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Gerente de Articulação Regional promete levar problemas da Compesa à governadora

Por Nill Júnior

O Gerente de Articulação Regional da Casa Civil,  Mário Viana Filho,  disse ao programa Manhã Total,  da Rádio Pajeú,  que levará à governadora Raquel Lyra os problemas enfrentados pela população de Afogados em relação ao drama da má distribuição de água pela Compesa.

Hoje,  bairros continuaram reclamando da falta de água. A comunidade do São Braz é a que tem liderado as queixas na Rádio Pajeú. O bairro é um dos maiores da cidade.

A emissora tem buscado ouvir o Gerente Kaio Maracajá para explicar o que tem ocorrido e a previsão de regularizar a distribuição. Em nota, a Compesa culpou a manutenção em poços de Fátima,  que afetam a distribuição em três populosas áreas da cidade. Mas não é a primeira vez que a cidade é marcada por essas queixas.

“Desde o ano passado há a solicitação de uma ETA móvel (Estação de Tratamento) nova pra Tabira, orçada em mais de R$ 10 milhões. Afogados hoje manda água tratada para Tabira, ajudando na distribuição. Com essa ETA,  Afogados vai ter mais água tratada”. Ele diz que questões burocráticas ligadas à licitação têm atrasado o investimento.

“Tem um projeto pra ser concluído da ETA de Afogados orçado em R$ 2,2 milhões”, afirma. A construção de uma outra ETA e uma Estação Elevatória na Itã, em Carnaíba, atendendo também Alto Vermelho e Ibitiranga,  também deve melhorar a distribuição em Afogados.

Disse ainda que a mesma coisa se aplica às estradas, com a cobrança de melhorias na PE 320, a coluna vertebral viária da região,  que também precisa de reparos.

Outras Notícias

InfoGripe aponta tendência de aumento do número de casos de SRAG no país

O Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado nesta semana, aponta crescimento nas tendências de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas) dos casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG). A análise é referente à Semana Epidemiológica (SE) 25, período de 19 a 25 de junho.  O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do Boletim, destaca […]

O Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado nesta semana, aponta crescimento nas tendências de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas) dos casos de Síndrome Respiratória Aguda (SRAG). A análise é referente à Semana Epidemiológica (SE) 25, período de 19 a 25 de junho. 

O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do Boletim, destaca que a possível interrupção do crescimento sinalizada na edição da semana anterior não se manteve. No entanto, o sinal de interrupção se mantém para os estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo, com oscilação em patamar elevado no Paraná.

Nas quatro últimas SE a prevalência entre os casos com resultado positivo para vírus respiratórios foi de 2,4% para influenza A, 0,1% para influenza B, 7,6% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 77,6% para Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 1,0% para influenza A, 0,1% para influenza B, 1,4% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 94,5% para Sars-CoV-2 (Covid-19). 

Na faixa etária de 0 a 4 anos os dados das últimas quatro semanas mostram que o Sars-CoV-2 já se aproxima do observado para VSR. Esses dois vírus corresponderam a 36% e 39%, respectivamente. Assim, o estudo indica, em crianças e adolescentes, manutenção de SRAG do sinal de queda entre os grupos de 0 a 4 e 5 a 11 anos. Na população adulta observa-se sinal de desaceleração, porém ainda em situação de crescimento, especialmente nas faixas etárias a partir de 50 anos.

Estados e capitais

Os dados mostram que 16 das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: AL, CE, DF, GO, MG, MS, MT, PB, PI, PR, RJ, RN, RR, SC, SP e TO. Nos estados das regiões Sudeste e Sul há indícios de possível interrupção na tendência de crescimento nas últimas semanas, que devem ser reavaliados nas próximas atualizações para confirmação.

Entre as capitais, 18 das 27 apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Plano Piloto e arredores de Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN), Palmas (TO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES). Quinze macrorregiões de saúde encontram-se em nível pré-epidêmico, 14 em nível epidêmico, 66 em nível alto, 22 em nível muito alto, e uma macrorregião de saúde em nível extremamente alto.

