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Governo exonera delegada que integrou força-tarefa da Lava Jato

Por André Luis

Nomeada pelo ex-ministro Sergio Moro, Erika Marena chefiava o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional.

G1

O ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, exonerou Erika Marena do cargo de diretora do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional da Secretaria Nacional de Justiça. A exoneração foi publicada no “Diário Oficial da União” (DOU) desta sexta-feira (26).

Quando foi escolhida pelo então ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro para assumir a diretoria, Erika Marena era superintendente da Polícia Federal em Sergipe. Ela participou da Lava Jato desde o início e, inclusive, deu o nome da operação, que investigou doleiros e empresários.

Marena também foi delegada da divisão de repressão a crimes financeiros em São Paulo e em Curitiba; e comandou a divisão de combate à corrupção e desvio de verbas públicas em Santa Catarina.

O cargo do qual ela foi exonerada é considerado estratégico. A diretoria é responsável pela recuperação de dinheiro desviado para o exterior e por cooperações com outros países.

Marena foi um dos primeiros nomes anunciados por Sergio Moro para compor o Ministério da Justiça e Segurança Pública. Desde que Moro anunciou sua saída do governo, em 24 de abril, diversas pessoas nomeadas por ele foram exoneradas.

Outras Notícias

Afogadense é vítima de xenofobia em SP

Segundo informações que chegaram ao Blog Juliana Lima, a trabalhadora que foi alvo de graves ofensas xenofóbicas e humilhações no Shopping Lar Center, na Zona Norte de São Paulo, seria natural de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco. O nome dela seria Jaqueline, conforme relatos de internautas ao blog. O caso, que ganhou repercussão […]

Segundo informações que chegaram ao Blog Juliana Lima, a trabalhadora que foi alvo de graves ofensas xenofóbicas e humilhações no Shopping Lar Center, na Zona Norte de São Paulo, seria natural de Afogados da Ingazeira, no Sertão de Pernambuco. O nome dela seria Jaqueline, conforme relatos de internautas ao blog.

O caso, que ganhou repercussão após denúncias nas redes sociais, detalha um episódio de violência verbal onde uma cliente teria chamado a funcionária de “lixo” e ordenado que ela “voltasse para o Nordeste”.

Entenda o caso:

• Xenofobia e Preconceito: A agressora utilizou falas carregadas de estereótipos regionais para tentar inferiorizar a profissional enquanto ela exercia suas funções.

• Intimidação: Além das ofensas, a cliente teria ameaçado a trabalhadora, afirmando possuir influência e advogados para “colocá-la na cadeia”.

• Proteção Legal: Vale ressaltar que, desde 2023, a injúria racial equiparada ao racismo abrange ofensas relacionadas à procedência nacional ou regional, tornando o ato inafiançável e imprescritível.

O blog segue acompanhando o desdobramento do caso e se solidariza com a conterrânea diante do lamentável episódio.

Opinião em Tuparetama: gestão Paulo é regular, Bolsonaro reprovado

A avaliação do governo Paulo Câmara em Tuparetama indica uma avalição regular. No total, 20,7% indicaram a gestão como ótima (2,5%) e boa (18,2%). Para 36,1% ela é regular, contra 14,3% que acham ruim, 18,9% que o avaliam como péssimo e 10% que não sabem como não responderam. Já em relação ao governo Bolsonaro, 40,7% […]

A avaliação do governo Paulo Câmara em Tuparetama indica uma avalição regular.

No total, 20,7% indicaram a gestão como ótima (2,5%) e boa (18,2%).

Para 36,1% ela é regular, contra 14,3% que acham ruim, 18,9% que o avaliam como péssimo e 10% que não sabem como não responderam.

Já em relação ao governo Bolsonaro, 40,7% consideram o governo péssimo, 23,2% que avaliam como ruim e 16,8% que dizem ser regular.

A gestão é boa para 13,6% e ótima para 3,6%. Não sabem ou não responderam 2,1%.

A pesquisa foi feita dia 11 de fevereiro. Foram ouvidas 280 pessoas. A margem de erro é de 4,9%. O intervalo de confiança é de 90%.

Serra: Jaime Inácio se irrita e quase parte pra cima de André Maio na Câmara

Por Juliana Lima O clima esquentou na sessão da Câmara de Vereadores de Serra Talhada nesta terça-feira (24). O vereador Jaime Inácio se irritou e quase partiu para cima do colega governista André Maio. Jaime não gostou da declaração feita por André acerca dos irmãos Sebastião e Waldemar Oliveira estarem honrando os compromissos feitos com […]

Por Juliana Lima

O clima esquentou na sessão da Câmara de Vereadores de Serra Talhada nesta terça-feira (24). O vereador Jaime Inácio se irritou e quase partiu para cima do colega governista André Maio. Jaime não gostou da declaração feita por André acerca dos irmãos Sebastião e Waldemar Oliveira estarem honrando os compromissos feitos com ele e garantindo recursos para obras na região de Água Branca.

“Só para deixar claro que a população da nossa amada Água Branca sabe quem trabalha por lá, que é André Maio, que Sebastião Oliveira e Waldemar Oliveira destinaram a emenda para aquele que tem compromisso e que honrou o compromisso com eles. Sebastião foi majoritário em Água Branca, Waldemar foi, então André Maio tem um compromisso e eles estão honrando esse compromisso com a população”, disse André Maio.

