Frente em defesa dos bancos públicos será lançada em Pernambuco
Por Nill Júnior
Com a presença do senador Lindbergh Farias Filho, o Sindicato dos Bancários de Pernambuco lança a Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos.
A audiência pública será nesta segunda-feira (28), a partir das 9h, na Câmara de Vereadores do Recife. Também marcarão presença a deputada federal Luciana Santos (PCdoB), a deputada estadual Teresa Leitão (PT) e a vereadora Marília Arraes (PT).
Composta por parlamentares de diversos partidos, a frente terá como objetivo destacar o debate acerca de propostas que tramitam no Congresso Nacional, cujo objetivo é reestruturar as instituições financeiras públicas.
“Precisamos alertar toda a sociedade sobre os graves riscos de sucateamento e minimização dos bancos públicos. Eis a importância da Frente, que também terá a responsabilidade de definir estratégias para resistência aos desmontes”, avalia a presidenta da entidade, Suzineide Rodrigues.
A frente já foi lançada nacionalmente no Câmara Federal em junho deste ano e deve ser replicada em todos os Estados. Em Pernambuco, a meta é do Sindicato é instalar o colegiado em dezenas de cidades de todas das quatro macrorregiões pernambucanas.
Inscrições gratuitas começam na segunda (10) e seguem até o dia 20 de junho. São oferecidas oportunidades em 26 cursos técnicos de 43 unidades. G1 PE A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco divulgou, neste sábado (8), o edital de seleção para 4.530 vagas em cursos técnicos na forma subsequente das Escolas Técnicas Estaduais […]
Foto: Alyne Pinheiro/Secretaria de Educação de Pernambuco
Inscrições gratuitas começam na segunda (10) e seguem até o dia 20 de junho. São oferecidas oportunidades em 26 cursos técnicos de 43 unidades.
G1 PE
A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco divulgou, neste sábado (8), o edital de seleção para 4.530 vagas em cursos técnicos na forma subsequente das Escolas Técnicas Estaduais (ETEs). As inscrições para o processo são gratuitas e podem ser feitas entre a segunda (10) e o dia 20 de junho, pela internet.
São oferecidas oportunidades em 26 cursos técnicos de 43 unidades. Podem participar da seleção candidatos que já concluíram o ensino médio. O edital com todas informações sobre o processo seletivo estará disponível a partir do dia 10, no site da secretaria.
As vagas ofertadas são para cursos como enfermagem, segurança do trabalho, administração, logística, redes de computadores, mecatrônica, eventos, entre outros. As atividades estão previstas para a Região Metropolitana do Recife (RMR), Agreste, Zona da Mata e Sertão.
A seleção é feita por meio de provas objetivas. A previsão é de que os exames sejam realizados entre os dias 25 e 28 de junho. A divulgação do resultado definitivo, após o recebimento dos recursos, deve acontecer no dia 8 de julho.
Os candidatos aprovados podem se matricular entre os dias 9 e 12 de julho, de acordo com o edital da seleção. O início das aulas está marcado para o dia 24 de julho.
Música
Para a ETE Criatividade Musical, os candidatos podem se inscrever entre a segunda (10) e o dia 20 de junho, mas as provas de percepção, teoria musical e solfejo devem ocorrer no dia 25 de junho.
Já a prova prática de instrumento está prevista para ocorrer no dia 5 de julho. O resultado final deve ser divulgado no dia 9 de julho.
Atendimento
O candidato que necessitar de atendimento diferenciado deve fazer o pedido na sede da Secretaria Executiva de Educação Integral e Profissional, localizada na Rua Afonso Olindense, 1513, Bloco F, Várzea, na Zona Oeste do Recife. Também é possível fazer a solicitação por correspondência registrada com aviso de recebimento.
O candidato deve indicar quais os recursos de que necessita (materiais, equipamentos), acompanhado de atestado médico com referência ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças.
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, divulgou nesta quinta-feira (1º), por meio de suas redes sociais, a prestação de contas das ações desenvolvidas ao longo de 2025. No balanço, ele destacou a atuação conjunta com o prefeito Sandrinho e a captação de recursos destinados a áreas como saúde e infraestrutura. De acordo com […]
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, divulgou nesta quinta-feira (1º), por meio de suas redes sociais, a prestação de contas das ações desenvolvidas ao longo de 2025. No balanço, ele destacou a atuação conjunta com o prefeito Sandrinho e a captação de recursos destinados a áreas como saúde e infraestrutura.
