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Mourão: Olavo de Carvalho deve se limitar à função de ‘astrólogo’

Por Nill Júnior

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta segunda-feira (22) que o ideólogo Olavo de Carvalho deve se limitar à função de “astrólogo”. Segundo ele, Carvalho tem “total desconhecimento” sobre o ensino militar.

Mourão deu a declaração em uma entrevista coletiva após ter sido questionado sobre um vídeo, divulgado no fim de semana e depois apagado no canal do presidente Jair Bolsonaro em uma rede social. No vídeo, Olavo de Carvalho faz críticas a militares, a integrantes do governo e a políticos que se aliaram a Bolsonaro.

O ideólogo, que vive nos Estados Unidos, diz que dentro do governo há “só intriga, só sacanagem, só egoísmo, só vaidade, é só isso que tem”. Olavo de Carvalho também afirma que a herança das escolas militares são “cabelo pintado e voz empostada”.

Ao falar de militares, disse que eles “entregaram” o país ao comunismo e, “se tivessem vergonha na cara, confessariam seu erro”.

“Os milicos têm que começar por confessar os seus erros antes de querer corrigir os erros dos outros. Essa é a lei de Cristo. Primeiro, os teus pecados, depois, os do vizinho. Agora, no Brasil, não, todo mundo é assim: ‘Nós somos os patriotas, os heróis, nós salvamos o Brasil do comunismo, nós isso, aquilo’. Tudo conversa mole. Quem salvou o Brasil do comunismo foram as lideranças civis em 1964”, afirma Olavo de Carvalho no vídeo.

“Em relação ao Olavo de Carvalho, mostra o total desconhecimento dele de como funciona o ensino militar. Acho que até é bom a gente convidar ele para ir nas nossas escolas e conhecer. Acho que ele deve se limitar, ele, Olavo de Carvalho, à função que ele desempenha bem, que é de astrólogo. Pode continuar a prever as coisas aí que ele é bom nisso”, declarou o vice-presidente.

Questionado, então, se as críticas de Olavo de Carvalho podem gerar “discussão desnecessária”, Mourão respondeu:

“Questão do Olavo de Carvalho já respondi algumas vezes a vocês. Gera um desconforto pessoal, mas não de uma forma geral para o governo. Acho que o Olavo de Carvalho perdeu o timing, ele não está entendendo o que está passando no Brasil, até porque ele mora nos Estados Unidos e ele não está sendo, não está apoiando o governo, não está sendo bom para o governo.”

No fim da tarde desta segunda-feira, Olavo de Carvalho publicou a seguinte mensagem em uma rede social: “O Mourão deveria se limitar à única função que desempenha bem, de modelo”.

Em um outro trecho do vídeo, Olavo de Carvalho diz, por exemplo, que Bolsonaro é um “mártir” porque, apesar de ser “bem intencionado”, deve ter dificuldades no governo em razão da “turma em volta”. Neste instante, menciona o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Outras Notícias

PT reúne Diretórios Municipais e lideranças do Sertão em Serra Talhada

No Domingo, 22, o PT de Pernambuco vai fazer uma Plenária com os Diretórios Municipais, lideranças, prefeitos e parlamentares do Partido nas regiões do Sertão do Pajeu, Moxotó, Central e Itaparica, no município de Serra Talhada. A Direção Estadual do PT Pernambuco programou o debate sobre conjuntura nacional, estadual e eleições 2018, além da organização partidária […]

No Domingo, 22, o PT de Pernambuco vai fazer uma Plenária com os Diretórios Municipais, lideranças, prefeitos e parlamentares do Partido nas regiões do Sertão do Pajeu, Moxotó, Central e Itaparica, no município de Serra Talhada.

A Direção Estadual do PT Pernambuco programou o debate sobre conjuntura nacional, estadual e eleições 2018, além da organização partidária na região. Vão ser discutidos o fortalecimento do Partido onde ele já existe, o apoio a atuação dos prefeitos e vereadores, além da reorganização partidária, com eleições extraordinária para os diretórios nos municípios aonde o PT não está organizado.

“A defesa do partido, do ex-presidente Lula, a resistência o golpe, a luta contra as reformas e a construção de uma candidatura do partido ao governo do estado estão na pauta dos petistas”, diz a nota.

Na reunião serão apresentados ainda a Campanha Nacional de Filiação, a plataforma de programa de governo, lançada recentemente pela Fundação Perseu Abramo e a coleta de assinatura pela anulação da Reforma Trabalhista.

