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Governo desviou R$ 52 mi de publicidade da Covid para propaganda de suas ações

Por André Luis

O governo Jair Bolsonaro desviou R$ 52 milhões previstos para campanhas com peças informativas sobre o combate ao coronavírus para fazer propaganda institucional de ações do Executivo. A reportagem é de Constança Rezende e Raquel Lopes/Folhapress.

Os recursos foram alocados pela medida provisória 942, de abril de 2020. A MP abriu créditos extraordinários para enfrentamento da pandemia dentro do chamado Orçamento de guerra, uma modalidade criada para atender despesas urgentes e imprevisíveis. O mecanismo é permitido em três situações: guerra, comoção interna ou calamidade, como é o caso da crise sanitária causada pela Covid.

Pela justificativa da MP, o dinheiro reservado à Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) tinha “o objetivo de informar à população e minimizar os impactos decorrentes da proliferação da doença”, mas peças publicitárias entregues à CPI mostram que o dinheiro bancou a divulgação de feitos que rendem dividendos políticos ao presidente, sem referências a medidas preventivas contra a Covid.

O desvio é constado com base em cruzamento de dados enviados pela Secom ao jornal Folha de S.Paulo, por meio da LAI (Lei de Acesso à Informação), e à CPI da Covid no Senado, além de requerimentos de informação entregues à Câmara.

Vídeos de 15 a 30 segundos, áudios e informativos foram veiculados em TV aberta e fechada, rádio, internet e mídia exterior para enaltecer a liberação de recursos para pagamento de salários em micro e pequenas empresas e repasses a estados e municípios.

“O cuidado com o Brasil e com os brasileiros continua. Liberação de R$ 100 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas”, diz uma das campanhas.

Os informes também trataram de ações relacionadas ao Bolsa Família, ao auxílio emergencial, à suspensão de pagamento da conta de luz e aos saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). As medidas são do Ministério da Economia.

Há ainda vídeos sobre compra de equipamentos, medicamentos e EPIs (equipamentos de proteção individual), usados por profissionais na linha de frentes. Trata-se, portanto, de realizações do Ministério da Saúde.

“A pandemia do novo coronavírus desafia governos em todo o mundo. No Brasil, nós, do governo federal, trabalhamos para enfrentar o seu avanço e cuidar da saúde da população. Investimos R$ 16 bilhões na compra de respiradores, ventiladores pulmonares, equipamentos de segurança e medicação”, diz uma peça.

O crédito destinado ao órgão então vinculado à Presidência da República -hoje atrelado ao Ministério de Comunicações- seria executado de acordo com a justificativa da MP.

Para realizar as campanhas, a Secom precisou do apoio dos Ministérios da Cidadania e da Saúde, o que prejudicou ações destinadas de fato à saúde pública.

Em requerimento de informação enviado pelo órgão ao deputado Elias Vaz (PSB-GO), a Secom explicou que foi necessária a realização de quatro dos chamados TEDs (termos de execução descentralizada).

Pelo instrumento, o órgão repassou dinheiro às pastas para pagamento de campanhas de divulgação das ações do governo. No entanto, Cidadania e Saúde perderam margem de gastos com publicidade de seu próprio interesse.

A Secom afirmou, em nota, que as campanhas abrangem diversas áreas impactadas pela pandemia.

Já a Saúde, também em nota, disse que as peças contêm orientações de saúde, medidas de prevenção “e outros temas de balanço do governo federal”. Procurado, o Ministério da Cidadania não respondeu.

Como os dois ministérios mantinham contratos ativos com a agência Calia, responsável pela publicidade da Secom, os TEDs foram executados. Dois deles foram pela Cidadania, nos valores de R$ 6 milhões e R$ 5,3 milhões, e dois pela Saúde, de R$ 35 milhões e R$ 6,5 milhões.

“Percebendo o cenário da pandemia de coronavírus e identificando a necessidade de informar a sociedade sobre as ações do governo federal para minimizar os efeitos da crise provocada pelo coronavírus, [a agência] apresentou proposta de campanha publicitária de iniciativa própria”, escreveu, no dia 13 de abril do ano passado, o então secretário especial de Comunicação Social adjunto, Samy Liberman, ao Ministério da Saúde, em ofício obtido pela Folha de S.Paulo.