De acordo com Daniel Valadares, somente em 2025 foram viabilizados R$ 1,7 milhão em recursos para o município. Desse total, R$ 1,5 milhão são oriundos de emenda do deputado federal Carlos Veras, direcionados à infraestrutura, e R$ 200 mil provenientes de emendas dos parlamentares Augusto Coutinho e Raul Henry, voltadas para a área da saúde.
No acumulado entre 2021 e 2025, o vice-prefeito informou que contribuiu para a captação de R$ 8.511.000,00 em investimentos para Afogados da Ingazeira. Os valores, segundo o levantamento apresentado, foram distribuídos da seguinte forma: R$ 1.706.000,00 em 2021; R$ 1.605.000,00 em 2022; R$ 2.500.000,00 em 2023; R$ 1.000.000,00 em 2024; e R$ 1.700.000,00 em 2025.
Entre as ações realizadas no último ano, Daniel citou a pavimentação de ruas, a inauguração da quadra poliesportiva da Escola Dom Mota, as novas instalações do Centro de Telemedicina, a implantação da Casa da Cidadania e Justiça e a entrega de um ônibus e duas vans para o Tratamento Fora do Domicílio (TFD). Também foram mencionadas a construção de praças na zona rural e a inauguração de uma praça em frente ao Cemitério São Judas Tadeu.
Ao comentar o encerramento de 2025, o vice-prefeito afirmou que o período foi marcado por desafios e resultados. “Foi um ano de muitas dificuldades, mas também de muito trabalho; de desafios, mas também de muitas conquistas”, declarou. Ele também projetou o próximo ano, destacando a expectativa de continuidade das ações em parceria com outras esferas de governo.
Os bastidores do debate que não ocorreu Ontem, teria ocorrido na Capital da Poesia o último debate com candidatos à Prefeitura de São José do Egito, promovido pelo Blog do Magno, na Faculdade Vale do Pajeú. Haveria transmissão das rádios Gazeta FM, Pajeú FM e Ello TV. Teria… Os motivos que geraram o cancelamento provam […]
Ontem, teria ocorrido na Capital da Poesia o último debate com candidatos à Prefeitura de São José do Egito, promovido pelo Blog do Magno, na Faculdade Vale do Pajeú. Haveria transmissão das rádios Gazeta FM, Pajeú FM e Ello TV. Teria…
Os motivos que geraram o cancelamento provam que o processo eleitoral muitas vezes beira a esquisofrenia, que segundo especialistas, é caracterizada por pensamentos ou experiências que parecem não ter contato algum com a realidade. No interior, ele aparentemente é potencializado pelo jogo de interesses envolvido.
Outra constatação, na maioria das vezes o problema não está nos candidatos. Fredson Brito e George Borja são preparadíssimos, numa dupla que tem, apesar das rusgas, elevado o nível do debate. O problema está no entorno deles.
Esse processo de bilateral desconfiança da assessorada eu vivi de perto. Isso porque, convidado por Magno, a quem nunca soube dar um não, formatei o modelo de um debate equilibrado, com a proposta de ocorrer num ambiente universitário, acadêmico, portanto de um nível acima dos arranca rabos dos embates convencionais. A ponto de, antes de começar o debate, querer propor aos candidatos que eles poderiam circular pelo palco do auditório da Faculdade para tratar dos temas como num diálogo entre eles. Se até entre Lula e Bolsonaro deu certo, porque não entre Fredson e George, que, como é de domínio público, aparentam ter nível até melhor?
O problema é que desde a entrega do modelo aos assessores Roberto Sampaio, de George, na terça passada às 16h54 e Tatto, da comunicação de Fredson, praticamente no mesmo horário, começou o jogo de tensão entre as assessorias.
Em qualquer ambiente minimamente equilibrado, o formato não geraria problemas. Mas eles apareceram.
Do lado de George, desde o início, o questionamento tinha relação com as perguntas feitas pelos universitários. Em suma, a desconfiança externada por Roberto Sampaio e pelo assessor Lula Vieira eram: primeiro, que as perguntas poderiam ser direcionadas para prejudicar George e, por fim, da desconfiança de que poderiam ser entregues primeiro ao candidato Fredson Brito e sua assessoria.
Tudo porque a Faculdade em questão a sediar o debate é de Cleonildo Lopes, o Painha, que nunca escondeu sua gratidão a Zé Marcos de Lima pelos passos que deu na vida. Só que desde o primeiro momento, era explicado que, primeiro, a mediação de Magno e minha contribuição garantiriam isenção. Segundo, que, apesar desse fato público, a Faculdade é frequentada por universitários de várias cidades, predominantemente de São José do Egito, mas muito mais preocupados com a busca pela formação superior que pela futrica nutrida pela política.