Estarão presentes ao debate, o presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, o senador Humberto Costa, o prefeito e Serra Talhada, Luciano Duque, o deputado estadual, Odacy Amorim, a Secretária de Organização Estadual, Ângela Cristina, representantes dos Movimentos Sociais, CUT e Fetape e MST.

São José do Egito lidera geração de empregos em novembro no Pajeú

No levantamento por região, o Moxotó gerou saldo de 183 vagas, Pajeú gerou 146, Sertão Central gerou 72, Sertão do Araripe gerou 55 e Sertão do São Francisco gerou 40 empregos.  Por Juliana Lima  O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 495 novos postos de trabalho em todas as 56 cidades da região no […]

No levantamento por região, o Moxotó gerou saldo de 183 vagas, Pajeú gerou 146, Sertão Central gerou 72, Sertão do Araripe gerou 55 e Sertão do São Francisco gerou 40 empregos. 

Por Juliana Lima 

O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 495 novos postos de trabalho em todas as 56 cidades da região no último mês de novembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O principal destaque negativo é Petrolina, que fechou o mês com saldo negativo de -1.216 empregos.

No Sertão do Pajeú, o melhor resultado é de São José do Egito. A cidade registrou no período 81 admissões e 42 demissões, resultando em um saldo positivo de 39 empregos e variação relativa de 2,18%. O segundo melhor resultado da região é de Afogados da Ingazeira, com 71 admissões, 42 desligamentos, saldo de 29 empregos e variação relativa de 1,16%.

Brejinho ocupa o terceiro lugar com saldo positivo de 27 empregos, Carnaíba registrou 18, Tabira 14, Tuparetama 8, Itapetim 4, Triunfo 4, Flores 2 e Solidão 1. As cidades de Quixaba, Calumbi e Ingazeira apresentaram saldo zero no período, enquanto Iguaracy (-1), Santa Cruz da Baixa Verde (-2), Santa Terezinha (-5) e Serra Talhada (-9) fecharam o mês com saldo negativo.

No Sertão do Moxotó destaque para Arcoverde, que lidera com saldo de 97, seguida por Custódia, com 56 postos e Inajá 27. Manaria registrou apenas 2 vagas e Betânia 1. Ibimirim fechou com saldo negativo de -3 e Sertânia com -93.

No Sertão Central o melhor saldo é de Salgueiro, com 71 postos formais. Serrita gerou 1 emprego e as demais cidades fecharam com saldo negativo: Mirandiba (-1), Parnamirim (-1), Verdejante (-2), Cedro (-4) e São José do Belmonte (-15).

O Sertão de Itaparica perdeu 83 vagas e não gerou nenhuma no período: Itacuruba (0), Carnaubeira da Penha (-1), Jatobá (-2), Petrolândia (-9), Tacaratu (-16), Floresta (-22) e Belém do São Francisco (-33).

No Sertão do Araripe o melhor saldo é de Ouricuri, com 31 vagas. Araripina fechou o mês com saldo negativo de -1. No total a região registrou apenas 55 empregos: Bodocó (8), Ipubi (6), Exu (5), Santa Cruz (2), Trindade (2), Santa Filomena (1), Granito (0) e Moreilândia (0).

No Sertão do São Francisco o destaque é o resultado negativo de Petrolina, que fechou o mês com saldo de -1.216. Em outubro a cidade já havia apresentado saldo discreto, com saldo de apenas 481 empregos. Terra Nova apresentou o melhor resultado da região, com 30 vagas, seguida de Dormentes, com 10. As demais cidades tiveram saldo negativo: Orocó (-1), Afrânio (-9), Santa Maria da Boa Vista (-11), Cabrobó (-26), Lagoa Grande (-321 e Petrolina (-1.216).

Sertão do Moxotó

Arcoverde (97)

Custódia (56)

Inajá (27)

Manari (2)

Betânia (1)

Ibimirim (-3)

Sertânia (-93)

Sertão do Pajeú

São José do Egito (39)

Afogados da Ingazeira (29)

Brejinho (27)

Carnaíba (18)

Tabira (14)

Tuparetama (8)

Itapetim (4)

Triunfo (4)

Flores (2)

Solidão (1)

Quixaba (0)

Calumbi (0)

Ingazeira (0)

Iguaracy (-1)

Santa Cruz da Baixa Verde (-2)

Terezinha (-5)

Serra Talhada (-9)

Sertão Central

Salgueiro (71)

Serrita (1)

Mirandiba (-1)

Parnamirim (-1)

Verdejante (-2)

Cedro (-4)

São José do Belmonte (-15)

Sertão de Itaparica

Itacuruba (0)

Carnaubeira da Penha (-1)

