Governo Federal projeta salário mínimo de R$ 1.630 para 2026
Por André Luis
O governo federal prevê que o salário mínimo passará a ser de R$ 1.630 a partir de janeiro de 2026, com o novo valor sendo pago a partir de fevereiro. A estimativa faz parte do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2026, enviado nesta terça-feira (15) ao Congresso Nacional.
A LDO é o instrumento que define as metas fiscais, as prioridades do governo para o ano seguinte e serve como referência para a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha o orçamento do país. O projeto precisa ser analisado e aprovado pelo Congresso antes do recesso parlamentar de julho.
Atualmente, o salário mínimo está fixado em R$ 1.518, após reajuste de 7,5% concedido neste ano. Caso a projeção apresentada pela área econômica do governo se confirme, o novo valor representará um aumento de R$ 112, equivalente a 7,4%.
O valor, no entanto, ainda é provisório. De acordo com as regras vigentes, o salário mínimo definitivo só será conhecido em dezembro deste ano, quando o governo divulgar o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado até novembro. Esse índice é utilizado como base de cálculo para a atualização do piso nacional.
O reajuste do salário mínimo impacta diretamente benefícios como aposentadorias, pensões e o seguro-desemprego, além de influenciar o orçamento de estados e municípios, que também utilizam o valor como referência para pagamentos de servidores e contratos.
Nos últimos anos, o governo federal retomou a política de valorização do salário mínimo, garantindo aumento real acima da inflação, com base na soma do INPC e do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. A proposta para 2026 segue esse mesmo critério.
Segundo informações que chegaram ao blogueiro Júnior Finfa, o vereador de Flores, e candidato a reeleição, Alberto Ribeiro (PSB), foi transferido nesta madrugada para o Hospital de Campanha de Serra Talhada, após contrair a COVID-19. Amigos e apoiadores da sua campanha, realizaram ontem corrente de oração para a recuperação de Alberto, que continua sendo candidato a […]
Segundo informações que chegaram ao blogueiro Júnior Finfa, o vereador de Flores, e candidato a reeleição, Alberto Ribeiro (PSB), foi transferido nesta madrugada para o Hospital de Campanha de Serra Talhada, após contrair a COVID-19.
Amigos e apoiadores da sua campanha, realizaram ontem corrente de oração para a recuperação de Alberto, que continua sendo candidato a vereador. Nossa solidariedade e torcida pelo vereador e seu pronto restabelecimento.
Aos avarentos, miseráveis e maus desse tempo: A língua portuguesa está empanturrada de adjetivos, que qualificam, enobrecem ou cumprem a missão contrária, de desqualificar quem por algum motivo revela-se pelo que tem de ruim. Dito isso, não é missão fácil qualificar os patéticos seres que, diante das 300 mil mortes por Covid-19 alcançadas esta semana, […]
A língua portuguesa está empanturrada de adjetivos, que qualificam, enobrecem ou cumprem a missão contrária, de desqualificar quem por algum motivo revela-se pelo que tem de ruim.
Dito isso, não é missão fácil qualificar os patéticos seres que, diante das 300 mil mortes por Covid-19 alcançadas esta semana, muitas nas nossas cidades, tenta desprezar a dor do outro, ignorar os efeitos traumáticos dessa pandemia, ignorar as tentativas de segurar a disseminação do vírus enquanto a vacina não vem, ignorar e, por exemplo, de propósito não usar máscara para provocar, politizar a dor, ignorar a ciência, vilipendiar cadáveres com a própria língua.
Há uma categoria bem definida nesses tempos: os avarentos. No dicionário, aquele que é obcecado por adquirir e acumular dinheiro. Para quem a vida de um semelhante não vale mais que seu lucro. Que, ameaçado no seu exercício de acumular, ameaça.
Claro, esse adjetivo não se aplica genericamente. Em nossas cidades, há muitos comerciantes e empresários que sofrem com o atual momento, que precisam de suporte institucional e ficam jogados à sorte. Há principalmente vítimas sociais da pandemia que precisam de amparo urgente das autoridades e da atividade econômica.
Mas há sim uma categoria que se coloca em uma posição que expõe sua ganância. São aqueles que sabidamente conseguiriam vencer essa crise ainda sendo solidários com os mais vulneráveis, mas espumam ódio, pelo risco de que uma parte da sobra se perca.
De tão miseráveis, não adianta apelar que mudem. A piedade caberá a Deus.
Pudessem, teriam células adornando a urna funerária no dia da morte tomando rosas. Parecem não saber que um dia, assim como Hominho, o querido bêbado que perambula pelas ruas de uma de nossas cidades, vão virar o mesmo pó.
