFPR, o de obras de infraestrutura do Centro de Pesquisas (CENPES) e Centro Integrado de Processamento de Dados (CIPD), no Rio de Janeiro, e o de construção e montagem do píer do Terminal de Regaseificação da Bahia (TRBA).

A pena foi majorada, no entanto, pois os magistrados entenderam aplicável o critério da elevada culpabilidade do réu e também reconheceram o concurso material entre dois dos cinco delitos de corrupção passiva praticados por ele. A causa de aumento de pena do artigo 327, parágrafo 2º, do Código Penal também foi empregada, pois o autor dos crimes de corrupção ocupava função de direção em empresa pública.

De acordo com o relator do processo na corte, desembargador federal João Pedro Gebran Neto, “os depoimentos dos colaboradores são firmes e coerentes no sentido de que o acusado na condição de diretor da Petrobras, recebia vantagem ilícita das empreiteiras participantes do ‘clube’, consistente em porcentagem de cada contrato firmado por estas com a estatal; em troca, permanecia silente a respeito da existência do cartel e recebia dos executivos a lista de empresas que deveriam ser convidadas para licitação de determinada obra”.

Gebran Neto acrescentou que os depoimentos dos colaboradores da Operação Lava Jato são respaldados pela prova documental dos pagamentos realizados pela Andrade Gutierrez, cujos valores eram repassados, em parte, a Duque.

“Nesse contexto, verifica-se que restaram seguramente comprovadas a materialidade e a autoria do delito de corrupção passiva quanto ao apelante Renato Duque”, declarou o relator.

A reportagem está tentando contato com a defesa de Renato Duque, mas ainda não obteve retorno.

Lula prestou depoimento sobre MPs investigadas na Operação Zelotes

Do Blog de Matheus Leitão O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ouvido nesta quarta-feira (6), na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, pela força-tarefa da Operação Zelotes, que investiga a suposta venda de duas medidas provisórias na época em que ele comandou o Palácio do Planalto e uma no governo Dilma Rousseff. No […]

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Do Blog de Matheus Leitão

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ouvido nesta quarta-feira (6), na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, pela força-tarefa da Operação Zelotes, que investiga a suposta venda de duas medidas provisórias na época em que ele comandou o Palácio do Planalto e uma no governo Dilma Rousseff.

No ínício da noite, o Instituto Lula divulgou nota na qual informou que o ex-presidente “prestou informações” ao delegado Marlon Cajado como forma de colaboração. Segundo a assessoria do instituto, Lula depôs como informante não é investigado nem testemunha.

Mais cedo, investigadores do caso informaram ao Blog que o depoimento do ex-presidente estava previsto para esta quarta (6) e que Lula responderia a questionamentos que tentam esclarecer a suspeita de negociação da MP 471, de 2009, e da MP 512, de 2010. A outra MP investigada é do governo Dilma (MP 627, de 2013).  O depoimento havia sido marcado para o final do mês passado, mas foi adiado.

O empresário Luís Cláudio Lula da Silva, filho caçula do ex-presidente, é investigado pela Zelotes em razão de uma de suas empresas ter sido contratada por aproximadamente R$ 2 milhões pela Marcondes & Mautoni, acusada de fazer lobby para a aprovação dessas medidas provisórias.

Os investigadores levantaram suspeitas sobre a consultoria prestada por Luís Cláudio, que, segundo perícia da PF, teria se baseado em informações disponíveis na internet e pelo fato de a empresa não ter funcionários. Os donos do escritório estão presos e, um deles, já iniciou negociação para fazer delação premiada, como adiantado pelo blog.

Após pedido da defesa de Luis Cláudio, o Tribunal Regional da 1ª Região determinou sigilo dos documentos apreendidos nesta empresa do filho do ex-presidente. Responsável pela decisão, a desembargadora Neuza Maria Alves da Silva definiu a operação de busca e apreensão como “flagrante desproporcionalidade”.

A nota divulgada pelo Instituto Lula afirma que, no depoimento, Lula negou que a edição das MPs tivesse relação com o contrato entre as empresas Mautoni e LFT.

Doria lidera gastos no 1º turno. Geraldo Júlio no “Top 10”

Rosane D’Agostino – G1 João Doria, eleito prefeito da capital paulista no primeiro turno, foi o candidato que mais gastou na primeira fase das eleições municipais 2016 entre os postulantes às prefeituras, segundo levantamento do G1 junto aos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O G1 fez uma lista dos campeões de gastos por estado. […]

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Rosane D’Agostino – G1

João Doria, eleito prefeito da capital paulista no primeiro turno, foi o candidato que mais gastou na primeira fase das eleições municipais 2016 entre os postulantes às prefeituras, segundo levantamento do G1 junto aos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O G1 fez uma lista dos campeões de gastos por estado. Quem aparece em segundo é Roberto Claudio (PDT), que concorre ao segundo turno em Fortaleza. Em terceiro fica Pedro Paulo (PMDB), que não conseguiu avançar no Rio de Janeiro, onde a disputa será entre Marcelo Crivella (PRB) e Freixo (PSOL).