Jaime Inácio entendeu a fala de André como uma indireta pelo fato dele, Jaime, ter rompido no segundo semestre do ano passado com os irmãos Oliveira para se aliar à prefeita Márcia Conrado. 

“O colega vereador aqui chamou eu de mentiroso, disse que eu tava mentindo. Agora eu quero dizer a você, você quer que diga quem é que promete e não fez as coisas? Eu não sei como é que os políticos aqui de Serra Talhada dão apoio e tanto poder a um rapaz desse aqui para estar falando dos outros”, disse Jaime.

Bastante irritado, Jaime se levantou em direção à André Maio e foi contido por outros parlamentares. 

“Agora eu não sou homem de mentira não, se você quiser que eu desbulhe tudo que ele prometeu, eu vou desbulhar. Eles que deem apoio a você que é você um cabra poderoso. Você quer que eu desbulhe lá quem foi que mentiu e ainda não fez? Faça o favor de calar a boca”, sapecou Jaime. André Maio permaneceu todo o tempo calado e não revidou.

Relatório da gestão Wellington Maciel diz que secretarias e autarquias deixaram saldo de R$ 30 milhões para governo Zeca Cavalcanti

Exclusivo  Um relatório da gestão Wellington Maciel sobre saldo credor e devedor repassados à gestão Zeca Cavalcanti mostra uma divergência gritante nos números.  Durante uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (8), o prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), informou um déficit superior a R$ 18 milhões (R$ 18.642.471,64) nas finanças da Prefeitura. […]

Exclusivo 

Um relatório da gestão Wellington Maciel sobre saldo credor e devedor repassados à gestão Zeca Cavalcanti mostra uma divergência gritante nos números. 

Durante uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (8), o prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti (Podemos), informou um déficit superior a R$ 18 milhões (R$ 18.642.471,64) nas finanças da Prefeitura.

Só que um relatório a que o blog teve acesso mostra uma realidade totalmente diferente.  Por ele, o saldo deixado em 31 de dezembro é de R$ 30 milhões e 800 mil. Esse saldo envolve prefeitura (R$ 6.773.236,58), Fundo Municipal de Assistência Social (R$ 3.967.278,10), Fundo Municipal de Saúde (R$ 1.151.435,88), Fundo Municipal de Educação (R$ 18.403.054,05), AESA (R$ 431.189,50) e ARCOTTRANS (R$ 73.029,76).

O relatório admite um valor de R$ 12 milhões,  990 mil, ainda assim,  divergindo dos quase R$ 19 milhões apresentados por Zeca.  O relatório cita o período de 2021 a 2024. Diz que são R$ 4.743.990,66 da própria prefeitura, R$ 268.008,57 do Fundo de Assistência Social, R$ 5.082.731,96 do Fundo Municipal de Saúde,  R$ 1.721.512,18 do Fundo Municipal de Educação,  R$ 911.813,52 da AESA e R$ 262.735,73 da ARCOTTRANS. 

Ou seja, Secretarias, fundos e Autarquias tem saldo, e não déficit. Quando subtraído os restos a pagar do dinheiro em caixa, o saldo é de mais de R$ 17 milhões e 808 mil.

“Este relatório tem como objetivo esclarecer os questionamentos levantados sobre a situação financeira da Prefeitura Municipal de Arcoverde, apresentando de forma transparente os saldos bancários apurados em 31 de dezembro de 2024.”, diz o texto. A equipe econômica da gestão Wellington diz ter a comprovação desses números.

Agricultoras do Sertão do Pajeú salvam espécies ameaçadas de extinção

A produção de mudas de espécies nativas da caatinga para recuperação de áreas degradadas da vegetação da Caatinga, já é uma realidade na região do Sertão do Pajeú. Trata-se do projeto Mulheres na Caatinga, executado pela Casa da Mulher do Nordeste, com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. A iniciativa está […]

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A produção de mudas de espécies nativas da caatinga para recuperação de áreas degradadas da vegetação da Caatinga, já é uma realidade na região do Sertão do Pajeú. Trata-se do projeto Mulheres na Caatinga, executado pela Casa da Mulher do Nordeste, com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

A iniciativa está envolvendo agricultoras e agricultores da região para produção de mudas nativas da Caatinga. A agricultora Maria José Pereira da Rocha, 34 anos, residente na comunidade de São Miguel em São José do Egito já produziu cerca de 2.500 mil mudas de espécies nativas para o plantio. Segundo ela, a produção das mudas causa um sentimento de preservação da vida, mobiliza a juventude e a comunidade para um olhar de preservação da caatinga.

“Eu sinto muito prazer em produzir e também doar mudas que estão em extinção para outras pessoas de outras comunidades poderem plantar. Tudo a gente tira da mata, lenha, madeira, casca para fazer remédios, alimentos para os animais e frutas para consumo de casa, senão existisse a caatinga seria como não ter água”, completou.

Maria José explica que para produzir mudas nativas da Caatinga é necessário utilizar 70% de terra e 30% de esterco e regar pelo menos uma vez ao dia. As principais espécies produzidas por ela são: o angico vermelho, pau d’arco roxo e amarelo, mulungu,e aroeira.

Para a Casa da Mulher do Nordeste, a produção de mudas nativas é vista como um instrumento de educação ambiental, de geração de renda para as mulheres, de acesso a tecnologias adaptadas, além de gerar conhecimento e preservar a vida da Caatinga.