Jatobá (-2)

Petrolândia (-9)

Tacaratu (-16)

Floresta (-22)

Belém do São Francisco (-33)

Sertão do Araripe

Ouricuri (31)

Bodocó (8)

Ipubi (6)

Exu (5)

Santa Cruz (2)

Trindade (2)

Santa Filomena (1)

Granito (0)

Moreilândia (0)

Araripina (-1)

Sertão do São Francisco

Terra Nova (30)

Dormentes (10)

Orocó (-1)

Afrânio (-9)

Santa Maria da Boa Vista (-11)

Cabrobó (-26)

Lagoa Grande (-321)

Petrolina (-1.216)

 

Ranking Geração de Empregos no Sertão (Novembro 2021)

Arcoverde (97)

Salgueiro (71)

Custódia (56)

São José do Egito (39)

Ouricuri (31)

Terra Nova (30)

Afogados da Ingazeira (29)

Brejinho (27)

Inajá (27)

Carnaíba (18)

Tabira (14)

Dormentes (10)

Bodocó (8)

Tuparetama (8)

Ipubi (6)

Exu (5)

Itapetim (4)

Triunfo (4)

Flores (2)

Manari (2)

Santa Cruz (2)

Trindade (2)

Betânia (1)

Santa Filomena (1)

Serrita (1)

Solidão (1)

Calumbi (0)

Granito (0)

Ingazeira (0)

Itacuruba (0)

Moreilândia (0)

Quixaba (0)

Araripina (-1)

Carnaubeira da Penha (-1)

Iguaracy (-1)

Mirandiba (-1)

Orocó (-1)

Parnamirim (-1)

Jatobá (-2)

Santa Cruz da Baixa Verde (-2)

Verdejante (-2)

Ibimirim (-3)

Cedro (-4)

Terezinha (-5)

Afrânio (-9)

Petrolândia (-9)

Serra Talhada (-9)

Santa Maria da Boa Vista (-11)

São José do Belmonte (-15)

Tacaratu (-16)

Floresta (-22)

Cabrobó (-26)

Belém do São Francisco (-33)

Sertânia (-93)

Lagoa Grande (-321)

Petrolina (-1.216)

Paramount, Netflix, Warner e as investidas de Trump sobre a mídia nos EUA

Por Mariana Sanches / UOL Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada. O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a […]

Por Mariana Sanches / UOL

Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada.

O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a Netflix — que se lançaram a jogadas hostis e públicas de competição comercial bilionária sob os olhos — e o jugo — do chefe da Casa Branca, Donald Trump.

A Warner entrou em crise há mais de cinco anos, depois de uma série de fusões e negócios mal sucedidos que levaram a companhia (que inclui CNN e HBO) a uma dívida estimada em cerca de US$ 30 bilhões. A venda do grupo se tornou um caminho óbvio.

No segundo semestre de 2025, Paramount e Netflix se apresentaram como interessadas e iniciaram uma batalha pública pela compra.

Até que, em dezembro passado, a gigante do streaming Netflix parecia ter vencido a parada, quando ofereceu US$ 27,75 por ação da Warner, em um acordo de US$ 83 bilhões — dos quais estavam excluídos os canais de TV CNN e Discovery.

Mas a Paramount não desistiu da contenda, como é comum nesses casos, e lançou o chamado “hostile bid”, uma tentativa de interceptar o negócio entre Netflix e Warner e forçar um voto de desconfiança dos acionistas da empresa contra o comando de administradores da Warner.

A última cartada neste sentido veio no último dia 24 de fevereiro, quando a Paramount ofereceu US$ 31 por ação da Warner (contra os US$ 30 de uma oferta anterior), em um montante de US$ 110 bilhões que incluiria também a aquisição da rede de TV CNN.

O interesse de Trump

Um dos canais de notícias mais populares do país, a CNN costuma adotar tom questionador em relação à gestão de Donald Trump. Repórteres da emissora são alvos frequentes de comentários críticos e ácidos do mandatário norte-americano.

“Você é péssima, é a pior repórter. Não é de se admirar que a CNN não tem audiência, por causa de pessoas como você”, disse Trump sobre a correspondente da Casa Branca da CNN, Kaitlan Collins, a quem também acusou de “nunca sorrir”.

Em qualquer fusão deste tamanho, o Departamento de Justiça dos EUA precisa dar seu aval. Mas o interesse da gestão Trump no assunto vai muito além dos aspectos regulatórios de competição e anti-trust.

