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Fusão e extinção de pastas deixam R$ 121 bilhões em aberto

Por Nill Júnior

Os programas governamentais de ministérios que serão alvo de fusão ou extinção no governo de Jair Bolsonaro têm cerca de R$ 121 bilhões previstos no Orçamento de 2019.

Mesmo ao desconsiderar iniciativas que devem ser mantidas, como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida, há pelo menos 25 programas com valores aprovados que mudarão de lugar na nova estrutura de governo, e podem ser relegados.

A lista inclui ações como a instalação de cisternas no Nordeste, o gerenciamento de riscos contra desastres naturais, o financiamento de projetos de planejamento urbano, obras de saneamento básico, programas de incentivo ao desenvolvimento da indústria e de proteção à segurança alimentar.

O atual Ministério do Trabalho, que será dividido entre as novas pastas da Economia e Justiça e Segurança Pública, tem o maior montante previsto no Orçamento, com um total de quase R$ 80 bilhões que têm destino incerto. Entre as ações com os maiores valores está a capacitação de trabalhadores.

Outras Notícias

Delcídio pode ter citado Lula para ampliar “barganha” em delação, diz procurador

Do UOL No pedido de arquivamento de uma investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o procurador da República do Distrito Federal Ivan Cláudio Marx afirma que o ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) pode ter citado Lula em seu depoimento apenas como forma de “aumentar seu poder de barganha” ao negociar um […]

Foto:Reprodução/Facebook/PedroChavesdosSantos

Do UOL

No pedido de arquivamento de uma investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o procurador da República do Distrito Federal Ivan Cláudio Marx afirma que o ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) pode ter citado Lula em seu depoimento apenas como forma de “aumentar seu poder de barganha” ao negociar um acordo de delação premiada.

O procurador afirma ainda que, por haver interesse de Delcídio em firmar acordo de colaboração, seu depoimento como delator perde credibilidade como prova.

“Não se pode olvidar o interesse do delator em encontrar fatos que o permitissem delatar terceiros, e dentre esses especialmente o ex-presidente Lula, como forma de aumentar seu poder de barganha ante a Procuradoria-Geral da República no seu acordo de delação”, afirma o procurador.

“Assim, a criação de mais um anexo com a implicação do ex-presidente em possíveis crimes era sim do interesse de Delcídio. Por isso, sua palavra perde credibilidade”, diz Ivan Marx em outro trecho do pedido de arquivamento.

O Ministério Público Federal pediu nesta terça-feira (11) o arquivamento de inquérito que apurava denúncia de suposta obstrução de Justiça cometida pelo ex-presidente Lula no âmbito da Operação Lava Jato. A Justiça Federal de Brasília ainda não se manifestou sobre o caso.

Delcídio relatou em seu acordo de colaboração que o ex-presidente Lula havia pedido, numa reunião no Instituto Lula, em 2015, que os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Renan Calheiros (PMDB-AL) criassem uma espécie de “comitê de crise” para se contrapor à atuação da Operação Lava Jato a partir do Senado.

Segundo o procurador Ivan Cláudio Marx, não ficou comprovado no depoimento de Delcídio a “existência de real tentativa de embaraço às investigações da Lava Jato”. Além disso, Renan e Lobão negaram a versão do ex-senador.

Silêncio de Cerveró – O procurador Ivan Marx também citou, ao pedir o arquivamento dessa investigação, a ação penal na qual Lula foi acusado de ter atuado para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

Nesse processo, diz Ivan Marx, o suposto envolvimento de Lula foi citado apenas por Delcídio e não foi confirmado por nenhum outro depoimento.

Nesta ação penal, já em fase de alegações finais na 10ª Vara Federal de Brasília, Lula é réu junto com Delcídio e outras cinco pessoas acusadas de tentarem impedir o acordo delação premiada de Nestor Cerveró, ex-diretor da área internacional da Petrobras, no âmbito da Operação Lava Jato. O acordo de colaboração foi posteriormente firmado por Cerveró.