A Secom, segundo ele, considerou a proposta adequada e conveniente, “no entendimento de que cabe ao governo federal manter a população informada acerca das ações governamentais que estão sendo implementadas em virtude das consequências que a pandemia trouxe à realidade de todos”.

À época a Secom era comandada por Fabio Wajngarten, que foi ouvido pela CPI da Covid no mês passado. Um ofício encaminhado à comissão mostra que as campanhas só foram publicadas no canal do YouTube da Saúde em 30 de abril deste ano, três dias depois da instalação da comissão.

Em resposta a outro pedido de TED de Liberman, no dia 3 de julho de 2020, o então secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, alertou que a execução da proposta impactaria o limite contratual para outras campanhas da pasta que seriam realizadas no segundo semestre.

Como exemplo, ele citou ações referentes a estímulo de atividades físicas, aleitamento materno, obesidade infantil, atualização da caderneta de vacinação, pólio, HPV e outras doenças sexualmente transmissíveis, combate da dengue, doação de órgão e dia mundial contra a Aids.

Questionado pela reportagem, o ministério disse que as campanhas Brasil em Movimento, de atividade física, e DST Sífilis Mulheres não foram realizadas no período. Em nota, porém, a pasta disse que o tema contra sífilis para mulheres foi abordado na Campanha de Prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis, no começo de 2020, período anterior à manifestação de Franco.

Já sobre a campanha Brasil em Movimento, disse que “está em fase de desenvolvimento pela Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS) da pasta”.

Outro lado

O Ministério da Saúde afirmou que as campanhas publicitárias realizadas por meios dos TEDs (termos de execução descentralizada) foram pagas com recursos da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social).

“Os vídeos das campanhas publicitárias do governo federal são disponibilizados na plataforma YouTube, prioritariamente nos perfis do órgão responsável pelo assunto, depois de encerrado o período regular de veiculação/divulgação estabelecido na estratégia de cada ação”, afirmou.

A pasta também defendeu que as peças traziam orientações de saúde, medidas de prevenção “e outros temas de balanço do governo federal”. “Por oportuno, esclarecemos que as ações publicitárias realizadas pela Secom no contexto do enfrentamento da pandemia são complementares e se somam aos esforços do Ministério da Saúde”, disse o órgão.

“As ações executadas abordam aspectos transversais que contemplam outras áreas impactadas pela pandemia, a exemplo da econômica, sem prejuízo das ações publicitárias específicas essencialmente de utilidade pública desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, órgão ao qual compete a gestão do assunto”.

Em nota, a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) afirmou que as campanhas relativas ao enfrentamento da pandemia, prevenção e vacinação contra a Covid-19 desenvolvidas pelo órgão “são complementares aos esforços do Ministério da Saúde, a quem compete executar campanhas exclusivamente de utilidade pública”.

O órgão também afirmou que as campanhas desenvolvidas pela Secom “abrangem diversas áreas impactadas pela pandemia e informam sobre as medidas adotadas no âmbito do Executivo Federal para mitigar seus efeitos e reduzir os impactos na vida das pessoas”.

De acordo com a Secom, as ações incluem “beneficiários de programas sociais, trabalhadores, empresas e entre outras categorias, considerando o contexto no qual foram realizadas”.

“Nesse sentido, as campanhas desenvolvidas pela Secom com recursos do crédito extraordinário da MP 942 cumprem estritamente os objetivos de informar à população e minimizar os impactos decorrentes da proliferação da doença, uma vez que dão publicidade para as ações e serviços disponíveis para as parcelas da população mais afetadas pela crise sanitária e reforçam as orientações aos cidadãos no combate da pandemia”, afirmou a Secom.

Segundo o órgão, além do conteúdo específico, “as ações contemplam também orientações à população no combate da pandemia. Não há, portanto, que se falar em desvio de objetivos”.

