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Governo anuncia bloqueio de R$ 1,44 bilhão do orçamento

Por Nill Júnior
Secretário-especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.

Depois de revisar para baixo a expectativa de crescimento da economia neste ano, o Ministério da Economia anunciou nesta segunda-feira (22) um novo bloqueio de gastos de R$ 1,44 bilhão no orçamento deste ano.

O secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, não informou quais áreas do governo sofrerão cortes. Segundo ele, o detalhamento sobre o bloqueio nos gastos será divulgado somente no final deste mês, por meio de decreto presidencial.

“Eu não falarei hoje sobre qual órgão será mais afetado”, afirmou. No final de semana, o presidente Jair Bolsonaro havia falado em um corte de R$ 2,5 bilhões e disse que o bloqueio orçamentário deverá atingir um único ministério.

O objetivo da área econômica, ao conter despesas na peça orçamentária, é tentar atingir a meta de um déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões fixada para este ano.

O crescimento menor da economia implica uma arrecadação de impostos menor que a prevista. Isso faz com que o governo tenha mais dificuldade para cumprir a meta fiscal. Por isso, bloqueia despesas no orçamento.

O bloqueio anunciado nesta segunda-feira só não foi maior porque o governo utilizou a parte de uma chamada “reserva orçamentária” – ou seja, valores que ainda não haviam sido liberados para gastos. Foram utilizados R$ 809 milhões dessa reserva.

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Coluna do Domingão

Prefeitos do Pajeú puxam decretos de contenção de gastos em Pernambuco  Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação,  da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas. Dia 1 de setembro,  a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves […]

Prefeitos do Pajeú puxam decretos de contenção de gastos em Pernambuco 

Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação,  da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas.

Dia 1 de setembro,  a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade.  A alegação, “para enfrentar a redução nas receitas municipais e assegurar a continuidade dos serviços públicos. O documento determina a suspensão e a redução temporária de despesas em diferentes setores da administração”.

Entre as determinações, proibição do uso de veículos oficiais em fins de semana e feriados, exceto em situações de urgência, restrições na concessão de licenças, horas extras, diárias e capacitações, além de cortes no consumo de energia elétrica, combustíveis e materiais de expediente. Também ficam suspensos serviços de horas-máquina e manutenções de poços, e haverá redução nos salários de cargos comissionados, contratados e prestadores de serviço.

No dia seguinte,  o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou um corte linear de 20% nos salários do prefeito, vice-prefeito, secretários, cargos comissionados e contratados pelos próximos quatro meses. A medida, segundo o gestor, foi uma resposta à queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do ICMS, além de dificuldades adicionais provocadas por decisões judiciais ligadas ao Fundo de Previdência Municipal (FUNPREJ).

A Justiça determinou que o município aumente em cerca de R$ 300 mil mensais os repasses ao FUNPREJ, após reconhecer que a gestão anterior havia reduzido salários de professores aposentados.

No dia 4, o prefeito Luciano Torres, de Ingazeira,  anunciou por meio do Decreto nº 027/2025, um conjunto de medidas administrativas para reduzir despesas e equilibrar as contas públicas. “A decisão foi motivada pela queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e pela necessidade de assegurar o pagamento em dia da folha de servidores e fornecedores”, disse a municipalidade.

Entre as ações previstas estão a restrição no uso da frota de veículos, a suspensão de novas gratificações, o corte de 10% nos salários de cargos comissionados e contratados temporários (exceto para serviços essenciais) e a redução de 50% nas gratificações já concedidas. Também diminuição de despesas com energia, água, diárias e assessorias contratadas.

E por fim, neste sábado,  o prefeito de Afogados da Ingazeira,  Sandrinho Palmeira, emitiu um decreto buscando conter despesas. Diz que a medida é tomada tendo em vista “a crise provocada nos municípios brasileiros pela queda brutal nos repasses do FPM”. O município também reclama quedas no ICMS estadual.

O decreto vale até 31 de dezembro e prevê suspensão da permissão de novos afastamentos de servidores, novas gratificações para prestação de serviços extraordinários quando não expressamente autorizados, suspensão da cessão de veículos oficiais da frota própria ou decorrente de locações para associações, entidades ou afins, expediente de 8h às 14h, exceto os serviços essenciais, inaugurações sem pompa, redução de despesas com água, energia, combustível e manutenção de frota e suspensão do pagamento de diárias a servidores para participação em eventos externos.