Para provar isso, propus aos desconfiados que as perguntas, nascidas de uma sugestão do próprio Magno, seriam submetidas aos assessores meia hora antes, com acompanhamento do assessor que tem me acompanhado debates afora, Jonas Cassiano, garantindo exatamente o que prometera: não haveria ataques ou pegadinhas. Jonas aliás aprovou plenamente o modelo. Não havia nada demais nele e, com essa regrinha, estaria tudo resolvido. Não adiantou. A queixa era de que, como se aqui não houvesse garantia da inviolabilidade das perguntas, “o outro lado poderia saber primeiro”.
Já do lado da campanha de Fredson, as regras não eram aparentemente problema. O assessor Tatto me enviou mensagens algumas vezes com dúvidas triviais sobre o debate. “Companheiro, boa tarde. Você saberia me dizer quantas perguntas os candidatos poderão fazer por bloco?” – foi uma das dúvidas. A outra, sobre como seria o bloco de perguntas dos jornalistas, até um “entendi agora, querido”, na tarde da quarta-feira.
Só que no núcleo da campanha do candidato do Republicanos, a teoria da conspiração era quase paranóica. Na quarta, às 8h48, me liga o amigo jornalista João Carlos Rocha, ligado a Zé Marcos e à campanha de Fredson, me consultando sobre um plano mirabolante que era pregado pelo bloco opositor, do qual ele fazia parte. João era emissário da seguinte mensagem: “estão dizendo que Magno vai receber R$ 70 mil de um advogado para interferir no debate”. Preservo o advogado para não provocar mais espanto, tamanho absurdo. João perguntava, orientado pelo entorno de Fredson se valia ligar pra Magno perguntando sobre essa história maluca. Eu sugeri que, de tão sem nexo, não se desse ao trabalho, sob a máxima de que, quem diz o que quer, ouve o que não quer, no que ele concordou plenamente.
O processo de desconfiança chegou a tal ponto que, segundo revelou o próprio Painha a este jornalista, nomes como Hugo Rabelo e outros próximos a Fredson chegaram a também pressionar na sexta pela manhã para não ocorrer o debate.
A sexta seguiu e, dada a encheção de saco de um lado e de outro, mesmo sendo só uma espécie de auxiliar no formato, me propus a fazer um comunicado circular para as duas campanhas informando que não haveria motivos para mudar o modelo, que o debate seguiria o rito inicial e que qualquer um dos candidatos tinha a prerrogativa de não ir.
Só que de tão pressionado por abrigar o evento, já arrependido de ter cedido a Faculdade, Cleonildo Lopes soltou uma nota afirmando que a instituição “solicitou expressamente que seus alunos e professores não participassem diretamente ou indiretamente do debate, de modo a preservar sua neutralidade institucional”. Por mais que eu tenha entendido como uma antecipação que tirava do cenário os personagens naturais, os universitários, pra mim não necessária, compreendi aquele como um gesto extremo, que dá a dimensão do que o diretor passou recebendo ligações de Paulinho Jucá, Hugo Rabelo e demais nomes do entorno das campanhas.
Àquela altura, não tinha mais pergunta dos universitários. De tão decepcionado, mesmo sendo uma espécie de “coadjuvante com algum protagonismo”, pensei em nem aparecer na Faculdade. Magno me pergunta o que fazer, e sugere submeter aos candidatos e assessores a sugestão de uma rodada a mais de candidato pergunta a candidato ou de perguntas dos jornalistas.
Mas, àquela altura, o “debate Titanic” já estava afundando. A campanha de George, através de Lula Vieira, ainda querendo uma reunião sem necessidade alguma, mesmo após a retirada dos universitários da cena do debate. E a campanha de Fredson, através da sua esposa, Lúcia Lima, dizendo que só aceitariam o debate com os universitários. Magno, sabendo que não tinha reunião, reza ou mandinga que resolvesse, cancelou o encontro.
Eu, pobre colaborador voluntário, querendo ajudar, ainda tive que desfazer a acusação da campanha de Fredson de que eu havia retirado as questões dos universitários por vontade própria. Até uma parceria institucional do blog foi invocada, mesmo que, em mais de 30 anos de jornalismo, já tenha provado a diferença entre liberdade editorial e parceria institucional. Santo Afonso, o padroeiro da paciência, me ajudou.
Resumindo, confusão de um lado e do outro.
