Notícias

Governo de Pernambuco garante R$ 111 milhões à assistência social e combate à fome em 2025

Por André Luis

Com crescimento de 30,4% em relação a 2024, valor representa a maior pactuação da história do Estado para a área

A governadora Raquel Lyra assegurou nesta segunda-feira (17), a pactuação de R$ 111 milhões em investimentos para fortalecer as políticas públicas de assistência social e segurança alimentar e nutricional em Pernambuco, em 2025. 

O anúncio foi feito durante a 230ª reunião ordinária da Comissão Intergestores Bipartite de Pernambuco (CIB-PE), no Recife, que reuniu representantes de 160 municípios. O valor, que representa a maior pactuação já realizada pelo Estado para a área, corresponde a um aumento de 30,4% em relação ao repasse de 2024.

“Assistência social é prioridade no nosso governo e demonstramos isso com atitude e coragem, colocando no orçamento ações que há muitos anos o Estado não via. Estamos trabalhando junto aos municípios garantindo recursos e pagamento em dia para que eles possam chegar mais perto da população que mais precisa. As políticas de assistência social que cuidam do combate à fome, abrigamento de pessoas vítimas de violência e centros de acolhimento à população em situação de rua. Tudo isso está contemplado. Assim, garantimos aos municípios a possibilidade de contratação de profissionais e oferta de serviços através de pactuação e do cofinanciamento”, enfatizou a governadora Raquel Lyra.

Os recursos pactuados serão destinados pelo Governo do Estado para pagamentos e cofinanciamento de serviços, programas, benefícios, atendimentos e equipamentos, como os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS), Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centros Pop) e Cozinhas Comunitárias. 

Para o secretário de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas, Carlos Braga, a Comissão de Intergestores Bipartite é o ponto inicial de pactuação entre Estado e municípios. “Nos municípios, se dá o contato direto com esses equipamentos. São 344 CRAS no estado, 193 CREAS, 67 serviços de acolhimento que cuidam de crianças e adolescentes e 183 Cozinhas Comunitárias. São esses equipamentos que cuidam da população. Então, o que o Governo do Estado faz hoje é pactuar com eles para que esse recurso chegue às contas dos municípios e consiga fortalecer essa administração municipal”, pontuou o titular da pasta. 

Presente no evento, a secretária de Assistência Social de Catende, Linda Barros, enalteceu os investimentos feitos pelo Estado em seu município. “Catende está indo para a sua terceira cozinha comunitária. O impacto do recurso estadual é fundamental porque esse investimento chega naquela família que por muitos anos foi vista como invisível, naquelas pessoas que não sabiam o que era acordar e ter comida na mesa. Estamos acabando com a fome na nossa cidade, isso nos deixa muito realizados”, celebrou.

Também estiveram presentes na reunião os prefeitos Mayco da Farmácia (Solidão) e Paulo Galvão (Itamaracá);  Aninha da Ferbom (Nazaré da Mata) e os secretários executivos Andreza Pacheco (Assistência Social), Felipe Medeiros (Combate à Fome), Luiz Fábio (Gestão) e Yury Ribeiro (Política Sobre Drogas).

Outras Notícias

Que babaquice, Gilvandro…

A notícia que circula em Belo Jardim é a de que o prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela (União Brasil), afirmou ter sido alvo de um suposto ritual de magia negra nas proximidades de seu gabinete. A denúncia foi feita por meio de uma postagem nas redes sociais, em que o gestor aparece segurando um […]

A notícia que circula em Belo Jardim é a de que o prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela (União Brasil), afirmou ter sido alvo de um suposto ritual de magia negra nas proximidades de seu gabinete.

A denúncia foi feita por meio de uma postagem nas redes sociais, em que o gestor aparece segurando um boneco semelhante aos usados em práticas populares de vodu.

Na publicação, Gilvandro classificou o ocorrido como uma “tentativa absurda de o atingir com práticas de magia negra”. Ainda na postagem, ele destacou sua fé: “Sirvo a um Deus vivo, poderoso e maior do que qualquer maldade”, escreveu o prefeito.