As medidas geram algumas perguntas: Pernambuco terá mais gestores adotando medidas similares? As decisões de aperto do cinto tem justificativa exclusiva na queda dos repasses? Há outros fatores ligados à gestão dos recursos? A AMUPE vai engrossar e apoiar a demanda dos prefeitos?

Uma curiosidade,  dois dos gestores são aliados de Raquel Lyra, dois alinhados com João Campos. A questão quebra a possibilidade de alegar contaminação do ambiente pré-eleitoral.

Outra questão invocada será da legitimidade do movimento. Os prefeitos são eventualmente acusados de “perder a mão gerencialmente”. Faltaria mais controle fiscal dos gastos. Também há a possibilidade ventilada de uma saída para apertar os cintos que os atuais ou antecessores afrouxaram no ano eleitoral. Os decretos evitariam assim jogar ao ventilador o que fora feito de forma descontrolada no passado por antecessores ou pelo ano eleitoral, à exceção de quem quer expor o adversário,  como em São José do Egito.

Os prefeitos envolvidos no “G4 da contenção” negam e dizem que de fato, “agosto foi o mês do desgosto” e que tem como provar. Apertem os cintos: o piloto não sumiu. Mas, decretou: apertem os cintos.

ICMS x FPM

Um pelo outro, o problema maior parece ser mesmo o da queda do ICMS Estadual. Isso porque um levantamento recente da CNM na Nota Decendial do início de agosto informou que considerando o acumulado do ano de 2025 e incluindo o repasse extra do 1% de julho, o FPM apresentou um crescimento nominal de 9,40% em relação ao mesmo período do ano anterior, representando um acréscimo de quase R$ 12,5 bilhões. “Em termos reais, descontando a inflação, o crescimento é de 4,03%”, disse. Quando comparado a 2023, a expansão nominal foi de 25,30% e, em termos reais, de 14,32%. A não ser que a queda tenha sido verificada nos últimos repasses de agosto.

Silêncio

O presidente da AMUPE,  Marcelo Gouveia,  aparentemente não concorda com o movimento dos prefeitos, dado seu silêncio sobre o tema. Quando o blog noticiou quedas nos repasses,  ele chegou a suspeitar de movimento orquestrado e sinalizou uma nota pública. Recuou aparentemente porque havia prefeitos aliados de Raquel e de João reclamando.

Márcia critica Raquel

Falando à Cultura FM,  a prefeita de Serra Talhada,  Márcia Conrado,  do PT, reclamou da falta de apoio do governo Raquel Lyra à Festa de Setembro. Segundo ela, em 2022 e 2023 ainda houve patrocínio do Governo do Estado, mas a partir de 2024 os recursos deixaram de ser repassados. “Chegou a ter uma sinalização de que poderíamos contar com três bandas, algo em torno de R$ 1,2 milhão. No entanto, no dia 3 de setembro fomos informados de que não seria mais possível. Em 2025, também não contamos com nada”, afirmou a prefeita. Traduzindo, a partir do momento em que Márcia passou a sinalizar que estaria com João,  o apoio sumiu.

Sebá quer cara a cara 

Num tom mais ameno que o usado pelo irmão,  Waldemar Oliveira,  o presidente estadual do AVANTE, Sebastião Oliveira,  disse ao Farol de Noticias,  que momento certo, vai tratar com a prefeita Márcia Conrado do acordo feito em 2024″, onde a apoiou tendo em troca a garantia de apoio a seu projeto em 2026. Márcia vai apoiar o marido,  Breno Araújo. “Tinha testemunhas, as testemunhas eram Duquinho, Faeca, Allan Pereira, e também Breno Araújo”, garantiu Sebá.

Linha de frente 

Não esperem nem um movimento que possa colocar a governadora Raquel Lyra em situação desconfortável de prefeitos como Zeca Cavalcanti,  Pollyana Abreu e Fabinho Lisandro. Aliados de primeira ordem,  não tem questionado Raquel. Ao contrário,  se precisar, vão defendê-la.

Mais uma

A empresária e candidata a prefeita em Carnaíba nas últimas eleições, Ilma Valério, pode estar trocando o Republicanos pelo PSD. Ilma esteve nas últimas agendas de Raquel, como na inauguração da sede estadual do partido,  com Gilberto Kassab. Na foto, Ilma, Raquel Lyra e Mário Viana Filho.