Em setembro do ano passado, durante um vôo no Air Force One, Trump chegou a dizer que de todo o material televisionado no país, “97% é contra mim”. E em dezembro, disse que ia interferir na disputa pela Warner e que “a CNN tem quem ser vendida”, em um comportamento revelador de investidas que têm feito em relação à imprensa.

De um dos lados da disputa está um dos maiores aliados de Trump neste segundo mandato: o atual CEO da Paramount, David Ellison. Ele é filho do bilionário fundador da empresa de software Oracle, Larry Ellison, o sexto homem mais rico do mundo, e apoiador do republicano. Ellison esteve envolvido em vários casos recentes que passaram pelo crivo do governo americano, como a tomada de controle do braço americano da rede social Tiktok nos EUA, com seus mais de 200 milhões de usuários no país.

Desde a recente chegada dos Ellison à Paramount, que controla a rede de TV CBS e a MTV, a rede, conhecida por seu jornalismo imparcial e inquisidor, vem tomando uma série de decisões que levantam questões sobre sua independência editorial e que agradaram a Casa Branca.

Em julho, a empresa concordou em indenizar Trump em US$ 16 milhões em um acordo judicial num processo no qual o presidente acusava a TV de ter beneficiado a democrata Kamala Harris na edição de uma entrevista para o jornal 60 Minutes, durante a eleição de 2024.

O acerto, visto como uma confissão de parcialidade por alguns, enfureceu muitos dos profissionais da CBS que acreditavam ter condição de ganhar o caso.

Há duas semanas, um novo golpe no programa foi a saída de seu âncora, Anderson Cooper, insatisfeito com interferências da direção da CBS em seu trabalho.

Sob comando da executiva conservadora Bari Weiss, a CBS anunciou o fim de um de seus produtos de maior repercussão, o talk show político noturno de Stephen Colbert, o Late Show. Oficialmente, a justificativa para o fim do programa, que costuma ser mordaz nas críticas a Trump, foi orçamentária.

Mas, na semana passada, em uma decisão sem precedentes, a CBS proibiu Colbert de levar ao ar uma entrevista com o candidato democrata ao Senado James Talarico.

Em novembro, o Congresso dos EUA será renovado em eleições de meio de mandato e Trump está sob risco de perder a maioria que detém nas duas casas legislativas.

O Texas será um dos campos desta batalha eleitoral. Colbert afirmou que a censura sobre a entrevista veio do jurídico da CBS, preocupado com regulações recém lançadas pelo FCC, a Comissão Federal de Comunicações, atualmente sob comando do trumpista Brendan Carr.

Carr tem usado ameaças indiretas para influenciar a programação televisiva do país. No caso mais visível, em setembro passado, a rede de TV ABC suspendeu temporariamente o programa do apresentador Jimmy Kimmel após comentários dele sobre a morte do ativista de direita Charlie Kirk que enfureceram Trump.

Na ocasião, Carr, cujo órgão tem poder de conceder ou cassar licença às redes de TV e de aprovar fusões e outros negócios entre elas, sugeriu a um podcast consevador que, caso a ABC não punisse Kimmel, poderia ter problemas. “Podemos fazer isso da maneira fácil ou da maneira difícil”, disse Carr ao “Benny Show”, um podcast conservador.

Nas últimas semanas, Trump tentou se distanciar da disputa pela Warner, dizendo que a arbitragem caberia ao Departamento de Justiça, sob ordens de sua subordinada, a procuradora-geral, Pam Bondi.

Fontes no Departamento de Justiça que atuam diretamente na divisão de fusões dizem, porém, que a pressão para aprovar os negócios dos aliados de Trump é suficientemente forte para forçar até mesmo a saída de funcionários trumpistas que se oponham, com argumentos técnicos, a fusões que interessam ao presidente.

Isso teria acontecido em ao menos três ocasiões no ano passado, de acordo com um dos integrantes DoJ ouvido por mim sob a condição de anonimato.

Há alguns dias, em entrevista à BBC Radio 4, Ted Sarandos, diretor-executivo da Netflix, tentou se dizer convencido de que “este é um acordo comercial. Não é um acordo político”.

Anteontem (26), porém, diante da pressão enorme da Paramount, Tarandos foi à Casa Branca tentar convencer Bondi e a chefe de gabinete de Trump, Susie Willes, de que a aquisição da Warner pela Netflix seria do agrado de Trump.

Falhou no intento, segundo revelou o jornal NYPost. Sob pressão da Casa Branca para retirar de seu conselho uma ex-integrante do governo Obama, Tarandos teria ouvido dos assessores de Trump que sua empresa teria um caminho difícil pela frente junto à administração se seguisse com os negócios.

