Frente Popular de Custódia oficializa Luciara de Nemias e Paulino na disputa pela prefeitura
Por André Luis
Estão definidos os nomes que representarão a Frente Popular de Custódia, formada pelos partidos PSB, PP, REPUBLICANOS E UNIÃO BRASIL nas eleições municipais de outubro, em Custódia. As siglas escolheram Luciara de Nemias (PSB) e Paulino Avícola (PP) para serem candidatos a prefeita e vice, respectivamente.
As executivas dos partidos formaram a coligação durante a convenção realizada na Quadra do Colégio Municipal Ernesto Queiroz, na noite deste sábado (20).
Com a quadra lotada e uma multidão na parte externa na rua Major Experdião de Sá, o ato político também contou com as presenças da deputada estadual Débora Almeida (PSDB) e do deputado federal Pedro Campos (PSB).
“Luciara e Paulino representam mais avanços e a confiança no futuro que está à nossa frente. São experientes e estão sempre prontos para ouvir as pessoas, e tem trabalho comprovado, sem preconceito e sempre respeitando a todos. Eles vão apresentar o que já fizeram na vida pública e o que irá ser feito nos próximos anos, pautando propostas que possam ser cumpridas, para que Custódia acelere seu ritmo de crescimento”, apontou Joãozito Moura.
Pré-candidato a deputado estadual e prestes a se filiar ao PSD, Marcony Santana segue imprimindo um ritmo acelerado na busca por apoios em diversas regiões de Pernambuco. Nos últimos dias, Marcony percorreu cidades do Pajeú, do Baixo ao Alto Sertão, com passagens por São José do Egito, Custódia e Flores, onde participou da tradicional Festa […]
Pré-candidato a deputado estadual e prestes a se filiar ao PSD, Marcony Santana segue imprimindo um ritmo acelerado na busca por apoios em diversas regiões de Pernambuco.
Nos últimos dias, Marcony percorreu cidades do Pajeú, do Baixo ao Alto Sertão, com passagens por São José do Egito, Custódia e Flores, onde participou da tradicional Festa das Rosas. Esteve ainda em Brasília, na Marcha dos Prefeitos, e, nesta semana, seguiu para compromissos no Recife, Primavera e outros municípios.
Ontem (31), Marcony foi homenageado em Afogados da Ingazeira. Durante o evento, destacou: “Receber esse reconhecimento é motivo de alegria, mas também de responsabilidade. A gente segue com humildade, muito trabalho e com o coração voltado para o bem comum”.
Se conseguirá transformar essa intensa movimentação em um mandato estadual, ainda é incerto. Mas sua disposição, como dizem, está “nos 220”.
Aconteceu na manhã deste domingo (16) a 8ª Corrida da Fogueira em Serra Talhada, Sertão do Pajeú. Promovida pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer, o evento reuniu cerca de mil participantes e entregou R$ 10 mil e 800 em premiação aos vencedores nas categorias geral e por faixas. A concentração […]
Aconteceu na manhã deste domingo (16) a 8ª Corrida da Fogueira em Serra Talhada, Sertão do Pajeú.
Promovida pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Esportes e Lazer, o evento reuniu cerca de mil participantes e entregou R$ 10 mil e 800 em premiação aos vencedores nas categorias geral e por faixas.
A concentração aconteceu logo cedo, às 06h, na Estação do Forró, mesmo local de chegada de todas as categorias, onde foi servido um café da manhã para todos os competidores. Foram dois pontos de largada, sendo a primeira no Aeroporto, para a Categoria Elite Geral/Elite Local (Percurso 10 km) e a segunda na Av. Olimpio de Menezes Leal, para a Categoria Amador Geral/ Amador Local (Percurso 05 km).
Após a corrida, houve a cerimônia de premiação com entrega de troféus aos vencedores das categorias masculino e feminino geral e masculino e feminino por faixas etárias, além de medalhas a todos os inscritos.
“A grande participação dos atletas nessa edição da Corrida da Fogueira mostra que estamos consolidando a nossa cidade como um lugar de fomento às atividades esportivas, nas diversas modalidades”, disse o Prefeito Luciano Duque. A cerimônia de premiação contou com a presença do Prefeito Luciano Duque, da primeira-dama Karina Rodrigues e dos vereadores Nailson Gomes e Ronaldo de Dja.
O presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, estará nesta segunda-feira (18/03) em Teresina, no Piaui, junto com os demais presidentes das Associações Municipalistas do Nordeste. A ideia é construir uma proposta de Desenvolvimento para o Nordeste, que será entregue ao Presidente da República na Marcha dos Prefeitos a Brasília, de 8 […]
O presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, estará nesta segunda-feira (18/03) em Teresina, no Piaui, junto com os demais presidentes das Associações Municipalistas do Nordeste.
A ideia é construir uma proposta de Desenvolvimento para o Nordeste, que será entregue ao Presidente da República na Marcha dos Prefeitos a Brasília, de 8 a 11 de abril.
Desse encontro sairá o documento “Carta do Nordeste”. Dentre os temas, o Pacto Federativo, com melhor distribuição de recursos do bolo tributário, financiamento de programas nas áreas de saúde e educação, reforma da previdência, dentre outros.
Por André Luis – Editor executivo do blog O crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião para a Presidência da República não é apenas um dado eleitoral. É, sobretudo, um alerta. Um daqueles momentos em que um país precisa parar, respirar e perguntar a si mesmo: o que exatamente estamos dispostos a repetir? […]
O crescimento do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de opinião para a Presidência da República não é apenas um dado eleitoral. É, sobretudo, um alerta. Um daqueles momentos em que um país precisa parar, respirar e perguntar a si mesmo: o que exatamente estamos dispostos a repetir?
A pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha no sábado (7) mostra um cenário inquietante. Num eventual segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 46% contra 43% do senador. Empate técnico. Três pontos que cabem na margem de erro, mas que dizem muito sobre o momento político do país.
Em apenas três meses, Flávio saltou de 36% para 43%. Não é apenas crescimento eleitoral. É a consolidação de um projeto político que muitos imaginaram derrotado em 2022: o bolsonarismo como força organizada e com capacidade de voltar ao poder.
E aqui está o ponto central da reflexão que o Brasil precisa fazer.
O herdeiro de um projeto
A pré-candidatura de Flávio não nasceu espontaneamente. Ela foi cuidadosamente construída dentro de uma estratégia de sobrevivência política da família Bolsonaro. Com Jair Bolsonaro inelegível e enfrentando problemas judiciais, o senador surge como o herdeiro natural de um capital político que ainda mobiliza milhões de brasileiros.
Mas a pergunta inevitável é: herdeiro de quê?
Herdeiro de um governo marcado por ataques às instituições, por uma relação conflituosa com o Supremo Tribunal Federal, por uma retórica constante contra a imprensa e por um ambiente político que flertou abertamente com a ruptura democrática.
É impossível falar da ascensão de Flávio sem lembrar que o bolsonarismo produziu um dos momentos mais graves da democracia brasileira desde o fim da ditadura: o Ataques de 8 de janeiro de 2023, quando sedes dos três poderes foram invadidas por manifestantes inconformados com o resultado das eleições.
Não foi um episódio isolado. Foi o resultado de anos de radicalização.
O passado que insiste em acompanhar o candidato
A tentativa de construir a imagem de um novo líder esbarra, no entanto, em um passado que insiste em acompanhar o senador.
O escândalo das rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, revelado a partir de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, continua sendo uma sombra sobre sua trajetória política. O caso envolve o ex-assessor Fabrício Queiroz e investigações sobre a devolução de salários de funcionários do gabinete.
Há ainda o episódio da mansão milionária em Brasília, adquirida em circunstâncias financeiras que levantaram questionamentos sobre compatibilidade de renda.
E existe, sobretudo, a controversa relação com personagens ligados ao submundo das milícias cariocas, como o ex-capitão do BOPE Adriano da Nóbrega, cuja família chegou a trabalhar em seu gabinete.
São fatos conhecidos. Documentados. Investigados. Debatidos.
Mesmo assim, o senador cresce nas pesquisas.