Homenagem

A Prefeitura de Itapetim inaugura na próxima quinta-feira,  dia 11, às 19 horas, a sede da Secretaria de Comunicação,  que com justiça homenageia o jornalista Inaldo Sampaio. Haverá bênção do Padre Jorge Adjan e palestra com esse blogueiro e o tema “a importância da comunicação e suas ferramentas na construção de uma gestão pública eficiente”.

Medida radical 

Em Afogados da Ingazeira,  o vereador Vicente Zuza,  o Vicentinho,  acabou o grupo institucional de WhatsApp da Câmara principalmente pela troca de farpas entre Mário Martins e Edson do Cosmético. Disse o presidente que “estava demais”. Outra medida inédita foi suspender as sessões por uma semana,  para os vereadores em linhas gerais refletirem sobre sua atuação na Casa.

Frase da semana:

“O governo mudou radicalmente para a esquerda e isso está fazendo muito, muito mal”.

De Donald Trump,  presidente americano,  indicando que no caso de outra linha ideológica no poder, ficaria feliz com o Brasil,  ignorando o fato de que é a população brasileira,  e não ele, que indica o caminho do país,  à esquerda,  centro ou direita. Se chama democracia.

Com fotos: MP aguarda nova audiência com Ministro para pressionar rapidez nas obras hídricas

Nova etapa  da Adutora do Pajeú ainda tem empresas com passivo a receber Uma nova reunião entre os promotores da Terceira Circunscrição e prefeitos do Cimpajeú buscou tocar a pauta de temas de relevância que tem norteado os municípios da região. Segundo o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, o tema central foi o das […]

Prefeitos e promotor Lúcio Almeida quando do primeiro encontro com Ministro Occhi. Nova reunião pretende cobrar agilidade nas obras hídricas.
Prefeitos e promotor Lúcio Almeida quando do primeiro encontro com Ministro Occhi. Nova reunião pretende cobrar agilidade nas obras hídricas.

Nova etapa  da Adutora do Pajeú ainda tem empresas com passivo a receber

Uma nova reunião entre os promotores da Terceira Circunscrição e prefeitos do Cimpajeú buscou tocar a pauta de temas de relevância que tem norteado os municípios da região.

Segundo o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, o tema central foi o das obras hídricas para socorrer a região. A principal delas para a salvação de cidades do Alto e Médio Pajeú  em pré colapso é a segunda etapa da Adutora do Pajeú. Na reunião houve presença da representação das empresas responsáveis pela Adutora em sua segunda etapa, o  Consórcio Projetec, que fiscaliza a obra e a MRM,  que executa. Foi a primeira reunião após  a audiência com o Ministro Gilberto Occhi, que foi divulgada amplamente na imprensa.

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Como já noticiada, a obra, assim como outras de impacto hídrico na região, dependem do impacto do ajuste fiscal. Mas algumas questões  precisam de soluções imediatas, segundo o promotor.

“Queremos resposta do que questionamos sobre números e o passivo do Ministério com a empresa Sangoban, fornecedora dos tubos da Adutora”, disse o promotor. O débito com a empresa, que era de R$ 20 milhões, foi reduzido. “Mas ainda há um passivo em torno de R$ 13 milhões. Sem normalização do fornecimento dos canos não dá pra continuar porque se não tem o dinheiro não tem o material”, disse Almeida.

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Já a executora, a MRN, tem um passivo de quase R$ 3 milhões. “Esse valor impacta nas contas internas na empresa e preocupação foi externada de forma contundente pelo representante da empresa”. Essas questões serão colocadas ao Ministro Occhi em nova audiência prevista para julho. Até lá, o MP espera mobilizar prefeitos, Deputados Federais e Senadores para pressionar e sensibilizar o Ministério. Obras como o Ramal Leste da Transposição e a Barragem da Ingazeira também estão na pauta.  “E uma questão que não tem partido, é de  soma de esforços”.

O MP ainda solicitou a Compesa no prazo de 15 dias uma posição de definição técnica da possibilidade de uso da Adutora do Rosário para receber água da Adutora do Pajeú salvando municípios hoje em pré colapso como São José do Egito, Tuparetama, Ingazeira, Iguaraci e o Distrito de Jabitacá.  O promotor destacou que neste momento  Santa Terezinha e Brejinho não serão contemplados nesse projetos dos ramais.  Já o ramal de Triunfo está contemplado  nos recursos aprovado para 2015.