Há os imbecis, pelo dicionário, aqueles que denotam inteligência curta ou possuem pouco juízo, idiotas, tolos. Isso não os isenta, porque até os idiotas tem alma e arbítrio.
Há tolos que, ao contrário, pela ignorância são usados, massa de manobra de poderosos, mas pecam pela bondade que incapacita a revolta. Os que na onda minimizam a dor de tantos, que ignoram e ridicularizam esse momento, tem o vírus da maldade contaminando o baixo poder de compreensão.
Se há desprovidos de discernimento que sofrem, eles tem alma e piedade, valores que ajudam na hora de escolher um lado. Os imbecis de fato são afetados pelo mal caráter.
Outra categoria envolve os formadores de opinião que levam parte da sociedade a um precipício maior do que estamos metidos. Eles tem formação, portanto não são ignorantes, mas repetem mantras que afetam e induzem os desprovidos e afins a tomada de decisões que alimentam o discurso negacionista.
Nessa categoria há advogados, médicos, professores, jornalistas, políticos e outras categorias. Esses estão entre os mais repugnantes. Porque colocam seu arbítrio em estado de putrefação para induzir, reproduzir e negar a ciência, atentar à vida, produzir ainda mais dor e morte, usando como matéria prima o poder de persuasão e intelecto.
São maus na essência, cruéis, perversos, desumanos, vis, insensíveis, desalmados.
Aos avarentos, imbecis, maus e demais categorias, ofereço-lhes a dor de 300 mil almas.
Mas não comemorem agora. Há uma certeza que esperança a alma mesmo transbordante da dor que os tem como corresponsáveis:
Vocês passarão e a história os julgará…
João Teimoso
João Veiga, que já foi até suspenso em redes sociais por defender tratamentos condenados pela maioria dos infectologistas contra Covid, veio à região, pregou uma hora de negacionismo na Cidade FM, atacou prefeitos e MP pelas medidas restritivas por cinco dos dez dias decretados pelo estado e foi embora. Às familias dos tantos que mesmo com o tal kit Covid morreram, nossa solidariedade.
A pergunta
Inteligente, o ex-prefeito Luciano Duque defendeu Márcia Conrado por não aderir aos cinco dias de restrição que os colegas decretaram em 13 cidades. “Lockdown de cinco dias não existe”, afirmou, baseando-se na ciência. Mas fosse só essa questão, porque Conrado não humilhou os colegas ignorantes e decretou sozinha os 15 dias?
Nem uma live…
O Secretário de Cultura e Esportes de Afogados da Ingazeira, Augusto Martins, vem sendo cobrado por não sair da cadeira e, como faz nas redes distribuindo mudas de árvores nativas, um belo gesto, se mexer para acudir artistas locais e músicos em dificuldades. “Três meses e nada”, reclamam músicos à Coluna.
Ameaçados
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, chegou a sofrer nas redes uma ameaça de invasão de sua casa por radicais. Mesmo tom adotado em um áudio de rede social para Sandrinho Palmeira, de um radical que pregava invasão à sua casa como forma de protesto. “Vamos pra casa dele”, vociferava o extremista. Nos dois casos, as autoridades foram acionadas.
Pulso de Nicinha
A prefeita de Tabira, Nicinha Melo, foi elogiada pelo pulso em não recuar das medidas restritivas, mesmo com a pressão dos setores do comércio que foram pra cima e dos vereadores. “Teve uma postura firme”, elogiou o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto.
Não é só dinheiro
A CDL de Afogados da Ingazeira teve uma postura humana no debate do fechamento. Fez críticas, questionou algumas medidas, reclamou com razão da fiscalização deficiente nas ruas, mas afirmou que, mais uma vez e pela vida, recomendaria o cumprimento das medidas.
A nota do povo
O programa Revista da Cultura pediu uma nota de zero a dez para a atuação de Jair Bolsonaro e Paulo Câmara na pandemia. Após dezenas de participações, nosso presidente ficou reprovado com média 1,6. Já Câmara estaria em recuperação, com média 5,2.
O que tem pra segunda
Promotores, prefeitos e Secretários de Saúde tiveram reuniões no sábado para a estratégia de retomada parcial das atividades nos municípios que adotaram medidas mais restritivas, buscando evitar aglomerações nesta segunda, principalmente em bancos e supermercados.
Frase da semana:
“Somos incansáveis na luta contra o coronavírus. Essa é a missão e vamos cumpri-la”.
Do presidente Jair Bolsonaro em pronunciamento à nação defendendo agora a vacinação.
O deputado afirmou que fez o pedido ao Governo do Estado e as prefeituras municipais. O deputado estadual Pastor Cleiton Collins (PP), recomendou ao Governo de Pernambuco que cancele as festividades do carnaval em 2021, por causa da pandemia do novo coronavírus e a ausência de uma vacina contra a doença. Cleiton Collins também fez […]
O deputado afirmou que fez o pedido ao Governo do Estado e as prefeituras municipais.