O anti-petismo como combustível político
Há um fator decisivo para compreender esse fenômeno: o anti-petismo.
Desde a ascensão política de Luiz Inácio Lula da Silva e do Partido dos Trabalhadores, uma parcela significativa da sociedade brasileira passou a votar menos por convicção e mais por rejeição.
Para muitos eleitores, o voto se tornou uma espécie de instrumento de punição contra o PT — mesmo que isso signifique entregar o país a projetos políticos que demonstraram desprezo pelas instituições democráticas.
É um fenômeno que se repete eleição após eleição.
E que revela algo mais profundo: uma dificuldade do Brasil em aprender com a própria história.
O flerte perigoso com o autoritarismo
Existe no país uma parcela da sociedade que demonstra uma curiosa tolerância — quando não simpatia — por soluções autoritárias.
Não é raro ouvir elogios ao período da Ditadura Militar no Brasil, regime responsável por censura, perseguições políticas, prisões arbitrárias e tortura.
É um revisionismo perigoso.
Porque relativizar a ditadura significa banalizar o sofrimento de milhares de brasileiros que foram perseguidos, exilados ou mortos por pensar diferente.
Quando discursos autoritários voltam ao centro da política, não é apenas a democracia que está em risco. É a memória histórica de um país inteiro.
O risco da normalização
O crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas também revela outro fenômeno preocupante: a normalização do extremismo político.
Ideias que há poucos anos seriam consideradas inaceitáveis passaram a circular com naturalidade no debate público. Ataques ao sistema eleitoral, questionamentos infundados sobre urnas eletrônicas, discursos contra minorias e contra instituições democráticas tornaram-se parte do cotidiano político.
Isso não acontece por acaso.
Projetos de poder baseados na radicalização dependem justamente da erosão gradual dos limites democráticos.
Uma escolha que vai além da eleição
A eleição presidencial de 2026 provavelmente não será apenas uma disputa entre candidatos.
Será uma disputa entre modelos de país.
De um lado, um projeto que, com todos os seus erros e contradições, opera dentro das regras democráticas. Do outro, um movimento político que repetidamente colocou essas mesmas regras em xeque.
O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas não deve ser ignorado.
Mas, mais do que isso, deve provocar reflexão.
A democracia brasileira já foi interrompida antes. E demorou mais de duas décadas para ser reconstruída.
A pergunta que fica é simples — e incômoda:
Será que o Brasil realmente aprendeu a lição da própria história?
A comunidade de Vila de Fátima, na zona rural de Brejinho, viveu mais uma noite de celebração, cultura e reencontros com a realização da tradicional Festa de Vila de Fátima, conhecida popularmente como o “Derradeiro de Maio”. O evento aconteceu neste sábado (30) e reuniu uma grande multidão que lotou o espaço da festa para […]
A comunidade de Vila de Fátima, na zona rural de Brejinho, viveu mais uma noite de celebração, cultura e reencontros com a realização da tradicional Festa de Vila de Fátima, conhecida popularmente como o “Derradeiro de Maio”. O evento aconteceu neste sábado (30) e reuniu uma grande multidão que lotou o espaço da festa para prestigiar as atrações musicais e manter viva uma das mais importantes tradições do município.
A programação contou com os shows de Zé Birro do Acordeon, Harry Estigado e Gabriel Rabelo, que animaram o público com muito forró e música regional, garantindo uma noite de alegria para moradores e visitantes.
Além da população, a festividade também contou com a presença do prefeito Gilson Bento, do deputado estadual Ricardo Teobaldo, vereadores, secretários municipais e diversas lideranças da região, que prestigiaram o evento e destacaram a importância da celebração para a cultura local.
Realizada há mais de 50 anos, a Festa de Vila de Fátima é considerada um dos maiores patrimônios culturais da comunidade. A tradição atravessa gerações, fortalecendo os laços entre as famílias, preservando costumes e movimentando a economia local, beneficiando comerciantes, empreendedores e moradores do lugarejo.
Mais do que uma festa, o Derradeiro de Maio representa a identidade e o orgulho de Vila de Fátima, mantendo viva uma história construída ao longo de décadas e celebrada por toda a população brejinhense.
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