Contar esses bastidores me ajuda a provar o quanto nas nossas cidades a política muitas vezes não transforma, mas transtorna. Também ajuda a revelar parte do que quem faz jornalismo por essas terras acaba passando. E porque, sem ironia, recomendo a todo colega: “faça terapia, a vida toda”.
Parece Sucupira, mas aconteceu em São José do Egito, uma das cidades mais importantes do Sertão de Pernambuco, no debate que teria tudo para ser outro sucesso, mas foi estragado pelos asssessores de um lado e do outro.
Os candidatos, que costumam lançar cards prontos após o apito final dizendo terem ganho as pelejas, soltaram notas que são cortina de fumaça para o que realmente ocorreu. Deveriam escrever em letras garrafais: “George e Fredson dessa vez, perderam o debate”.
Estável
A policial Civil Dayanna Barros de Siqueira, irmã do vereador e candidato a vice-prefeito de Arcoverde, Siqueirinha (Republicanos), estava fazendo a limpeza da arma quando houve um disparo acidental. Operada no Memorial Arcoverde com fratura exposta no braço, recupera-se bem.
Gesto
Em respeito ao incidente, a adversária de Siqueira e Zeca, Madalena Britto, não realizou a Caminhada das Mulheres. Com Diogo Moraes, prestaram sua solidariedade pelo ocorrido. Um sopro de civilidade em uma campanha verbalmente acirrada.
Sucesso
A estreia do LW Cast com Magno Martins, na TV LW, somando Instagram e YouTube já conta com mais de 40 mil interações entre o episódio e os cortes nas redes sociais. Na próxima quinta, as pesquisas em debate, com Ronald Falabella, Diretor do Instituto Múltipla, e Carlos Britto, o respeitado jornalista de Petrolina.
Lá vem pesquisa
Dentre as últimas pesquisas na reta final da campanha, tem IP Pesquisas, Datavox e Ultraliberal em São José do Egito com números PE-06953/2024, PE-00473/2024 e PE-02655/2024 com divulgação dias 3 e 4, TML em Floresta dia 4 (PE-01975/2024), Conecta em Sertânia dia 3 (PE-06093/2024), DataTrends em Afogados da Ingazeira dia 3 (PE-01025/2024) e Conecta em Santa Cruz da Baixa Verde dia 3 (PE-06953/2024).
Civilidade
A prova do preparo de George e Fredson foi mais uma vez mostrada no debate do Finfa na última quinta-feira. E no final, assim como ocorreu na Gazeta FM, mais um gesto de civilidade dos postulantes à prefeitura, em uma das eleições mais acirradas da região.
O promotor mandou avisar
Alerta público: o Ministério Público Eleitoral e o Judiciário Eleitoral não participam, não promovem, não realizam e não avalizam pesquisas nem institutos. Qualquer menção ao Ministério Público Eleitoral e a Justiça Eleitoral associadas a candidaturas, partidos e/ou coligações representa sério ataque institucional, ilícito eleitoral e afronta à Constituição, à cidadania e à democracia. O recado foi do promotor Aurinilton Leão Sobrinho.
No aperto
Na região, ainda dão como cidades com as eleições mais equilibradas Sertânia (Pollyana Abreu x Rita Rodrigues), Tabira (Flávio Marques x Nicinha Melo), São José do Egito (Fredson Brito x George Borja) e Santa Cruz da Baixa Verde (Irlando Parabólicas x Dr Ismael). Se serão arroxadas mesmo, está perto de saber.
Debate quente
A semana em Carnaíba teve a oposição publicizando uma denúncia de 2014 por agressão doméstica contra Berg Gomes, envolvendo sua mulher, Valderiza Lins, publicada no Blog Ricardo Antunes. A mulher de Berg gravou um vídeo afirmando que desenterrar a denúncia foi “show midiático”. Mais pimenta antes do debate entre Ilma Valério e Berg Gomes, amanhã, 10 horas, na Rádio Pajeú.
Regras mais rígidas
Para garantir um ambiente minimamente respeitoso, a Rádio Pajeú proibiu militâncias, liberou a presença na emissora de candidatos com apenas um assessor pra cada. As câmeras estarão focando nos postulantes e assessores. Haverá advertência e direitos de resposta em casos de ataques à honra, munganga de assessor(a) pra candidato(a) e correlatos. A assessora jurídica será a presidente da OAB, Laudicéia Rocha.