Casos de SRAG no país

Em nível nacional, o cenário atual sugere que a situação de casos casos notificados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) apresenta indícios de crescimento nas tendências de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas). “Ainda que em ritmo mais lento do que aquele observado ao longo dos meses da abril e maio”, observa o pesquisador Marcelo Gomes.

Governo dá indicativo que não haverá flexibilização das máscaras em Pernambuco

Foto: Wellington Júnior Por André Luis Na manhã desta terça-feira (15), o Governo de Pernambuco voltou a reforçar, em suas redes sociais, a campanha de incentivo ao uso de máscaras. “As vias aéreas (boca e nariz) são as principais portas de entrada do novo coronavírus em nosso organismo. Usar a máscara é fundamental para evitar […]

Foto: Wellington Júnior

Por André Luis

Na manhã desta terça-feira (15), o Governo de Pernambuco voltou a reforçar, em suas redes sociais, a campanha de incentivo ao uso de máscaras.

“As vias aéreas (boca e nariz) são as principais portas de entrada do novo coronavírus em nosso organismo. Usar a máscara é fundamental para evitar a contaminação e a proliferação da doença”, diz a legenda do card da campanha com o clássico recado: “A máscara esquenta, aperta e incomoda. Mas a máscara pode salvar a sua vida”.

O reforço pelo uso do equipamento de proteção vem logo após várias notícias dando como certo o anúncio da flexibilização do uso das máscaras durante coletiva de imprensa que acontece logo mais às 11h para anunciar novas flexibilizações no Plano de Convivência com a Covid-19 no Estado.

A coletiva contará com as presenças dos secretários André Longo (Saúde) e Sidia Haint (executiva de Desenvolvimento Econômico), e será realizada de modo presencial, sem transmissão pela internet.

A expectativa é de que haja um relaxamento das medidas, com perspectiva de maior público permitido em shows e nos estádios, por exemplo.

Sertaneja de Arcoverde no Big Brother Brasil

A psicanalista Tereza, de Arcoverde, é uma das participantes do Big Brother Brasil. Solteira, mãe de dois filhos, avó de três netos, compartilhava com um dos herdeiros o sonho de entrar no reality show. “Sempre quis participar do programa, mas achava que não conseguiria”. Detalhe: ela já se casou seis vezes.  Pernambucana contou que não pretende fazer […]

A psicanalista Tereza, de Arcoverde, é uma das participantes do Big Brother Brasil. Solteira, mãe de dois filhos, avó de três netos, compartilhava com um dos herdeiros o sonho de entrar no reality show. “Sempre quis participar do programa, mas achava que não conseguiria”. Detalhe: ela já se casou seis vezes. 

Pernambucana contou que não pretende fazer panelinha, que quer logo conhecer a cozinha e ‘marcar a cama‘ assim que entrar na casa. “Sou uma mulher forte, guerreira, sou do sertão pernambucano e vou levar para casa essa mulher guerreira”, avisou.

Quando descobriu que estava dentro da 19ª edição do reality, Tereza estava sozinha em casa e sua primeira reação, depois do choque, foi lembrar do filho: “Eu não acredito! David, é pra tu!”.

Depois de muito choro e alguns copos d’água, a psicanalista saiu de casa sem nem olhar pra trás, apagando as luzes e esquecendo a porta aberta, na pressa de chegar logo no seu sonho.

Inflação que regula aluguéis desacelera nos primeiros dias de fevereiro

Do Correio Braziliense A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) fechou o segundo decêndio de fevereiro em 0,16%, registrando desaceleração de preços da ordem de 0,39% em relação à taxa do segundo decênio do mês anterior, cuja alta foi 0,55%. O segundo decêndio do mês compreende os preços coletados entre os […]

Do Correio Braziliense

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) fechou o segundo decêndio de fevereiro em 0,16%, registrando desaceleração de preços da ordem de 0,39% em relação à taxa do segundo decênio do mês anterior, cuja alta foi 0,55%. O segundo decêndio do mês compreende os preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. O indicador foi divulgado hoje (19) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV).

IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) é divulgado no final de cada mês de referência. Atualmente, ele é o índice de referência utilizado para o reajuste dos aumentos da energia elétrica e dos contratos de aluguéis.

No segundo decênio de fevereiro, a retração do IGP-M foi fortemente influenciada pela variação dos preços ao produtor, que tem peso de 60% na composição no indicador. Segundo o Ibre, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou deflação (inflação negativa) de 0,22%, no segundo decêndio de fevereiro, queda de 0,59 ponto percentual em relação aos 0,37% do período anterior.

A taxa de variação dos bens finais passou de 1,26% para 1,03%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa caiu de 10,47% para 4,92%. A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 0,36%, em janeiro, para -0,33%, em fevereiro, puxado pelo subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,23% para -0,84%.

O índice referente a matérias-primas brutas registrou variação de -1,64%. No mês anterior, a taxa foi -0,69%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram soja em grão (0,72% para -7,71%), suínos (0,82% para -10,91%) e milho em grão (-0,25% para -2,00%).

Também o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% na formação do IGP-M, registrou variação menor no segundo decêndio de fevereiro: alta de 1,02%, contra os 1,06%, do mesmo período do mês anterior. Segundo o Ibre, quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo alimentação (1,49% para 0,72%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item hortaliças e legumes, cuja taxa caiu de 11,74% para 2,93%. Também foram computados decréscimos nas taxas de variação dos grupos habitação (de 1,37% para 1,13%), Vestuário (0,05% para -0,12%) e Comunicação (0,50% para 0,33%).

Contas públicas acumulam resultado negativo de R$ 1,1 bilhão até agosto

Agência Brasil – O setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 7,310 bilhões, em agosto, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (30). No mesmo mês de 2014, houve déficit primário de R$ 14,460 bilhões. O governo tem uma meta de […]

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Agência Brasil – O setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 7,310 bilhões, em agosto, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (30). No mesmo mês de 2014, houve déficit primário de R$ 14,460 bilhões.

O governo tem uma meta de superávit primário, economia de recursos para pagar os juros da dívida pública, de 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, este ano. Desse total do setor público, 0,10% correspondem ao Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência). O superávit primário ajuda a conter o endividamento do governo, no médio e no longo prazos.

Mas o governo não conseguiu fazer essa economia em agosto e nos resultados acumulados do ano e em 12 meses. Nos oito meses do ano, o setor público registrou déficit primário de R$ 1,105 bilhão, o pior resultado para o período registrado na série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001. Em 12 meses encerrados em agosto, o setor público apresentou déficit primário de R$ 43,845 bilhões.

Nos oito meses do ano, o Governo Central registrou déficit primário de R$ 14,884 bilhões, enquanto os governos estaduais registraram superávit primário de R$ 13,860 bilhões. Os governos municipais registram superávit primário de R$ 2,092 bilhões. Já as empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, registraram déficit primário de R$ 2,172 bilhões.

Os gastos com os juros que incidem sobre a dívida chegaram a R$ 49,703 bilhões, em agosto, e acumularam R$ 338,326 bilhões, nos oito meses do ano.

O déficit nominal, formado pelo resultado primário e as despesas com juros, chegou a R$ 57,013 bilhões, no mês passado. De janeiro a agosto, o resultado negativo ficou em R$ 339,431 bilhões.

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 1,929 trilhão em agosto, o que corresponde a 33,7% do PIB. Em julho, essa proporção estava em 34,2%. A dívida bruta (contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 3,743 trilhões ou 65,3% do PIB, aumento de 0,7 ponto percentual em relação a julho.