O ex-presidente tem negado enfaticamente as acusações de Delcídio contra ele.

A reportagem do UOL entrou em contato com a assessoria de imprensa da PGR (Procuradoria-Geral da República), instância máxima do MPF, responsável por negociar a delação de Delcídio do Amaral, mas ainda não obteve resposta.

A reportagem perguntou à PGR se o fato de uma investigação aberta com base no depoimento de um delator ter sido arquivada poderia levar à revisão do acordo de delação ou à perda de benefícios do colaborador.

O advogado Antonio Augusto Figueiredo Basto, que atua na defesa de Delcídio do Amaral, afirmou que respeita a opinião do MPF, mas que o ex-senador mantém sua versão sobre os fatos. “A colaboração [premiada] é meio de obtenção de obtenção de provas. Não aceitamos a ideia de que a menção do Lula foi decisiva no acordo. Existem decisões judiciais que reconhecem a colaboração efetiva do Delcídio”, afirmou. A defesa de Lula ainda não se manifestou.

Fidelidade partidária não vale muito em Tuparetama

Em Tuparetama, a última coisa que algumas lideranças tem observado é a fidelidade e orientação partidárias. Marília Arraes que já conta com o apoio do ex-presidente da Câmara, o vereador Danilo, mais o vereador Plécio, suplentes e ex-secretários, recebeu o reforço do vereador Domenico Perazzo. Domenico, que é do PSB de Danilo, que apoia Teresa, declarou […]

Em Tuparetama, a última coisa que algumas lideranças tem observado é a fidelidade e orientação partidárias.

Marília Arraes que já conta com o apoio do ex-presidente da Câmara, o vereador Danilo, mais o vereador Plécio, suplentes e ex-secretários, recebeu o reforço do vereador Domenico Perazzo.

Domenico, que é do PSB de Danilo, que apoia Teresa, declarou seu apoio à Marília Arraes para governadora e André de Paula Senador. “A expectativa é de que nos próximos dias mais lideranças chegaram para se somar ao grupo que apoia Marília Arraes”, segundo o grupo em nota.

Já o ex-prefeito Dêva Pessoa, do PSD de André, confirmou que vai votar em Teresa Leitão para o Senado. Ele inicialmente tinha apalavrado o voto em André.

“Minha questão em não votar em André de Paula, onde tinha afirmado anteriormente que ele contaria com o meu voto, é uma questão da política local. Nada contra André, que é meu amigo. Sou filiado ao PSD desde a sua fundação. Mas agora irei trabalhar para Teresa Leitão, já que faço parte da Frente Popular”, pontuou Dêva ao blogueiro Júnior Finfa.

A prática não é exclusiva entre oposicionistas. O prefeito Sávio Torres é do Podemos e não apoia o Senador de Miguel Coelho, Carlos Andrade Lima. O vice, Diógenes Patriota é do PSDB e não apoia Guilherme Coelho, o Senador de Raquel.

Quando Paulo vai bater o martelo?

Prefeitos de todas as regiões do estado, inclusive dos polos carnavalescos, tem cobrado uma decisão do governador Paulo Câmara sobre a realização ou não do Carnaval. Apesar de muitos já terem por conta própria batido o martelo e afirmado que não terão o evento, o silêncio até agora do governador tem gerado críticas. Isso porque […]

Prefeitos de todas as regiões do estado, inclusive dos polos carnavalescos, tem cobrado uma decisão do governador Paulo Câmara sobre a realização ou não do Carnaval.

Apesar de muitos já terem por conta própria batido o martelo e afirmado que não terão o evento, o silêncio até agora do governador tem gerado críticas. Isso porque enquanto Paulo e André Longo não decidem, aumenta a pressão dos maiores interessados na festa: os setores econômicos que lucram com o evento.

Aliás, para muitos, a pressão desse setor é que tem determinado a demora em tomar a decisão. Há três cenários prováveis. Um, da liberação total da festa, muito improvável, outro, de um modelo híbrido, com proibição da festa de rua e liberação em ambientes fechados com protocolos. A terceira é de proibição total da festa de momo.

