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Governador e presidente da Azul discutem nova base da companhia

Por Nill Júnior

Não houve informação se rota Recife-Serra Talhada esteve na pauta do encontro

Principal centro de conexões da Azul Linhas Aéreas no Nordeste e o terceiro no Brasil, o Recife abrigará, a partir de junho, a nova base da companhia para tripulantes.

O anúncio da instalação do crew desk, como é chamado esse tipo de instalação, foi feito pelo governador Paulo Câmara após receber o presidente do Comitê Executivo da empresa, José Mário Caprioli, nesta sexta-feira (08.02), no Palácio do Campo das Princesas.

A expectativa para os próximos 12 meses é de que a nova base proporcione cerca de 300 postos de trabalho diretos, sendo 110 para pilotos e 190 para comissários. O espaço irá funcionar no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre.

Implantado em 2016 no Recife, quando a empresa operava 26 ligações diárias partindo da capital pernambucana, o hub regional da Azul quase triplicou o número de voos desde então.

“Saímos de 26 voos diários para 56, e de 11 para 31 destinos, entre nacionais e internacionais. Isso mostra o acerto da política dessa parceria, feita há três anos, que agora se consolida com a instalação de uma base aqui. São cerca de 300 pessoas, entre comandantes e comissários, que vão morar no Recife e na Região Metropolitana, o que é bom para a economia e para o turismo”, frisou Paulo Câmara.

A expectativa, segundo a Azul, é receber ainda este ano pilotos das aeronaves Airbus A320neo e, em 2020, comandantes e copilotos dos turboélices ATR. As aeronaves têm capacidade de 70 até 174 assentos e são utilizadas desde em rotas regionais até voos de longo curso dentro e fora do país. Os comissários da base em Pernambuco servirão não somente aos Airbus A320neo e os ATR, mas também às demais aeronaves da companhia.

De acordo com o presidente do Comitê Executivo da Azul, José Mário Caprioli, a chegada da nova base vai promover uma melhoria significativa na qualidade de vida dos funcionários da empresa no Nordeste.

O aumento do número de pousos e decolagens registrados no Aeroporto do Recife chegou a superar a margem de 100% nos últimos três anos. Em 2015, foram 7.999 decolagens e 8.013 pousos, contra 11.396 decolagens e 11.448 pousos no ano seguinte. Já em 2018, foram contabilizadas 17.166 decolagens e 17.118 pousos.

Não foi divulgado se o tema da rota Recife-Serra Talhada esteve na pauta. Das rotas programadas para a companhia, é uma das que sofreram atraso por conta de exigências finais feitas pela ANAC para que a operação possa ser iniciada.

Em novembro, foi noticiado que o Aeroporto Santa Magalhães, ainda precisava de ajustes antes de receber certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), como o alargamento da pista e a construção de uma cerca ao redor do sítio aeroportuário.

A Azul garantiu que está pronta para iniciar as operações em Serra Talhada e está “apenas aguardando” a certificação do aeroporto.

Outras Notícias

Lembrança e esquecimento: o dever de lembrar do 8 de janeiro de 2023

Por Augusto César Acioly Paz Silva* Lembrança e esquecimento, são partes integrantes da condição humana, que tem os seus usos históricos, políticos, sociais e culturais. A História, como forma de conhecimento e aprendizagem humana, tem papel fundamental na reflexão à respeito destas duas dimensões. Por isto, tal conhecimento e os profissionais da História, possuem um […]

Por Augusto César Acioly Paz Silva*

Lembrança e esquecimento, são partes integrantes da condição humana, que tem os seus usos históricos, políticos, sociais e culturais. A História, como forma de conhecimento e aprendizagem humana, tem papel fundamental na reflexão à respeito destas duas dimensões. Por isto, tal conhecimento e os profissionais da História, possuem um compromisso ético em problematizar quais os motivos que faz com que determinada sociedade lembre e esqueça dos seus eventos e problemas.

Há um ano atrás, num domingo, a menos de uma semana após a posse do presidente que foi eleito de maneira livre e democrática, vários partidários do candidato derrotado nas urnas, aderiram numa tentativa de tomar o poder, dentro de todo um cenário simbólico que se materializou na invasão das sedes dos poderes da República: o Congresso, o Palácio do Planalto e o STF, identificados como espaços, que uma vez ocupados seriam centros irradiadores para à adesão de diversos segmentos na deposição do governo constituído a partir da eleição de 2022.