Estratégia
Aparentemente, a se levar em conta a ausência no debate da TV Farol, a prefeita Márcia Conrado vai usar a estratégia de não comparecer mais aos embates com Miguel Duque, Luiz Pinto e Jucélio Souza. Foi ao da Cultura pra dar o recado de que não se furta a debater, e faltará aos demais usando o episódio envolvendo Luciano Duque dia 11, mais o orgumento de que são três contra uma. Será?
Vão a preencher
Se a vaidade não atrapalhar, as lideranças socialistas da região tem condições, desde que com o apoio do PSB e João Campos, buscar retomar o caro espaço político perdido com a morte precoce de José Patriota. Sem representação, a região fica órfã e politicamente, empobrecida.
Fraseda semana:
“Eu me decepcionei com Lula”.
De Magno Martins, na estreia do LW Cast, explicando sua posição crítica ao atual presidente, alegando que os escândalos de sua gestão acabaram sua anterior admiração e respeito.
Na última quinta, o chefe da agência de inteligência no governo Bolsonaro, Alexandre Ramagem, teve 6 celulares e 2 notebooks apreendidos. O filho de Bolsonaro não se pronunciou até a última atualização desta reportagem. Por Andréia Sadi, Fábio Santos/g1 A Polícia Federal iniciou na manhã desta segunda-feira (29) uma operação para apurar ações da Abin […]
Na última quinta, o chefe da agência de inteligência no governo Bolsonaro, Alexandre Ramagem, teve 6 celulares e 2 notebooks apreendidos. O filho de Bolsonaro não se pronunciou até a última atualização desta reportagem.
Por Andréia Sadi, Fábio Santos/g1
A Polícia Federal iniciou na manhã desta segunda-feira (29) uma operação para apurar ações da Abin durante o governo Bolsonaro. Segundo fonte ouvida pelo blog, um dos alvos da operação é o segundo filho do ex-presidente e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).
Busca e apreensão foi autorizada para a residência de Carlos Bolsonaro e também para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Assessores também são alvo da operação.
A suspeita é de que assessores de Carlos Bolsonaro, que também são alvo da operação, pediam informações para o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem.
Carlos Bolsonaro é vereador desde 2001 e está em seu sexto mandato consecutivo na Câmara Municipal do Rio. Ele é apontado como principal articulador das redes sociais do pai.
O filho de Jair Bolsonaro não se pronunciou sobre a operação até a última atualização desta reportagem.
Crise na Abin
Na última quinta-feira (25), o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou que o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, usou o órgão para fazer espionagem ilegal a favor da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Entre autoridades espionadas estavam a ex-deputada Joice Hasselmann, o ex-governador do Ceará e atual ministro da Educação, Camilo Santana (PT) e o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia.
Apurações da PF apontam que a Abin teria sido “instrumentalizada” para monitorar ilegalmente uma série de autoridades e pessoas envolvidas em investigações, e também desafetos do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O uso indevido da Abin teria ocorrido quando o órgão era chefiado por Alexandre Ramagem (PL-RJ), aliado de Bolsonaro que, atualmente, é deputado federal.
O empresário Murilo Duque, um dos sócios do Shopping de Serra Talhada, o primeiro do gênero no Sertão do Pajeú, disse em coletiva de imprensa nesta segunda na sede da CDL que o grupo JDS, criado para tocar o projeto, está confiante de que o cenário político e econômico do país não alteraram a disposição […]
O empresário Murilo Duque, um dos sócios do Shopping de Serra Talhada, o primeiro do gênero no Sertão do Pajeú, disse em coletiva de imprensa nesta segunda na sede da CDL que o grupo JDS, criado para tocar o projeto, está confiante de que o cenário político e econômico do país não alteraram a disposição do grupo em tocar as obras.
A inauguração acontecerá até agosto, mas não representa efetivamente a entrega à população. A partir daí, começa a ocupação por parte das empresas que irão integrar o leque de marcas do empreendimento. Em 2018, as atividades deverão ser abertas ao público.
O cronograma financeiro e logístico da obra segue seu rumo normal, segundo ele. Serão mais de 19 mil metros quadrados, com 53 lojas satélites, cinema, Praça de Alimentação e duas lojas âncoras. Serão quatrocentos empregos diretos.
O desafio no cenário é atrair investidores, mas o grupo está confiante, segundo Murilo. O empreendedor e vai investir em um momento que é de oportunidades”. Pelo perfil, a perspectiva é de que o Shopping atraia pessoas de toda a região do Pajeú, mais Sertâo Central e cidades da Paraíba. UM estudo de viabilidade técnica mostrou que o Shopping é sustentável.
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