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Também houve participação no encontro do 71º Batalhão de Garanhuns para tratar da Operação Pipa. Os representantes afirmaram  que serão incluídas mais treze cidades na Operação Pipa. Mas a operação depende também de recursos.

PE 292 – as empresas responsáveis pela fiscalização e execução da obra informaram que aumentou a faixa de rolamento, passando a ficar com 6,60 metros. Com isso, a zona de acostamento ficará com cerca de  70 centímetros.

“Ainda vai ser colocada nova camada de asfalto. Depois vai haver balizamento com sinalização. Queremos as placas necessárias em todas as curvas, lombadas, onde houver necessidade de sinalização, inclusive com as foto-refletivas”.  O MP ainda quer o recuo das cercas e fiscalização de animais soltos. Para isso, está buscando audiência com a Secretaria de Transportes.

PT tabirense lamenta morte de filiado histórico

Nota de Pesar O Diretório Municipal do PT de Tabira comunica com grande pesar o falecimento de José Naudo de Oliveira, sindicalista, filiado, e militante do PT, ocorrido na tarde de ontem, sábado, dia 19. Zé Naudo como era mais conhecido, foi diretor do Sindicato dos Trabalhadores(as) de Tabira e candidato a vice prefeito pelo […]

Nota de Pesar

O Diretório Municipal do PT de Tabira comunica com grande pesar o falecimento de José Naudo de Oliveira, sindicalista, filiado, e militante do PT, ocorrido na tarde de ontem, sábado, dia 19.
Zé Naudo como era mais conhecido, foi diretor do Sindicato dos Trabalhadores(as) de Tabira e candidato a vice prefeito pelo PT no ano de 2008. Nunca se curvou diante a tantos embates e travou grandes lutas junto ao seu partido.

Neste momento de perda e de dor, nos solidarizamos com os familiares de Zé Naudo e com toda a Diretoria do Partido dos Trabalhadores (PT). Que Deus lhes conforte o coração e enxugue suas lágrimas.

Não podemos deixar de render grandes homenagens a Zé Naldo que faz parte da história de luta e conquistas do Movimento Sindical Rural e dos movimentos sociais em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.

Socorro Veras
Presidente do PT de Tabira

O vereador Aristóteles Monteiro também lamentou o falecimento de Zé Zaldo ocorrido na tarde deste sábado dia 19.

“Zé Naldo além de ser um sindicalista e militante do partido dos trabalhadores(PT) era um grande amigo e companheiro de grandes lutas. Sem dúvida Tabira e o partido dos trabalhadores(PT) perde um grande líder”.

“Deixo o meu abraço e o meu carinho aos familiares e rogo ao pai para que conforte seus corações neste momento de dor”, conclui.

Júnior Campos: “perdi um irmão”

Lá se foi um amigo de escola, de profissão e de vida pública. Perdi um irmão. Juntos atravessamos momentos desafiadores e turbulentos, mas também, comemoramos vitórias e conquistas. Alberto Ribeiro foi mais uma vítima fatal da COVID – 19. No rádio, ele não precisava dividir a bancada de um programa jornalístico com ninguém. Sempre muito […]

Lá se foi um amigo de escola, de profissão e de vida pública. Perdi um irmão. Juntos atravessamos momentos desafiadores e turbulentos, mas também, comemoramos vitórias e conquistas. Alberto Ribeiro foi mais uma vítima fatal da COVID – 19.

No rádio, ele não precisava dividir a bancada de um programa jornalístico com ninguém. Sempre muito dinâmico de raciocínio rápido e de um coração enorme; Alberto me deu a oportunidade de conhecer a radiodifusão. Que experiência inesquecível!

Entramos para história da Rádio Princesa (à época ainda AM) e não fomos simplesmente mais dois profissionais do quadro da emissora. Conquistamos a confiança dos ouvintes, da classe empresarial e política. A audiência era algo singular, o que não poderia ser diferente – Alberto não tinha apenas a voz de garganta, ou simplesmente a ‘voz de trovão’, o timbre e a sensibilidade de falar com quem estava do outro lado do rádio vinha do coração.