A justificativa dos extremistas de Direita foi sendo construída e aprofundada ao longo dos quatro anos da Gestão presidencial de Jair Bolsonaro, numa estratégia política de tensionamento aos poderes constituídos, operando dentro da lógica de construção do Caos, realidade muito bem analisada pelo cientista político italiano Giuliano da Empoli, no seu importante livro “Os Engenheiros do Caos: Como as Fake News, as Teorias da Conspiração e os Algoritmos estão sendo utilizados para disseminar ódio, medo e influenciar eleições”. Nos últimos anos, a internet através das diversas redes sociais, foram utilizadas para disseminar todos os tipos de absurdos, que procuraram construir lógicas, sem base na realidade concreta. 

Dentre estas construções, antigos discursos, que defendiam “a verdadeira democracia”, foram recuperados na perspectiva de que o sistema democrático em que vivemos, não era mais válido e precisávamos superá-los, muitas vezes, estruturando discursos de defesa de uma suposta “liberdade de Expressão”, usada pelos bolsonaristas para justificar a licença de cometer toda sorte de crimes e de falta de respeito ao que estava estabelecido na constituição e, nos Direitos, que foram sendo construídos, ao longo do processo de mobilização e luta pelo alargamento dos Direitos, de diversas populações que, não foram ao longo dos séculos respeitados.

A Democracia é um aprendizado e, nós enquanto, sociedade temos o dever de lutar de maneira intransigente pela sua defesa e manutenção. Como aprendizado não podemos relativizar a defesa de princípios que ordenam este sistema, por isto, diferente das versões que foram sendo estabelecidas desde o dia 08/01/2023, não é possível encarar este evento como se não fosse uma tentativa de Golpe, não podemos ser lenientes com aqueles que orquestraram, sejam os autores intelectuais, financiadores ou as pessoas tomaram parte na invasão e destruição do patrimônio dos poderes, sejam aquelas que aderiram por convicção ou dinheiro.

Não podemos diminuir a gravidade do que aconteceu e lembrá-lo, é dever de todo cidadão que tem compromisso com a Democracia, pois esta é a única fórmula política possível de se viver. Historicamente, enquanto sociedade, em vários momentos, devido a uma Cultura Política assentada numa dimensão autoritária, convivemos com diversas formas de autoritarismos, que se efetivaram em regimes de exceção, como a Ditadura do Estado Novo (1937-45) e o Golpe Civil Militar de 1964. A arquitetura de Golpes, sempre se apresentaram como solução pelos segmentos mais conservadores, na tentativa de barrar conquistas, ou mesmo, consolidar em vários momentos do nosso processo histórico, o aprofundamento de experiências democráticas.

Por tais questões, não é possível diminuir as ações que se efetivaram com o 08 de janeiro de 2023, não podemos tratar tal ação como algo “menor”, porque não se efetivou como pretendiam os seus articuladores, as pessoas têm que continuar a ser efetivamente punidas, seguindo óbvio todo o processo devido legal e o respeito aos seus Direitos. Pensar e lembrar tal evento, deve se constituir, numa experiência de consolidação e defesa da Democracia em nossa sociedade como um valor permanente. Dito isto, todos nós temos o dever de lembrar do 08 de janeiro de 2023, para que eventos que questionem, ou coloquem em risco, os valores democráticos sejam combatidos e repudiados e cada vez mais, a Democracia seja respeitada e internalizada pelos indivíduos que vivem na sociedade brasileira.

*(Doutor em História, professor da AESA-CESA, do ProfHistória e PGH UFRPE)

Polícia Civil obtém imagens de homem que atirou contra acampamento do PT; veja os vídeos

Do Congresso em Foco A Polícia Civil do Paraná, responsável pela investigação do ataque a tiros contra o acampamento Marisa Letícia, de militantes do PT, obteve imagens de câmeras de segurança que mostram um homem disparando contra o local em que os militantes estão acampados em apoio ao ex-presidente Lula. O atentado, ocorrido durante a […]

Do Congresso em Foco

A Polícia Civil do Paraná, responsável pela investigação do ataque a tiros contra o acampamento Marisa Letícia, de militantes do PT, obteve imagens de câmeras de segurança que mostram um homem disparando contra o local em que os militantes estão acampados em apoio ao ex-presidente Lula. O atentado, ocorrido durante a madrugada deste sábado (28), deixou duas pessoas feridas. Jeferson Menezes, de 39 anos, foi atingido no pescoço e está internado em observação.