O deputado estadual Pastor Cleiton Collins (PP), recomendou ao Governo de Pernambuco que cancele as festividades do carnaval em 2021, por causa da pandemia do novo coronavírus e a ausência de uma vacina contra a doença.
Cleiton Collins também fez o apelo nas prefeituras para que os prefeitos ajudem as pessoas que sobrevivem da renda que adquirem no carnaval, que o governo possa auxilia-los, além dos artistas locais que precisam de ajuda financeira para sobreviver.
“Assim como não vai acontecer no final de ano, na virada, para que também no carnaval os artistas possam receber uma ajuda do governo do Estado e depois eles prestam o serviço”, aconselhou.
O parlamentar afirmou que entende que o momento é muito complicado para o Brasil e para o mundo, mas espera “que o governo tenha a sensibilidade de cancelar o carnaval em 2021”.
Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou falhas nos mecanismos de controle para concessão e manutenção das bolsas do Programa Universidade Para Todos (ProUni). Entre as irregularidades, foram identificados 47 beneficiários mortos, além de 4.421 bolsistas cuja renda não atende aos critérios exigidos pelo programa. O trabalho da CGU avaliou cursos, universidades, candidatos e bolsistas […]
Auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou falhas nos mecanismos de controle para concessão e manutenção das bolsas do Programa Universidade Para Todos (ProUni). Entre as irregularidades, foram identificados 47 beneficiários mortos, além de 4.421 bolsistas cuja renda não atende aos critérios exigidos pelo programa.
O trabalho da CGU avaliou cursos, universidades, candidatos e bolsistas de todas as regiões do país. A controladoria verificou o cumprimento das exigências do programa, além da frequência e do desempenho acadêmico dos bolsistas. A investigação envolveu 291 fiscalizações, além da análise de dados do Sistema Informatizado do ProUni (SisProUni) entre 2005 e 2012.
Para chegar à conclusão de que as pessoas que já morreram recebiam a bolsa, os auditores cruzaram os dados do Sistema Informatizado de Controle de Óbitos com o sistema de dados do Prouni. Eles encontraram beneficiários que haviam morrido, mas contavam como “em utilização-bolsista matriculado”, sendo que um deles morreu antes de se tornar bolsista e os outros 46 após o recebimento da bolsa.
Segundo o levantamento, 12,2% dos candidatos da amostra deixaram de comprovar ao menos um critério para a concessão do benefício, como escolaridade, residência e renda. Foi constatada também a existência de 58 registros de candidatos que informaram não serem brasileiros natos ou naturalizados. Além disso, seis pessoas tinham duas bolsas ativas, o que contraria as normas do ProUni.
A CGU informou, em nota, que “houve problemas na alimentação dos dados do SisProUni pelas instituições de ensino, bolsistas com desempenho acadêmico inferior ao estipulado, inconsistência no que a instituição informava sobre bolsas do ProUni e as vagas efetivamente oferecidas no vestibular, entre outros”.
A controladoria recomentou ao Ministério da Educação (MEC), gestor federal do programa, aprimorar o controle das informações do SisProUni e melhorar a gestão do ProUni. Em resposta à CGU, o MEC disse ter aumentado o controle das informações fornecidas pelas instituições de ensino, assim como feito auditorias periódicas no sistema. O ministério também informou que criou uma lista de espera com o objetivo de diminuir o número de bolsas ociosas.
Criado em 2004, o ProUni concede bolsas de estudo em instituições privadas de ensino superior. Procurado pela Agência Brasil, o MEC não se manifestou.
Em Tuparetama, o ex-prefeito Sávio Torres (PTB) já recebeu o aval do ministro Armando Monteiro Neto (Desenvolvimento) para colocar na rua sua pré-campanha. No domingo ao lado do deputado Ângelo Ferreira (PSB) reuniu lideranças em sua chácara para anunciar que vai pra disputa. Enquanto isso lideranças da cidade como o vereador Joel Gomes, garantem que com […]
Em Tuparetama, o ex-prefeito Sávio Torres (PTB) já recebeu o aval do ministro Armando Monteiro Neto (Desenvolvimento) para colocar na rua sua pré-campanha.
No domingo ao lado do deputado Ângelo Ferreira (PSB) reuniu lideranças em sua chácara para anunciar que vai pra disputa.
Enquanto isso lideranças da cidade como o vereador Joel Gomes, garantem que com a quantidade de contas rejeitadas Sávio não terá condições de disputar a prefeitura.
Você precisa fazer login para comentar.