A senadora democrata Elizabeth Warren foi ao X traduzir um questionamento que tem sido feito dentro da própria CNN, e foi replicado em uma reportagem da rede sobre a negociação da qual é parte. “O que os assessores de Trump disseram ao CEO da Netflix hoje na Casa Branca?”, perguntou Warren em uma publicação no X, afirmando que “parece capitalismo de compadrio, com o presidente corrompendo o processo de fusão em favor da família bilionária Ellison”.

No fim daquele mesmo dia, a Netflix anunciou que não escalaria sua oferta de compra para seguir no leilão pela Warner e que, portanto, a Paramount (e a família Ellison, aliada de Trump), teria caminho aberto para assumir estúdios e seus canais de TV, incluindo a CNN.

O que acontecerá com a CNN segue sendo dúvida, mas a história recente da CBS pode dar alguns spoilers.

Deputado pede ao TCU auditoria em cidades do Sertão

O deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) protocolou ofício ao presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Mucio Monteiro, solicitando auditoria especial nas contas das prefeituras de Trindade e de Ipubi, no sertão, por “fortes indícios de irregularidades” no fornecimento de merenda escolar na rede de ensino fundamental, conforme assinala no ofício. Rodolfo, que […]

O deputado federal Fernando Rodolfo (PL-PE) protocolou ofício ao presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), José Mucio Monteiro, solicitando auditoria especial nas contas das prefeituras de Trindade e de Ipubi, no sertão, por “fortes indícios de irregularidades” no fornecimento de merenda escolar na rede de ensino fundamental, conforme assinala no ofício.

Rodolfo, que visitou escolas da zona rural no último dia 23, anexou à solicitação fotografias da merenda sendo servida apenas com bolachas e suco, quando nos editais de licitação da merenda escolar das duas prefeituras consta a compra de vários outros itens, como iogurte, banana, sardinha em lata, peito de frango, carne moída, feijão de corda, achocolatado em pó.

“Nas visitas realizadas às escolas de Trindade e Ipubi constatei o fornecimento apenas de bolachas e suco, em total desacordo com os contratos de fornecimento de merenda escolar licitados pelas duas prefeituras”, escreveu o deputado pernambucano no ofício a José Mucio.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Rodolfo afirma que sua blitz nas escolas da zona rural dos dois municípios, além de detectar suspeitas de desvios de recursos públicos, flagrou “absoluto descaso” com as crianças, muitas das quais vão às aulas principalmente para se alimentar.

Na Escola Ângelo Sampaio, em Ipubi, constava no cardápio do dia 23 passado frango com legumes e cuscuz, substituídos somente por bolacha e suco, comprovou ele.

Pelos dados do IBGE, Trindade, de 30,5 mil habitantes, administrada pelo prefeito Antonio Everton, do PSB, possui 29 escolas de ensino fundamental, enquanto Ipubi, de 30,8 mil moradores – cujo prefeito, Chico Siqueira, também é do PSB – tem em funcionamento 43 unidades de ensino fundamental.

SJE: extratos confirmam saques indevidos em contas da saúde na véspera da eleição, diz blog

Do Cariri da Gente O blog teve acesso, com exclusividade, extratos de contas de convênios da Secretaria de Saúde de São José do Egito onde confirmam que foram sacados indevidamente R$ 1,7 milhão de obras de construção de postos de saúde. Segundo extratos, fornecidos pela Caixa Econômica Federal, em 03 e 04 de outubro, véspera […]

Do Cariri da Gente

O blog teve acesso, com exclusividade, extratos de contas de convênios da Secretaria de Saúde de São José do Egito onde confirmam que foram sacados indevidamente R$ 1,7 milhão de obras de construção de postos de saúde.

Segundo extratos, fornecidos pela Caixa Econômica Federal, em 03 e 04 de outubro, véspera da eleição, foram transferidos R$ 400 e R$ 800 mil reais, e, no mês de setembro, no dias 9 e 11, R$ 300 e R$ 200 mil, totalizando R$ 1,7 milhão.

De acordo com denúncia protocolada na Polícia Federal, Ministério Público e Tribunal de Contas, por vereadores da oposição, as obras estariam praticamente paralisadas por falta de recursos, prejudicando assim a populução.

O Fundo de Saúde é gerido pelo genro do atual prefeito, o odontólogo Paulo Jucá, que até o momento não se manifestou. O blog se coloca à disposição para ouvir o outro lado, em respeito ao princípio do contraditório.

Abaixo, comprovantes dos saques e da denúncia à Polícia Federal, que circulam nas redes sociais: