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Galeguinho das Encomendas diz ter ajuda para Festa Universitária negada pela organização

Por Nill Júnior

O influencer Galeguinho das Encomendas se manifestou hoje sobre a Festa Universitária de São José do Egito.

Nos dias que antecederam o evento, nas redes sociais foi ventilada a possibilidade dele organizar ou levar algumas atrações.  O tema chegou até ao Debate do Sábado.  “Galeguinho traria mais atrações de peso para a festa”, disse um ouvinte.

No vídeo,  Galeguinho diz que tratou do tema com Marcílio, da organização do evento,  a cargo da Associação Cultural de São José do Egito.

“Eu disse que meu aniversário era dia 25 e que falasse com o pessoal da organização pra gente colocar Felipe Amorim, com entrada de quatro quilos de alimentos para ajudar a população.  Sabe o que disseram? Não,  a gente não aceita.  Beleza. E outra: esse ano não vou à Festa Universitária. Eu não vou nem aí”.

Disse que teria como levar outros nomes para o evento.   “A prova tá aí: João Gomes em Ouro Velho, Marcinho Sensação em Ouro Velho, Natanzinho e Márcia Felipe em Santa Terezinha,  através do Galeguinho das Encomendas “.

“Eu só vou onde me cabe. Eu nunca fui chamado nem pra tomar um café com todos que organizam a Festa Universitária.  Eles não querem ninguém perto deles.  Não querem ajuda.  É algum mistério”, disse, de Petrolina, onde está a trabalho.

Outras Notícias

A ciranda das vacinas, na Revista do Sábado, 11h

A Secretária de Saúde de Serra Talhada, Lisbeth Souza, e a Gerente Regional de Saúde, Karla Milena, são convidadas da Revista do Sábado, a partir das 11h na Cultura FM. Serra Talhada recebeu 3.365 doses da vacina da Janssen (Johnson & Johnson) contra a Covid-19 chegando ao município. O imunizante de dose única começa a […]

A Secretária de Saúde de Serra Talhada, Lisbeth Souza, e a Gerente Regional de Saúde, Karla Milena, são convidadas da Revista do Sábado, a partir das 11h na Cultura FM.

Serra Talhada recebeu 3.365 doses da vacina da Janssen (Johnson & Johnson) contra a Covid-19 chegando ao município.

O imunizante de dose única começa a ser usado a partir da próxima segunda-feira, 28 de junho, nos grupos prioritários já autorizados e público em geral a partir de 40 anos.

A XI Geres recebeu ainda 1.410 doses de Butantan para trabalhadores do transporte coletivo rodoviário das 10 cidades da regional, 680 doses de Butantan para Guarda Municipal de todas as cidades, 2.490 doses de Pfizer para comorbidades e pessoas com deficiência para 9 cidades da XI GERES, exceto Serra Talhada.

O programa escuta Karla e Lisbeth sobre a aplicação das doses, momento da vacinação em Serra e região e os próximos passos da imunização. Participe,  pelo (87) 3831-1314 ou (87) 9-8874-1314. Acompanhe também pelas redes sociais da Cultura FM.

Raquel Lyra critica ‘ausência’ e ‘perseguição’ do governo

Presente no encontro das oposições em Petrolina, realizado neste sábado (27), a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), que será anfitriã do próximo evento, no dia 3 de março, reforçou o coro contra o comportamento do governo Paulo Câmara (PSB), com relação à destinação de verbas para os municípios. Na sua avaliação, a gestão socialista […]

Foto: André Nery/Folha de Pernambuco

Presente no encontro das oposições em Petrolina, realizado neste sábado (27), a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), que será anfitriã do próximo evento, no dia 3 de março, reforçou o coro contra o comportamento do governo Paulo Câmara (PSB), com relação à destinação de verbas para os municípios. Na sua avaliação, a gestão socialista governa “a partir da bandeira partidária que está fincada nas prefeituras”.

Em seu discurso, Raquel falou que o governo “persegue” e “exclui aqueles que se contrapõem”. Para ela, a população também sente a ausência do poder público estadual. “Essa ausência reflete diretamente na vida de cada um. Não podemos estar isolados do governo do estado. A gente não pode ter pessoas que governam o estado a partir das cores partidárias. E escolhe que povo pode ter acesso a um serviço de água, abastecimento e saneamento, a partir da bandeira partidária que está fincada nas prefeituras. Depois da eleição, acaba o palanque”, disse.