Dar importância a uma bobagem dessas a ponto de publicar em suas redes sociais é o que se pode chamar de “suco do bolsonarismo”. É tentar chamar a opinião pública a debater e se engajar em um tema que não tem relação ou importância com a vida cotidiana.  Muitas vezes, quer tirar foco do mais importante,  de como anda a gestão e da sua percepção geral na sociedade.

Resumindo: vai trabalhar, Gilvandro!

Entre 32 países na Copa, homicídio no Brasil só não é pior que a da Colômbia

Com 30,5 homicídios para cada 100 mil habitantes, o Brasil só não perde nesse item para a Colômbia entre os países do Mundial de futebol Do Estado de Minas Quarta-feira a Seleção Brasileira entra em campo em Moscou contra a Sérvia, precisando de apenas um empate para garantir a classificação. Em caso de vitória, pode […]

Foto: Reprodução/Freepik

Com 30,5 homicídios para cada 100 mil habitantes, o Brasil só não perde nesse item para a Colômbia entre os países do Mundial de futebol

Do Estado de Minas

Quarta-feira a Seleção Brasileira entra em campo em Moscou contra a Sérvia, precisando de apenas um empate para garantir a classificação. Em caso de vitória, pode ir para as oitavas de final como cabeça de chave, o esperado para o segundo melhor do mundo, de acordo com a Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Mas, enquanto a bola rolar no gramado da Rússia, vidas estarão sendo perdidas no Brasil pelo gatilho de armas e por acidentes nas estradas. É o paradoxo diário vivido pelo país do futebol. No ranking do esporte, está no topo. Numa hipotética Copa da Saúde, no quesito violência, perde inúmeras posições e figura como campeão às avessas: um dos mais perigosos do mundo, com índices bem superiores aos de países em guerra declarada.

O Estado de Minas começou a mostrar ontem a performance da seleção canarinho numa Copa da Educação e da Saúde. Os números das Estatísticas Mundiais de Saúde de 2017, publicação da Organização Mundial de Saúde (OMS), não deixam dúvidas.

Nessa Copa em que a violência tem o mando do jogo, o Brasil seria o penúltimo colocado, com derrotas a cada partida. São 30,5 homicídios para cada 100 mil habitantes (dados de 2015). Só não seria o lanterna por causa da Colômbia, que sofre gols ainda mais numerosos: 48,8 assassinatos para cada grupo de 100 mil. O Japão levantaria a taça, com uma taxa de 0,3.

Olhando apenas o grupo do Brasil, o placar da goleada seria ainda mais largo. A Suíça se classificaria logo na estreia da Copa e garantiria o vice-campeonato, com um índice de 0,6 morte. A Sérvia, que nos anos 1990 liderou a guerra durante os atos separatistas dos países que formavam a então Iugoslávia, deixou as mortes no passado e também teria vaga garantida nas fases subsequentes do Mundial, com uma taxa de 1,7.

Costa Rica também daria trabalho, como deu na última partida contra o Brasil, na sexta-feira passada. O país da América Central registra 9,2 homicídios para cada 100 mil habitantes.

Ampliando um pouco mais o espectro, o cenário é ainda mais desolador. O Brasil é o 9º mais violento do mundo, num grupo concentrado nas Américas do Sul e Central. À sua frente estão Trinidade e Tobago (32,8), Jamaica (35,2), Guatemala (36,2), Belize (37,2), Colômbia, Venezuela (51,7), El Salvador (63,2) e Honduras (85,7). No Oriente Médio, epicentro de países em guerra civil declarada ou em conflitos constantes, os índices são infinitamente menores – caso da Síria e Líbia (2,5), Afeganistão (7) e Iraque (12,7), o mais violento dessa região.

“Melhoras não ocorrerão em uma situação onde a desigualdade não seja enfrentada, e onde a guerra do tráfico não cobre tantas vítimas – apenas para mencionar duas chagas que são a inaceitável mortalidade infantil e o genocídio, representado pelas mortes causadas pelo narcotráfico”, afirma o especialista em Ciência e Tecnologia da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e professor titular aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Francisco Campos.

Na mortalidade infantil, o país também perde de goleada: a cada 1 mil nascidos vivos, 16,4 crianças não sobrevivem, deixando o país em 24ª posição e entre os seis piores índices no grupo dos 32 participantes da Copa do Mundo.

Os acidentes em estradas mostram outro aspecto da violência. O Brasil fica em 27º colocado no ranking, com 23,4 acidentes por cada 100 mil habitantes. Perde apenas para Arábia Saudita (27,4), Senegal (27,2) e Tunísia (24,4). Em seu grupo na Copa, toma de lavada da Suíça (3,3), da Sérvia (7,7) e da Costa Rica (13,3).

Na opinião do professor de engenharia de Transporte e Trânsito da Universidade Fumec, Márcio Aguiar, o problema vai persistir enquanto a política de transporte permanecer sendo partidária. “Falta muito investimento. São estradas precisando de melhoras, de duplicação. O estado de São Paulo está indo muito bem depois que promoveu a concessão.

Essa é uma saída para atrair investimentos. Se o governo não dá conta, a iniciativa privada assume”, afirma. Outro ponto, segundo ele, é retomar as ferrovias, retirando das estradas um volume enorme de veículos. “Tivemos uma paralisação de caminhoneiros e o Brasil parou, porque tudo é escoado pelas rodovias, que nem são tão boas assim para esse fim”, adverte.

O professor alerta ainda para a necessidade de intensificar a fiscalização para coibir a imprudência de motoristas, grande causadora de acidentes. “Criam a Lei Seca, mas não dão continuidade nas blitze. Logo, para o motorista, é como se não existisse. A educação passa pela fiscalização intensa em tudo. Só assim teremos uma redução”, ressalta. “A princípio, parecem medidas simples, mas, elas exigem grandes decisões políticas.”

Solidão: abate poderá acontecer na cidade até nova fiscalização da Adagro

Em Solidão, a prefeitura vai poder abater animais até que a Adagro ateste se o local é próprio ou não para a atividade. Com isso, haverá mais tempo aos marchantes e ao município  para adequação às exigências do abate. O Promotor Lúcio Almeida cobrou uma fiscalização mais rigorosa do abate na zona rural. A Prefeita Cida […]

Audiência-pública-em-Solidão
Foto: S1 Notícias

Em Solidão, a prefeitura vai poder abater animais até que a Adagro ateste se o local é próprio ou não para a atividade. Com isso, haverá mais tempo aos marchantes e ao município  para adequação às exigências do abate.

O Promotor Lúcio Almeida cobrou uma fiscalização mais rigorosa do abate na zona rural. A Prefeita Cida Oliveira participou do encontro que limitou o prazo.

No encontro, a prefeita Cida Oliveira questionou a Celpe, que continua cobrando taxa de iluminação pública na zona rural. Ainda falou dos vários pontos relacionados à administração, inclusive ressaltando as dificuldades que vem enfrentando em relação aos repasses federais. Recentemente, revelou que os repasses não tem suprido as despesas e que tem administrado somente folha de pagamento.

Dirceu Rodolfo assume presidência do Tribunal de Contas

Servidores, amigos e familiares do conselheiro Dirceu Rodolfo lotaram o auditório do Tribunal de Contas na manhã desta terça-feira (07), para assistir à cerimônia de posse dele na presidência do TCE. A solenidade foi acompanhada por várias autoridades, representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, entre elas o governador do Estado, Paulo Câmara, o prefeito […]

Foto: TCE-PE/Divulgação

Servidores, amigos e familiares do conselheiro Dirceu Rodolfo lotaram o auditório do Tribunal de Contas na manhã desta terça-feira (07), para assistir à cerimônia de posse dele na presidência do TCE.

A solenidade foi acompanhada por várias autoridades, representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, entre elas o governador do Estado, Paulo Câmara, o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, e o presidente do Tribunal de Contas da União, José Múcio Monteiro, o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, desembargador Adalberto de Oliveira e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eriberto Medeiros.

Também compuseram a mesa os conselheiros Ranilson Ramos, novo vice-presidente, Teresa Duere, Valdecir Pascoal, Carlos Neves e Marcos Loreto, a procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano, o novo auditor geral, Adriano Cisneiros, o presidente da Atricon, Fábio Nogueira, entre outros.

