Governo Federal lança primeira fase do programa Voa Brasil para 23 milhões de aposentados
Por André Luis
É o primeiro programa de inclusão social do transporte aéreo brasileiro
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, lança nesta quarta-feira (24), às 15h, a primeira fase do programa Voa Brasil. Este é o maior programa de inclusão social da aviação brasileira, que torna o transporte aéreo mais acessível e democrático no país.
O objetivo é permitir que mais brasileiros, especialmente novos usuários, tenham acesso ao mercado aéreo do Brasil.
O programa visa criar uma nova demanda com um público que atualmente não voa, oferecendo bilhetes aéreos por até R$ 200 o trecho.
A fase inicial do Voa Brasil é destinada a todos os aposentados do INSS que não tenham viajado de avião nos últimos 12 meses, independente da faixa de renda. Cada beneficiário terá direito a dois bilhetes aéreos por ano.
Agenda fica para este domingo A governadora Raquel Lyra não conseguiu decolar do aeroporto do Recife para a agenda que teria essa manhã em Serra Talhada em virtude das chuvas no Recife. A informação foi repassada ao grupo que aguardava a governadora em Serra Talhada. O ex-prefeito Carlos Evandro a aguardava em sua casa para […]
A governadora Raquel Lyra não conseguiu decolar do aeroporto do Recife para a agenda que teria essa manhã em Serra Talhada em virtude das chuvas no Recife.
A informação foi repassada ao grupo que aguardava a governadora em Serra Talhada.
O ex-prefeito Carlos Evandro a aguardava em sua casa para uma coletiva em que anunciará seu alinhamento político.
Segundo Miguel Duque falando a jornalistas, a agenda foi adiada para este domingo, no mesmo horário.
Na ocasião, será realizada a entrega de duas creches. A princípio, a entrega está prevista para o mesmo horário: às dez da manhã.
O Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Edson Henrique, divulgou nota:
“A agenda institucional da Governadora do Estado de Pernambuco, Raquel Lyra, prevista para hoje, 27 de junho de 2026, no município de Serra Talhada, foi cancelada em razão das condições climáticas, que impossibilitam a realização das atividades programadas com a segurança necessária”.
Apesar da informação de que a agenda ocorrerá neste domingo, disse que “uma nova data para a realização da agenda será divulgada oportunamente pelos canais oficiais do Governo do Estado”.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve passar por audiência de custódia neste domingo (23), um dia após ser preso preventivamente por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A audiência de custódia serve para que um juiz verifique se a prisão foi realizada dentro da legalidade e se houve respeito aos […]
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve passar por audiência de custódia neste domingo (23), um dia após ser preso preventivamente por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A audiência de custódia serve para que um juiz verifique se a prisão foi realizada dentro da legalidade e se houve respeito aos direitos fundamentais do detido. O procedimento é obrigatório em prisões ordenadas pelo STF.
A prisão de Bolsonaro é preventiva, ou seja, não tem data determinada para acabar. Moraes tomou essa decisão para garantir a ordem pública, já que, segundo o ministro, foi convocada uma vigília na porta do condomínio onde mora o ex-presidente para evitar que ele fosse preso.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses pela tentativa de golpe. Mas, não é por essa condenação que ele está preso, já que o prazo para a defesa recorrer continua aberto. O fim dos recursos e a prisão por condenação devem ocorrer nos próximos dias.
Como a condenação de Bolsonaro é superior a oito anos (27 anos e 3 meses), ele deverá iniciar a execução da pena em regime fechado, ou seja, na cadeia. Assim, deve emendar a prisão preventiva com a prisão pela condenação.