Em tom de desabafo, a tucana lembrou do tempo em que participou da gestão do ex-governador Eduardo Campos, para justificar que não se sente mais representada pelo governo do PSB. “Ouvimos de Miguel Arraes que não podemos destruir com os pés aquilo que construímos com as mãos. Fiz parte do Governo de Pernambuco durante o governo de Eduardo Campos. Fui secretária de Criança e Juventude. Fui eleita e reeleita pelo PSB. Mas este projeto que está aí já não me representa mais. Porque parece que perdeu a grande alma”, pontuou.

Alepe vai homenagear os 76 anos do PSB

Nesta segunda (28), às 18h, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) promoverá uma reunião solene em homenagem aos 76 anos do PSB. O evento terá a participação da militância da legenda e de prefeitas e prefeitos, vice-prefeitas e vice-prefeitos, deputadas e deputados, vereadoras e vereadores e outras lideranças. O momento foi proposto pelo deputado Sileno […]

Nesta segunda (28), às 18h, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) promoverá uma reunião solene em homenagem aos 76 anos do PSB. O evento terá a participação da militância da legenda e de prefeitas e prefeitos, vice-prefeitas e vice-prefeitos, deputadas e deputados, vereadoras e vereadores e outras lideranças. O momento foi proposto pelo deputado Sileno Guedes.

De acordo com o parlamentar, que preside o PSB em Pernambuco e é líder da bancada do partido na Alepe, a reunião solene será mais um momento de exaltação à trajetória da sigla na qual militaram João Mangabeira, Miguel Arraes, Eduardo Campos e tantos outros homens e mulheres que ajudaram a construir a história do Partido Socialista Brasileiro no estado e no país.

“Desde o início de agosto, ações estão sendo realizadas para marcar este mês tão representativo para nós. Tivemos a Agenda 40 em Gravatá, um sucesso absoluto, e diversas homenagens aos 76 anos do partido, ao aniversário de Eduardo Campos e à data de morte dele e do ex-governador Miguel Arraes. Agora, teremos uma reunião solene na casa do povo pernambucano, a casa onde temos defendido todos os dias o legado construído pelo PSB no período em que governou Pernambuco”, afirma Sileno.

SERVIÇO

Reunião solene em homenagem aos 76 anos do PSB

Data: 28 de agosto de 2023 (segunda-feira)

Horário: 18h

Local: Assembleia Legislativa de Pernambuco – Auditório Senador Sérgio Guerra (Rua da União, 397 – Boa Vista, Recife-PE)

Covid-19: Sertão do Pajeú conta com 17.275 casos positivos, 16.235 recuperados e 286 óbitos

Serra Talhada confirmou o nonagésimo óbito pela doença. Por André Luis Nesta quarta-feira (27), até às 07h 40, dezesseis, dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (19), Afogados da Ingazeira (5), Tabira (3), São José do Egito (0), Carnaíba (6), Flores […]

Serra Talhada confirmou o nonagésimo óbito pela doença.

Por André Luis

Nesta quarta-feira (27), até às 07h 40, dezesseis, dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19. São eles: Serra Talhada (19), Afogados da Ingazeira (5), Tabira (3), São José do Egito (0), Carnaíba (6), Flores (11), Santa Terezinha (3), Triunfo (8), Itapetim (1), Brejinho (1),  Iguaracy (0), Solidão (0), Calumbi (1), Quixaba (1), Santa Cruz da Baixa Verde (0) e Ingazeira (3). Foram 62 novos casos nas últimas 24 horas totalizando 17.275.

Apenas Tuparetama não divulgou o boletim epidemiológico. O último divulgado pelo município foi no dia 20 de janeiro.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, 6.372; Afogados da Ingazeira, 2.459; Tabira 1.785, São José do Egito, 1.290; Carnaíba,  858; Flores, 654 e  Santa Terezinha, 610 casos.

Triunfo, 581; Itapetim, 505; Brejinho, 331; Iguaracy, 321; Solidão, 312; Calumbi, 299; Tuparetama, 273; Quixaba, 245; Santa Cruz da Baixa Verde, 238 e Ingazeira, 142 casos confirmados.

Óbitos – Com mais um óbito registrado em Serra Talhada, a região conta com 286 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (90); Afogados da Ingazeira (26); Flores (23); Carnaíba (20); Tabira (19); São José do Egito (19); Triunfo (19); Tuparetama (16); Santa Terezinha (14); Itapetim (11); Iguaracy (11); Brejinho (5); Quixaba (5); Santa Cruz da Baixa Verde (3); Calumbi (2); Solidão (2) e Ingazeira (1).