Outras Notícias

Marília Arraes critica nomeação de bolsonarista para o Detran-PE

Governadora está sendo acusada de “bolsonarizar” a gestão A ex-deputada federal e ex-candidata ao governo de Pernambuco, Marília Arraes (Solidariedade), usou as suas redes sociais para criticar a nomeação do novo diretor presidente do Detran-PE, Carlos Fernando Ferreira da Silva Filho. O Detran é um dos espaços mais cobiçados do segundo escalão do Executivo estadual. […]

Governadora está sendo acusada de “bolsonarizar” a gestão

A ex-deputada federal e ex-candidata ao governo de Pernambuco, Marília Arraes (Solidariedade), usou as suas redes sociais para criticar a nomeação do novo diretor presidente do Detran-PE, Carlos Fernando Ferreira da Silva Filho.

O Detran é um dos espaços mais cobiçados do segundo escalão do Executivo estadual. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado do último sábado (18). 

O indicado é aliado do presidente estadual do PL e aliado do ex-presidente, Jair Bolsonaro, Anderson Ferreira, que também disputou o Governo de Pernambuco no pleito de 2022.

“Raquel Lyra, que já tinha entregue a Secretaria de Educação ao bolsonarismo, agora deixa o Detran, de porteira fechada, nas mãos de representantes do genocida e seu partido. E surpreende um total de zero pessoas”, escreveu a ex-deputada.

“Isso poucos dias depois de interferir na Alepe, fazendo uma manobra junto com o PL, o partido de Bolsonaro, para garantir a presidência da CCJ. É o velho e conhecido ‘toma lá, dá cá’. Neutro é sabonete de bebê”, disparou Marília Arraes.

O PL também conseguiu emplacar o novo secretário-executivo de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor, o advogado Anselmo de Araújo Lima.

Para a oposição, as nomeações mostram que Raquel Lyra está “bolsonarizando” o Governo de Pernambuco.

Gustavo, Fabrizio e Duque no PSDB

Do Blog do Magno O caminho partidário natural dos deputados Luciano Duque, Gustavo Gouveia e Fabrizio Ferraz, eleitos pelo Solidariedade, é desembocar no PSDB, da governadora Raquel Lyra, a quem passaram a se aliar, reforçando a base de sustentação do Governo na Assembleia Legislativa. O quarto deputado eleito pelo SD, o ex-prefeito do Cabo, Lula […]

Do Blog do Magno

O caminho partidário natural dos deputados Luciano Duque, Gustavo Gouveia e Fabrizio Ferraz, eleitos pelo Solidariedade, é desembocar no PSDB, da governadora Raquel Lyra, a quem passaram a se aliar, reforçando a base de sustentação do Governo na Assembleia Legislativa.

O quarto deputado eleito pelo SD, o ex-prefeito do Cabo, Lula Cabral, diz que da parte dele não há nenhum acordo para compor a base do Governo. É provável que espere uma conversa com a governadora ou se mantenha fiel ao grupo da presidente estadual do Solidariedade, Marília Arraes.

Lula Cabral tem sido o único a falar grosso, com coerência e transparência nesse jogo de adesão ao Governo. “Não posso falar nada do que não sei, do que não houve e do que não estou a par em absolutamente nada”, disse Cabral, referindo-se ao anúncio do líder Luciano Duque, incluindo o seu nome entre os que iriam aderir à gestão de Raquel.

O fato é que não há mais condições dos três parlamentares permanecerem no SD, depois que aderiram ao Governo sem o menor diálogo com a direção estadual, especialmente Luciano Duque, líder na Assembleia, que fez o comunicado na rádio Folha, sem falar antes com Marília.

Isso criou um clima muito ruim dentro do partido, o que obriga Duque e os demais a saírem da legenda. Como a legislação proíbe mudança de partido para quem ocupa mandato eletivo, Duque, Fabrizio e Gustavo terão que entrar num entendimento com Marília para não serem cassados.

A saída é a presidente estadual assinar uma carta de anuência, conforme o PSB fez com o deputado estadual Jarbas Filho, que debandou de volta para o MDB antes mesmo de completar um ano no exercício do mandato na Alepe eleito pela legenda socialista. Se Marília não der anuência, o trio terá que permanecer no Solidariedade num ambiente nada agradável, já que a linha do partido e a orientação da sua direção é de oposição ao Governo Raquel Lyra.

