Governistas então fazendo o jogo de Luciano Pacheco, mas ainda não perceberam
Mais uma vez, a sessão na Câmara de Arcoverde descambou para o caos e foi encerrada antes do fim.
Os embates, sem nenhuma construtividade, transpareceu ainda mais o desgaste institucional e o baixo nível do debate político no Legislativo municipal.
Os governistas, que tentam enfraquecer a imagem de Luciano Pacheco, presidente da Casa, ainda não entenderam que só estão fortalecendo a imagem do político perante à opinião pública. Isso porque Pacheco é o que se pode chamar de “raposa velha” da política e está buscando tirar proveito da situação com o discurso de vitimização.
O clima, que já era tenso, se agravou durante a participação do advogado Eudy Magalhães na Tribuna Livre.
Após ter o nome citado pelo advogado Eudy, o delegado e ex-vice-prefeito de Arcoverde, Israel Rubis, compareceu à sessão, o que acabou em confusão. A sessão foi encerrada. Pacheco ganhou mais tempo numa corda que o favorece se esticada.
Além disso, o embate entre a vereadora Célia e o próprio advogado contribuiu para elevar ainda mais a temperatura do plenário, evidenciando um ambiente de confronto e pouca construção de diálogo.
Como se não bastasse, o episódio ganhou novos contornos com a polêmica do VAR envolvendo a fala de teor gordofóbico contra Luciano Pacheco.
No meu comentário para o Jornal Itapuama desta terça-feira (21), faço uma análise desse conjunto de episódios que só tem reforçado a percepção de um Legislativo em crise, onde conflitos pessoais e discussões de baixo nível acabam ofuscando o papel central da Câmara: legislar e representar os interesses da população de Arcoverde.







Morreu na manhã deste sábado (26), por volta das 11h30, o deputado federal eleito Wagner Montes (PRB).














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