Mourão: Olavo de Carvalho deve se limitar à função de ‘astrólogo’

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira (22) que o ideólogo Olavo de Carvalho deve se limitar à função de “astrólogo”. Segundo ele, Carvalho tem “total desconhecimento” sobre o ensino militar. Mourão deu a declaração em uma entrevista coletiva após ter sido questionado sobre um vídeo, divulgado no fim de semana e depois […]

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira (22) que o ideólogo Olavo de Carvalho deve se limitar à função de “astrólogo”. Segundo ele, Carvalho tem “total desconhecimento” sobre o ensino militar.

Mourão deu a declaração em uma entrevista coletiva após ter sido questionado sobre um vídeo, divulgado no fim de semana e depois apagado no canal do presidente Jair Bolsonaro em uma rede social. No vídeo, Olavo de Carvalho faz críticas a militares, a integrantes do governo e a políticos que se aliaram a Bolsonaro.

O ideólogo, que vive nos Estados Unidos, diz que dentro do governo há “só intriga, só sacanagem, só egoísmo, só vaidade, é só isso que tem”. Olavo de Carvalho também afirma que a herança das escolas militares são “cabelo pintado e voz empostada”.

Ao falar de militares, disse que eles “entregaram” o país ao comunismo e, “se tivessem vergonha na cara, confessariam seu erro”.

“Os milicos têm que começar por confessar os seus erros antes de querer corrigir os erros dos outros. Essa é a lei de Cristo. Primeiro, os teus pecados, depois, os do vizinho. Agora, no Brasil, não, todo mundo é assim: ‘Nós somos os patriotas, os heróis, nós salvamos o Brasil do comunismo, nós isso, aquilo’. Tudo conversa mole. Quem salvou o Brasil do comunismo foram as lideranças civis em 1964”, afirma Olavo de Carvalho no vídeo.

“Em relação ao Olavo de Carvalho, mostra o total desconhecimento dele de como funciona o ensino militar. Acho que até é bom a gente convidar ele para ir nas nossas escolas e conhecer. Acho que ele deve se limitar, ele, Olavo de Carvalho, à função que ele desempenha bem, que é de astrólogo. Pode continuar a prever as coisas aí que ele é bom nisso”, declarou o vice-presidente.

Questionado, então, se as críticas de Olavo de Carvalho podem gerar “discussão desnecessária”, Mourão respondeu:

“Questão do Olavo de Carvalho já respondi algumas vezes a vocês. Gera um desconforto pessoal, mas não de uma forma geral para o governo. Acho que o Olavo de Carvalho perdeu o timing, ele não está entendendo o que está passando no Brasil, até porque ele mora nos Estados Unidos e ele não está sendo, não está apoiando o governo, não está sendo bom para o governo.”

No fim da tarde desta segunda-feira, Olavo de Carvalho publicou a seguinte mensagem em uma rede social: “O Mourão deveria se limitar à única função que desempenha bem, de modelo”.

Em um outro trecho do vídeo, Olavo de Carvalho diz, por exemplo, que Bolsonaro é um “mártir” porque, apesar de ser “bem intencionado”, deve ter dificuldades no governo em razão da “turma em volta”. Neste instante, menciona o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Eleições 2022: o raio X dos prefeitos no Pajeú

Um levantamento do blogueiro Júnior Finfa nos 17 municípios do Sertão do Pajeú mostra a definição da ampla maioria dos prefeitos já definiu seus candidatos a governador, deputado federal e deputado estadual. Para Governador, apoiam Danilo Cabral Alessandro Palmeira (Afogados da Ingazeira), Zeinha Torres (Iguaracy), Luciano Torres (Ingazeira), Evandro Valadares (São José do Egito), Gilson […]

Um levantamento do blogueiro Júnior Finfa nos 17 municípios do Sertão do Pajeú mostra a definição da ampla maioria dos prefeitos já definiu seus candidatos a governador, deputado federal e deputado estadual.

Para Governador, apoiam Danilo Cabral Alessandro Palmeira (Afogados da Ingazeira), Zeinha Torres (Iguaracy), Luciano Torres (Ingazeira), Evandro Valadares (São José do Egito), Gilson Bento (Brejinho), Adelmo Moura (Itapetim), Delson Lustosa (Santa Terezinha), Djalma Alves (Solidão), Anchieta Patriota (Carnaíba), Marconi Santana (Flores), Luciano Bonfim (Triunfo) e Márcia Conrado (Serra Talhada).

O Estadual com mais cidades o apoiando é  José Patriota. É apoiado por Alessandro Palmeira (Afogados da Ingazeira), Luciano Torres (Ingazeira) , Djalma Alves (Solidão) e Anchieta Patriota (Carnaíba).

Paulo Jucá é apoiado por Evandro Valadares (São José do Egito) e deve ser apoiado por Gilson bento (Brejinho). Waldemar Borges será apoiado por Zeinha Torres. Tiago Pontes é o candidato de Sávio Torres, de Tuparetama. Aglailson Victor é o candidato a estadual de Adelmo Moura (Itapetim). Danilo Godoy será apoiado por Nicinha Melo (Tabira). Zé Pretinho vai de Alessandra Vieira ou Edson Vieira. Joaquim Lira será apoiado por Marconi Santana (Flores). Luciano Duque será apoiado por Márcia Conrado (Serra Talhada). Veja o levantamento completo:

Márcia Conrado (Serra Talhada): Danilo Cabral (Governador), Fernando Monteiro (Federal) e Luciano Duque (Estadual);

Alessandro Palmeira (Afogados da Ingazeira): Danilo Cabral (Governador), Pedro Campos (Federal) e José Patriota (Estadual);

Zeinha Torres (Iguaracy): Danilo Cabral (Governador) Renildo Calheiros (Federal) e Waldemar Borges (Estadual);

Luciano Torres (Ingazeira): Danilo Cabral (Governador), Lucas Ramos (Federal) e José Patriota (Estadual);

Sávio Torres (Tuparetama):  Miguel Coelho (Governador), Ricardo Teobaldo (Federal) e Tiago Pontes (Estadual);

Evandro Valadares (São José do Egito): Danilo Cabral (Governador), Tadeu Alencar (Federal) e Paulo Jucá (Estadual);

Gilson Bento (Brejinho): Danilo Cabral (Governador), Silvio Costa Filho (Federal) e Paulo Jucá ou Gustavo Gouveia (Estadual);

Adelmo Moura (Itapetim): Danilo Cabral (Governador), Gonzaga Patriota (Federal) e Aglailson Victor (Estadual);

Delson Lustosa (Santa Terezinha): Danilo Cabral (Governador), Ricardo Teobaldo (Federal) e Gustavo Gouveia (Estadual);

Nicinha Melo (Tabira): Miguel Coelho (Governador), Fernando Filho (Federal) e Danilo Godoy (Estadual);

Djalma Alves (Solidão): Danilo Cabral (Governador), Gonzaga Patriota (Federal) e José Patriota (Estadual);

Anchieta Patriota (Carnaíba): Danilo Cabral (Governador), Lucas Ramos (Federal) e José Patriota (Estadual);

Zé Pretinho (Quixaba): Miguel Coelho (Governador), Federal indefinido e Alessandra Vieira ou Edson Vieira (Estadual);

Marconi Santana (Flores): Danilo Cabral (Governador), Lucas Ramos (Federal) e Joaquim Lira (Estadual);

Luciano Bonfim (Triunfo): Danilo Cabral (Governador), Federal indefinido e José Patriota (Estadual);

Irlando Parabólica (Santa Cruz da Baixa Verde): Marília Arraes (Governadora), Eriberto Medeiros (Federal) e Rodrigo Novaes (Estadual);

Joelson (Calumbi): Governador indefinido, Waldemar Oliveira (Federal) e estadual indefinido, depois da desistência de Rogério Leão.