Por Augusto César Acioly Paz Silva* Lembrança e esquecimento, são partes integrantes da condição humana, que tem os seus usos históricos, políticos, sociais e culturais. A História, como forma de conhecimento e aprendizagem humana, tem papel fundamental na reflexão à respeito destas duas dimensões. Por isto, tal conhecimento e os profissionais da História, possuem um […]
Lembrança e esquecimento, são partes integrantes da condição humana, que tem os seus usos históricos, políticos, sociais e culturais. A História, como forma de conhecimento e aprendizagem humana, tem papel fundamental na reflexão à respeito destas duas dimensões. Por isto, tal conhecimento e os profissionais da História, possuem um compromisso ético em problematizar quais os motivos que faz com que determinada sociedade lembre e esqueça dos seus eventos e problemas.
Há um ano atrás, num domingo, a menos de uma semana após a posse do presidente que foi eleito de maneira livre e democrática, vários partidários do candidato derrotado nas urnas, aderiram numa tentativa de tomar o poder, dentro de todo um cenário simbólico que se materializou na invasão das sedes dos poderes da República: o Congresso, o Palácio do Planalto e o STF, identificados como espaços, que uma vez ocupados seriam centros irradiadores para à adesão de diversos segmentos na deposição do governo constituído a partir da eleição de 2022.
A justificativa dos extremistas de Direita foi sendo construída e aprofundada ao longo dos quatro anos da Gestão presidencial de Jair Bolsonaro, numa estratégia política de tensionamento aos poderes constituídos, operando dentro da lógica de construção do Caos, realidade muito bem analisada pelo cientista político italiano Giuliano da Empoli, no seu importante livro “Os Engenheiros do Caos: Como as Fake News, as Teorias da Conspiração e os Algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições”. Nos últimos anos, a internet através das diversas redes sociais, foram utilizadas para disseminar todos os tipos de absurdos, que procuraram construir lógicas, sem base na realidade concreta.
Dentre estas construções, antigos discursos, que defendiam “a verdadeira democracia”, foram recuperados na perspectiva de que o sistema democrático em que vivemos, não era mais válido e precisávamos superá-los, muitas vezes, estruturando discursos de defesa de uma suposta “liberdade de Expressão”, usada pelos bolsonaristas para justificar a licença de cometer toda sorte de crimes e de falta de respeito ao que estava estabelecido na constituição e, nos Direitos, que foram sendo construídos, ao longo do processo de mobilização e luta pelo alargamento dos Direitos, de diversas populações que, não foram ao longo dos séculos respeitados.
A Democracia é um aprendizado e, nós enquanto, sociedade temos o dever de lutar de maneira intransigente pela sua defesa e manutenção. Como aprendizado não podemos relativizar a defesa de princípios que ordenam este sistema, por isto, diferente das versões que foram sendo estabelecidas desde o dia 08/01/2023, não é possível encarar este evento como se não fosse uma tentativa de Golpe, não podemos ser lenientes com aqueles que orquestraram, sejam os autores intelectuais, financiadores ou as pessoas tomaram parte na invasão e destruição do patrimônio dos poderes, sejam aquelas que aderiram por convicção ou dinheiro.
Não podemos diminuir a gravidade do que aconteceu e lembrá-lo, é dever de todo cidadão que tem compromisso com a Democracia, pois esta é a única fórmula política possível de se viver. Historicamente, enquanto sociedade, em vários momentos, devido a uma Cultura Política assentada numa dimensão autoritária, convivemos com diversas formas de autoritarismos, que se efetivaram em regimes de exceção, como a Ditadura do Estado Novo (1937-45) e o Golpe Civil Militar de 1964. A arquitetura de Golpes, sempre se apresentaram como solução pelos segmentos mais conservadores, na tentativa de barrar conquistas, ou mesmo, consolidar em vários momentos do nosso processo histórico, o aprofundamento de experiências democráticas.
Por tais questões, não é possível diminuir as ações que se efetivaram com o 08 de janeiro de 2023, não podemos tratar tal ação como algo “menor”, porque não se efetivou como pretendiam os seus articuladores, as pessoas têm que continuar a ser efetivamente punidas, seguindo óbvio todo o processo devido legal e o respeito aos seus Direitos. Pensar e lembrar tal evento, deve se constituir, numa experiência de consolidação e defesa da Democracia em nossa sociedade como um valor permanente. Dito isto, todos nós temos o dever de lembrar do 08 de janeiro de 2023, para que eventos que questionem, ou coloquem em risco, os valores democráticos sejam combatidos e repudiados e cada vez mais, a Democracia seja respeitada e internalizada pelos indivíduos que vivem na sociedade brasileira.