Segundo Fábio Amaro, delegado titular da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o suspeito chegou ao local em um carro preto, desceu e foi caminhando até o acampamento. Dois vídeos mostram o homem disparando e fugindo em seguida (veja os vídeos mais abaixo). A DHPP pede que pessoas que tenham informações sobre o ataque entrem em contato pelo número 0800-643-1121. A ligação é gratuita e anônima.

Segundo a assessoria da Polícia Civil do estado, testemunhas do ataque foram ouvidas durante a tarde e o policiamento no local foi reforçado e as forças de segurança do Paraná estão trabalhando de forma conjunta para identificar o atirador. A Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária do estado (Sesp-PR) também havia confirmado que cápsulas de pistola 9mm foram recolhidas no local e um inquérito foi aberto para apurar o caso.

Veja os vídeos:

Fachin homologa delação que envolve Renan Calheiros

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin homologou o acordo de delação premiada de Jorge Luz, lobista apontado como intermediador de propinas para políticos do MDB. Em sua delação premiada, Luz relatou ter pago milhões em propinas para o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e aliados. O senador nega as acusações. De acordo com […]

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin homologou o acordo de delação premiada de Jorge Luz, lobista apontado como intermediador de propinas para políticos do MDB. Em sua delação premiada, Luz relatou ter pago milhões em propinas para o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e aliados. O senador nega as acusações.

De acordo com o jornal O Globo, o acordo foi homologado na semana passada por Fachin. Jorge Luz e seu filho, Bruno Luz, foram presos em fevereiro de 2017, nos Estados Unidos, durante a 38ª fase da Operação Lava Jato.

Segundo a delação, foram repassados cerca de R$ 11,5 milhões a um grupo de políticos do MDB, que inclui Renan, o também senador Jarder Barbalho (PA), o deputado Aníbal Gomes (CE) e o ex-ministro de Minas e Energia Silas Rondeau.

Jorge Luz relatoi à Procuradoria-Geral da República (PGR) que os repasses eram operacionalizados por meio de Aníbal Gomes ou de seu assessor Luís Carlos Batista Sá, representando Renan. Eles também indicaram, segundo o delator, contas no exterior onde a propina deveria ser depositada. Os repasses eram contrapartida por contratos da diretoria Internacional da Petrobras, segundo Luz.

Em nota, o advogado de Renan Calheiros, Luís Henrique Machado, negou as acusações e que o senado tivesse qualquer relação com Jorge Luz. “O senador Renan já afirmou que conheceu Jorge Luz há aproximadamente 20 anos e desde então nunca mais o encontrou. Repita-se que o senador jamais autorizou, credenciou ou consentiu que terceiros utilizassem o seu nome”, diz a nota.

Aníbal Gomes e Jader Barbalho também negaram as acusações. A defesa de Luís Carlos Batista Sá disse que não teve acesso à colaboração e só poderá refutar as acusações após ter acesso aos autos.

 

Bispos divulgam nota contra uso de imagens religiosas na Parada Gay

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em São Paulo divulgou nota nesta quinta-feira (11) com posicionamento contrário ao uso de símbolos religiosos durante a 19ª Parada do Orgulho LGBT, realizada no último domingo (7). A atriz Viviany Beleboni, de 26 anos, foi até o evento na capital paulista presa em uma cruz. Segundo […]

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em São Paulo divulgou nota nesta quinta-feira (11) com posicionamento contrário ao uso de símbolos religiosos durante a 19ª Parada do Orgulho LGBT, realizada no último domingo (7).

A atriz Viviany Beleboni, de 26 anos, foi até o evento na capital paulista presa em uma cruz. Segundo a transexual “crucificada”, o ato foi realizado para “representar a agressão e a dor que a comunidade LGBT tem passado”. Ela foi fotografada por João Castellano, da agência Reuters e a imagem viralizou nas redes sociais. Viviany chegou a receber ameaças de morte.

A nota, divulgada no site da conferência e no Facebook de dom Odilo Scherer, diz que foram “claras manifestações de desrespeito à consciência religiosa de nosso povo e ao símbolo da fé cristã, Jesus crucificado”. O texto também aponta que a “fé cristã e católica, e outras expressões de fé encontram defesa e guarida na Constituição Federal”.

A CNBB também expressou repúdio ao uso da imagem de Jesus na Parada Gay e apela “aos responsáveis pelo Poder Público, guardiães da Constituição e responsáveis pela ordem social e pelo estado democrático de direito, que defendam o direito agredido”.

A nota não cita diretamente o nome da transexual, mas a imagem de Viviany circulou pelas redes sociais e provocou até uma manifestação de deputados evangélicos e católicos na Câmara dos Deputados.

Além disso, durante esta semana diferentes fotos circularam nas redes sociais mostrando pessoas usando a imagem de Jesus Crucificado. Algumas delas, no entanto, não foram feitas na Parada Gay 2015.

Datafolha: Lula oscila de 45% para 47%, e Bolsonaro mantém 33%

Oscilação positiva do petista amplia chances de vitória no primeiro turno  Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 47% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 33%. Ciro Gomes […]

Oscilação positiva do petista amplia chances de vitória no primeiro turno 

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22), encomendada pela Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, mostra que o ex-presidente Lula (PT) tem 47% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), com 33%. Ciro Gomes (PDT) tem 7% e Simone Tebet (MDB) tem 5%.

Em relação à pesquisa anterior do Datafolha, de 15 de setembro, Lula oscilou de 45% para 47%. Já Bolsonaro se manteve com 33%. Ciro oscilou de 8% para 7% e Tebet manteve 5%. Soraya Thronicke (União Brasil) oscilou de 2% para 1%.

Nos votos válidos (que não levam em conta os votos nulos, brancos e indecisos), Lula tem 50%. Segundo o Datafolha, não é possível afirmar se eleição será ou não decidida no primeiro turno. Mas ele se aproxima mais dessa possibilidade. 

A pesquisa ouviu 6.754 pessoas em 343 municípios entre os dias 20 e 22 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-04180/2022.

Intenção de voto estimulada – Lula (PT): 47% (45% no Datafolha anterior, de 15 de setembro); Jair Bolsonaro (PL): 33% (33% na pesquisa anterior); Ciro Gomes (PDT): 7% (8% na pesquisa anterior); Simone Tebet (MDB): 5% (5% na pesquisa anterior); Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (2% na pesquisa anterior); Felipe d’Avila (NOVO): 0% (0% na pesquisa anterior); Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior); Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior); Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior); Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior); Padre Kelmon (PTB): 0% (0% na pesquisa anterior); Em branco/nulo/nenhum: 4% (4% na pesquisa anterior); Não sabe: 2% (2% na pesquisa anterior).

Felipe d’Avila (Novo), Vera (PSTU), Sofia Manzano (PCB), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP) e Padre Kelmon (PTB) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto.

Votos válidos

Essa modalidade não leva em conta os votos nulos, brancos e indecisos. Segundo o Datafolha, não é possível afirmar se eleição será ou não decidida no primeiro turno.

Lula: 50% (48% em 15 de setembro); Bolsonaro: 35% (36% no levantamento anterior).

2º turno – Lula (PT): 54% (54% na pesquisa de 9 de setembro); Bolsonaro (PL): 38% (38% na pesquisa anterior).

Detalhamento

Lula vai melhor que Bolsonaro: Entre as mulheres (49% a 29%); entre os mais jovens –de 16 a 24 anos (54% a 24%); entre os eleitores com ensino fundamental (56% a 26%); entre os mais pobres –que recebem até dois salários mínimos (57% a 24%); entre quem se declara preto (55% a 25%); entre os católicos (53% a 28%); entre beneficiários do Auxílio Brasil (59% a 26%).

Por região – Lula e Bolsonaro estão empatados tecnicamente na região Sul (40% para o petista e 39% para Bolsonaro), Centro-Oeste (Bolsonaro está com 41%, ante 38% de Lula) e Norte (42% Lula x 36% Bolsonaro). No Sudeste, Lula tem 41% e Bolsonaro 36%. No Nordeste, Lula tem 62% e Bolsonaro 24%.

Intenção de voto espontânea – Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados nomes de candidatos, Lula aparece com 42% das intenções de voto; e Bolsonaro, com 31%. Ciro foi citado por 4%; e Simone Tebet, por 3%.

Lula (PT): 42% (41% na pesquisa de 15 de setembro); Jair Bolsonaro (PL): 31% (30% na pesquisa anterior); Ciro Gomes (PDT): 4% (4% na pesquisa anterior); Simone Tebet (MDB): 3% (3% na pesquisa anterior); outras respostas: 3% (3% na pesquisa anterior); em branco/nulo/nenhum: 4% (5% na pesquisa anterior); não sabe: 14% (15% na pesquisa anterior).