O rádio assim como a partida de Alberto não tem explicação racional, mas ele se foi Deus assim decidiu, acredito eu, por enxergar que este plano material não era suficiente para abrigar um homem tão humano, leal, honesto e sensível ao próximo.

De fato, Alberto tinha um coração de criança, era de um caráter ingênuo sem igual. O plano divino recebeu um ser celeste e por aqui a sua ausência nos consome, nos provocando uma dor que nos faltam palavras para defini-la.

Não deu para prosseguir com o texto, as lágrimas são mais intensas que o desejo de externar o nosso pesar e gratidão por sua existência em nossas vidas. Até o nosso encontro celeste meu amigo, descanse em Paz.

21 DE NOVEMBRO: Flores se despediu de Alberto dando uma grande demonstração de amor, carinho e gratidão. O sol estava forte, mas não forte o suficiente para manter os florenses dentro de suas casas. As calçadas, sacadas de prédios e esquinas foram tomadas por populares – Alberto era muito querido.

UM GIGANTE: O que dizer de ‘Giba’? Pequenino como seu carinhoso apelido, será? Claro que não! Um exemplo a ser seguido. Foi para linha de frente de um grande combate e venceu. Um verdadeiro baluarte!

ADIOU: O Prefeito Marconi Santana resolveu adiar a agenda em Brasília. “Não têm clima”, disse em reserva. Já na rede social, Marconi acrescentou: “Ainda estamos sentindo muito a partida repentina do nosso amigo e irmão Alberto e por este motivo estamos adiando nossa agenda em Brasília”, escreveu.

REFLEXÃO: Você ainda têm dúvidas, que a COVID – 19 mata? Não gaste o seu tempo em atribuir culpa a alguém. A responsabilidade de ser proteger e de proteger quem você ama é mais sua de qualquer outra pessoa. Bom domingo!

Cunha autoriza processo de Impeachment contra Dilma

O Presidente da Câmara dos Deputados, Luiz Eduardo Cunha (PMDB), acaba de confirmar em coletiva que acatou pedido de Impeachment assinado por Hélio Bicudo, em parecer de 22 páginas, que será publicado hoje no Diário Oficial. O pedido questiona decretos que movimentaram  R$ 2 bi em descumprimento a Lei Orçamentária. A crítica é de que […]

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O Presidente da Câmara dos Deputados, Luiz Eduardo Cunha (PMDB), acaba de confirmar em coletiva que acatou pedido de Impeachment assinado por Hélio Bicudo, em parecer de 22 páginas, que será publicado hoje no Diário Oficial.

O pedido questiona decretos que movimentaram  R$ 2 bi em descumprimento a Lei Orçamentária. A crítica é de que mesmo aprovado e sancionado o decreto afronta a Lei Orçamentária.

Ele afirmou que a motivação não foi política e que caberá ao Congresso definir o futuro do pedido. Coincidentemente, Deputados do PT decidiram na Comissão de Ética hoje não apoiar seus pares na defesa de Cunha na Comissão de Ética.

 “Proferi a decisão com o acolhimento da denúncia”, disse em entrevista coletiva na Câmara na tarde desta quarta-feira (2).

Os deputados da oposição entregaram no dia 21 de outubro à presidência da Câmara dos Deputados um novo pedido de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT) elaborado pelos juristas Hélio Bicudo, um dos pioneiros do PT, Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), e Janaína Conceição Paschoal, advogada.

“A mim não tem nenhuma felicidade em praticar esse ato. Não o faço em natureza política”, declarou o presidente da Câmara. “Lamentando profundamente o que está ocorrendo. Que nosso país possa passar por esse processo, superar esse processo.”

O documento entregue em outubro incorporou as denúncias de que as chamadas pedaladas fiscais continuaram a ser praticadas este ano, com base em representação do Ministério Público do TCU (Tribunal de Contas da União). O novo pedido também é visto como uma forma de superar a discussão jurídica sobre se o impeachment pode ser aplicado com base em fatos ocorridos no mandato anterior.

Bicudo e Reale Júnior já haviam protocolado um pedido de impeachment, mas o documento original foi apresentado antes das decisões do STF e não incluía os argumentos contra as pedaladas fiscais em 2015. Além dos juristas, a professora de direito da USP, Janaína Paschoal também assina o pedido.