*(Doutor em História, professor da AESA-CESA, do ProfHistória e PGH UFRPE)
Em 22 de outubro de 2012: o prefeito eleito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), disse, em entrevista à Rádio Pajeú, que não foi atendido no pedido de transição, formalizado há cerca de 15 dias, ao prefeito Dinca Brandino (PSB). Em virtude disso, avisou que vai procurar o Ministério Público. “Preciso saber como está a saúde, […]
Em 22 de outubro de 2012: o prefeito eleito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), disse, em entrevista à Rádio Pajeú, que não foi atendido no pedido de transição, formalizado há cerca de 15 dias, ao prefeito Dinca Brandino (PSB).
Em virtude disso, avisou que vai procurar o Ministério Público. “Preciso saber como está a saúde, a educação, a situação do município como um todo. Tenho direito de saber”, reclamou, afirmando que já desarmou o palanque e que o prefeito Dinca precisa fazer o mesmo.
Sebastião também pôs fim às especulações de nomes para o Secretariado. “Ninguém está autorizado em falar sobre nomes. Nem estou pensando nisso. Quero primeiro saber como está o município”.
O trabalhista disse que vai reunir seu grupo para definir os passos da montagem da equipe, mas só no momento oportuno. Por último, afirmou esperar que o TCE faça auditoria no município para saber que “herança” receberá de Dinca.
Evento reúne bispos, padres, religiosos e leigos dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O Convento de Lagoa Seca, em Campina Grande, na Paraíba, será sede, dos dias 21 a 24 de outubro, da 50ª Assembleia Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) Regional Nordeste 2. O evento, que […]
Evento reúne bispos, padres, religiosos e leigos dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
O Convento de Lagoa Seca, em Campina Grande, na Paraíba, será sede, dos dias 21 a 24 de outubro, da 50ª Assembleia Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) Regional Nordeste 2. O evento, que reúne bispos, padres, religiosos e leigos das 21 arquidioceses e dioceses dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, tem como tema “O Protagonismo dos Leigos” e lema “Sal da Terra, Luz do Mundo” (Mt 5,12-14). Os leigos compõem a maior parte da Igreja e têm a missão de testemunhar e difundir o Evangelho.
A programação, além de mesas redondas, palestras e testemunhos sobre a atuação dos leigos na Igreja Católica nos quatro estados do regional, trará também momentos de comemoração. Em 2015 o Regional Nordeste 2 completa 50 anos de criação, e em homenagem à data especial, será realizado o lançamento de selo comemorativo dos Correios, bem como uma celebração eucarística na Catedral Diocesana Nossa Senhora da Conceição, em Campina Grande, presidida pelo arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Di Cillo Pagotto.
Foi durante o Concílio Vaticano II, realizado na década de 60 e que trouxe transformações profundas na Igreja Católica, que nasceu o regional Nordeste 2 da Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB), como um desdobramento do então secretariado regional Nordeste. Na ocasião, o Regional Nordeste 2 apresentou como Secretário Regional Dom Helder Pessoa Câmara, então arcebispo de Olinda e Recife, e Recife como sede do Regional.
Uma palestra, na tarde do dia 23 e aberta ao público em geral, fará um resgate dos principais acontecimentos da Igreja Católica no regional nordeste 2 nos últimos cinquenta anos.
CNBB Nordeste 2
O Regional Nordeste 2 congrega as arquidioceses e dioceses canonicamente domiciliadas nas circunscrições eclesiásticas dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Sua atual presidência é composta por Dom Antônio Fernando Saburido (arcebispo de Olinda e Recife) como presidente, Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz (bispo de Campina Grande-PB) como vice, e Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena (bispo de Guarabira-PB), como secretário.
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