As informações constam da prestação de contas de campanha de cada candidato após o primeiro turno, englobando as doações recebidas e os gastos efetuados até dia 6 de outubro. Os dados ainda podem mudar, já que a data final para apresentar receitas e gastos é dia 11 de novembro.

Entre os 26 estados, apenas três têm campeões que não são das capitais: Espírito Santo (Linhares), Pará (São Félix do Xingu) e Santa Catarina (Balneário Camboriú).

Veja a lista completa a seguir:

São Paulo – João Doria (PSDB) – R$ 14 milhões (Eleito 1º turno)

Fortaleza – Roberto Cláudio (PDT) – R$ 7,20 milhões (Disputa 2º turno)

Rio de Janeiro – Pedro Paulo (PMDB) – R$ 7 milhões (Não foi ao 2º turno)

Belo Horizonte – Rodrigo Pacheco (PMDB) – R$ 6,94 milhões (Não foi ao 2º turno)

Salvador – ACM Neto (DEM) – R$ 5,201 milhões (Eleito 1º turno)

Manaus – Artur Neto (PSDB) – R$ 4,58 milhões (Disputa 2º turno)

Cuiabá – Emanuel Pinheiro (PMDB) – R$ 3,702 milhões (Disputa 2º turno)

Campo Grande – Rose Modesto (PSDB) -R$ 3,23 milhões (Disputa 2º turno)

Palmas – Carlos Amastha (PSB) – R$ 3,08 milhões (Reeleito)

230px-geraldo_julio_2012Recife – Geraldo Julio (PSB) – R$ 3,02 milhões (Disputa 2º turno)

Curitiba – Gustavo Fruet – R$ 2,88 milhões (Não foi ao 2º turno)

Maceió – Cícero Almeida (PMDB) – R$ 2,46 milhões (Disputa 2º turno)

Aracaju – João Alves (DEM) – R$ 2,305 milhões (Não foi reeleito)

Porto Alegre – Nelson Marchezan Junior (PSDB) – R$ 1,97 milhão (Disputa 2º turno)

Goiânia – Vanderlan (PSB) – R$ 1,66 milhão (Disputa 2º turno)

Porto Velho – Dr. Hildon (PSDB) – R$ 1,61 milhão (Disputa 2º turno)

São Félix do Xingu (PA) – João Cleber (PPS) – R$ 1,458 milhão (Eleito)

João Pessoa – Cida Ramos (PSB)    – R$ 1,436 milhão (Não foi eleita)

Boa Vista – Teresa Surita (PMDB) – R$ 1,259 milhões (Reeleita)

Balneário Camboriú (SC) – Fabrício Oliveira (PSB) – R$ 1,15 milhão (Eleito)

São Luís – Edivaldo Holanda Júnior (PDT) – R$ 1,06 milhão (Disputa 2º turno)

Amapá – Clécio (Rede) – R$ 946,4 mil (Disputa 2º turno)

Linhares (ES) – Guerino Zanon (PMDB) – R$ 773,6 mil (Eleito)

Natal – Carlos Eduardo (PDT) – R$ 756,4 mil (Eleito 1º turno)

Teresina – Firmino Filho (PSDB) – R$ 701,5 mil (Eleito 1º turno)

Rio Branco – Eliane Sinhasique (PMDB) – R$ 218,2 mil (Não foi eleita)

Em Pernambuco, Lula lidera corrida presidencial 

O instituto Opinião, que antecipou o primeiro cenário para governador e senador nas eleições de 2026 no Estado, também aferiu o sentimento do eleitorado em relação à disputa presidencial.  O presidente Lula (PT) aparece na frente. Se as eleições fossem hoje, o petista teria 56,6% dos votos. Em segundo lugar, Pablo Marçal (PRTB) e o […]

O instituto Opinião, que antecipou o primeiro cenário para governador e senador nas eleições de 2026 no Estado, também aferiu o sentimento do eleitorado em relação à disputa presidencial. 

O presidente Lula (PT) aparece na frente. Se as eleições fossem hoje, o petista teria 56,6% dos votos. Em segundo lugar, Pablo Marçal (PRTB) e o governador de São Paulo, Tarcísio Freitas (Republicanos), aparecem empatados com 8,8%.