Detalhe do óbito

Segundo a Secretaria de Saúde de Serra Talhada, o 90° óbito se trata de paciente masculino, 62 anos, morador do Bairro Bom Jesus. Não era portador de comorbidades e faleceu no dia 24/01, no Hospital Eduardo Campos.

Recuperados – Com mais , a região tem agora no total 16.235 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 93,97% dos casos confirmados.

Recusa em apoiar Estado de Sítio levou à demissão do ministro da Defesa, diz colunista

Por Ricardo Kotscho – Colunista/UOL A falta de apoio das Forças Armadas na sua tentativa de decretar o Estado de Sítio foi a principal razão para Bolsonaro demitir sumariamente o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, segundo fontes militares ouvidas pela coluna. Bolsonaro queria que os militares pressionassem o Congresso a aprovar o estado […]

Por Ricardo Kotscho – Colunista/UOL

A falta de apoio das Forças Armadas na sua tentativa de decretar o Estado de Sítio foi a principal razão para Bolsonaro demitir sumariamente o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, segundo fontes militares ouvidas pela coluna.

Bolsonaro queria que os militares pressionassem o Congresso a aprovar o estado de exceção, que suspende garantias individuais e dá plenos poderes ao presidente. Há várias semanas o capitão já vinha preparando o terreno para adotar essa medida extrema, ao fracassar no combate à pandemia e anunciar que “o caos vem aí”.

Azevedo e Silva ainda tentou argumentar que as Forças Armadas são instituições de Estado e não de governo, mas o presidente estava decidido a tocar em frente seu plano para dar um autogolpe.

Foi o mesmo motivo da demissão do advogado Geral da União, José Levi do Amaral Junior, que se recusou a assinar a ação de Bolsonaro contra os governadores no STF. A ação, recusada pelo Supremo, foi entregue na semana passada só com a assinatura do presidente da República. Para o lugar dele na AGU, o presidente quer levar de volta André Mendonça, que tinha ido para o Ministério da Justiça.

Para o Ministério da Justiça foi o delegado da Polícia Federal Anderson Torres, que era Secretário Nacional da Segurança Pública e deve coordenar as Polícias Militares (ver final da coluna).

De forma secundária, outra recusa contribuiu também para a saída de Azevedo e Silva, que se negou a assinar a promoção do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello para general de quatro estrelas.

Bolsonaro simplesmente não admite ser contrariado e, quando isso acontece, age por impulso, o que já vinha preocupando a alta cúpula militar. O objetivo do presidente, nesta louca dança das cadeiras que desencadeou hoje, é se cercar apenas de fiéis aliados terrivelmente submissos como eram Pazuello e Araújo.

O que os militares não conseguem entender é com qual apoio o capitão pretende contar agora para levar adiante seu plano golpista, depois dos atritos com o Congresso, o STF e o mercado, sendo demonizado pela maior parte da grande mídia e com a perda de poder dos seus fanáticos seguidores nas redes sociais.

Cada vez mais só e isolado, o capitão tornou-se incontrolável.

Desde a decisão do STF de cancelar as condenações de Lula pelo ex-juiz Sergio Moro na Lava Jato, Bolsonaro entrou em parafuso, começou a atirar para todo lado e acabou promovendo o desmanche do seu próprio governo, que derrete a olho nu.

Acabou o governo Bolsonaro que tomou posse no dia 1º de janeiro de 2019. Se e quando virá outro, ninguém sabe como será.

O que se sabe é que o presidente vem há tempos trabalhando para garantir o apoio das Polícias Militares estaduais, que, somadas, têm o dobro do contingente das Forças Armadas, tirando-as do comando dos governadores contra os quais já apontou sua artilharia.

É nesse contexto que se insere o movimento do que sobrou das forças bolsonaristas no Congresso e nas redes sociais para atiçar um motim da Polícia Militar contra o governador da Bahia, Rui Costa, após um conflito na corporação neste fim de semana.

Os próximos dias, enquanto o presidente não for contido em sua escalada autoritária, prometem fortes emoções.

E tudo isso está acontecendo na antevéspera de mais um 31 de Março, aniversário do Golpe Militar de 1964 sempre defendido por Bolsonaro. Preparem-se.

Vida que segue