A alternativa PSDB não é a melhor em termos de futuro partidário para os deputados rebeldes do Solidariedade. Crescendo feito rabo de cavalo, ou seja, para baixo, a legenda tucana pode perder a sala de liderança do partido no Senado se não conseguir filiar ao menos mais um nome até 22 de setembro. Tudo porque o regimento interno da Casa Alta cita a necessidade de a sigla ter, pelo menos, três senadores para contar com o espaço. Atualmente, a legenda só tem dois: Izalci Lucas (DF) e Plínio Valério (AM). Os tucanos contam com um gabinete de liderança no Senado desde 1988, ano da Constituinte, e ocupam um dos melhores gabinetes há anos.

Prefeito não entrega farda e na prefeitura ninguém arrisca outra promessa

por Anchieta Santos De promessa não cumprida vive o governo do Prefeito Sebastião Dias em Tabira. A última promessa feita pelo gestor no microfone da Rádio Cidade FM foi de que até ontem dia 21 de outubro entregaria o fardamento completo dos garis. Não entregou. O gestor viajando não foi localizado e o Secretário de […]

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por Anchieta Santos

De promessa não cumprida vive o governo do Prefeito Sebastião Dias em Tabira. A última promessa feita pelo gestor no microfone da Rádio Cidade FM foi de que até ontem dia 21 de outubro entregaria o fardamento completo dos garis. Não entregou.

O gestor viajando não foi localizado e o Secretário de Obras Mário Amaral usado em outras oportunidades para fazer a mesma promessa não atendeu o celular. Resta saber qual será a próxima promessa do poeta.

Oficializado arrendamento de Transertaneja e Líder FM pela Rede Brasil

Comunicado foi feito esta manhã. Marca Líder do Vale vai ao ar a partir de amanhã no canal FM que era da Voz do Sertão. Profissionais da Trans se despediram emocionados O que o blog antecipou em junho foi confirmado esta manhã: as rádios do grupo Inocêncio Oliveira foram oficialmente arrendadas pelo grupo responsável pela […]

Wellington Rocha e Dioneys Rodrigues
Wellington Rocha e Dioneys Rodrigues

Comunicado foi feito esta manhã. Marca Líder do Vale vai ao ar a partir de amanhã no canal FM que era da Voz do Sertão. Profissionais da Trans se despediram emocionados

O que o blog antecipou em junho foi confirmado esta manhã: as rádios do grupo Inocêncio Oliveira foram oficialmente arrendadas pelo grupo responsável pela Rede Brasil,  com emissoras por todo o estado, ligada à Assembleia de Deus.

O comunicado foi feito ontem a funcionários da Líder FM e hoje à equipe da Transertaneja FM. O anúncio ficou a cargo de Victor Oliveira , administrador de empresas, neto de Inocêncio Oliveira, que disputou a prefeitura de Serra Talhada. Este início de tarde, os profissionais falaram emocionados se despedindo da programação, como Wellington Rocha, Erivânia Barros, Welligtânia Rocha.

A Transertaneja FM nasceu em 31 de maio de 1992. A primeira equipe teve Edcarlos Máximo, Hélio Fernandez, Nill Júnior e Ney Gomes, com Irani Pessoa Veras como Secretária. Pouco depois, se incorporaram Wellington Rocha (que ficou até hoje) e Alexandre Rossini. Hoje, além de Wellington, contava com Dionneys Rodrigues, Erivânia Barros e Welligtânia Rocha.

O programa carro chefe da programação era o “Hora das Broncas”, que teve apresentação inicial de  Wellington e Dionneys. Hoje, era apresentado por Erivânia e Dionneys Rodrigues. A grade também reproduzia A Hora do Mução.

Transertaneja FM, em foto de arquivo: migrando para canal que era da Voz do Sertão
Transertaneja FM, em foto de arquivo: migrando para canal que era da Voz do Sertão

“Em 31 de maio de 1992 vi tudo nessa rádio, do melhor ao pior momento. Queria encerrar com a primeira música tocada na Transertaneja”, disse, antes de executar “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga. Erivânia Barros disse que era apenas o fim  de um ciclo, mas que outras etapas seriam cumpridas, agradecendo aos ouvintes pelo carinho. O Diretor do grupo, Victor Oliveira, agradeceu aos serviços prestados e parabenizou a doação do grupo.