Em terceiro lugar, o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), pontua 2,7%, seguido do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), com apenas 1,2%. Brancos e nulos somam 11,2% e indecisos chegam a 10,7%. Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do seu candidato preferido, sem o auxílio da lista com todos os postulantes, Lula lidera com 36,7%, seguido de Bolsonaro (PL), que está inelegível, com 12,6%.

Em seguida, aparecem João Campos (PSB), prefeito do Recife, com 2,9%, Tarcísio Freitas, com 0,9%, Pablo Marçal, com 0,6% e Ciro Gomes, com 0,3%. Neste cenário, brancos e nulos representam 5,7% e indecisos sobem para 39%. No quesito rejeição, Pablo Marçal lidera. Entre os entrevistados, 24,1% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido de Lula, com 21,8%, Ratinho (9,6%), Tarcísio Freitas (3,7%) e Ronaldo Caiado (3,7%).

Estratificando o levantamento, os maiores percentuais de intenção de voto de Lula se encontram entre os eleitores com grau de instrução até a 9ª série (63,7%), entre os eleitores com renda familiar até um salário (61,5%) e entre os eleitores na faixa etária entre 45 e 59 anos (59%). Por sexo, 58,7% dos seus eleitores são mulheres e 54,2% dos seus eleitores são homens.

Já Marçal e Tarcísio, que aparecem empatados, tem maiores indicações de votos entre os eleitores na faixa etária entre 16 a 24 anos e com renda familiar entre cinco e dez salários, respectivamente 13,5% e 17,4%. Ainda entre os eleitores com renda familiar entre cinco e dez salários e grau de instrução superior, respectivamente 13% e 16,3%. Por sexo, 10,8% dos eleitores de Marçal são homens e 13,3% dos eleitores de Tarcísio também são homens.

Por regiões, Lula tem 52,6% dos seus eleitores na Região Metropolitana, 60,2% na Zona da Mata, 55,4% no Agreste, 64,2% no Sertão e 67,6% no São Francisco. Pablo tem 9,4% na RMR, 4,7% na Zona da Mata, 12,9% no Agreste, 6,2% no Sertão e 3% no São Francisco, enquanto Tarcísio aparece com 11,2% na RMR, 6% na Zona da Mata, 6,3% no Agreste, 8,8% no Sertão e 9% no São Francisco.

A pesquisa foi a campo entre os dias 5, 6, 7 e 8 deste mês, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios de todas as regiões do Estado. O intervalo de confiança estimado é de 95,5% e a margem de erro máxima estimada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.

A modalidade da pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo da investigação. As entrevistas foram pessoais (face a face) e domiciliares.

Sucessão na Câmara e no Senado afetará ministérios e base de Temer

As eleições para presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, no início de fevereiro, não interferem apenas no comando das duas Casas. Da Folha de São Paulo As disputas desencadearão uma série de mudanças também na Esplanada dos Ministérios, pois o Palácio do Planalto terá que fazer rearranjos para reduzir polêmicas e tentar garantir […]

Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Foto: Renato Costa - 14.jul.2016/Folhapress
Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Foto: Renato Costa – 14.jul.2016/Folhapress

As eleições para presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, no início de fevereiro, não interferem apenas no comando das duas Casas.

Da Folha de São Paulo

As disputas desencadearão uma série de mudanças também na Esplanada dos Ministérios, pois o Palácio do Planalto terá que fazer rearranjos para reduzir polêmicas e tentar garantir estabilidade na base aliada.

Como a campanha ainda está no começo, a dança de cadeiras será sacramentada mais perto da data da escolha dos novos presidentes, mas as movimentações já são perceptíveis.

No Senado, a eleição de Eunício Oliveira (PMDB-CE) é dada como praticamente certa pelos senadores.

Ele deve contar até mesmo com o apoio do PT, que não quer ficar sem cargos na Mesa Diretora.

Na Casa, a polêmica deve se restringir à liderança do PMDB. A escolha do atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para a cadeira não é consenso entre seus pares.

Na Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) é o favorito à reeleição como presidente, apesar de questões jurídicas que, em tese, poderiam impedi-lo de disputar no próximo dia 2.

Ele tem como adversários Rogério Rosso (PSD-DF), Jovair Arantes (PTB-GO) e André Figueiredo (PDT-CE).

Mas, assim como Eunício no Senado, Maia deve contar com apoio também dos partidos da oposição.

O PT não quer repetir o erro cometido em 2015, quando preferiu lançar candidato –Arlindo Chinaglia (PT-SP)–, perdeu para Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ficou afastado do centro das decisões da Câmara.

Com as articulações, a temperatura subiu na base aliada, e o governo tenta acalmar os ânimos negociando alguns ministérios.