A sessão solene foi aberta pelo ex-presidente, conselheiro Marcos Loreto, que saudou o novo presidente e fez uma breve “prestação de contas” da sua gestão, destacando os desafios futuros e a capacidade técnica do TCE para enfrentá-los.

Após a assinatura do Termo de Posse do presidente, vice-presidente e da nova mesa diretora do TCE, o conselheiro Valdecir Pascoal, diretor da Escola de Contas, fez um discurso de saudação ao novo presidente. Bastante emocionado, Pascoal fez um cronograma da trajetória de Dirceu Rodolfo, lembrando a figura humana, “de múltiplos talentos e virtudes” que é Dirceu Rodolfo, e destacando o fato de encontrar nele muitos “Dirceus”, “o menino, o filho, o esposo, o pai, o músico, o desportista, o jurista, o intelectual, o conselheiro, o presidente que virá e o amigo”.

Em seu discurso, após saudar os presentes na sessão solene, Dirceu Rodolfo, citou autores como Manuel Castells, Pierre Rosanvallon, Sérgio Buarque e Boris Pasternak, Giuseppe di Lampedusa, fazendo uma breve análise da sociedade atual e seu acelerado processo de transformações, “estruturada pelo modo informacional, precisamente em redes interconectadas”, disse, em citação a Castells. “O TCE, os demais tribunais de contas e todas as outras instituições precisam buscar plataformas de comunicação horizontal, de maneira que possam encontrar um estado de pervasividade comunicativa com todos os extratos da sociedade”, afirmou.

“Esta Casa reafirma a sua vocação ao bem servir e ao diálogo maduro, como também vem dizer que permanecerá perseguindo o desafiador compromisso de atuar sobre trilhos, trilhas e veredas conducentes a padrões de desempenho e de efetividade esperados de uma Instituição Superior de Controle Externo”, completou o novo presidente ao falar dos desafios da sua gestão.

Confira a íntegra do discurso.

Márcia e Duque anunciam super pacote de R$ 48 milhões em investimentos

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT) e o ex-prefeito Luciano Duque anunciaram agora a pouco na Revista da Cultura um pacote de R$ 48 milhões em investimentos, a maioria fruto de emendas parlamentares. São legisladores de  várias bases, que tem dialogado com a gestão. Dentre os anúncios, R$ 4 milhões para total requalificação […]

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT) e o ex-prefeito Luciano Duque anunciaram agora a pouco na Revista da Cultura um pacote de R$ 48 milhões em investimentos, a maioria fruto de emendas parlamentares.

São legisladores de  várias bases, que tem dialogado com a gestão. Dentre os anúncios, R$ 4 milhões para total requalificação total do Mercado Público, R$ 4 milhões e 834 mil para pavimentação de ruas, pouco mais de  R$  2 milhões para pavimentação de escolas, com destaque para o Cônego Torres, R$ 14,8 milhões para três escolas, entre elas na Cachichola e Vanete Almeida.

Também R$ 8 milhões para investimento em robótica nos anos finais do ensino fundamental, R$ 1 milhão, 225 mil para ginásios em Santa Rita e Bernardo Vieira, R$ 4,8 milhões pra saúde, R$ 2,5 milhões para assistência social, R$ 1,5 milhão para cinco ônibus escolares e R$ 300 mil para equipar o Teatro Arnoud Rodrigues.

Todos os investimentos não foram citados, mas houve garantia de que o pacote completo chega aos R$ 48 milhões citados.

Eles citaram os Deputados Marília Arraes, Carlos Veras, Fernando Monteiro, Pastor Eurico, Fernando Filho, Daniel Coelho e Bispo Osséssio.

Demandas da população: Márcia e Duque responderam demandas de jornalistas e da população. A prefeita adiantou que até dezembro o município deve herdar em 100% a responsabilidade da iluminação pública, após briga com a Celpe. Sobre as demandas mais urgentes, prometeu ampliar lateralmente o cemitério de Serra Talhada e parceria com o BM para o novo cemitério privado, em projeto de execução. A prefeita negou mudanças no local no pátio da feira, como havia dito o Secretário Carlito Godoy.

Luciano e Márcia respondem a dúvidas da equipe de jornalistas da Cultura FM. Participaram Tony Alencar,  Orlando Santos e Ranilson Clebson.