A batida de martelo veio da Diretora geral do grupo, Shirley Oliveira, em uma negociação que se arrastou a meses. O arrendamento de emissoras a grupos religiosos costuma ser bastante criticado por conta do aspecto recessivo. Uma rádio arrendada costuma tirar vários empregos locais e regionais.

Erivânia Barros e Dionneys Rodrigues
Erivânia Barros e Dionneys Rodrigues

Pelo que ficou definido, a Transertaneja passará a mudar de nome para Rede Brasil nos próximos dias. Nesta sexta, a emissora será entregue formalmente ao grupo arrendatário. O mesmo acontecerá com a Líder FM.

A diferença é que o canal FM fruto da migração da Rádio A Voz do Sertão, primeira emissora da Capital do Xaxado, vai ser ocupado pela marca Líder do Vale. A marca “A Voz do Sertão” será definitivamente extinta. A estratégia será anunciar que a Líder continuará no ar, só que em outro prefixo.

A equipe da Líder do Vale será migrada para a nova casa. Já no caso da Transertaneja, ainda não se sabe o futuro dos profissionais que pela qualidade, poderão ocupar outras casas.

Ouça a despedida emocionada dos profissionais:

Nota do blog: como profissional có-fundador da emissora, fazendo parte da primeira equipe de profissionais, nos solidarizamos  com os profissionais Erivânia Barros, Wellington Rocha, Dionneys Rodrigues e Welligtânia Rocha, deseja sucesso na caminhada futura.

Da mesma forma,  condena a onda de incorporação a redes, indo de encontro aos veículos que produzem conteúdo e fazem jornalismo local, estimulando a produção de conhecimento e debates que tem ligação direta com a comunidade de origem, além da forma como o anúncio foi feito, sem preparação prévia, de forma seca, sem valorizar o aspecto humano, a partir de relato dos próprios profissionais.

Em evento da AVIPE, Paulo Câmara destaca parceria com o setor

O governador Paulo Câmara participou, na noite desta sexta-feira (30.11), do jantar do Clube do Galo Pernambucano, promovido pela Associação Avícola de Pernambuco – AVIPE. Realizado no Caxangá Golf & Country Club, no Recife, o evento reuniu empresários da cadeia produtiva da avicultura do Estado, além de fornecedores do segmento e autoridades políticas. Paulo aproveitou […]

O governador Paulo Câmara participou, na noite desta sexta-feira (30.11), do jantar do Clube do Galo Pernambucano, promovido pela Associação Avícola de Pernambuco – AVIPE.

Realizado no Caxangá Golf & Country Club, no Recife, o evento reuniu empresários da cadeia produtiva da avicultura do Estado, além de fornecedores do segmento e autoridades políticas. Paulo aproveitou o momento para ratificar o compromisso do Governo de Pernambuco com o desenvolvimento do setor.

“Sabemos da dificuldade passada nestes últimos anos, mas conseguimos superar os desafios com muito trabalho e boas parcerias. E a AVIPE está de parabéns por ter consolidado um polo que hoje é referência nacional, que gera tanto emprego e renda para os pernambucanos e que, ao mesmo tempo, tem um horizonte promissor”, frisou Paulo.

Câmara pontuou, na sequência, o desejo de seguir construindo com o segmento parcerias para a conquista de mais avanços na área. “Queremos continuar junto, ver formas de ajudar para que a avicultura do nosso Estado continue sendo referência e que esse arranjo produtivo seja cada vez mais desenvolvido”, destacou o governador.

A avicultura pernambucana lidera a produção de ovos e frangos no Norte/Nordeste, gerando no Estado mais de 150.000 empregos diretos e indiretos.

Também participaram do jantar, os deputados João Campos (federal, eleito), Augusto Coutinho (federal), Nilton Mota (estadual) e Rodrigo Novaes (estadual).